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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

30 receitas de sobremesas com chocolate


Queridos leitores,

para a semana vou de férias. O destino escolhido é a Ilha Terceira nos Açores. Eu adoro os Açores e vai saber bem voltar a uma ilha onde já passei momentos muito bons. Já fiz a lista de locais onde quero voltar, mas sugestões de restaurantes e sítios onde não posso deixar de ir são sempre muito bem-vindas.

Relembro que ainda podem concorrer, até dia 31 de Agosto, ao desafio Uma receita com Sabor do Ano. Podem ver as participações na página no Facebook do Cinco Quartos de Laranja e as regras de participação aqui.

Gostaria ainda de partilhar duas coisas boas que nestes últimos dias me deixaram muito feliz. Uma é deixar-vos o convite para lerem a entrevista que dei à Carmen do blogue Breakfast@Tiffany's. A outra, é que o Cinco Quartos de Laranja é o blogue da semana no sítio do Top Chef que passa na RTP.

Nos últimos dias decidi participar no Concurso de receitas Comer e do Hotel Aviz com um Risotto de açafrão com flores de courgette recheadas com requeijão. No restaurante do hotel podemos saborear os pratos do chef Carlos Martins. Se quiserem votar na minha receita, basta clicar aqui e fazer um Like (Gosto) na foto. Obrigada, desde já.

Antes de ir de férias, gostaria de vos deixar trinta ideias deliciosas de sobremesas com chocolate:
- Bolachas com pepitas de chocolate;
- Bolo chiffon de chocolate;
- Bolo de chocolate;
- Bolo de chocolate com amêndoa;
- Bolo de chocolate com mascarpone;
- Bolo de chocolate com recheio;
- Bolo de chocolate e beterraba;
- Bolo de chocolate e castanhas;
- Bolo de chocolate e courgette com avelãs;
- Bolo de chocolate e laranja;
- Bolo de café do Mississippi;
- Bolo mármore;
- Bolo nega maluca;
- Bolo rápido de chocolate;
- Bolo tentação de chocolate;
- Bolo tentação de morango;
- Brownie de chocolate e avelãs;
- Brownie de chocolate e beterraba;
- Gatêau Lawrence;
- Morangos com chocolate derretido;
- Mousse de chocolate;
- Mousse de chocolate com café e cardamomo;
- Panna cotta de chocolate;
- Pão de chocolate e especiarias;
- Pão-de-ló húmido de chocolate;
- Pêras com amêndoas picadas e canela e molho de chocolate;
- Risotto de morango;
- Salame de chocolate;
- Soufflé de chocolate;
- Tarte de húmida de chocolate.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Mercado da Ribeira e uma receita de mexilhões


Ao Mercado da Ribeira associo sempre o conhecido cacau quente da Ribeira. Para esta série de apontamentos sobre mercados fui a este mercado duas vezes. Na última tive que passar pelo café que servia um delicioso cacau quente logo pela madrugada, quando com grupos de amigos vínhamos de algum bar ou discoteca, principalmente da 24 de Julho, ou fazia alguma maratona fotográfica pela cidade, na altura já com o Ricardo. Nesses tempos costumava ir ao Bar 24, à Gare Tejo, ao Alcântara Terra. Recordo-me de um bar, na 24 de Julho, que tinha uma flor na porta e dizia Power Flower. As entradas dos bares estavam apinhadas de gente, com cervejas na mão. Parte da Avenida era um mar de gente. Eu sempre que podia guardava um copo de vidro com o logótipo do bar. Ainda hoje guardo alguns. As saídas envolviam o cacau quente na Ribeira ou então comer um cachorro quente com tudo o que tinha direito à saída do Alcântara Terra. Que tempos bons. Sem grandes preocupações, a vida corria com um sorriso largo estampado no rosto.

Hoje já não conseguiria sair até tarde e no outro dia levantar-me cedo e estar com atenção nas aulas. Deveria bocejar a cada segundo, as pálpebras pesadas cairiam a cada instante e claro, o mau humor e a falta de paciência aliam-se nestas alturas e o dia não iria correr nada bem. Há tempos para tudo e é bom que as coisas sejam vividas na altura certa, não é?

O Mercado da Ribeira foi inaugurado em 1882 e tem cerca de mil metros quadrados de área coberta. Tem dois pisos, no inferior encontramos várias floristas, vendedores de frutas, legumes, carne e peixe. No piso superior lojas de artesanato e um restaurante. Aqui têm lugar alguns eventos, como feiras de livros e os bailes da Ribeira. Uma das coisas que marca este mercado para além da área, é a luz. O tecto, tem uma cobertura que deixa entrar a luz, o que é fabuloso e dá-nos uma perspectiva diferente.


Da última vez que tinha ido ao mercado foi num curso de escrita que envolvia a ida às compras com o chef Ljubomir Stanisic e tinha gostado muito da secção do peixe. Desta vez decidi fazer compras e uma das coisas que trouxe foi um saco com mexilhões.


Mexilhões com vinho branco


Ingredientes:
1Kg de mexilhão fresco
1dl de azeite
0,5dl de vinho branco
5 dentes de alho
1 raminho de salsa
1 colher de sopa de tomilho fresco
1 a 2 piripiri


1. Limpar o mexilhão.

2. Picar muito bem dois dentes de alho com o piripiri, a salsa e o tomilho. Reservar.

2. Colocar o azeite num tacho com 3 dentes de alho esborrachados. Levar ao lume e deixar frigir um pouco.

3. Acrescentar o vinho branco, quando levantar fervura adicionar o mexilhão. Tapar o tacho e deixar assim mais ou menos um minuto.

4. Mexer o mexilhão. Tapar o tacho e deixar cozinhar mais um minuto.

5. Polvilhar o mexilhão com a mistura de ervas picadas e mexer. Assim que o mexilhão estiver aberto, retirar do lume e servir com fatias de pão.


Estes mexilhões podem servir como entrada quando se recebe amigos em casa. Para nós foi um almoço. Com pão fresco ensopado no molho e uma cerveja acompanhar. Soube tão bem. A seguir deu-nos uma soneira. Ainda bem que estou de férias!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Mercado 31 de Janeiro e uma receita de figos com creme de iogurte e queijo


Ainda me lembro da primeira vez que fui ao Mercado 31 de Janeiro. Foi no ano em que vim estudar para a faculdade e Lisboa era uma cidade fantástica, com imensa coisa para descobrir. Nos primeiros anos fiquei alojada numa residência perto das instalações da Polícia Judiciária e na altura do registo civil, onde se faziam e renovavam os bilhetes de identidade. Ainda me lembro da quantidade de gente que ali ia e que se juntava à porta. Lembro-me perfeitamente de ficar surpreendida por ver pessoas a vender os impressos para a renovação e mais, ajudavam a preencher. Na altura, na flor da juventude, não compreendi como era possível, alguém ganhar dinheiro assim e haver pessoas a pagar. Da última vez que renovei o Bilhete de Identidade percebi, depois de assistir a uma conversa e compreender que a iliteracia é uma realidade, mesmo em gente nova.

Na altura o Mercado 31 de Janeiro não era neste edifício cuidado e espaçoso onde está hoje. Era num espaço improvisado, tipo pré-fabricado. Só voltei a este novo edifício quando comecei a trabalhar no Liceu Camões, mesmo ali ao lado, e uma vez por outra íamos comer peixe fresquinho num restaurante, dedicado ao peixe, no piso superior do mercado. Comia-se lá muito bem e curiosamente nunca mais lá voltei.

Desde que pensei em escrever sobre mercados que voltei ao Mercado 31 de Janeiro duas vezes, em dias e horas diferentes. Nunca consegui ver o espaço cheio. Está certo que é muito grande, mas quando digo cheio, é com várias pessoas a fazerem compras, pessoas de um lado para o outro, a dar uma certa dinâmica e azáfama ao local. Talvez não tenha visto essa azáfama por estarmos em Agosto e ser um mês de férias. Deve ser isso.


O mercado está dividido em dois pisos. No piso inferior encontramos talhos e as bancadas com venda de frutas e legumes. No piso superior o peixe, com forte presença de Açucena Veloso, que costuma estar no Peixe em Lisboa, aqui também encontramos uma florista e venda de flores em vasos. Os vendedores são simpáticos, vão metendo conversa com os potenciais clientes que passam. O espaço está limpo e assim que se entra vem um cheiro a fruta madura misturado com o cheiro da terra molhada e a frescura dos legumes acabados de colher. Por ali encontramos batatas, abóboras, cenouras, nabos com e sem rama, cebolas, maçãs, bananas penduradas em ganchos, louro, alfaces, couves, grelos, brocólos, tomate, tomate cereja, entre muitas outras coisas. Aqui no mercado rendi-me à fruta. Não resisti às uvas encarnadas doces e saborosas, figos pretos e as ameixas Rainha Cláudia, que adoro e que nesse dia consegui comer uma barrigada. Conseguimos matar as saudades de comer figos e os que sobraram dessa nossa investida foram para uma sobremesa bem fresquinha.


Figos com creme de iogurte grego e queijo ricotta


Compota de figos com vinho do Porto

Ingredientes:
250g de figos pretos
1 pau de canela
0,5dl de vinho do Porto
0,5dl de água
50g de açúcar
1 colher de sopa de sumo de limão


1. Colocar os figos cortado em pedaços num tacho. De seguida acrescentar os restantes ingredientes e levar ao lume. Deixar apurar.

2. Deixar arrefecer.


Creme de iogurte grego com queijo ricotta

Ingredientes:
250g de iogurte grego natural
125g de queijo ricotta
1 colher de sobremesa de extracto de baunilha (facultativo)


1. Colocar os ingredientes numa taça e mexer muito bem.

2. Servir o creme com a compota de figos.


A compota e o creme dão para quatro boiões de iogurte. Coloquei quatro colheres de sobremesa de creme na base dos copos, de seguida coloquei duas colheres de compota, mais iogurte e finalizei com a compota de figos. Coloquei no frigorífico umas horas antes de servir e foi sucesso total. O Ricardo acha que fiz pouco!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Risotto de açafrão com flores de courgette recheadas


O Concurso de Receitas Comer e do Hotel Aviz decorre até 31 de Agosto e eu decidi participar com a receita que vos apresento hoje. Tudo começou com uma ida a Santarém onde fui apanhar flores de courgette. Chegada a casa decidi recheá-las e fazer um arroz de açafrão. O prato ficou tão bom, que o Ricardo me disse: não andavas a pensar numa receita para o concurso do Hotel Aviz? Por que é que não concorres com esta? Às vezes, nem é preciso procurar muito. Estava decidido.

No concurso ganha a receita que tiver mais Likes/Gostos no Facebook por isso se gostaram desta receita eu agradeço desde já o vosso apoio clicando aqui. Basta fazer Like/Gosto na foto da minha receita.


Risotto de Açafrão

Ingredientes:
160g de arroz para risotto
1 cebola picada
1 dente de alho picado
0,5dl de azeite
1dl de vinho branco
1 pitada de açafrão em fios (aproximadamente 12 fios)
2dl de água quente
6dl de caldo de galinha quente
25g de manteiga
15g de queijo parmesão ralado
sal q.b.


1. Colocar os fios de açafrão num copo. Adicionar os 2dl de água quente e reservar.

2. Num tacho colocar o alho, a cebola e o azeite. Levar ao lume e deixar refogar, mexendo uma vez por outra, até a cebola quebrar.

3. Acrescentar o arroz e mexer. Refrescar com o vinho branco. Assim que o vinho evaporar, adicionar o chá de açafrão, com os fios. Temperar com sal.

4. Ir adicionando o caldo de galinha pouco a pouco à medida que o arroz for pedindo.

5. Assim que o arroz estiver cozido, retirar do lume e adicionar a manteiga e o queijo. Envolver bem e servir de imediato com as flores de courgette recheadas.


Flores de courgette recheadas

Ingredientes:
18 flores de courgette
125g de requeijão
7g de cebolinho fresco picado
20g de tomate seco em azeite
15g de queijo parmesão ralado
2 colheres de sopa de azeite
sal e pimenta preta de moinho q.b.


1. Pré-aquecer o forno a 180ºC.

2. Numa taça colocar o requeijão, o cebolinho, o tomate seco picado com um pouco do seu azeite e o queijo ralado. Temperar com sal e pimenta a gosto.

3. Com um garfo esmagar e envolver muito bem os ingredientes.

4. Retirar os estames das flores e rechear com a mistura de requeijão.

5. Depois das flores recheadas, juntam-se e torcem-se um pouco as pontas para ficarem fechadas.

6. Colocam-se as flores num recipiente de forno. Rega-se com o azeite e levam-se ao forno durante 8 minutos.

7. Servem-se com o arroz de açafrão.


O arroz fica delicioso e as flores de courgette recheadas ajudam a tornar este prato muito especial.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Mercado biológico do Príncipe Real e uma receita


Uma das coisas que me dá imenso prazer quando viajo é visitar mercados. Adoro os cheiros, as cores, a variedade de produtos e o modo como estão expostos. Costumo fazer compras semanalmente num mercado perto de minha casa onde compro principalmente vegetais e pão fresco.

Um dos desafios que coloquei aos leitores, durante o mês de Julho, num dos textos que escrevi para o Bla Bla Blog da IKEA foi uma visita a um dos mercados da cidade. A variedade de produtos que encontramos num mercado é muito maior do que numa grande superfície. Para além da variedade temos também acesso a comparar preços, a conhecer pessoas que muitas das vezes produzem o que têm exposto. E para mim, as compras que faço no mercado são sempre muito boas. A fruta tem cheiro e os legumes estão viçosos e convidam a que venhamos para casa cozinhá-los logo, para os aproveitar da melhor forma.


Durante esta semana, vou relatar a minha visita a alguns mercados da cidade onde comprei produtos que a seguir cozinhei. O primeiro mercado que visitei foi o mercado biológico do Príncipe Real. Fui ao mercado num sábado de manhã com o Ricardo. O dia estava bonito e deixámos o carro de modo a passearmos um pouco pela cidade antes e depois de fazermos as compras. Quando chegámos, a esplanada do café do parque estava cheia de gente, principalmente jovens e alguns turistas. A zona de mercado é pequena, não terá mais de 7 a 8 tendas com venda de produtos. Mas ali encontramos um pouco de tudo. Abóboras de diferentes variedades, ervas aromáticas frescas e secas, rúcula e rúcula selvagem ao quilo, cenouras de várias cores, ervas aromáticas em vasos, e principalmente produtos que considero diferentes e menos usuais. Um desses produtos, é a mizuna que acabei por comprar.

Salada de mizuna com manjericão, beterraba, laranja e salmão grelhado


Ingredientes para a salada:
100g de mizuna
1 beterraba cozida
1 laranja
20g de nozes picadas
20 folhas de manjericão


1. Lavar e cortar com as mãos a mizuna. Colocá-la numa taça.

2. Retirar a casca à laranja, cortar os gomos sem a pele.

3. Juntar à mizuna os gomos de laranja, a beterraba cortada, as nozes e as folhas de manjericão rasgadas com as mãos.

4. Temperar com o molho vinagreta.


Ingredientes para o molho vinagreta:
0,5dl de azeite
1 colher de sopa de vinagre de espumante
pimenta preta de moinho
1 colher de chá de mostarda em grão
sumo que resultou do corte da laranja (facultativo)
sal (facultativo)


1. Colocar os ingredientes num copo e com um garfo ou vara de arames misturar muito bem.


Ingredientes para o salmão grelhado:
2 lombos salmão com pele
coentros em pó
1/2 colher de café de sementes de funcho
sal


1. Temperar o salmão da parte sem pele, com o sal, uma pitada de coentros em pó e as sementes de funcho.

2. Aquecer a chapa. Assim que estiver quente, colocar o salmão do lado que tem a pele. Deixar grelhar e depois virar.

3. Servir o salmão com o molho vinagretta e a salada.


A salada fica tão boa. A mizuna foi uma boa descoberta!

Do mercado do Príncipe Real trouxe os melhores rabanetes que comi nos últimos tempos. Com aquele ligeiro picante que os caracteriza e tão tenros. Eu adoro rabanetes mas aflige-me a falta de qualidade deste produto, muitas das vezes. Não sei se já vos aconteceu, mas a mim, é recorrente, comprar um saco com rabanetes e estarem ocos, rendilhados. Não gosto nada. É deitar dinheiro fora. Mas estes não. Perfeitos. Trouxe também cenouras com rama, manjericão e um raminho de sálvia. Ir aos mercados vale mesmo a pena, principalmente pelos produtos frescos e saborosos.

Amanhã teremos a visita a outro mercado.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Tomate recheado com cuscuz e queijo feta


Já há algum tempo que queria fazer tomate recheado. Quando pensei nas receitas para esta semana dedicada ao tomate, decidi que uma teria que ser de tomate recheado. Foi o almoço de um destes dias e soube muito bem.

Ingredientes:
Aproximadamente 20 tomates de rama médios
125g de cuscuz
125ml de água quente
25g de manteiga
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
8g de salsa picada
100g de queijo feta cortado em pequenos cubos
30g de azeitonas pretas cortadas em pedaços
4 colheres de sopa de azeite (60 ml)
sal e pimenta preta de moinho q.b.


1. Cortar a parte de cima do tomate e reservar. Retirar as sementes e o interior do tomate.

2. Picar a polpa de tomate e colocar numa saladeira. Adicionar a cebola, o alho, a salsa, o queijo feta e as azeitonas.

3. Colocar o cuscuz num tabuleiro e regar com a água. Mexer com um garfo para separar os grãos e deixar descansar sensivelmente 5 minutos.

4. Colocar a manteiga numa frigideira e levar ao lume. Assim que a manteiga estiver derretida, juntar os cuscuz e mexer de modo a que os grãos fiquem bem soltos.

5. Juntar os cuscuz à mistura anterior. Regar com duas colheres de sopa de azeite e mexer muito bem.

6. Pré-aquecer o forno a 180ºC.

7. Rechear o tomate com o preparado anterior.

8. Dispor o tomate num tabuleiro. Colocar a parte de cima que se cortou de modo a fechar o tomate. Regar com duas colheres de sopa de azeite e levar ao forno durante 40 minutos.


Servi o tomate recheado com uma salada mista de verdes. O tomate recheado fica muito saboroso. O queijo feta dá-lhe um toque muito especial. Quem quiser pode substituir o cuscuz por arroz, massa pevide ou até quinoa. A todos, votos de bom fim-de-semana.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Molho de tomate com manjericão e um prato de massa


O ano passado por esta altura andava numa viagem por Itália, com início em Roma e que terminou num passeio pelo Lago Como, perto de Milão. Uma das coisas que os italianos valorizam para além da pasta é o molho. E assim com uma variedade enorme de diferentes tipos de massa, fazem pratos cheios de sabor, com molho de tomate e queijo que nos deixam a sonhar por mais. E foi com um misto de saudosismo que decidi nesta semana dedicada ao tomate fazer um prato a lembrar as férias de Verão do ano passado.

Molho de tomate com manjericão

Ingredientes:
2Kg de tomate
1 cebola grande
2 dentes de alho
1dl de azeite
1 folha de louro
2 talos de aipo
1 cenoura
20 folhas de manjericão
sal e pimenta preta de moinho q.b.


1. Escaldar o tomate e limpá-lo de peles e sementes. Picar a polpa.

2. Num tacho, refogar em azeite a cebola cortada em meias luas e o alho esborrachado e depois picado, até a cebola quebrar, mexendo de vez em quando.

3. Acrescentar o tomate, o louro, os talos aipo de aipo cortados em quatro, a cenoura cortada em quatro e as folhas de manjericão. Temperar com sal e pimenta a gosto. Deixar cozinhar até a cenoura estar cozida.

4. Retirar a cenoura, o louro e o aipo. Triturar a mistura com um passe-vite.

5. Levar o molho novamente ao lume brando e deixar apurar durante 20 minutos.

6. Colocar num frasco esterilizado com capacidade de 750ml e guardar no frigorífico.


Depois de ter o molho feito faz-se um prato de pasta em menos de 10 minutos. Para isso basta cozer a massa, usei 250g de spaghettoni fresco que cozeu em 8 minutos em água a ferver temperada com sal. Depois aqueci várias colheradas de molho de tomate a que juntei uma mão cheia de folhas frescas de manjericão. Coloquei o molho por cima da massa, envolvi. Por fim, polvilhei com queijo Grana Padano ralado e foi comer até não haver nada. Tão bom! Num bom prato de massa, o molho faz toda a diferença.


Cá em casa, o molho de tomate consome-se em três ou quatro pratos de massa. Por isso, acabo por não o guardar em pequenos recipientes com mais ou menos uma dose para dois e congelar.