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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Sandes de pesto com queijo, tomate e alface

Há coisas de que nunca mais nos esquecemos sejam elas grandes ou pequenas coisas. Eu comi pela primeira vez sandes de pesto com queijo, tomate e uma mistura de verduras (alface e espinafres) feita numa baguete e depois cortada em pedaços em casa da Lorel, uma amiga da minha amiga Sofia, na zona de Boston, EUA. Não me irei esquecer dos momentos divertidos, da simpatia das pessoas e da risota que houve nessa festa. Quando recordo essa noite é sempre com boa disposição e uma óptima sensação de divertimento. Ainda bem que aceitei o convite.

Nessa terça-feira de Agosto tínhamos viajado durante quase todo o dia. Saímos do Maine, junto a Belfast e passámos por Freeport, uma localidade cheia de lojas a preços de fábrica, para almoçar e fazer umas breves compras no LLBean, uma loja enorme com artigos diversos e que se encontra aberta 24 h por dia e 365 dias ao ano.

Depois de algumas hesitações em ir à festa que se prendiam com o cansaço da viagem, o facto de não conhecer ninguém, o receio de me atrapalhar com o inglês, pequenas desculpas que vamos arranjando na nossa cabeça, lá acedi. A conversa foi muito agradável e a comida também. De entre várias coisas que foram servidas, agradou-me bastante a sandes com a combinação que referi, para além de uns bolinhos de chocolate deliciosos dos quais nem cheguei a pedir a receita, mas que ficaram guardados na gaveta de sabores da minha memória. Na bagagem seguiu uma embalagem de pesto, apesar de cá em Portugal também se encontrar facilmente à venda.

Para fazer esta sandes basta cortar uma baguete ou um pão idêntico ao da baguete ao meio, barrar com pesto de manjericão, de seguida colocar fatias de queijo (usei flamengo), tomate às rodelas e terminar com alface ou uma mistura de alface e espinafres. Fica uma delícia. Adoro.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Panquecas à Americana

Quando estive em Nova Iorque, no último Verão, procurámos um local tipicamente americano para tomar o pequeno-almoço. Daqueles que costumamos ver nos filmes. Com os bancos corridos e as empregadas a servir café.

A primeira vez que entrei no Olympic, na 8ª Avenida, fiquei durante uns segundos espantada. Era um restaurante - diner tal e qual como tinha imaginado pela minha cultura cinematográfica. O balcão central com os bancos de pé alto e as mesas com os bancos corridos. É curioso como a cultura cinematográfica nos influencia, molda o nosso imaginário, especialmente a dos filmes americanos.

A imagem da jovem bonita, elegante, de cabelo apanhado e que toma notas do pedido, foi deitada por terra. Ali os empregados eram maioritariamente homens, de origem hispânica. Lembro-me apenas de uma mulher. Chamavam-lhe Maria. Pequena, de corpo robusto e muito desembaraçada. Era notório o respeito que lhe tinham.

O meu primeiro pequeno-almoço na big apple foi panquecas com syrup, café e sumo de laranja. Engraçado, pensava que o syrup era muito mais doce, quase um parente do mel. Talvez pela cor e pela aparência, mas enganei-me.
Na bagagem trouxe uma embalagem de syrup para usar quando fizesse panquecas. Ficou guardada até há bem pouco tempo. Em conversa com a minha colega Sandra Marques sobre panquecas e receitas, ela falou-me de uma receita que adorava. Acabou por me trazer a revista Saberes & Sabores de Novembro de 2003, com uma receita de panquecas à americana. Que já experimentei e voltei a repetir.

Ingredientes:
300 g de farinha
1 colher de sobremesa de fermento em pó
3 colheres de sopa de açúcar
sal
2 ovos
2 dl de leite
60 g de vaqueiro culinesse

1. Misturar a farinha com o fermento, o açúcar e uma pitada de sal numa tigela. Abir um buraco ao centro.

2. Desfazer os ovos com um garfo e misturar-lhes o leite e a vaqueiro culinesse.

3. Deitar o preparado no meio da mistura de farinha e mexer com uma vara de arames até obter uma massa lisa.

4. Deitar um pouco de margarina numa frigideira, de preferência anti-aderente, e levar ao lume a aquecer. Assim que esteja quente, deitar a massa com a ajuda de uma concha ou colher na frigideira.

5. Rodar a massa de modo a que cubra o fundo. Passado um minuto voltar a panqueca. Deixar cozer do outro lado e retirar para um prato. Fazer a mesma operação até esgotar a massa.

Em relação a esta receita acabo sempre por juntar mais leite (a olho), pois a massa fica um pouco grossa. Não uso a vaqueiro culinesse. Uso margarina, mas levo-a a derreter num recipiente ao microondas. Uso-a depois de a deixar arrefecer.

Ontem, dividi a massa em três partes. Numa juntei sementes de papoila, ideia que roubei aqui e noutra juntei meia maçã reineta ralada, pois quando falei com a minha amiga Sofia ela referiu-me que costuma fazer com maçã, e a outra parte fiz apenas com a massa sem mais nada. Servi as panquecas com o syrup e doces variados.

As panquecas constituíram um pequeno-almoço saudosista, a lembrar férias. Talvez devido ao feriado ou, quem sabe, já a pensar nas próximas.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Tachos, panelas & outros utensílios

domingo, 28 de outubro de 2007

Notas de viagem

Hoje fiquei um pouco nostálgica e ando a rever as minhas fotos das últimas férias. E como não poderia deixar de ser a comida está sempre presente.


Na foto está o pequeno-almoço servido, em primeira classe, no comboio que faz a ligação Boston-Nova Iorque, e no qual eu viajei.

Antes de ir para os EUA, tinha a ideia que lá se comia mal, que se comia muito à base de hamburguers e de fast food, pouca qualidade e muitas gorduras. Esta minha opinião era unicamente baseada no senso comum e partilhada, até por algumas pessoas que conheço. Ideia talvez veiculada por alguns filmes e alguma pouca informação.

O pouco que conheci levou-me a alterar a opinião. É certo que há a chamada fast food de má qualidade, mas também existe o contrário e em muita variedade. O problema às vezes está na escolha. "Too many options" - diziamos nós na brincadeira. Encontramos restaurantes com comida muito agradável e servida com qualidade, e também encontramos espaços tipo self service em que somos servidos com comida para ser consumida de forma rápida. Nestes espaços, o que eu estranhei foram os recipientes e os talheres. É tudo de plástico. Não me dá gozo comer com um garfo de plástico ou experimentar uma sopa fumegante com uma colher de plástico, num recipiente plastificado. É como se o sabor se perdesse e o plástico se sobrepusesse ao prato que vamos degustar. O recipiente onde é servida a comida conta, ajuda a fazer o prato. Isso marca a diferença.

Para quem está habituada a beber café numa chávena de cerâmica ou porcelana, a apreciar o sabor, o cheiro, a intensidade, é claro que estranha quando lhe colocam um copo de plástico/papel de grandes dimensões. Mas os americanos bebem o café de uma maneira diferente de nós. Adaptaram a forma de cozinhar às exigências da sua vida, tal como qualquer outra sociedade, não é verdade?

Percebi que a comida americana é muito variada. Daquilo que eu pude ver e do pouco que visitei, na zona de Nova Inglaterra, encontramos influências inglesas, irlandesas, até portuguesas, etc ... Desde a sopa Clam Chowder, às massas, os churrascos, lavagante e outros mariscos, aos diferentes tipos de frutos silvestres, tartes, as panquecas, o maple syrup, os cupcakes, etc...

I love America!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Uvas

Curiosidade: Por cá, nos EUA, as uvas não têm graínhas! Prático, não?!

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Cinco Quartos de Laranja no iPhone ...

Cinco Quartos de Laranja no iPhone na Apple Store em Nova Iorque ... Uau ... Cool ... Tinha que experimentar! ;)

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Grand Central Market ...


O Grand Central Market está situado na Grand Central Station. É um excelente espaço gourmet. Uma das muitas e atraentes lojas que fazem parte da lindíssima estação multi-modal que é a Grand Central Station em Nova Iorque. Quem me dera haver espaços assim em Lisboa ...

domingo, 26 de agosto de 2007

Greenmarket em Nova Iorque






O Greenmarket realiza-se na Union Square em Nova Iorque, EUA. Segundas, Quartas, Sextas e Sábados. Aqui muitos agricultores e cooperativas vendem os seus produtos. Sempre que viajo procuro passar pelos mercados. Gosto de ver os diferentes produtos, como estão expostos e fazer algumas comparações com o que vejo por Portugal (normalmente os preços, a grande variedade de produtos e até do mesmo produto que estes mercados oferecem). Quase sempre encontro produtos que desconhecia. Por exemplo, sabiam que existem cenouras amarelas?

Union Oyster House

O Union Oyster House é o restaurante mais antigo a funcionar ininterruptamente nos Estados Unidos da América e está situado na cidade de Boston. Abriu em 1826.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Farmer´s market em Boston













terça-feira, 21 de agosto de 2007

Vendedor de Fruta em Boston

Vendedor de Fruta na cidade de Boston. É muito pouco usual, em Portugal, encontrar comerciantes de fruta estabelecidos a venderem na rua. Porque será?