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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mini tartes de morango


Os últimos dias têm sido preenchidos, mas mesmo assim, tento sempre arranjar tempo para algumas coisas que gosto de fazer. No fim-de-semana, para além de dar um bom avanço no romance de Jane Austen, Emma, fui também ao cinema. Escolhi ir ver o documentário Abelhas e Homens, de Markus Imhoof. Impressionou-me o produtor americano que anda de plantação em plantação, na altura da floração com cerca de quatro mil enxames, que transporta em camiões, para que as abelhas polinizem as flores. Em contraste, na China, há uma região onde não existem abelhas e a polinização é feita à mão pelo homem. Uma região sem abelhas, nunca pensei que fosse possível! O filme aponta algumas causas para o problema da morte das abelhas e mostra-nos como a natureza também consegue reagir, falando-nos como se comportam as abelhas africanas - espécie não domesticada - às pragas e aos pesticidas. Uma espécie de "super abelhas".

No final da semana passada tive a possibilidade de participar num workshop de café promovido pela Associação Industrial e Comercial do Café (AICC). Para mim, foi uma verdadeira viagem pelo mundo destes grãos tão aromáticos, que fazem parte do meu dia-a-dia. Aqui tive a possibilidade de aprender imensas coisas. Desde a história do aparecimento do café, até ao desenvolvimento e comercialização deste produto. Foi-nos explicado como é plantado, colhido e tratado (via seca ou via húmida). Existem mais de sessenta espécies de café no entanto, apenas duas têm valor comercial.

Este foi um workshop prático, que decorreu no espaço da Academia do Café, em que aprendemos as características do arábica e do robusta, para depois os podermos identificar já torrados num recipiente onde estavam todos misturados. Eu não sei bem porquê, mas só encontrava grãos de robusta! O arábica tem um grão de forma mais alongada, de cor verde, é cultivado entre os novecentos e os dois mil metros de altitude, com pouca cafeína mas de acidez acentuada. O robusta, tem um grão de forma arredondada, cor castanha, cultivado a partir dos duzentos metros de altitude, com bastante cafeína e baixa acidez. O robusta tem um sabor forte, enquanto o arábica tem um aroma intenso e um sabor suave.

Depois de percebermos as diferenças, fizemos exercícios para identificar os diferentes sabores, doce, amargo, ácido e salgado. Assim em prova cega, tive algumas dificuldades em identificar o ácido, curiosamente. Um outro exercício, que achei também curioso, foi cheiramos diferentes fragrâncias, de pão, baunilha, etc., tínhamos que as identificar e fazer a correspondência com o café arábica ou com o robusta. Bem, um pouco difícil, mas muito divertido. Aprendemos vários aspectos práticos sobre o café, por exemplo, para ser considerado um expresso tem que ter pelo menos sete gramas de café e que as melhores chávenas para um expresso são as com forma de U. Finalizámos o nosso workshop a fazer e a decorar um capuccino.

Desta iniciativa trouxe a ideia de que nós, consumidores e apreciadores de café, deveríamos estar mais informados. Tanta coisa foi falada sobre as características de um bom café, os cuidados que por exemplo as pastelarias devem ter com as suas máquinas, entre muitas outras informações. Quem gostar de café, tem todo o interesse em informar-se junto da AICC, pelas inscrições para novos workshops e cursos. E nada melhor do que a seguir a uma sobremesa, tomar um café. Eu adoro. Por isso hoje deixo-vos uma sugestão doce, que apresentei na edição de Agosto de 2013 da revista Saber Viver.


Ingredientes:
280g de massa fina congelada
500 g de morangos
2 colheres de chá de hortelã seca
80 g de açúcar
Açúcar em pó para polvilhar
Hortelã fresca para decorar


1. Forrar dois tabuleiros de forno com papel vegetal.

2. Dispor nos tabuleiros as rodelas de massa.

3. Numa taça misturar os morangos cortados em quatro, a hortelã e o açúcar. Mexer.

4. Distribuir os morangos pelas rodelas de massa. Dobrar as pontas da massa e uni-las de modo a formar uma pequena caixa.

5. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 10 minutos.

6. Servir as tartes polvilhadas com açúcar em pó e decoradas com folhas de hortelã frescas.


Já estou a beber o meu café. E vocês?

4 comentários :

  1. Tão simples e apetitosas! Uma sobremesa perfeita :)
    beijinhos

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  2. Tão bom aspecto e tão simples!!

    Beijinhos**

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  3. Ficaram lindas :) Bjinhos e bom fds!

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  4. O aspecto é, como sempre, muito tentador. E suspeito que sejam, igualmente, uma delícia!

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