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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Arroz de goraz à pescador


Adoro pratos de arroz. Nós portugueses somos os maiores consumidores de arroz da Europa. Penso que no nosso receituário as receitas de arroz devem ser superiores às de bacalhau. O arroz vai bem com tudo. Pode ser prato principal ou acompanhamento. Pode ser usado como ingrediente em diferentes preparações, sejam elas doces ou salgadas. Arroz é daqueles ingredientes que fazem sempre parte dos indispensáveis da minha despensa. Uso arroz nacional de produtor. 

Um destes dias para dar destino a um goraz, oferta do meu pai que vai muitas vezes à pesca e me presenteia com um peixe de mar maravilhoso, decidi fazer um arroz a que juntei marisco. Ficou malandrinho, cheio de sabor.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Salada de massa com camarão e mexilhão


A magia do verão faz-se de sol e mar. Faz-se de tempo. De roupas frescas. De gelados e de sorrisos à volta da mesa. Gosto dos dias grandes de verão, cheios de luz, que nos permitem desfrutar de tudo o que nos rodeia de forma tão especial.

O verão tem magia. Deixa-nos andar com roupas leves e de chinelos nos pés. Leva-nos até à praia. Senta-nos nas esplanadas junto ao mar a ver o pôr-do-sol. Leva-nos a reunir a família e os amigos à volta da mesa. Gosto tanto das comidas de verão. Das sopas frias, dos pratos de marisco - tantas vezes se come amêijoas, camarão ou mexilhão - para petiscar ou em jeito de refeição, do peixe grelhado na brasa, das saladas, frescas e cheias de cor.

Para celebrar a magia do verão, deixo-vos, hoje, uma salada com sabor a mar desenvolvida para a rubrica Pescanova.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Workshop Sabores de Verão da Pescanova

( Fotografia de Nuno Fontinha )

O Verão, com os seus dias quentes, exige mudanças na nossa alimentação. Privilegiamos os sumos, os pratos frios, e a fruta fresca, sumarenta, para terminar a refeição. Se gostamos de churrascos, a verdade é que na nossa mesa, em dias de grande calor procuramos ter a frescura e a suculência de um prato de peixe ou de um bom marisco.

E foi este o mote para o workshop Sabores de Verão da Pescanova, que se realizou no espaço Samsung Chef's Experience - Time Out Market, em que tive o privilégio de ser convidada a participar. Este workshop foi dinamizado pelo chef Miguel Mesquita e contou com a presença do actor Lourenço Ortigão e da nutricionista Raquel Abrantes.

Numa altura em que se fala tanto de alimentação, neste workshop exemplificou-se como podemos preparar uma refeição nutricionalmente equilibrada, com produtos de fácil acesso e com ingredientes característicos da Dieta Mediterrânica, como os legumes, o peixe, o pão e o azeite.

Quem procura fazer uma dieta equilibrada, deve incluir nas refeições semanais mais pratos de peixe, do que carne. E nas carnes, privilegiar as chamadas carnes brancas em detrimento das vermelhas. Cá em casa tentamos seguir este princípio. Gostamos de carne, mas o peixe tem um peso elevado nas refeições semanais.

Em prol da nossa saúde é sempre importante percebermos os benefícios que os alimentos nos trazem. Às vezes decidimos optar por produtos que estão na moda sem perceber os seus reais benefícios ou se existem outros igualmente bons e mais acessíveis à nossa bolsa.

Neste workshop, utilizámos, como ingredientes principais, o miolo de camarão e de mexilhão, e os medalhões de pescada do Cabo da Pescanova. O miolo de camarão e de mexilhão, cá em casa, nesta altura do ano, são ingredientes privilegiados para usar nas saladas. São muito práticos e toda a gente adora. O chef Miguel Mesquita surpreendeu-nos, também, com uma interessante maneira de confeccionarmos a pescada, cozendo o peixe num caldo com vinho branco.


O ambiente vivido nesta manhã de aprendizagem foi de alegria e boa disposição. É curioso ver como um grupo de pessoas se pode divertir a cozinhar. Preparámos, sob a supervisão do chef, dois pratos. Uma entrada, salada de camarão e mexilhão, muito fresca. Servida com fatias de pão torrado, uma mesa cheia de amigos e um vinho branco fresco, é de ir ao céu. Experimentem!

O prato principal foi medalhões de pescada com crumble de broa e azeitona. O sabor fresco da pescada combinou de forma deliciosa com a mistura de pimentos e com os aromas quentes da broa de milho. Um destes dias vou experimentar fazer cá em casa, para a família, pois é um prato que se prepara num abrir e fechar de olhos e é delicioso. Mais uma forma de servir pescada. Os medalhões ficaram suculentos e com muito sabor.

Neste workshop fiz grupo com duas colegas muito simpáticas e divertidas, a Ana do blogue A Nitricionista, e a Gabriela. Quando cozinhamos com pessoas felizes, tudo corre bem!

( Fotografia de Nuno Fontinha )

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sopa de mexilhão com tomate


Em Agosto estive a cozinhar no festival Marisco no Largo na cidade de Setúbal. Uma das receitas que preparei durante o meu showcooking foi a sopa de mexilhão com tomate que hoje vos trago. É uma sopa cheia de sabor, que resulta bem em qualquer altura do ano.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Mexilhões no tacho


Estar em casa traz-me rotinas. Depois do pequeno-almoço, ainda com o café na mão, sento-me em frente ao computador. Uma das primeiras tarefas do dia é ler e responder aos eMails. De seguida gosto de visitar alguns blogs, principalmente de comida ou que falem de gastronomia e, depois passo uma vista de olhos pelos jornais. Das últimas leituras destaco a entrevista do Público a Maria de Lourdes Modesto realizada pela jornalista Alexandra Prado Coelho.

Entre as rotinas, o que mais gosto é de me sentar com tempo a colocar as leituras em dia. Terminei A Sétima Porta de Richard Zimler, um livro sobre a ascensão da Alemanha nazi e o extermínio dos judeus. Agora comecei o que chamo uma leitura mais leve, com sabores de Verão, Qualquer Coisa de Bom de Sveva Casati Modignani.

Os cozinhados nestes dias de férias têm-se resumido a muitas saladas e petiscos. Um dos últimos que preparei cá em casa foi uns mexilhões no tacho que souberam mesmo bem.

Mexilhões no tacho

Ingredientes para 4 pessoas:
1 kg de mexilhão
2 chalotas
2 dentes de alho
0,5 dl de azeite
1/2 pimento vermelho
1 dl de conhaque
20 g de salsa
Pimenta-preta q.b.
1 colher de sopa de salsa picada para servir


1. Levar um tacho ao lume com o azeite, as chalotas e os dentes de alho picados. Deixar refogar um pouco e adicionar o pimento cortado em tiras e sem pele e a salsa, atada.Temperar com um pouco de pimenta-preta a gosto.

2. Regar com o conhaque deixar ferver durante, sensivelmente, um minuto.

3. Juntar os mexilhões e tapar o tacho. Deixar cozinhar durante seis a sete minutos aproximadamente.

4. Retirar os mexilhões, que devem estar abertos para uma taça e deixar reduzir um pouco o molho que ficou no tacho.

5. Retirar do molho o ramo de salsa e regar os mexilhões. Servir com salsa fresca picada.


Acompanhar com pão torrado para molhar no molho, que coisa boa!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tagliatelle com mexilhão e pesto de flor de curgete


O Verão começa a despedir-se. As noites chegam mais cedo. Apesar dos dias quentes e cheios de sol, que nos deixam cheios de vontade para ir para a praia, as noites já se sentem mais frescas. A natureza segue o seu ritmo. E nós acompanhamos e tentamos aproveitar todas as coisas boas que nos tem para oferecer. E uma das coisas que gosto de aproveitar no Verão é a curgete e a sua flor.

Com flores de curgete já fiz ovos mexidos, flores recheadas, frittata e tartes. Este ano decidi-me também por um pesto.

Pesto de flor de curgete

Ingredientes:
50 g de flores de curgete
80 g de avelãs tostadas
50 g de queijo parmesão ralado
1 dente de alho
2 dl de azeite
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Retirar o pé e o estame das flores de curgete.

2. Colocar as flores, as avelãs, o queijo, o alho e o azeite num copo liquidificador. Temperar com sal e pimenta preta a gosto. Triturar.



Tagliatelle com mexilhão e pesto de flor de curgete

Ingredientes:
250 g de miolo de mexilhão
280 g de tagliatelle
2 g açafrão-das-índias
1 dente de alho
0,5 dl azeite
200 g de pesto de flor de curgete
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Cozer a massa seguindo as indicações da embalagem, em água e sal.

2. Picar o alho.

3. Levar uma frigideira ao lume com o azeite e o alho. Deixar frigir.

4. Adicionar o miolo de mexilhão. Temperar com açafrão, sal e pimenta preta acabada de moer, a gosto.

5. Assim que o miolo estiver cozido, retirar do lume.

6. Numa taça misturar a massa, o miolo de mexilhão e o pesto de flor de curgete. Mexer e servir.

Este prato fez as delícias cá de casa, num dia bonito de Verão.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Arroz de peixe e marisco com a planta do gelo


Quando estive nas férias de Verão na ilha Terceira, tive a possibilidade de ver e provar a planta do gelo. A primeira vez que tive conhecimento desta planta foi através do blogue Acre e Doce, da Ilídia. Na altura fiquei muito curiosa. Nunca tinha ouvido falar e a planta parecia-me algo misteriosa.

Em Agosto, nos Açores, a Ilídia, amavelmente, convidou-me para uma visita ao BioFontinhas onde tive a possibilidade de ver a planta e de trazer comigo uns pedaços para umas deliciosas experiências gastronómicas.

A planta do gelo é conhecida pelo seu sabor a mar. Por isso, quando cheguei de viagem decidi fazer um prato de peixe e marisco servido com esta planta.


Ingredientes:
350g de peixe
250g de camarão com a casca
300g de tomate limpo de peles e sementes
320g de arroz carolino
1,1L de caldo de peixe e marisco
150g de miolo de mexilhão
1dl de azeite
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
sal q.b.
pimenta preta de moinho q.b.
planta do gelo para servir


1. Descascar o camarão.

2. Colocar uma panela ao lume com água e sal. Assim que ferver, adicionar as postas de peixe.

3. Depois do peixe cozido, retirar da panela e reservar. Adicionar as cascas de camarão ao caldo e levar novamente ao lume. Deixar ferver aproximadamente 5 minutos.

4. Com a varinha mágica, triturar as cascas de camarão. Coar o caldo e reservar.

5. Num tacho colocar o azeite, a cebola e o alho. Deixar refogar até a cebola quebrar.

6. Adicionar o tomate e deixar cozinhar durante um a dois minutos.

7. Juntar o arroz e mexer. Ir acrescentando aos poucos o caldo de peixe e camarão.

8. Desfiar o peixe.

9. Adicionar o peixe, o camarão e o mexilhão ao arroz. Temperar com sal e pimenta preta de moinho a gosto.

10. Servir com pedaços de planta do gelo.



A planta do gelo foi, sem dúvida, o ingrediente mais curioso que este ano tive, até agora, a possibilidade de conhecer. Obrigada Ilídia e Avelino!

Visitar os Açores é muito bom!


Relembro que podem concorrer ao desafio Quem quer ir ao Mercado de Sabores do Continente em Lisboa? até às 24h de hoje. O Mercado de Sabores do Continente tem cinco convites duplos para oferecer. Participem!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Mercado da Ribeira e uma receita de mexilhões


Ao Mercado da Ribeira associo sempre o conhecido cacau quente da Ribeira. Para esta série de apontamentos sobre mercados fui a este mercado duas vezes. Na última tive que passar pelo café que servia um delicioso cacau quente logo pela madrugada, quando com grupos de amigos vínhamos de algum bar ou discoteca, principalmente da 24 de Julho, ou fazia alguma maratona fotográfica pela cidade, na altura já com o Ricardo. Nesses tempos costumava ir ao Bar 24, à Gare Tejo, ao Alcântara Terra. Recordo-me de um bar, na 24 de Julho, que tinha uma flor na porta e dizia Power Flower. As entradas dos bares estavam apinhadas de gente, com cervejas na mão. Parte da Avenida era um mar de gente. Eu sempre que podia guardava um copo de vidro com o logótipo do bar. Ainda hoje guardo alguns. As saídas envolviam o cacau quente na Ribeira ou então comer um cachorro quente com tudo o que tinha direito à saída do Alcântara Terra. Que tempos bons. Sem grandes preocupações, a vida corria com um sorriso largo estampado no rosto.

Hoje já não conseguiria sair até tarde e no outro dia levantar-me cedo e estar com atenção nas aulas. Deveria bocejar a cada segundo, as pálpebras pesadas cairiam a cada instante e claro, o mau humor e a falta de paciência aliam-se nestas alturas e o dia não iria correr nada bem. Há tempos para tudo e é bom que as coisas sejam vividas na altura certa, não é?

O Mercado da Ribeira foi inaugurado em 1882 e tem cerca de mil metros quadrados de área coberta. Tem dois pisos, no inferior encontramos várias floristas, vendedores de frutas, legumes, carne e peixe. No piso superior lojas de artesanato e um restaurante. Aqui têm lugar alguns eventos, como feiras de livros e os bailes da Ribeira. Uma das coisas que marca este mercado para além da área, é a luz. O tecto, tem uma cobertura que deixa entrar a luz, o que é fabuloso e dá-nos uma perspectiva diferente.


Da última vez que tinha ido ao mercado foi num curso de escrita que envolvia a ida às compras com o chef Ljubomir Stanisic e tinha gostado muito da secção do peixe. Desta vez decidi fazer compras e uma das coisas que trouxe foi um saco com mexilhões.


Mexilhões com vinho branco


Ingredientes:
1Kg de mexilhão fresco
1dl de azeite
0,5dl de vinho branco
5 dentes de alho
1 raminho de salsa
1 colher de sopa de tomilho fresco
1 a 2 piripiri


1. Limpar o mexilhão.

2. Picar muito bem dois dentes de alho com o piripiri, a salsa e o tomilho. Reservar.

2. Colocar o azeite num tacho com 3 dentes de alho esborrachados. Levar ao lume e deixar frigir um pouco.

3. Acrescentar o vinho branco, quando levantar fervura adicionar o mexilhão. Tapar o tacho e deixar assim mais ou menos um minuto.

4. Mexer o mexilhão. Tapar o tacho e deixar cozinhar mais um minuto.

5. Polvilhar o mexilhão com a mistura de ervas picadas e mexer. Assim que o mexilhão estiver aberto, retirar do lume e servir com fatias de pão.


Estes mexilhões podem servir como entrada quando se recebe amigos em casa. Para nós foi um almoço. Com pão fresco ensopado no molho e uma cerveja acompanhar. Soube tão bem. A seguir deu-nos uma soneira. Ainda bem que estou de férias!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Tortilhas mexicanas

No Verão costumo dar uma boa arrumação na despensa. A minha despensa é uma pequena divisão e nas paredes, a toda a volta, está cheia de prateleiras. A minha cunhada Cristina uma das coisas que gosta de fazer quando vem cá a casa é ir à despensa, a desculpa que me dá é ver se eu tenho coisas novas, mas acaba por me falar sempre do cheiro da despensa. Um cheiro que mistura o aroma das especiarias, dos chás, das farinhas, dos chocolates que existem sempre por ali abertos, prontos a que se tire um quadradinho, entre outros produtos. Na arrumação da despensa procuro identificar, essencialmente, produtos que possam estar em fim de validade. Desagrada-me encontrar produtos em que o prazo de validade já passou há algum tempo. O sentimento que tenho na altura é de desperdício e que estive desatenta. Às vezes compro produtos, faço uma ou duas receitas e acabam por ficar esquecidos. Alguns produtos até sei que os tenho, mas por alguma razão vou sempre adiando o seu uso. Acho que isto acontece a toda a gente, não é?

Nesta última arrumação, uma das coisas que identifiquei que tinha que usar foi uma embalagem de tortilhas mexicanas. Um destes dias cheguei a casa com alguma pressa para jantar e resolvi dar uso à embalagem de tortilhas. Sem receita e com os ingredientes disponíveis, lá dei asas à imaginação e preparei uma refeição que ficou muito agradável, pois não sobrou nada. ;)

Coloquei ao lume uma frigideira com uma cebola picada e um bom fio de azeite. Deixei refogar um pouco. Adicionei um pimento verde picadinho e deixei refogar mais um bocadinho. De seguida juntei dois tomates grandes e bem maduros, a que previamente tirei a pele e as sementes. Mexi e deixei cozinhar o tomate um pouco. Juntei uma mão cheia de azeitonas pretas às rodelas, uma embalagem de mexilhões em escabeche, previamente escorrida, três courgettes baby cortadas às rodelitas, piripiri, sal, uma pitada de pimenta caiena e queijo feta aos cubos. Mexi, deixar estar mais um minuto ou dois ao lume e depois servi.

As tortilhas foram feitas seguindo as indicações da embalagem. Para um jantar que se quis rápido, até resultou numa refeição muito agradável. As coisas boas e apetitosas nem sempre têm que ser complicadas, não é?

terça-feira, 28 de julho de 2009

Salada de arroz com mexilhões

Nos últimos dias tenho feito algumas saladas. Coisas leves. Umas sopas. Como estou quase a entrar de férias continuo a procurar consumir o máximo de coisas que tenho em casa. Evito ir ao supermercado, pois acabo sempre por trazer um pouco mais do que quero e nesta altura não vejo necessidade.

Esta salada surgiu de improviso e resultou muito bem.


Ingredientes:
10 colheres de sopa de arroz branco cozido
1/2 pepino cortado em cubos
1 tomate cortado em cubos
alface
rucúla
5 pepinos em picles cortados em pedaçinhos
3 colheres de sopa de azeitonas pretas às rodelas
queijo feta
1 lata de mexilhões em escabeche
sal (facultativo)
pimenta
azeite
vinagre

1. Misturar todos os ingredientes com os mexillhões previamente escorridos.

2. Temperar com sal (facultativo), pimenta, azeite e vinagre a gosto.


Na grande maioria da vezes que uso pepinos em picles lembro-me, curiosamente, do filme Adeus Lenine. Quando o vi pela primeira vez achei piada ao desejo da mãe de Alex. Regressada a casa depois de sair de coma, pede a Alex os seus pepinos em picles preferidos, aparentemente um pedido inocente, mas dada a queda do Muro de Berlim e todas as mudanças que acontecem na altura na recente ex-RDA, essa vai ser uma tarefa difícil.

Gostei do esforço que Alex fez para conseguir satisfazer o pedido da mãe e depois a satisfação com que ela come os picles. Mas, o que me impressionou também um bocadinho foi a mãe de Alex comer os pepinos em picles directamente do frasco, tipo um a seguir ao outro, pois, apesar de gostar de picles, sei que não gosto assim tanto. Mas isso, sou eu.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Piza ao almoço entre amigos

No sábado passado fomos almoçar a casa dos meus amigos Gilda e Luís. Os planos iniciais eram eles virem cá a casa numa quinta-feira e jantarmos piza, mas devido aos horários de trabalho não foi possível e marcou-se logo o almoço de sábado. A Gilda também convidou os nossos amigos Nuno e Sandra.

Assim que chegámos a Gilda já tinha o molho de tomate para a piza feito. Em vez de polpa de tomate, usou tomates pelados de conserva. Nós levámos a massa para a base, feita na máquina do pão.

Enquanto fazíamos as pizas diga-se que fomos sempre petiscando. Enquanto as pizas estavam no forno, começámos o nosso almoço com linguiça, chouriço e farinheira assados, a acompanhar fatias de broa de milho. Também tivemos pimentos padron assados, paparis e caju que o Nuno trouxe vindos de Goa.

Vamos então ao relato das nossas invenções à volta da piza:

Eu fiz uma piza de mexilhões em escabeche, previamente escorridos, camarões e queijo mozzarella ralado.



Depois de sair do forno, servi a piza com folhas de rúcula e fatias de courgette ligeiramente grelhadas com um fio de azeite.

O Ricardo na sua piza colocou rodelas de farinheira, azeitonas recheadas com pimento, tomate cereja, cogumelos frescos, pimentos padron e queijo.




O Luís usou para a sua piza linguiça, chouriço picante, azeitonas recheadas com pimento, tomate cereja, cogumelos frescos, pimento vermelho assado e quejo mozzarella ralado.





O Nuno e a Gilda fizeram uma piza a meias. O Nuno colocou na sua metade de piza chouriço que veio de Goa , achar, caju, cogumelos e queijo mozzarella.





A Gilda na sua metade colocou folhas de manjericão fresco, tomate cereja, azeitonas pretas, pesto, pimentos padron e queijo mozzarella ralado.





Para sobremesa a Gilda serviu um semi-frio de frutos silvestres que estava uma delícia, o que nos obrigou a repetir.


Eu levei uma mousse de chocolate.

As pizas que mais sucesso fizeram foram a do Luís e da dupla Gilda & Nuno, pelos menos tendo em conta o que sobrou.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Legumes com massa japonesa

Ontem foi dia de compras no supermercado. Cheguei a casa um pouco cansada e resolvi fazer para o jantar algo que fosse rápido e apetitoso.


Cobri o fundo de uma frigideira grande com azeite. Levei ao lume. Comecei por colocar na frigideira uma cebola cortada em meias luas e 1/4 de pimento vermelho cortado em cubinhos. Deixei amaciar um pouco a cebola e adicionei uma cabeça de brócolos em raminhos, uma courgette cortada em tiras, 300 g de cogumelos pleurothus frescos e 250 g de mexilhões congelados. Deixei cozinhar os legumes e fui mexendo de vez em quando. Uns minutos antes de retirar do lume, temperei com molho de soja, molho japonês teriyaki e molho de ostra.

Servi os legumes com massa japonesa udon.


A massa udon pode ser substituída por outro tipo de massa.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Mexilhões ...

Os meus sogros, ontem, convidaram-nos para jantar. Como é hábito desde há alguns anos, nós vamos jantar com eles pelo menos uma vez por semana. Mas ontem foi especial, pois regressaram da Isla Canela e traziam uma surpresa que não podia esperar.




A surpresa era um saco enorme com mexilhões frescos para confeccionarmos para o jantar.

Os mexilhões foram abertos num tacho com dentes de alho e azeite e, servidos com limão espremido por cima.




Muito bom. Suculentos. Tenros. Maravilhosos. O limão dá-lhe um toque especial e o pão ensopado no molho foi uma perdição. Foram só miminhos ...