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Lisboa 25 de Novembro de 2017
Sábado:
10h00 - 13h00      Workshop Doces e Receitas para a Mesa de Natal
Inscrições: escola@istofaz-se.pt   218 078 640 IstoFaz-se
Porto 2 de Dezembro de 2017
Sábado:
10h30 - 13h30      Workshop Doces de Natal
 
 
15h30 - 18h30      Workshop Receitas para Ofertas Natalícias

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cachaço de porco assado no forno


Perguntam-me, muitas vezes, se cozinho todos os dias cá em casa. A resposta é que não. Há dias, em que as refeições são feitas de acordo com a minha organização semanal, outras, seguem o ritmo do que tenho em casa e da minha disponibilidade.

Faço as compras da semana, entre quinta-feira e domingo. Costumo ir a mais do que um supermercado. Tenho quatro de eleição, onde faço compras regularmente. Gosto de comprar fruta e alguns verdes num mercado que se realiza todos os domingos, junto à rua onde vivo. Da horta dos meus pais também vêm muitas das coisas boas que se comem cá em casa e que têm um sabor incrível.

Todas as semanas, faço uma sopa. Quando é em grande quantidade, congelo em doses para depois irmos consumindo. Lavo alface e coloco num recipiente no frigorífico, para ser mais fácil preparar as saladas da semana. Gosto de ter, legumes assados - normalmente couve-flor, para os acompanhamentos. Se cozo previamente brócolos, feijão-verde, depois na altura de servir costumo salteá-los em azeite e alho. Para que durante a semana não esteja sempre a cozinhar - há dias em que chegamos tão tarde - procuro ter algumas coisas já preparadas ou de certo modo adiantadas que depois seja só aquecer, preparar um acompanhamento e irmos para a mesa. Uma dessas coisas que preparei, um destes dias, foi cachaço de porco assado no forno. Fi-lo no fim-de-semana e serviu logo para uma das nossas refeições. Depois, cortei a carne em fatias, dividi em doses e congelei. Ontem, preparei o jantar num abrir e fechar de olhos!

terça-feira, 30 de maio de 2017

Salada de quinoa com feijão branco e queijo feta


Confesso que nos últimos dias já só tenho pensado em dias de praia. Este ano decidi que tenho que aproveitar melhor o tempo de calor e rumar mais vezes para junto do mar. As idas à praia fazem-nos tão bem. Para além de serem uma forma de recebermos vitamina D, são também uma maneira de descontrairmos e de nos abstrairmos da rotina do dia-a-dia. Sempre que vou à praia gosto de fazer um passeio à beira-mar. De olhar o horizonte. De inspirar fundo e pensar na vida. O mar transmite-me tranquilidade.

Enquanto os dias de praia não chegam, por cá, preparam-se as actividades do mês de Junho. Este ano tenho já todos os fins-de-semana com actividades calendarizadas. Algumas já partilhei convosco, como a ida à Quinta da Ribafria, em Sintra, para dois dias de workshops dedicados a fazer pãezinhos com legumes para pais e filhos. No dia 10 de Junho, às 16h30, vou estar na Feira do Livro de Lisboa para um delicioso showcooking com receitas do meu livro O Livro de Petiscos da Isabel. No dia 17 de Junho, vou até à Biblioteca Municipal da Chamusca para apresentar os meus livros e fazer um showcooking. Dia 18, temos workshop, cá em Lisboa, dedicado a receitas frescas para o Verão. Já se inscreveram?

Assim que os dias de calor se fazem sentir, cá por casa, as nossas refeições são feitas muitas vezes com saladas, de preferência nutritivas e muito coloridas. Deixo-vos, hoje, uma deliciosa salada de quinoa vermelha com feijão branco cozido e queijo feta. Fica tão boa! Pode-se até levar para saborear num dia de praia.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Arroz de peixe com coentros


Agradecer as coisas boas da vida nunca fez mal a ninguém. A gratidão é sinal de reconhecimento pelos outros e por nós. É um sentimento que nasce dentro do peito perante aquilo que os outros fazem por nós, pelo modo como encaramos e olhamos para tudo aquilo que nos acontece, por tudo aquilo que queremos e fazemos também pelos outros. Gosto de receber, mas tenho também um prazer, enorme, em dar. E quando ofereço algo, faço-o como se fosse para mim. Faço-o do modo como eu gostaria de o receber.

Todos os dias agradeço ter saúde. Ter um marido que me acompanha e compreende. Ter a possibilidade de fazer aquilo que me faz feliz. Ter uma família presente, que me ajuda.

Aos meus pais, hoje, agradeço-lhe mais um peixinho bom que me fizeram chegar cá a casa. Com ele fiz um arroz que nos soube tão bem! Obrigada por continuarem a cuidar de mim!


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Vamos fazer pão: Boleima de maçã com canela


Fazer pão passou a ser uma tarefa habitual cá em casa. Todas as semanas faço um a dois pães para comermos durante esse período. O pão cá em casa faz sempre parte da mesa do pequeno-almoço.

Mas, com massas lêvedas, não se faz apenas pão. Podemos fazer com elas muitas outras coisas. Uma dessas coisas, é uma boleima de maçã com canela. A boleima é um bolo típico da doçaria alentejana e existem muitas variações. Para a rubrica Vamos fazer pão?, fica o desafio. Este fim-de-semana, quem quer experimentar fazer esta deliciosa boleima?

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Salada fresca de Verão com delícias do mar


Assim que os dias quentes se fazem anunciar, cá em casa, nasce logo a vontade de termos saladas às refeições. Adoro saladas. Gosto do colorido. Gosto de misturar ingredientes. São sinónimo de momentos frescos à mesa.

As saladas são pratos que se preparam de forma rápida e normalmente agradam assim que chegam à mesa. Para os dias quentes que já se fazem sentir, deixo-vos uma deliciosa salada com delícias do mar que preparei para a rubrica Pescanova.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pipis


Adoro petiscos. Juntar a família ou os amigos. Colocar na mesa queijos, enchidos, tostas, fatias de pão fresco. E ir petiscando enquanto se fala, ri, conversa de tudo e mais alguma coisa.

Um dos petiscos que me traz boas memórias da casa dos meus pais, é os pipis. Ainda me lembro de nas tardes de domingo, haver petisco. Era pretexto para abrirem umas cervejas fresquinhas e convidar para a mesa quem aparecesse. Hoje, quando os visito, aos domingos, continua a haver petisco. Mas agora fazem, mais vezes, caracóis. Por vezes berbigão e, por outras, mexilhão. Mas confesso que os pipis deixaram saudades. Um destes dias, quando fui ao supermercado, encontrei uma embalagem de pipis e não hesitei. Um destes domingos passados houve petisco cá em casa! E com direito a molhar o pão no molhinho. Tão bom!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Barquinhos de batata-doce com ovo


Há quem goste de ficar a manhã na cama. Há quem goste de acordar cedo, de aproveitar o nascer do sol nos dias de Primavera. Independentemente do modo como gostamos de começar o dia, todas as manhãs deveriam começar com o pequeno-almoço na mesa.

Cá em casa temos o hábito de tomar sempre o pequeno-almoço, sejam dias mais ou menos apressados. Durante a semana optamos por coisas mais simples e práticas como leite, café, pão, queijo, iogurte, flocos de aveia e fruta. Ao fim-de-semana, sempre que podemos, optamos por fazer um pequeno-almoço mais rico. Sentamo-nos à mesa e desfrutamos de muitas coisas boas. Há dias em que faço panquecas ou waffles. Sumos de fruta naturais. Coloco na mesa pão fresco, compotas, queijos, entre outras coisas que nos ajudam a começar o dia de forma muito feliz. Nestes dias gosto também de fazer ovos. O ovo é um ingrediente tão simples mas ao mesmo tempo tão versátil. Ovos quentes, ovos mexidos, ovos estrelados ou ovos escalfados.

A sugestão que vos deixo, hoje, fez parte de um dos nossos pequenos-almoços de domingo, leva batata-doce e ovo. Fica tão bom!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Workshop Receitas Frescas para o Verão em Lisboa


Os dias quentes com sabor a Verão já se começam a fazer sentir. Nesta altura do ano, sabem bem as saladas e as comidas frescas. Por isso, no próximo dia 18 de Junho de 2017, domingo, das 10h30 às 13h30, vamos ter um workshop de Receitas Frescas para o Verão. Iremos preparar saladas com quinoa, um ingrediente que adoro e uso regularmente. Iremos também cozinhar com cuscuz, um ingrediente tão prático, óptimo para saladas, para levar para os almoços no trabalho, ou para servir como acompanhamento em dias de churrasco. Na parte inicial do workshop será explicado as aplicações da quinoa e do cuscuz, assim, como as respectivas técnicas de cozedura.

Para além das saladas, iremos preparar uns petiscos deliciosos, muito práticos, mas que irão surpreender como os croquetes de alheira com sementes de sésamo, uma receita de bacalhau com o toque especial do pimentão doce fumado. E neste workshop, vamos ter também, uns miminhos doces, trifle de musse de chocolate branco com curd de limão e cheesecake em copinhos com coulis de morango. Tão bom! Gostam?

No final, juntamo-nos à volta da mesa. Brindamos e degustamos tudo o que foi confeccionado. Dia 18 de Junho, quem me faz companhia?

EUR 40 Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640   IstoFaz-se
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Vamos fazer pão: Pão de trigo


Adoro fazer pão em casa. Acho que todas as semanas faço um pão diferente. Esta é uma das grandes vantagens de fazermos pão em casa. Quando começamos a fazer pão, apaixonamo-nos pelas massas, começamos a procurar farinhas diferentes e ganhamos uma vontade enorme de fazer pão de tudo e mais alguma coisa.

Acreditam que já pensei em fazer pão com café? E com urtigas, como ficará? Um destes dias coloco as mãos na massa e faço estas experiências! Mas, deixo-vos, hoje, novamente o desafio: Vamos fazer pão?

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Onde comer em Paris? Os melhores bistrots


Paris. Há qualquer coisa de mágico, especial, que me faz pensar nesta cidade com romantismo no olhar. Não sei se foi dos filmes que vi ao longo da vida. O que é certo, é que desde que me lembro, que tenho o sonho de visitar Paris. Por isso, quando recebi o convite do Office du Turism et des Congrès de Paris para participar numa viagem a esta inspiradora cidade, nem olhei para o lado. Voltar a Paris é sempre tão especial. Para esta viagem foram convidados bloggers e jornalistas de várias partes do mundo.

Em finais de Abril, rumei então até à cidade das Luzes. No alinhamento da viagem constava a visita a alguns espaços emblemáticos e teríamos também a possibilidade de descobrir um pouco da gastronomia que caracteriza esta cidade. Quando penso em Paris, penso logo em queijos, baguettes, croissants, macarons ... um piquenique à beira do Sena, um pequeno-almoço com vista para a Torre Eiffel, um jantar demorado num restaurante bonito da cidade. Acho que um dos encantos da cidade, mesmo antes de lá estarmos, é que nos leva a sonhar, desperta em nós um sentido romântico para a vida. E isso é tão bom!

A minha primeira refeição, nos três dias em estive em Paris, foi no bistrot Bagnard do chef Yoni Saada. Os bistrots são um símbolo da cidade de Paris, fazem parte do estilo de vida e do quotidiano dos parisienses. São restaurantes com boa comida e, normalmente, a preços mais acessíveis. Eu cheguei ao restaurante mais cedo do que o grupo em que fazia a viagem. E enquanto esperava, apercebi-me que entravam e saíam muitos franceses. Alguns compravam comida para levar. Outros sentavam-se e faziam o seu almoço, enquanto conversavam alegremente, pareciam clientes habituais do espaço. O bistrot Bagnard aposta numa comida com veia mediterrânica mas com inspirações do médio oriente, espaço ideal para uma refeição rápida e saborosa. Procuram usar produtos biológicos, têm um especial cuidado com os azeites usados, e o pão servido é artesanal. Uma das receitas famosas da casa é a salada Nicoise. A simpatia de quem nos recebe e atende é contagiosa.


Nesta visita, tive a possibilidade também de jantar no bistrot La Régalade. Um ambiente muito acolhedor. Tive a sorte de a mesa escolhida ter vista para a cozinha. Aqui, começámos a refeição com uma terrine de fígado de porco e ganso, e a acompanhar cornichons e pão fresco. A terrine era óptima. Seguiu-se uma sopa de espargos e um naco de porco com legumes, tudo irrepreensível. A sopa cheia de sabor e a carne tenra, suculenta, com a parte exterior ligeiramente crocante. A sobremesa foi arroz doce com caramelo salgado. Se visitarem Paris, não deixem de experimentar esta sobremesa. O caramelo salgado transforma-a de forma deliciosa. A acompanhar o café vieram umas mini madalenas, bolo que também nos preenche o imaginário, principalmente depois de lermos as memórias de Marcel Proust.


O último jantar, desta viagem a Paris, teve lugar no bistrot L'ami Jean. Um espaço muito acolhedor, descontraído. Da sala podemos acompanhar todo o trabalho feito na cozinha do emblemático chef Stéphane Jégo. Depois de provarmos a terrina de porco com pão fresco - delicioso - feito por Jean-Luc Poujauran, que fornece muitos dos bistrots parienses, seguiu-se um menu de degustação que incluíu sopa de espargos, cavala, molejas com ervilhas e bacon, vieiras com morangos silvestres, entre outras coisas boas feitas sempre com produtos da estação e de produtores escolhidos pela casa. Gostei da irreverência do chef Stéphane, da comida e da simpatia do serviço de mesa.


Fiquei com vontade de voltar a cada um dos restaurantes que visitei. Todos com ambientes e personalidades diferentes. Todos especiais à sua maneira. Em cada um deles senti um respeito pelos produtos e uma grande vontade de inovar. Paris é a cidade dos bistrots. Este ano, a Câmara Municipal de Paris decidiu homenagear a "bistrononomie" ou seja os bistrots e a gastronomia que faz destes restaurantes espaços tão acolhedores, que combinam os produtos típicos do país e os enaltecem.

A cerimónia de entrega dos prémios aos melhores 100 bistrots de Paris teve lugar no edifício da Câmara Municipal, numa sala linda, com tectos trabalhados e candeeiros inspiradores. Depois da cerimónia, seguiu-se um buffet, onde pudemos provar algumas das especialidades dos bistrots premiados.


A entrega dos prémios foi feita com a presença de Anna Hidalgo e do conhecido chef Alain Ducasse.


Se estão a pensar planear uma visita a Paris podem consultar a lista dos 100 melhores bistrots. Como se come tão bem nesta cidade!

À bientôt, Paris!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Frango do campo assado na cocotte com legumes


Cá em casa adoramos frango. Gostamos de perninhas assadas no forno com um toque de picante. Para dias de petiscos, na mesa, não costumam faltar umas asinhas. Há dias, em que fazemos os peitos.

Gostamos de frango guisado com massa. De saladas de frango. De bifes de frango com molho de natas. Em qualquer um dos meus livros, há receitas com frango. É uma carne tão versátil que nos conquista facilmente.

No passado domingo, depois de uma ida às compras ao mercado, decidi assar um frango do campo inteiro com legumes frescos. Soube-nos tão bem!

terça-feira, 16 de maio de 2017

Abril, águas mil


Procuro a cada dia que passa ser feliz. Uma das estratégias que encontrei para tentar atingir o meu objectivo, é fazer coisas. Todos os dias tento fazer algo que seja especial, que me faça sorrir e que me ajude a pensar que assim a vida tem muito mais piada. Uma dessas coisas é muitas vezes olhar para o céu! A simplicidade de um céu azul bordado de nuvens, é tantas vezes inspirador! Os balanços que faço todos os meses são o reflexo disso, ajudam-me a perceber o que vivi. Na vida, o importante é aproveitarmos da melhor forma possível cada dia que nos é oferecido.

Abril começou com um workshop privado para crianças. Uma festa de aniversário em que os mais pequenos prepararam pãezinhos de leite e decoraram os saquinhos de papel para levarem para casa, o que confeccionaram. Foi uma tarde com muita alegria. Com a massa, as crianças fizeram nascer letras, bolinhas, números, tranças, corações, flores e até panquecas!

O livro escolhido para Abril foi A Amiga Genial de Elena Ferrante. A história acompanha duas amigas, da infância até à adolescência, num bairro popular nos arredores de Nápoles. A história começa quando ambas se conhecem na escola primária. Através do crescimento das duas amigas, a autora vai mostrando como o bairro onde estas vivem, também se vai alterando. Uma escrita envolvente.

Em Abril decorreu a final do conhecido concurso O Melhor Pastel de Nata de Lisboa, que teve lugar no festival Peixe em Lisboa, que este ano se realizou no renovado Pavilhão Carlos Lopes. Eu tive o prazer de ser convidada como um dos elementos do júri. A pastelaria vencedora deste ano foi O Pãozinho das Marias na Ericeira. Já lá foram? Os pastéis de nata são mesmo uma maravilha.

Há jantares bons. E depois há jantares muito especiais que juntam alguns dos melhores chefs do nosso país num evento memorável, único. E foi isso que aconteceu no jantar de apresentação da terceira edição da iniciativa Nespresso Gourmet Weeks, que teve lugar no Forte de São Julião da Barra. Esta iniciativa decorre em alguns restaurantes com estrela Michelin de Portugal continental, sendo que, pela primeira vez, este ano, se realizou também na Madeira. Os chefs convidados para prepararem pratos num menu exclusivo, em que o café passa a ser um ingrediente a destacar, foram Ricardo Costa, Rui Paula, Vítor Matos, Pedro Lemos, João Rodrigues, Henrique Leis, Luís Pestana e Henrique Sá Pessoa. Juntar café a uma sobremesa é relativamente fácil. Agora preparar entradas, pratos de peixe e carne com um toque de café, é realmente um grande desafio.


Em Abril fui conhecer a loja Mar d'Estórias, em Lagos. Um loja linda, com diferentes espaços, e em que há uma séria aposta nos produtos portugueses. Ali encontramos azeites, sal, conservas, brinquedos antigos, livros, loiças, chás, diferentes tipos de mel, vinhos, compotas, entre muitas outras coisas com sabor a Portugal. A loja está dividida em vários espaços. Entre eles, um café/bistrot, uma sala para refeições a pensar em grupos e um terraço/bar com esplanada, que depois de nos sentarmos, não nos apetece sair de tão bem que ali se está.

No terraço, tive a oportunidade de provar uma inovação da casa, que de certo conquista clientes, pois é tão bom. Uma caipirinha feita com aguardente de medronho e mais uns quantos segredos. Não vos sei dar a receita. Mas vale a pena passarem por lá para provar. Nesta visita tive o prazer de ser convidada para o almoço que esteve a cargo da chef Megan Melling, uma jovem talentosa que nos preparou uma refeição memorável, com os produtos da região. Esse é um dos lemas da casa, destacar o que é nosso e enaltecer os bons produtos da terra. Quando estiverem em Lagos passem pelo Mar d'Estórias. Acho que vão gostar!


Se há coisa que nunca me canso, ou aborreço, é de aprender. Mesmo que ache que sei fazer alguma coisa bem, gosto de ver, de ouvir quem faz também. Ao ver os outros fazerem, há sempre um acréscimo de conhecimento. Há um pormenor. Há sempre mais qualquer coisa que me deixa com o sentimento que aprendi. E foi com este espírito que participei no workshop de receitas para impressionar promovido pelos vinhos Cabeça de Toiro, que se realizou na Academia Vaqueiro. Entre as diferentes coisas que aprendi, confesso que me ficou na memória uma fantástica tarte de maçã. Ver se um destes dias a partilho aqui convosco. E dos vinhos? É sempre muito gratificante ouvir falar quem faz um vinho. Perceber as notas, as castas, o tipo de vinho que se deve escolher para harmonizar com um prato. Tudo isto é um mundo que me fascina cada vez mais.

Em Abril estive na cerimónia de entrega dos prémios Boa Cama Boa Mesa que se realizou numa das bonitas salas do Palácio da Ajuda. Este é um guia que uso imenso, principalmente para escolher restaurantes, quando estou em zonas do nosso país de que não tenho muitas referências.

Abril levou-me até Paris numa viagem muito especial, que brevemente vos falarei aqui. Assisti à entrega dos prémios para os melhores bistros de Paris, numa cerimónia em que Alain Ducasse era um dos anfitriões. Andei pela cidade. Descobri lojas de queijos que me deixaram a sonhar. Provei as famosas baguetes, comi chocolates e não resisti aos macarons.


No final do mês, segui rumo ao Douro para uns deliciosos dias de férias. Soube bem acordar, abrir a janela e ver uma imensidão de verde. Aproveitei para visitar alguns restaurantes e descobrir um pouco mais da cozinha duriense. Acabei por ir visitar a loja/atelier Companhia das Marias, em Vila Real, uma marca de roupa feminina portuguesa que muito admiro.

Num dos dias que estive em Lamego subi e desci a escadaria do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Depois de tamanha façanha, nada melhor do que recuperar energias saboreando um Barquinho de Santa Luzia. Tão bons!


Em Abril festejei a Páscoa em família. Visitei a horta dos meus pais. Recolhi os ovos acabados de pôr pelas galinhas. Apanhámos alfaces e uma mão cheia de grelos. Os últimos da época. Vi os pessegueiros carregados de pequenos frutos, com as trancas a vergarem. Este ano esperamos uma boa colheita! Comi as primeiras nêsperas. Sabem, cada vez mais, sinto tudo isto como um privilégio. É tão bom poder usufruir destas pequenas coisas que a terra nos oferece.

Abril foi um mês de experiências. De novos desafios. De viagens. Que Maio nos traga paz. Que nos traga a alegria da novidade e das coisas boas. Que nos traga a força para continuarmos a sermos felizes.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pudim de sementes de chia com morangos


O fim-de-semana que passou foram dias de fortes emoções. O Papa Francisco esteve em Fátima para as comemorações dos cem anos das aparições. Os três pastorinhos foram canonizados. Para a fé cristã este foi um momento espiritual muito importante. Foram momentos de paz, de amor e de esperança. O Papa Francisco tem o dom de iluminar os nossos corações.

O Benfica consagrou-se, no sábado, tetra campeão. É delicioso ver a alegria dos adeptos. Havia festejos por toda a cidade, carros a apitar, bandeiras e cachecóis no ar. A verdadeira festa fez-se no Marquês de Pombal.

Para mim, um dos momentos altos do fim-de-semana, foi ver a vitória de Salvador Sobral na Eurovisão. Salvador reconciliou os portugueses com o Festival da Canção. Quando era miúda, lembro-me de toda a gente se reunir em frente à televisão para vermos o festival. Era um momento nacional, de orgulho, que nos colava à frente do televisor, em família.

Confesso, que nos últimos anos, deixei de acompanhar o festival. Mas este ano foi diferente. O poema Amar pelos Dois de Luísa Sobral cantado pelo irmão enche-nos o coração. Traz-nos uma mensagem doce, bonita a que não ficamos indiferentes. Cá em casa apaixonámo-nos pela música. Ouvimo-la e continuamos a ouvi-la quase todos os dias. Se tudo correr bem, para o ano, não vou perder o Festival da Canção!

Se no sábado andei de um lado para o outro, com direito a jantar com amigas de longa data. No domingo, ficámos em casa. Depois do pequeno-almoço fui ao mercado que se realiza aqui muito perto da minha casa. Gosto de ir ao mercado comprar frutas, legumes, frutos secos e ervas aromáticas. Uma ida ao mercado e percebe-se tão bem o ciclo da natureza. As frutas e os legumes da época enchem as bancadas. E se pensam que nos mercados só se encontram produtos tradicionais, estão enganados. Cada vez mais, os vendedores procuram acompanhar as tendências e dar resposta aos consumidores. Do mercado trouxe também sementes de chia. Vendidas avulso. Usei-as logo para a sobremesa do almoço.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vamos fazer pão: Pão com aveia


Fazer pão em casa é uma forma de liberdade. Podemos misturar farinhas. Juntar frutos secos ou sementes. Podemos fazer pão para o pequeno-almoço e servi-lo ainda morno. Podemos fazer pão para oferecer. Para levar para uma festa. Para um piquenique assim que os dias bonitos chegarem.

Podemos cozê-lo no tabuleiro do forno. Ou podemos arranjar um tacho de ferro fundido todo catita, que deixa o pão crocante e estaladiço!

Podemos fazer pão branco, simples. Ou podemos enriquecê-lo com leite, manteiga, queijo, enchidos, azeitonas, especiarias ... Fazer pão é uma forma de comermos o pão que queremos. O pão feito em casa tem os ingredientes que vocês/nós escolhermos. Vamos fazer pão? Fazer pão em casa só custa começar.


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Manteiga, com ou sem sal? Faz diferença?


Recebo muitas vezes mensagens perguntando-me porque é que, em algumas das minhas receitas, uso manteiga sem sal e depois coloco sal. Uma pergunta interessante e que, em relação às receitas pode até parecer um contra-senso, pois uso manteiga sem sal mas depois coloco uma pitada de sal. Outra das perguntas é por que motivos se deve usar manteiga sem sal? Se a receita for feita com manteiga com sal, resulta? Quais são, então, as diferenças?

Com manteiga tudo sabe melhor! Costumo dizer nos meus workshops que a manteiga é um dos segredos da felicidade. Quem resiste a uma fatia de pão quente com manteiga? Um risoto finalizado com umas colheradas generosas de manteiga faz toda a diferença! Um bolo feito com manteiga tem um sabor mais guloso do que um feito com margarina! Manteiga é manteiga, seja com ou sem sal!

A manteiga com sal é a preferida cá em casa para comer numa fatia de pão acabado de sair do forno ou para barrar em torradas. Tento ter sempre manteiga com sal em casa. O sal dá-lhe aquele toque especial, pelo qual, nós facilmente nos apaixonamos. Mas, para fazer bolos ou massas lêvedas, procuro usar manteiga sem sal. E porquê? Faz realmente diferença?

Usar manteiga sem sal, porquê?

Uso, de uma maneira geral, manteiga sem sal, porque o seu sabor é mais suave do que a manteiga com sal. Ou seja, na minha opinião, o resultado final sabe menos a manteiga. Tem o saborzinho bom, untuoso da manteiga mas sem ser excessivo. É num primeiro momento uma questão de gosto pessoal. Por outro lado, não sabemos a quantidade de sal que uma manteiga com sal poderá ter. O teor de sal pode diferir de marca para marca. Por isso, ao usarmos uma manteiga sem sal podemos controlar de forma mais eficaz a quantidade de sal a usar. Um outro aspecto, que um destes dias li, é que a manteiga sem sal tem um prazo de validade menor, sendo por isso sempre mais fresca, do que a que tem sal, dado que este ingrediente funciona como conservante.

Podemos então usar manteiga com sal quando a receita indica manteiga sem sal?

Sim, não é por isso que o mundo vai acabar! Caso a receita que querem confeccionar tenha indicado nos ingredientes manteiga sem sal e uma pitada de sal, e ao abrirem o frigorífico, só encontrem manteiga com sal, a estratégia é fácil. Omitam o sal da preparação. Mas, tudo depende, do que estão a preparar e do gosto pessoal. Lembrem-se, também, que a pastelaria é ciência, precisão, e às vezes pequenas alterações podem fazer grandes diferenças. Numa próxima ida às compras, não se esqueçam, e coloquem uma embalagem de manteiga sem sal para os vossos bolos ou pães! Existem diferentes marcas, encontrem uma que gostem, que o sabor final vos agrade. Eu cá também tenho as minhas preferências e já me aconteceu mudar e o resultado não me agradar! Como em tudo, não há nada como experimentar!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Abacate assado no forno com ovo


O pequeno-almoço é das refeições mais importantes do dia. É uma forma de repormos energias e melhorarmos o nosso desempenho, a nossa concentração, nas tarefas que nos esperam ao longo do dia. Há estudos que dizem que ao tomarmos o pequeno-almoço, reduzimos a tendência para cometermos alguns erros alimentares, dado que já não estamos esfomeados, ou melhor esganados, e podemos pensar de forma mais ponderada quando fazemos as nossas escolhas sobre o que vamos comer.

Há pessoas que acordam de manhã e não lhes apetece comer. Sentem-se enjoadas. A Drª. Darya Pino Rose no seu livro Comer Bem Viver Melhor diz-nos que este problema, entre outras razões, se pode prender com a falta de hidratação. « A desidratação é uma razão comum pela qual as pessoas não têm fome de manhã. » E aconselha a que se « (...) crie o hábito de beber muita água, particularmente, antes de deitar e de manhã ». De há uns anos para cá, que adquiri o hábito de beber um copo de água morna em jejum, com um pouco de sumo de limão acabado de espremer. Tomo o meu banho, arranjo-me, e só depois tomo o pequeno-almoço.

Tomar o pequeno-almoço é um hábito que se adquire, que se cultiva. E não é preciso acordar muito mais cedo durante os dias de trabalho para fazer esta tão importante refeição de forma feliz. Dependendo dos hábitos, aconselho a terem no frigorífico iogurtes, leite, fruta fresca, queijo, manteiga, presunto fatiado, salmão fumado, ovos cozidos. Na despensa, um saco com flocos de aveia e pão. Tantas vezes o meu pequeno-almoço é uma taça de iogurte com flocos de aveia e uma mão cheia de frutas frescas, um pão com queijo e café. Adoro pão. Todos os dias como pão, mas de preferência, sempre de manhã. Para fazerem este pequeno-almoço são precisos apenas 15 minutos. Se tiverem microondas, em poucos segundos aquecem uma caneca com leite. Experimentem! Tomar o pequeno-almoço é mesmo uma questão de hábito, de organização, e não de falta de tempo!

Se durante a semana os pequenos-almoços são feitos ao ritmo de cada um. Ao fim-de-semana, cá em casa, procuramos fazer do pequeno-almoço um momento especial para estarmos à mesa. Falarmos. Rirmos. Se tiverem crianças, envolvam-nas neste processo. Nestas alturas procuro colocar na mesa opções que durante a semana não costumo fazer, como panquecas, waffles, sumos ou batidos de fruta, compotas, entre outras coisas boas que nos ajudam a começar o dia com energia. Um destes dias para um pequeno-almoço demorado de domingo, preparei abacate assado no forno com ovo. Uma receita que não traz segredos mas que cá em casa surpreendeu e que ajudou a tornar a nossa manhã mais saudável.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Dourada assada no forno à Portuguesa


Depois de estar uns dias em Paris, a convite da cidade, cheguei e parti logo para umas curtas férias na região do Douro. Soube bem fazer esta pausa para uns dias de descanso sem planos e horários traçados. Soube tão bem descobrir a gastronomia duriense. Todos os dias de manhã fazia uma caminhada pelo campo.

Agora em Lisboa, já voltei à rotina. As compras para as refeições da semana estão feitas. Já voltei às arrumações cá em casa. Todos os anos, principalmente na Primavera, procuro dar uma arrumação grande em algumas divisões da casa. Aquelas onde costumo acumular muitas e muitas coisas, cozinha, escritório e o closet. Quando faço estas arrumações descubro sempre coisas que não uso há anos e claro, nascem também logo novas necessidades. São precisas sempre mais caixas para arrumar, mais suportes, entre outras coisas inevitáveis para que fique tudo mais bonito, em ordem. Quando a nossa casa está feliz isso ajuda-nos a viver de forma mais tranquila. O conforto, a ordem do espaço onde vivemos é muito importante para o nosso bem-estar. Para arrumar, só custa começar!

E as rotinas em Lisboa passam pela cozinha e pela preparação das refeições cá de casa. Um destes dias para o almoço preparei umas douradas no forno. Cá em casa os pratos de peixe no forno são sempre um sucesso.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Workshop Vamos Fazer Pão? no Porto


Fazer pão em casa é uma verdadeira alegria. Misturar farinha, sal, água e fermento. Esperar e ver a massa crescer. Ir ao forno e transformar-se num pão perfumado, cheio de sabor, com a crosta estaladiça e o miolo fofo e apetitoso. Ver e fazer pão é mágico.

E é esta magia que quero partilhar convosco no dia 21 de Maio, no WORK espaço criativo, das 15h30 às 19h00, com o workshop Vamos Fazer Pão?

Este workshop é dividido em duas partes. Numa primeira parte, teórica, iremos falar do processo de fazer pão e dos ingredientes que normalmente o compõem: sal, farinha, água e fermento. Iremos perceber o papel dos pré-fermentos, biga e poolish, na confeccção de pão.

Depois da parte teórica, vamos colocar as mãos na massa. Vamos amassar, enrolar e cozer, usando diferentes métodos, o nosso pão. Este é um workshop para quem quer começar a fazer pão em casa ou para quem já faz e quer melhorar as suas técnicas. Depois de começarem a fazer pão, sei que se vão apaixonar pelas massas lêvedas. É pura magia!

Neste workshop iremos preparar diferentes tipos de pão, pão branco, pães enriquecidos com legumes e pão doce. Vamos amassar e cozer pão de trigo, pão com abóbora assada, pão com figos secos e nozes, rolos de canela, pães de leite, entre outras estaladiças sugestões.

Vamos Fazer Pão? Quem aceita este desafio?

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   91 700 1802   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

Workshop Brunch, receitas de Verão, no Porto


Eu adoro preparar os pequenos-almoços em dias com tempo. Escolher a toalha para a mesa. Dispor os copos, os talheres, cortar o pão fresco, escolher e lavar as frutas, fazer sumos, café, uma vez por outra, um bolo ou uns tentadores biscoitos. Quem acompanha o Cinco Quartos de Laranja no Instagram, sabe que aos domingos, cá em casa, temos um pequeno-almoço reforçado com muita coisa boa. E quando é partilhado com toda a família, transforma-se numa verdadeira festa!

Para quem gosta de preparar a primeira refeição do dia com todo o requinte, no dia 21 de Maio, das 10h30 às 13h30, no WORK espaço criativo, no Porto, vamos ter um workshop para prepararem um brunch, refeição que junta o pequeno-almoço e o almoço, cheio de sugestões deliciosas.

Neste workshop vamos confeccionar papas de aveia, os tradicionais waffles, panquecas com maçã que serão depois regadas com xarope de ácer ou água mel, cestinhos de pão com ovo e ervas frescas, wraps com ovos mexidos e bacon, tostas de guacamole com ovo escalfado e pimentão doce fumado, muffins de ovo com peito de peru, scones, sumos de fruta, batidos e mais algumas receitas que irão surpreender. Vamos preparar uma mesa linda para um pequeno-almoço doce e feliz.

Quem vem a este brunch, com receitas de Verão?

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   91 700 1802   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

Workshop Receitas em Copinhos no Porto


Os dias de sol já deram sinais que vieram para ficar. E quando os dias bonitos chegam, nasce a vontade de organizar festas, de reunir os amigos e a família à volta da mesa. Festejam-se os aniversários de forma mais entusiasta. Os almoços e os jantares com toda família acontecem mais vezes. Eu adoro os dias bonitos de sol, trazem com eles uma energia muito positiva que nos impele a sermos mais felizes. E para estes dias em que queremos fazer uma festa bonita, servir umas entradas ou umas sobremesas que brilhem, no próximo dia 20 de Maio de 2017, sábado, vamos ter um workshop único e muito especial. Vai ser no WORK espaço criativo, das 15h30 às 18h30. Neste workshop vamos preparar receitas doces e salgadas para servir em copos. Ficam tão bonitas! Os franceses chamam-lhe verrines. São sempre receitas coloridas que provocam logo sorrisos de satisfação!

Iremos preparar, nos salgados, sopas frias, saladas, espetadinhas. Vamos aprender a fazer shots de abacate, a cozer quinoa, a confeccionar ovos mimosa para servir em copinhos, a preparar diferentes tipos de maionese entre muitas outras coisas que vão fazer crescer água na boca. Tudo receitas práticas que vos irão ajudar a preparar a próxima festa ou encontro à volta da mesa num abrir e fechar de olhos!

Nas sobremesas vamos ter uma explosão de coisas boas e frescas. Iremos preparar musses, lemon curd, caramelo salgado e molhos de fruta. Vamos fazer com estes preparados panna cotta de iogurte grego, doce em camadas com molhos de fruta, cheesecake com coulis de morango, tarte de limão merengada, entre outras doces sugestões. Em copos estas sobremesas ficam lindas, lindas!

Dia 20 de Maio, à tarde, encontramo-nos? Quem quer vir a este workshop?

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   91 700 1802   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Como decorar sacos e presentes para o Dia da Mãe


Gosto de preparar presentes. Talvez seja a criança que habita em mim que em alturas de festa se manifesta de forma entusiasta. Vivo o Natal com um encanto feliz. Depois vem a Páscoa e faço sempre uns miminhos doces para oferecer aos que estão perto de mim.

E quando o Dia da Mãe chega, procuro sempre mimar da melhor forma que posso, a pessoa que me trouxe ao mundo, que me transmitiu valores, que me empurrou para a vida. Uma das formas que gosto de mostrar o meu carinho, para além do presente em si, é pensar e fazer os embrulhos. Este ano a mãe e a sogra vão receber um destes embrulhos. Gostam?

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Frango guisado com massa pevide e tomate


Se há prato que me faz lembrar a comida de conforto da minha infância é frango guisado com massa esparguete. Adorava. E no dia seguinte parecia que ainda fica melhor. A massa absorvia os sabores do guisado com a carne e o tomate. Muito bom mesmo!

Um destes dias, para o almoço, resolvi fazer essa receita mas usando massa pevide. Foi um prato que comemos de forma gulosa! Experimentem.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

10 presentes para oferecer no Dia da Mãe


Qual a melhor mãe do mundo? Todos sabemos a resposta a esta questão. Eu tenho a sorte de ter a melhor mãe do mundo. Penso que o mesmo se deve passar convosco. Ser mãe é uma tarefa para a vida. Uma tarefa preciosa, uma das mais importantes, independentemente das nossas carreiras ou sucessos profissionais. Ser mãe é uma profissão a tempo inteiro, sem férias ou dias de descanso.

Todos os dias me sinto grata por ter uma mãe. Todos os momentos com ela são doces. E se mimamos as nossas mães ao longo do ano, no próximo domingo, dia 7 de Maio de 2017, deveremos mimá-las ainda mais, porque todo o carinho que lhe dermos é sempre pouco. Para quem anda à procura de um presente especial para oferecer no Dia da Mãe, deixo-vos, aqui, algumas sugestões.

10 presentes para oferecer no Dia da Mãe

Os meus livros de cozinha:
1 - Cozinha para Dias Felizes. Este é um livro feliz, ideal para quem gosta de histórias à volta da comida, com muitas receitas práticas. Foi o meu primeiro livro e está cheio de memórias à volta da cozinha. Ainda hoje sinto o cheiro doce das compotas de tomate que fazia com a minha mãe nos meses, quentes, de Agosto, no Ribatejo. Foi com ela que aprendi os meus primeiros pratos.

2 - Delicioso Piquenique. Agora, que os dias bonitos estão a chegar, vale a pena fazer refeições ao ar livre. Que bem que sabe saborear uma salada sentados num jardim, preparar uma sandes saborosa para partilhar à beira-mar, pensar nas bebidas frescas para uma festa ao ar livre ou um bolo para surpreender a família, depois de um dia de praia. Um livro cheio de receitas deliciosas para saborear em dias bonitos.

3 - O Livro de Petiscos da Isabel. Adoro petiscos! Nós portugueses somos um país petisqueiro como diz Virgílio Nogueiro Gomes. Gosto de petiscos para servir em jeito de refeição com a família ou os amigos. Neste livro encontram muitas e variadas sugestões de petiscos. Uns de alma portuguesa como as pataniscas de polvo, a cataplana de amêijoas, a salada de ovas, outros com inspiração daqui e dali, como as saladas de quinoa, o camarão panado, entre muitas outras sugestões. E para acompanhar todos os bons petiscos do livro há sangrias e outras bebidas bem frescas!

4 - Um workshop de cozinha
Uma prenda bonita e diferente pode ser a inscrição da melhor mãe do mundo num dos meus workshops. Realizo regularmente workshops em Lisboa e no Porto. As próximas datas são já em Maio:

Em Lisboa:
Workshop Vamos Fazer Pão?
6 de Maio de 2017, 14h00 - 18h00

Inscrições: escola@istofaz-se.pt   218 078 640


No Porto:
Workshop Receitas em Copinhos, salgadas e doces
20 de Maio de 2017, 15h30 - 18h30

Workshop Brunch, receitas de Verão
21 de Maio de 2017, 10h30 - 13h30

Workshop Vamos Fazer Pão?
21 de Maio de 2017, 15h30 - 19h00

Inscrições e mais informações: work@sott.pt   917 001 802

5 - Um pequeno-almoço especial
Quem me acompanha no Instagram, sabe como adoro pequenos-almoços demorados aos domingos de manhã. Preparo a mesa. Cozinho, com muito carinho, muitas coisas boas que tornam a primeira refeição do dia um momento especial. No próximo domingo mimem a vossa mãe com um pequeno-almoço diferente. Aqui ficam algumas sugestões do que podem preparar: Panquecas ou waffles, cestinhos de pão com bacon de peru e ovo, sumos de fruta, ovos quentes.

Miminhos doces feitos em casa
Um presente feito por nós é sempre tão especial, revela um carinho imenso. Para oferecerem no Dia da Mãe recomendo:
6 - Beijinhos de coco com chocolate branco;
7 - Biscoitos com frutas cristalizadas;
8 - Bolachas de manteiga com arandos secos;
9 - Bolo de iogurte com arandos e laranja;
10 - Bombons de chocolate branco com matcha.

terça-feira, 2 de maio de 2017

O workshop Doces e Folares de Páscoa em Lisboa foi assim


Em Abril teve lugar um workshop dedicado a doces e folares de Páscoa, na escola de cake design IstoFaz-se, em Lisboa. Foi uma manhã doce e feliz em que todos colocámos as mãos na massa. Neste workshop parte das receitas foram feitas com massas lêvedas doces. Por isso, tivemos que amassar, enrolar, deixar descansar e só então colocámos os nossos folares no forno. As massas lêvedas são muito especiais, requerem carinho e tempo na sua confecção.


Nos meus workshops toda a gente cozinha. Há sempre uma parte teórica, em que são contextualizadas as receitas que iremos preparar. Dão-se muitas sugestões, apresentam-se outras versões das receitas, aprende-se, trocam-se ideias num ambiente cheio de boa disposição.


Os folares e bolos do nosso workshop encheram a escola com um cheirinho tão bom! No final, reunimo-nos à volta da mesa para saborear tudo o que foi confeccionado. Este é sempre um momento tão especial!


No próximo sábado, 6 de Maio de 2017, das 14h às 18h, vai ter lugar o workshop Vamos Fazer Pão?. Quem aceita o desafio?

Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640