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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Queijo quark com compota de frutos vermelhos


O Verão chegou envergonhado, mas pelas previsões da meteorologia, parece que nos próximos dias vamos ter calor. Esta é uma das minhas épocas do ano preferidas, não só porque a associo a dias de férias, mas porque procuro aproveitar os dias de bom tempo para ler, passear mais pela cidade - gosto tanto de ir ver o Tejo - para fazer sardinhadas com a família, para apanhar sol.

O Verão não pede só comidas e bebidas frescas, pede também, sobremesas, de preferência sem forno, e que se façam num abrir e fechar de olhos. Uma das últimas que fiz, cá em casa, foi com queijo quark e fruta. Ficou tão bom. Até dá para levar para a praia!

terça-feira, 3 de abril de 2018

Pudim de gelatina com queijo quark e frutos vermelhos


A Primavera traz a vontade de renovação, de mudança. A natureza renasce depois de um período de frio e chuva. Os dias tornam-se maiores, cheios de luz. Esta mudança de estação traz-nos, por norma, mais energia. Vontade de fazer coisas. Sair de casa e aproveitar os dias bonitos.

Nesta altura do ano costumo sempre dar uma volta aos armários. Escolho sempre roupas que já não uso. Coloco em sacos para dar ou então reciclo-as. Às vezes, tenho calças e faço calções para usar no Verão. Há vestidos que se transformam-se em saias. Há t-shirts para passar para a gaveta das caminhas. Mudar ou renovar o guarda-roupa é um dos imperativos, cá em casa, na Primavera. Também costumam fazer o mesmo?

E depois de um fim-de-semana, à volta da mesa, com muitas amêndoas de chocolate e outras coisas bem doces, deixo-vos, hoje, a sugestão de uma sobremesa sem açúcar que é repetida muitas vezes cá em casa.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Musse de queijo quark com dióspiro


De que é feita a felicidade? Será composta daqueles momentos em que a alegria nos faz bater o coração? Será que é feita da mesma matéria que as estrelas? Uma pessoa feliz, é uma pessoa que brilha, mesmo que à sua volta haja apenas escuridão.

Qual a matéria que origina as gargalhadas? Será a mesma que nos impele a sonhar? E quando sorrimos, o que nos conta o coração? Será que nos quer dizer que a vida vale a pena todos os dias? Sabemos que há pessoas que estão sempre a sorrir, mesmo que o lado esquerdo do peito se entristeça com a força aparente das palavras dos outros. Rir, rir de tudo ... é sempre o melhor remédio para a alma e para a vida.

Porque existimos? Trazemos connosco o destino traçado? Ou somos nós que fazemos da nossa vida uma dádiva que vale cada segundo? Há coisas que nos acontecem e que não dependem de nós. Há coisas que queremos e não conseguimos. O importante é perceber sempre qual o caminho a seguir, mesmo que às vezes à nossa frente a visibilidade seja toldada por um intenso nevoeiro.

De que é feito o silêncio? O que nos diz o brilho das estrelas? Como se guardam as memórias? Guardam-se em caixinhas feitas de momentos bons e sorrisos à mistura. Como aquele momento em que partilhamos uma sobremesa, num dia bonito, com as pessoas de quem mais gostamos.