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Lisboa 24 de Março de 2019
Domingo:
09h30 - 13h30      Workshop Vamos fazer Pão?
 
 
15h00 - 19h00      Workshop Vamos fazer Pão?
Inscrições/Vouchers: escola@istofaz-se.pt   218 078 640 IstoFaz-se
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15h30 - 19h30      Workshop Pão e Broa
Inscrições/Vouchers: work@sott.pt   WORK espaço criativo
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segunda-feira, 4 de março de 2019

Panquecas de aveia com abóbora assada


O que está dentro de um abraço?

« [O] abraço é um gesto tão grande e profundo que entra na categoria do inexplicável » [José Tolentino Mendonça, Elogio da Sede, p.25]. Há quanto tempo não recebemos um abraço? Daqueles que nos fazem lembrar o conforto, o carinho recebido da nossa mãe ou do nosso pai, durante a infância. Um abraço apertado, que nos faz sentir desejados, amados, preciosos. Um abraço que nos faz sentir vivos e que afasta a dor.

Quando me encontro com as minhas sobrinhas, de 8 e 11 anos, digo-lhes que o nosso cumprimento é, sempre, com um beijinho e um abraçinho! Elas riem-se e acham piada porque até rima. Mas o contacto de um abraço é precioso. É uma forma de criarmos laços.

Todos sabemos que há vários tipos de abraços. Uns dados a correr, outros dados com amor, outros dados para festejar ou felicitar. Os abraços são trocas de energia que, por força das emoções, também ajudam a sarar feridas da alma, ajudam-nos a olhar para a vida com mais alegria, matam a sede de afecto. Aquecem-nos.

Virginia Satir diz que « Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Precisamos de oito abraços por dia para nos manter. Precisamos de doze abraços por dia para crescer. »

E deixo-vos, hoje, um abraço, forte e apertado, juntamente com umas deliciosas panquecas de aveia a que juntei abóbora assada. Não se esqueçam, todos os dias são dias bons para darmos e recebermos abraços!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Biscoitos de aveia com avelã e abóbora


Adoro biscoitos. Para acompanhar um chá ou um café, nestes dias de frio, sabem tão bem! Gosto de ter biscoitos ou bolinhos secos em casa, guardados num frasco de vidro, para irmos comendo ou para quando recebemos amigos e não tenho uma sobremesa pronta para servir. Há dias, em que ter uns biscoitos feitos, dá tanto jeito.

Uma das coisas que faço regularmente, em casa, para me organizar em termos de refeições da semana é, por vezes, assar abóbora butternut inteira. Depois guardo no frigorífico e vou usando nas sopas, arrozes e purés que faça. E acabo também, por muitas vezes, a incluir nos doces que faço. Estar assada, pronta a usar, é mesmo muito prático. A receita de biscoitos que partilho hoje, convosco, leva uma mistura de farinhas, avelã e abóbora. Uma combinação bem deliciosa!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vamos fazer pão: Pão com aveia


Fazer pão em casa é uma forma de liberdade. Podemos misturar farinhas. Juntar frutos secos ou sementes. Podemos fazer pão para o pequeno-almoço e servi-lo ainda morno. Podemos fazer pão para oferecer. Para levar para uma festa. Para um piquenique assim que os dias bonitos chegarem.

Podemos cozê-lo no tabuleiro do forno. Ou podemos arranjar um tacho de ferro fundido todo catita, que deixa o pão crocante e estaladiço!

Podemos fazer pão branco, simples. Ou podemos enriquecê-lo com leite, manteiga, queijo, enchidos, azeitonas, especiarias ... Fazer pão é uma forma de comermos o pão que queremos. O pão feito em casa tem os ingredientes que vocês/nós escolhermos. Vamos fazer pão? Fazer pão em casa só custa começar.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Vamos fazer pão: Pão de trigo e aveia


Fazer pão, de há uns tempos para cá que se tornou um ritual semanal cá em casa. O pão feito por nós tem sempre um sabor especial e único. Gosto de começar o dia com uma fatia de pão, barrada com manteiga ou com uma fatia de queijo. O pão faz parte da alimentação cá em casa.

Quando fazemos pão temos a liberdade de escolher as farinhas que queremos usar. A farinha mais comum para fazer pão é a de trigo T65. O tipo indica se a farinha é mais ou menos refinada, mais fina. A farinha T45 é mais refinada e branca do que a T65 e muito mais que a T150, a chamada farinha integral, que tem muito farelo pois o grão é moído na íntegra. Eu gosto de fazer pão de trigo mas gosto ainda mais quando misturo farinhas e faço um pão assim com um sabor mais especial. O último que fiz, juntei farinha de trigo T65 e de T80, esta última de produção biológica, e farinha de aveia integral. O resultado surpreendeu. A farinha tipo 80 dá um sabor perfumado, ligeiramente adocicado ao pão. É tão bom fazer pão em casa! A magia está nas nossas mãos e na possibilidade de fazermos pães sempre diferentes. Vamos fazer pão?

Relembro que, para quem gosta de fazer pão, no dia 25 de Fevereiro, vamos ter um workshop de pão no Porto, onde vamos fazer diferentes tipo de pão, incluindo pão doce. Já se inscreveram? É uma oportunidade muito especial. Aproveitem.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Panquecas de aveia com iogurte


Durante a semana sinto sempre que ando de um lado para o outro sem tempo. Parece-me que o tempo voa enquanto o diabo esfrega um olho. Entre preparar-me, sair de casa, apanhar transportes, estar a horas nos locais combinados, voltar para casa, apanhar transportes, em alguns dias passar pelo supermercado para comprar aquele ou aqueles ingredientes que faltam para o jantar, chego a casa e parece que não fiz nada. Ao fim-de-semana gosto de contrariar esta sensação de não ter tempo. E começo logo pelo pequeno-almoço.

Na cozinha ligo o rádio e sintonizo-o numa estação que tenha música. Gosto de ouvir música enquanto cozinho! Bato os ovos com farinha e leite, junto mais alguns ingredientes que tenha disponíveis para as panquecas do pequeno-almoço. Só faço panquecas nestes momentos em que sinto ter tempo. Preparo um sumo. Corto umas fatias de fruta, toranjas e morangos, junto uma mão cheia de framboesas e mirtilos. Misturo tudo numa taça.

Ponho a mesa, enquanto o Ricardo se prepara. Recebo-o com um sorriso. Gosto destes momentos em que nos sentamos com tempo para conversarmos sobre a nossa semana, dos assuntos pedentes e o que é mais urgente resolver. Gosto também de lhe falar das coisas que gostava de fazer agora que o bom tempo está a chegar. Digo-lhe que me apetece ir à praia ao final do dia, de passear junto ao mar, de comermos caracóis numa esplanada, falo-lhe também dos filmes giros que sei que vão estrear no cinema. Ele fala-me dos seus jogos de futebol, da música que foi ouvindo durante a semana, da situação política da Grécia, dos problemas do Euro e das crónicas que eu tenho que ler de alguns dos seus autores de referência. Os jornais semanais em papel passaram para o tablet. Mas nestes momentos de pequenos-almoços com tempo, fazemos um esforço para os colocarmos de lado. Nem respondemos às mensagens que o telemóvel nos sinaliza que vão chegando. Há alturas em que precisamos de parar e olhar para a vida sem pressas, com tempo para falar, para rir e saborear as coisas boas que podemos usufruir de forma tão fácil. E para isso, nada melhor do que começar um pequeno-almoço de fim-de-semana com um prato de panquecas.