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sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Risotto de bacalhau com grelos


Ingredientes:
1 posta de bacalhau
2 chávenas de chá de arroz para risotto
1 cebola picada
3 dentes de alho
1 dl de vinho branco
1, 4 l de água da cozedura do bacalhau
Pimenta e sal
Grelos de couve
Queijo parmesão ralado


1. Colocar a cebola picada e os dentes de alho num tacho. Juntar um pouco de azeite e levar ao lume. Deixar alourar a cebola um pouco.

2. Juntar o arroz e deixá-lo absorver o azeite, mexendo sempre, até ficar translúcido.

3. Refrescar com o vinho branco. Mexer o arroz até absorver o vinho.

4. Adicionar o bacalhau desfiado e os grelos picados. Temperar com sal e pimenta a gosto.

5. Ir adicionando, a pouco e pouco, o caldo de cozedura do bacalhau à medida que o arroz o for absorvendo e ir mexendo sempre.

6. Quando o risotto estiver preparado, adicionar queijo parmesão acabado de ralar. Mexer e servir imediatamente.


A diferença deste risotto está nos grelos, que lhe dão um sabor intenso. Foi o jantar de ontem à noite, numa tentativa de aproveitar um molhinho de grelos de couve que tinha trazido de Santarém.

quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Na passada quinta-feira ...


Na passada quinta-feira fui para Sintra. Do itinerário constava uma visita à Quinta da Regaleira e a Monserrate. Mas antes, como não poderia deixar de ser, fomos tomar café e deliciarmo-nos com os Travesseiros da Piriquita.

Para mim, é quase impensável ir a Sintra e não passar nesta pastelaria para comer um Travesseiro. Quentinhos, são uma tentação.

quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Costeletas de Borrego muito deliciosas ...


Eu adoro carne de borrego, como já aqui tinha referido, e acho a parte das costeletas muito saborosa. Adoro comer a carninha junto ao osso, que é deliciosa. Rapar-lhe os ossinhos. Às vezes ponho de parte os talheres e agarro-as mesmo com a mão, para conseguir saboreá-las melhor.


No topo das minhas preferências, estão as costoletas de borrego grelhadas em carvão. Mas cá em casa nem sempre é possível. Embora tenha um quintal que me permita fazer grelhados, temos o hábito de o fazer apenas no verão.


Às vezes também faço as costoletas na frigideira com azeite e alho. Mas queria encontrar uma receita diferente. E encontrei-a no livro de Maria Medeiros, Sabores Antigos, Receitas da Avó. Cá em casa já foi adoptada. Das vezes que fiz , sai sempre bem.

Ingredientes:
800 g de costeletas de borrego
Azeite
2 a 3 cebolas médias
7 dentes de alho
Sal e pimenta
1 ramo de salsa ou coentros
3 dl de caldo de carne (usei 1 caldo Knorr que dissolvi em 3 dl de água quente)

1. Colocar uma frigideira com azeite ao lume. Quando estiver quente passar as costoletas de um lado e do outro.

2. Colocar as costoletas num tabuleiro. Cobrir com a cebola às rodelas, o alho e a salsa picados, um pouco de azeite e 3 dl de caldo de carne. Temperar com sal e pimenta.

3. Levar ao forno quente. Deixar cozinhar aproximadamente 30 minutos.

As costeletas cozinhadas assim, ficam realmente muito saborosas. Acompanhei com legumes cozidos e salada de tomate.

terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Carne de vitela na frigideira com alecrim

Ontem cheguei a casa tarde e tive que encontrar uma solução rápida para o jantar. Tinha no frigorífico um pedaço de carne de vitela à espera de destino. Pensei e achei que a solução para fazer o jantar rapidamente era temperá-la e arranjá-la na frigiderira.

Cortei a carne aos pedaços. Temperei-a com sal, pimenta e raminhos de alecrim. Numa frigideira coloquei um pouco de azeite.
Levei a frigideira ao lume. Com o azeite quente, coloquei a carne e deixei cozinhar.

Para acompanhamento usei legumes e macarrão cozido apenas em água e sal. Quem gostar também pode acompanhar com chutney de lima e malagueta e achar de mistura, qualquer um deles à venda nos supermercados.
Esta carne é uma óptima solução para um jantar rápido.

segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Bolo de ananás e coco


Às vezes gosto de inventar. Dar asas à imaginação e misturar ingredientes para ver o que dá. Com carne e peixe acho sempre mais fácil fazer um prato mesmo sem receita do que com doces ou bolos. Penso que na doçaria tem que haver mais precisão nas quantidades e na ligação dos ingredientes. Mas mesmo assim, aventurei-me a fazer este bolo de ananás e coco, ingredientes que para mim ligam muito bem.


Ingredientes:
6 ovos
3 copos de açúcar amarelo
3 copos de farinha
1 lata de ananás em conserva
1 copo e meio de coco ralado
1 colher de chá de fermento em pó
1 copo de sumo da calda do ananás

( o copo que usei leva 2 dl )


1. Bater as gemas com o açúcar muito bem.

2. Adicionar o ananás previamente escorrido e desfeito com as mãos de modo a obter pedaços muito pequenos.

3. Adicionar o coco, a farinha, o fermento e meio copo de sumo da calda do ananás. Bater muito bem.

4. Bater as claras em castelo com uma pitadinha de sal.

5. Envolver as claras no preparado anterior.

6. Levar ao forno a 180ºC cozer em forma untada com margarina e polvilhada com farinha.

7. Depois do bolo cozido e ainda quente regar com o meio copo de sumo da calda do ananás. Para a decoração, polvilhar o bolo com coco ralado.


Este bolinho foi feito, neste fim-de-semana chuvoso, para fazer companhia a um chá quentinho em frente à lareira, na casa dos meus pais. Nesta receita convém que o ananás esteja quase desfeito para que não se notem, no bolo, grandes pedaços.

domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Alecrim em flor ...



Depois de uma chuvada intensa, numa aldeia perto de Santarém, o sol espreitou ... e o alecrim, que adivinha a chegada da Primavera, ficou ainda mais bonito!

Os melhores livros de cozinha na revista Os Meus Livros

A revista, Os Meus Livros, do mês de Fevereiro traz um artigo sobre quatro mestres da arte de cozinhar no nosso país.

O artigo fala-nos de Chakall, José Avillez, Augusto Gemelli, Vítor Sobral e apresenta-nos várias sugestões de livros de autores nacionais e internacionais. Procurarei deixar aqui um breve resumo do artigo da referida revista, da autoria de Filipe D'Avillez.

Chakall, o chef do turbante, natural da Argentina, reside em Portugal já há alguns anos. Publicou o livro Cozinha Divina (Oficina do Livro) em 2007. Para este chef, o segredo para um bom livro de cozinha reside em «receitas curtas, sem rodeios. As fotografias não são essenciais mas podem ajudar os principiantes». Para se conhecer mais sobre o estilo extravagante deste "viajante apaixonado pela culinária" visitem a sua página em www.cozinhadivina.com.

José Avillez, nascido em 1979 é natural de Cascais. Desde muito cedo que começou a cozinhar, especialmente para a família quando era miúdo. Dos livros da especialidade destaca Isalita, Pantagruel e Cozinha Tradicional Portuguesa de Maria de Lourdes Modesto. Lamenta ainda o facto de não haver disponível uma edição portuguesa do Larousse Gastronomique. Lê livros de grandes cozinheiros como Alain Ducasse, Ferran Adrià, Mugaritz e Andoni.

José Avillez publicou Um Chef em Sua Casa em 2006 e Petiscar com Estilo em 2007, publicados pela Esfera dos Livros.

Augusto Gemelli deixou o seu país natal, Itália, e está há onze anos em Portugal. Em 1988 abriu em Lisboa o restaurante Galeria-Gemelli, com cozinha italiana. Em 2007 publicou o livro A Cozinha Italiana de Augusto Gemelli.

Gemelli destaca as seguintes obras gastronómicas: Il Grande Libro Della Cucina Italiana de Alessandro Molinari Pradelli, Tetsuya de Tetsuya Wakuda, La Cozinha al Vacio de Jean Roca e por fim, La Cuina de Santi Santamaria. Infelizmente, nenhuma delas se encontra traduzida para português.

Vítor Sobral nasceu no Seixal em 1967. Das referências bibliográficas nacionais na área da gastronomia destaca Maria de Lourdes Modesto e a sua obra Cozinha Tradicional Portuguesa, a revista Segredos de Cozinha e os programas da Teleculinária.

Para Vítor Sobral um bom livro gastronómico «é um livro com boas técnicas de apoio, as receitas têm que ser "honestas", ou seja, sinceras sem que o ego do autor se sobreponha ao tema.»

Vítor Sobral publicou A Cozinha de Vítor Sobral e A Que Sabe Esta História.

Destaquei este artigo porque acho importante a nossa imprensa referir a gastronomia e o que por cá se vai publicando ou fazendo. Talvez, os editores percebam que há cada vez mais interessados no mundo gastronómico e que apostar em traduções de obras de referência nesta área pode não ser um mau negócio. A ver vamos!

sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Prémios da Blogosfera

Fico sempre muito contente e orgulhosa quando o Cinco Quartos de Laranja recebe algum prémio na blogosfera. Quem é que não fica, não é?
O Flautista atribuiu ao Cinco Quartos de Laranja o prémio "Diz que até não é um mau blog", a quem desde já agradeço pela lembrança e pela simpatia.

Framboesa, muito obrigada pela atribuição do prémio "Este Blog não me sai da Cabeça". É com muito orgulho que o recebo.

À Framboesa e ao O Flautista um beijinho grande e muito obrigada.

Atribuo estes prémios aos seguintes blogs:

- Avada Kedavra
- Partilhas
- Canal Caveira
- Miss Pearls
- Entre Estantes
- Ponto-de-Pérola
- The Cake Lab
- Detesto Sopa
- Vício de Viajar
- The Azores Islands

Atribuo também estes prémios a todos os foodblogs que visito e que são magníficos!

terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Carne estufada no forno

Ingredientes:
Carne de vaca para estufar
Sal
Pimenta
Alhos
Vinho do Porto
Farinha de Trigo
Banha e margarina

Num almofariz esmaguei pimenta rosa com sal e dentes de alho até fazer uma pasta. A esta pasta adicionei um pouco de Vinho do Porto.

Esfreguei muito bem a carne com o preparado anterior. De seguida, passei a carne por farinha de trigo. Sacudir o excesso de farinha.

Colocar a carne numa caçarola, que tenha tampa, com pedaços de banha e margarina em volta e em cima da carne.

Levar ao forno pré-aquecido. É preciso que a caçarola esteja sempre com a tampa. De vez em quando abana-se a caçarola com as duas mãos de modo a virar a carne e esta não pegar.

A carne deve cozinhar numa temperatura não muito forte e sempre dentro do forno. Se for preciso, pode-se adicionar uma colher de água.

O molho fica muito espesso.


Esta carne fica muito saborosa e tenra. Acompanhei com legumes cozidos e salada, mas também pode ser acompanhada com um arroz ou macarrão.

Descobri esta receita no livro de Branca Miraflor, Colecção Doméstica nº 1 - 150 Maneiras de Cozinhar Carne - vaca, vitela, carneiro, miudezas, enchidos, etc., 3ª Edição, Livraria Barateira, 1940.

Laranja com cebola, azeite e presunto ...

Hoje de manhã ao conversar com a minha cunhada, ela falou-me de uma entrada que experimentou, este fim-de-semana no Alentejo, e que até tirou fotografia. Enviou-me então a foto de uma entrada com laranja, azeite, cebola e presunto. Que combinação tão maravilhosa - pensei. Mas será que a cebola fica ali bem? E o presunto? Com laranja parecia-me simultaneamente tão estranho quanto irresistível. Tinha simplesmente que experimentar.

Hoje foi a entrada ao jantar. Descasquei duas laranjas. Cortei-as às rodelas e de seguida reguei-as com um fio de azeite. Cortei meia cebola e dispus por cima da laranja. Por fim, coloquei presunto (2 fatias, uma por laranja).

Adorei a combinação de sabores, especialmente da laranja com a cebola! Completamente inesperado ...

quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Prenda do Dia dos Namorados ...

Este foi um dos presentes que recebi para comemorar o Dia dos Namorados. Que bom! Finalmente consegui substituir a máquina de café que me andava a aborrecer.

quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

Dois anos de Cinco Quartos de Laranja

Hoje o Cinco Quartos de Laranja faz dois anos. Tem sido uma experiência muito gratificante. Obrigada a todos.

Fonte da imagem: Personalised gifts.

terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Sopa de feijão com carne e couve galega

Ontem fiz para o jantar uma sopa reconfortante, com carne, enchidos, batata, feijão e esparguete. Tipo as sopas que se fazem no campo, que reconfortam a alma e nos dão energia.

De véspera salguei uma tira de toucinho entremeado. Ontem coloquei água numa panela, adicionei uma cebola picada, a tira do toucinho e uma fatia de carne de borrego da perna. Levei ao lume para cozer a carne.

Depois da carne cozida retirei-a da panela e juntei ao caldo duas batatas picadinhas, meio chouriço de carne e 1 chouriço de sangue pequeno. Deixei ferver um pouco e adicionei couve galega cortada grosseiramente, feijão encarnado cozido, massa esparguete partida e a carne cortada em pequenos pedaços. Reguei com um pouco de azeite, verifiquei o sal e deixei acabar de cozer.

Servi a sopa com os enchidos cortados à parte e broa de milho.

segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

Bolo Folhado

Há uns tempos atrás a Mónica e a Dulce publicaram a receita de um bolo folhado com um óptimo aspecto. Pensei para comigo que teria que experimentar.

Foi o bolo que levou as velas de aniversário do meu pai, em Janeiro. Ficou uma delícia e a massa folhada torna-o diferente. Para quem não sabe como se faz, até parece mais complicado de confeccionar do que na realidade é.

Ingredientes:
6 ovos
o peso dos ovos de açúcar
metade do peso dos ovos de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
1 placa de massa folhada (usei uma embalagem de massa folhada fresca)
Doce de ovos

1. Levar a massa folhada a cozer ao forno pré-aquecido.

2. Bater as gemas com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado.

3. Bater as claras em castelo.

4. Envolver as claras no preparado anterior alternadamente com a farinha e o fermento em pó.

5. Levar ao forno a cozer num tabuleiro untado e polvilhado com farinha.

6. Depois do bolo cozido e frio, cortá-lo longitudinalmente em dois. Colocar uma parte no prato onde irá ser servido e barrar com doce de ovos e colocar massa folhada partida, voltar a barrar. Repetir esta operação até ter terminado as camadas do bolo.

7. Barrar o bolo com doce de ovos e enfeitar a gosto. Eu usei fios de ovos e framboesas.


quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

Salmão com batata-doce, brócolos e tomilho em papelote ...


Gosto de cozinhar lombos de salmão, como já se devem ter apercebido, por que são muito práticos e, uso com frequência o papelote como técnica de confecção. Os alimentos assim confeccionados ficam mais suculentos e cozinham-se muito rapidamente.

No dia 21 de Dezembro de 2007, a minha cunhada Cristina convidou-me para assistir a um concerto de Natal na Igreja da Graça. Como não poderia deixar de ser, o programa meteu um jantar cá em casa antes de irmos.

Quis presente-á-la com um jantar simpático e assim nasceu este prato. Forrei um recipiente (pyrex) de ir ao forno com papel de alumínio, deixando de um lado e outro papel de alumínio suficiente para depois fechar todo o preparado. Na base do recipiente e em cima do papel de alumínio coloquei papel vegetal.

Descascei e cortei duas cenouras em palitos, e coloquei-os no pyrex. De seguida, juntei raminhos de brócolos (2 a 3 cabeças de brócolos). Em volta dos brócolos juntei batata-doce descascasda. Normalmente, no supermercado escolho sempre as batatas mais pequenas. Não gosto das batatas doces muito grandes, acho-as menos saborosas e às vezes tornam-se farinhentas.

Em cima dos brócolos coloquei 4 lombos de salmão. Temperei com pimenta preta em grão, sal, raminhos de tomilho e azeite.

Fechei o papelote e levei ao forno até estar cozinhado. Como sabem o meu forno ainda é pré-histórico e não consigo controlar a temperatura.

Como gosto muito, faço este prato com frequência.


quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008

Morcela assada com ananás ...


Nas férias de verão, antes de ir para S. Miguel, Açores, a minha amiga Sandra Palma indicou-me algumas iguarias açorianas que não poderia perder. Uma delas era morcela assada com ananás.

Provei-a logo no primeiro dia que lá estive, no restaurante Alabote na Ribeira Grande. Uma delícia.

Ontem, foi a entrada do almoço de carnaval cá em casa. Comprei uma morcela de Arganil e assei-a, nos recipientes de barro próprios para o efeito com álcool.

Servi a morcela cortada às rodelas com pedaços de ananás. Acompanhei com vinho tinto, Quinta da Mimosa da Casa Ermelinda de Freitas.

terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008

Comida e Civilização

Acabei de ler o livro Comida e Civilização, de como a história foi influenciada pelos gostos humanos de Carson I.A. Ritchie, traduzido por José Labaredas e editado pela Assírio & Alvim.

Este livro é um estudo sobre a alimentação e as suas consequências ao longo da história. Aqui ficam apenas alguumas das passagens que fui sublinhando:

«O que se passava na cozinha do Homem de Neanderthal é pura conjectura, mas uma hipótese sensata de aventar será a de que cozia os animais dentro das próprias peles. Depois de os esfolar, suspendia as peles nuns paus, colocava-lhes dentro pedaços de carne e água e acendia, por baixo uma fogueira. Ao fim de um certo tempo a água começava a ferver, a carne cozia, e o caldo podia ser servido aos inválidos. » p. 22

«A rolha de cortiça, originária dos montados de sobreiros portugueses, foi uma invenção da Idade Média.» p. 55

«Quando os romanos assitiam aos combates de gladiadores, era-lhes entregue uma cesta chamada sportula que continha pão, azeite, carne de porco e, em certas ocasiões vinho; produtos em quantidade suficiente que chegavam não só para os fartar durante o espectáculo como ainda sobravam para levarem para casa, onde os terminavam na companhia da família.» p. 65

«Até ao século XVI, os irlandeses continuavam a cozinhar a carne de vaca dentro da própria pele, suspensa numa fogueira ao ar livre.» p. 91

«(...) a posição de um indivíduo na Idade Média estava intimamente relacionada com a quantidade de ceias que dava e com as qualidades do seu cozinheiro.» p. 101

O livro fala-nos da introdução da batata na europa, do chocolate, das especiarias, dos produtos descobertos nas américas, do pão, do vinho, das causas da fome, etc.

Delícia rápida de gelatina e chocolate


Às sextas-feiras ao final do dia, quando chego a casa, penso sempre em fazer uma sobremesa. A sexta-feira é a véspera do fim-de-semana, já estou mais descontraída, passa na televisão a série Men in Trees que acompanho apaixonadamente e, às vezes, as noites de sexta são noites de home cinema. Tudo excelentes razões para fazer um bolinho ou outra coisa doce que possa acompanhar este programa de sexta à noite ... e ganhar uns quilinhos! :(

Na passada sexta-feira inventei uma sobremesa rápida. Necessitei de uma embalagem de gelatina de morango, uma lata de leite condensado e uma tablete de chocolate. Ingredientes nada difícies de encontrar.

Fiz a gelatina, tal como indicado nas instruções da embalagem. Apenas reduzi um pouco a quantidade de água. Usei 5 dl de água quente e 4 dl de água fria.

De seguida juntei-lhe uma lata de leite condensado. Levei ao microoondas uma tablete de chocolate e um pouquinho de leite, para o chocolate derreter.

Adicionei o chocolate derretido à mistura anterior e bati tudo com a batedeira durante uns minutos.

Coloquei o preparado numa forma e levei ao frigorífico para solidificar.

Depois de solidificada, desenformei e decorei com fruta a gosto.

Acabei por não comer a sobremesa na sexta-feira. Levei-a no sábado como sobremesa para o almoço em casa dos sogros.

Esta sobremesa fica muito agradável, com sabor a morango e chocolate. Da próxima vez, talvez não coloque a tablete de chocolate toda.

domingo, 3 de Fevereiro de 2008

Pimentos Padrón

A minha amiga Gilda, casadinha de fresco com o Luís convidou-nos hoje para um almoço. Casa nova, recém chegada da lua-de-mel nos Açores, muitas foram as novidades partilhadas à volta da mesa.

Assim que chegámos, a mesa já estava posta e da cozinha vinha um cheirinho divinal. Depois da visita à casa, de apreciar as vistas e conversar com os outros convidados, sentamo-nos à mesa.

Para entrada, tivemos variadas coisas, mas a que mais me chamou a atenção foi os pimentos padrón. Já tinha ouvido falar destes pimentos e até, no supermercado, uma vez estive quase tentada a trazer uma embalagem. Mas acabou por não acontecer. Experimento outro dia e, depois acabei por não experimentar.

Quando vi vir da cozinha uma travessa de pimentos padrón assados manifestei logo a minha curiosidade. Dos pimentos padrón só tinha ouvido falar em fritos, mas assados também não me parecia nada má ideia. Não me fiz rogada e quis logo provar. E não é que gostei. Também comprovei o que os espanhóis dizem, que uns picam e outros não. Digo-vos, que por mais de uma vez tive a boca a arder pois, afinal tenho mãozinha para escolher os picantes. :)


Para confeccionar estes pimentos basta temperá-los com sal e levar ao forno para assarem, como podem ver na foto. Servir ainda quentinhos e acompanhar com um bom vinho.

Assim confeccionados acabam por não ter tantas calorias como na frigideira com azeite, isto apenas para quem se preocupa com estas coisas!

sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

Bolo de maçã e canela ...


Ingredientes:
5 maçãs grandes
2 chávenas (chá) de açúcar
3/4 de chávena (chá) de óleo de milho (usei óleo vegetal)
3 ovos
2 chávenas (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (sopa) de canela em pó
Açúcar e canela em pó para polvilhar

Bater no liquidificador (usei a varinha Mágica) o açúcar, o óleo, os ovos e uma maçã picadinha. À parte peneirar a farinha de trigo, o fermento e juntar à mistura que foi batida no liquidificador. Picar as maçãs restantes e adicionar à mistura. Colocar numa forma untada e polvilhada com farinha.

Por cima, polvilhar com o açúcar e a canela, cobrir com papel alumínio e levar ao forno por aproximadamente 40 minutos.

Depois de desenformar decorei com açúcar em pó e framboesas.


Fiz este bolo para usar umas maçãs que estavam na fruteira em risco de se estragarem. Existe uma enorme variedade de bolos de maçã, mas esta receita agradou-me. E o bolo fica muito saboroso.


Receita encontrada no Prato Feito.