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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Doce de abóbora com nozes e vinho do Porto

Se há uns anos atrás, me dissessem que um dia me iria interessar por utensílios agrícolas, tesouras de poda, substratos, técnicas de cultivo e de irrigação. Que um dia, iria a lojas à procura de serrotes e motoserras, roçadoras com rodas, entre outras coisas, acho que a primeira reação seria rir-me! E depois, possivelmente, diria que isso dificilmente iria acontecer porque os meus interesses e actividades estavam focados noutras áreas.

Mas a vida não é uma linha reta. E o que o ontem parecia impossível, hoje, tornou-se uma realidade. Desde que comprei a minha casa no Ribatejo, que passei a querer ter uma horta, a querer cuidar do terreno e das árvores. Passei a querer cortar lenha para a lareira e a cuidar do jardim.

Ter uma horta é muito gratificante. Para além de nos permitir estar ao ar livre, colocar as mãos na terra, no final, temos a recompensa de colher o que vimos crescer. E este processo é inigualável.

Posso dizer que ter uma horta é uma forma de aprendizagem. É algo que nos acaba por mudar. Uma das coisas que mudou, aqui em casa, foi a organização do lixo. Sempre fizémos a separação do lixo, mas agora tem um destino diferente. Tudo o que seja biodegradável vai para o compostor. Tenho um compostor pequeno, aqui em casa, que depois despejo para um de maiores dimensões que tenho no terreno. Papéis e cartões vão para o compostor ou para a lareira. Posso dizer-vos que o lixo produzido, aqui em casa, reduz-se, praticamente às embalagens. E isso deixa-me muito contente.

Outra mudança que ocorreu foi que me passei a interessar por sementes. Hoje em dia, procuro guardar sementes. E passei a querer colocar na horta, legumes que fizeram parte da minha infância. O ano passado, comprei sementes de abóbora porqueira. Sempre me lembro de a minha mãe dizer que a abóbora porqueira era óptima para fazer doce. E na horta, com a ajuda da minha mãe, tivemos abóboras porqueiras. Para partilhar com a família fiz doce de abóbora e doce de abóbora com nozes e vinho do Porto, que fez muito sucesso. Deixo-vos, hoje, a receita.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Doce de chuchu com laranja e coco

No início de cada ano, gosto de rever como foi o ano anterior. Para me ajudar, revejo o album de fotos que fui tirando com o telemóvel e consulto a minha agenda. Apesar de toda a tecnologia, confesso que ainda gosto de ter uma agenda em papel onde vou colocando os meus compromissos e outras notas.

Em relação ao balanço, já vos falei do clube de leitura Ler com Apetite e dos livros que li no ano que passou.

Em termos profissionais, o ano passado, fiz workshops no Porto e voltei a fazer workshops em Lisboa. Soube bem voltar a fazer workshops em Lisboa, ou melhor, na Academia Auchan de Alfragide, que é um espaço que reune excelentes condições para este tipo de eventos. Fiz, também, pela primeira vez, um workshop no Cascais Food Lab, e correu muito bem. Foi uma manhã muito gratificante.

Em termos de showcookings, estive na Oficina da Regueifa e do Biscoito, em Valongo, onde preparei receitas com regueifa e biscoitos, típicos da região. Passei pelo Rock in Rio, desta vez no Parque Tejo Lisboa, com um showcooking no stand da Teka e voltei à festa do Continente, no Porto, a convite do azeite Oliveira da Serra, onde preparei uma receita de aproveitamentos. Estive no festival Read On, em Almada, a cozinhar os sabores da Primavera, com receitas frescas e cheias de cor. Voltei a ser jurada do concurso O Melhor Pastel de Nata de Lisboa e do concurso A Mesa dos Portugueses. Fazer parte do grupo de jurados destes concursos é mesmo muito gratificante.

Em 2024 participei em alguns programas de televisão e cozinhei várias receitas Em Direto da Minha Cozinha. Sabem que adoro receber-vos na minha cozinha, é uma forma de conversarmos. Para mim, é mais uma forma de partilha.

O ano passado, apoiei a minha família e ajudei a minha mãe na horta. Recebi os meus amigos em casa.

Das coisas que fiz, pela primeira vez, assim que me lembro, destaco viajar de avião de Lisboa até Faro, ter uma experiência, em família, numa sala Escape Room e fazer o meu próprio keffir. A vida tem sempre mais piada quando valorizamos as pequenas coisas, ou melhor, quando as pequenas coisas nos trazem um sentimento de felicidade e de conquista. Uma outra coisa que fiz, pela primeira vez, no ano que passou, foi doce de chuchu. Gostei tanto que decidi, fazer para oferecer no Natal. Deixo-vos, hoje, outra receita de doce de chuchu.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Doce de chuchu

Vamos preparar o Natal?

Este ano temos chuchus no quintal. E temos tido chuchus em abundância. Tem dado para usar nas sopas, para saltear, consumir cozido como se fosse batata, para usar em bolos, em doce e, até, para congelar!

Este ano fiz doce de chuchu pela primeira vez e todos adoraram. Como a família gostou, decidi colocar este doce nos presentes para comer a oferecer nesta quadra festiva!

Podemos fazer mil e uma coisas para oferecer como presentes para comer. Lembro-me que durante anos, na minha aldeia, os vizinhos ofereciam coisas da terra, uma garrafa de azeite, sacos com figos secos e nozes, um frasco de mel, ou algo saído das cozinhas, como uma travessa de arroz-doce ou uma caixa com broas. As lembranças de Natal, feitas com carinho, são sempre tão especiais. Para quem anda a preparar o Natal, deixo-vos mais uma sugestão de presentes para comer, coloquem o doce de chuchu numa cesta. Acrescentem uma colher e um saco com tostas. Tão bom!

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Doce de tomate com gengibre

Todos os anos, nesta altura do ano, gosto de aproveitar a abundância de tomate e fazer doce de tomate. Já partilhei convosco o doce de tomate da minha mãe, doce de tomate com baunilha, doce de tomate com maçã e canela, doce de ameixa e tomate, doce de melão com tomate, o ano passado fiz doce de tomate com pera e doce de tomate com gengibre. Na altura não partilhei a receita, mas este ano voltei a fazer e deixo-vos então o modo como preparei este doce que surpreende quem prova.

O doce de gengibre fica ligeiramente picante - há quem estranhe! - e pode ser usado para servir com pão ou torradas, mas aqui por casa, para além disso, gostamos de o consumir com queijo. Por exemplo, é óptimo, para colocar numa tábua com diferentes queijos e surpreender a família. Agora que encontramos bom tomate, experimentem!

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Doce de curgete com baunilha

Aos anos que queria partilhar convosco esta receita. Por uma ou outra razão, a ocasião foi passando. Mas este ano, tenho três pés de curgete na horta que fiz com a minha mãe. Já vos falei deste projeto. Desde a morte do meu pai que decidi fazer uma horta com a minha mãe. No primeiro ano, tivemos pouca coisa. Umas favas, couves, cebolas, salsa e alfaces. No segundo ano, já nos aventurámos mais. Para além das favas, couves, tomateiros, abóboras, chuchus, curgetes, pimentos, pepinos, tivemos feijão-verde e batata-doce. Este ano, perdemos a cabeça e enchemos a terra de coisas boas. Para além de tudo o que semeámos o ano passado, este ano, acrescentámos ervilhas, beterrabas e alho-francês.

Ter uma horta torna-se terapêutico. A horta precisa que se lhe olhe por ela, todos os dias. Para além da água, adubos, cuidados com as pragas, precisa, essencialmente, de carinho. O que a horta trouxe à minha mãe, na minha opinião, foi um propósito. Todos os dias que se levanta sabe que tem que ir cuidar da horta. A horta depende dela. E depois, como valorizamos tudo o que a horta produz, isso deixa-a feliz. A felicidade é meio caminho para uma vida mais longa ou, pelo menos, ajuda. Gosto de acreditar que sim!

E o que é que a horta me trouxe a mim? Para além de todas as coisas boas que posso colher, trouxe-me mais proximidade com a minha mãe. Trouxe-me algo para fazermos as duas, algo que nos une num único propósito. Trouxe-me muito trabalho, claro! - tanto que por vezes, penso "será que sou capaz?"! Mas para além disso, trouxe-me a vontade de aprender, de saber mais, de procurar informação sobre como plantar e cuidar da terra. Trouxe-me a vontade de guardar sementes e de partilhar plantas com os vizinhos e os amigos. Trouxe-me também o prazer de colocar na mesa o que colho da minha terra.

sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Doce de tomate com pera

Fazer doce de tomate, sempre foi tradição, em casa dos meus pais. Assim, que em Agosto, o tomate nos chegava em abundância e bem maduro, parte da da colheita da horta ia para o tacho com açúcar e canela.

O doce de tomate é, sem dúvida, um dos meus preferidos. Este ano, fiz doce de tomate com gengibre e doce de tomate com pera. Ficaram ambos tão bons. Deixo-vos, hoje, a receita do doce de tomate com pera. Experimentem!

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Doce de pêra com baunilha

Fazer doces e compotas é uma forma de preservarmos as frutas. De há uns anos para cá, que procuro aproveitar algumas das frutas que tenho no quintal, em Santarém, e o destino, são os doces. 

Faço cá para casa e para oferecer. Alguns guardo já a pensar nos cabazes de Natal. Um dos últimos doces que fiz foi de pêra a que juntei baunilha. E digo-vos, o resultado foi tão bom!

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Tábua para um brunch de domingo

O brunch é um conceito que junta o pequeno-almoço e o almoço na mesma refeição e é, normalmente, servido no final da manhã ou no início da tarde. Por ser muito prático, torna-se uma excelente sugestão para quando queremos fazer uma refeição, em família, aos domingos.

Os domingos são dias em que, normalmente, abrandamos o ritmo, em que a família muitas vezes acorda tarde, em que nem sempre temos disponibilidade emocional para ir para a cozinha. Nestes dias, fazer uma tábua para um brunch pode ser uma excelente ideia, pois podemos juntar preparações que combinam com um almoço leve e ao mesmo tempo com um pequeno-almoço prático, mas sem perder a sofisticação.

A sugestão que partilho convosco exige poucas preparações. Basta fazerem panquecas e cozerem ovos, que podem até preparar de véspera, se preferirem. Depois vejam o que têm no frigorífico e despensa. Arranjem uma tábua com o formato e o tamanho que gostarem e que permita colocar variedade de ingredientes de modo a criar a ideia de fartura. Coloquem os ingredientes na tábua de forma apelativa e levem para a mesa. A família vai adorar!

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Doce de figo


Os figos frescos são, para mim, uma das frutas que simboliza o Verão. No passado fim-de-semana, fui visitar os meus pais. No quintal, temos figueiras. Numa delas, consegui apanhar uma cesta pequena de figos. Ainda não estavam bem maduros, mas mesmo assim, não me demovi.

Quando cheguei a Lisboa, decidi usá-los para fazer um irresistível doce de figo.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Compota de morango com sementes de chia


Sementes de chia são, daqueles ingredientes, que costumo ter sempre, em casa. Costumo usá-los, principalmente, para fazer pudins. Mas gosto, também, de as colocar nas papas de aveia ou nos batidos.

Os pequenos-almoços são uma das minhas refeições preferidas. Gosto de começar o dia, de preferência, com comida colorida. E adoro, divirto-me até, em ir variando o que vou comendo.

De há uns tempos para cá, comecei a fazer nas pré-preparações para as refeições da semana, uma compota rápida de frutos com sementes de chia. A primeira que fiz foi com framboesa.

Estas compotas não são iguais às tradicionais compotas de fruta em que juntamos açúcar e deixamos apurar, ao lume, até obter um ponto. Estas compotas de fruta com sementes de chia são uma opção rápida e o seu tempo de conservação é diferente. É para fazermos e irmos comendo num curto espaço de tempo.

E nos últimos tempos, a compota que mais tenho feito, cá em casa, para servir ao lanche ou nos pequenos-almoços é a de morango com sementes de chia. Fica tão boa!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Compota de famboesas com sementes de chia


Os pequenos-almoços são uma refeição que adoramos, cá em casa. Gostamos de ir variando o que se come na primeira refeição do dia. Mudar a nossa alimentação é algo que se faz, aos poucos. Há uns anos atrás, ninguém me tirava uma caneca de leite com chocolate, logo de manhã, e uma fatia de pão com manteiga. Ainda hoje adoro! Mas, já não o faço todos os dias. Para mudarmos, precisamos de querer, precisamos de ter necessidade de introduzir mudanças nos nossos hábitos e nos daqueles com quem partilhamos a nossa vida.

Mudar o que se come, principalmente, ao pequeno-almoço, é um processo. Cá em casa, hoje em dia, gostamos de incluir legumes, como a batata-doce ou a curgete nos nossos pequenos-almoços. Por vezes, usamos também húmus, tomate, pepino ou abacate. Há dias, em que faço papas de aveia ou coloco na mesa pudim de chia, waffles ou panquecas. Continuamos a gostar de pão e de compotas.

Para servir nos pequenos-almoços, nos últimos tempos, passei a fazer uma compota rápida de framboesas com sementes de chia. Come-se tão bem!

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Doce de figo com gengibre e limão


A época dos figos, vindos da horta, chegou ao fim. Este fim-de-semana, ainda consegui comer os últimos figos da figueira do quintal. Apanhados e comidos logo, sabem sempre tão bem!

Dizemos adeus ao Verão e recebemos o Outono. Na horta, os marmelos e as romãs já estão prontos a colher.

Todos os anos, procuro aproveitar a época dos figos e usá-los em saladas e bolos. Gosto também de os conservar em deliciosos doces e compotas. Este ano decidi fazer um doce de figo, desta vez, com gengibre e limão. Ficou tão bom!

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Doce de ameixa branca com pêssego


Sinto-me muito grata por ter um quintal com várias árvores de fruto. E é no Verão que sentimos a abundância, principalmente das ameixas.

Uma das coisas que costumo fazer, nesta altura do ano, para dar destino à fruta que vamos colhendo das árvores, é doces. Todos os anos faço doces e compotas com as frutas do quintal.

Em Julho, antes de ir de férias, para dar destino a algumas ameixas brancas que ainda tinha, decidi colocá-las num tacho com açúcar, juntei-lhe uns pêssegos e o resultado foi um doce delicioso para os pequenos-almoços desta época do ano.

terça-feira, 19 de março de 2019

Doce de laranja com a casca


Na minha família, temos a tradição do doce de laranja amarga feito pela tia Dulce. Sempre que fazia, cá em casa, recebíamos um frasco para nossa felicidade. Hoje em dia, é difícil encontrar laranjas amargas e como tenho tantas laranja doces no quintal, decidi que este ano tinha que dar destino a esta fruta de maneira diferente.

Um dos destinos, que decidi dar a algumas das laranjas que trouxe, foi fazer uma compota. No domingo passado, a família juntou-se para mais um almoço de cozido à Portuguesa e levei um frasco deste delicioso doce para todos, incluindo a tia Dulce. Acho que este ano o vou incluir também nos saquinhos de Páscoa, juntamente com as amêndoas e os folares. Fica mesmo muito bom!

terça-feira, 12 de março de 2019

Compota de pimento vermelho


Há uns tempos atrás, fui convidada pela Pescanova para uma demonstração de cozinha com o chef Miguel Mesquita e o actor Lourenço Ortigão. Nessa manhã, assisti à preparação de um prato de bacalhau, uma brandade. E uma das coisas, que colocaram a acompanhar o prato, foi compota de pimentos vermelhos, que nos ensinaram também a preparar.

Assim que provei, foi uma verdadeira revelação. Compota de pimentos vermelho? Afinal, era tão bom! No dia seguinte, decidi, logo, experimentar e fiz a receita exactamente como o chef Miguel Mesquita explicou.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Doce de meloa com baunilha e laranja


Todos os anos faço doces e compotas. Adoro! Acho que foi um hábito que adquiri com a minha mãe e que hoje em dia procuro continuar.

Gosto de fazer doces principalmente quando tenho abundância de fruta a que quero dar destino. Há alturas do ano em que, felizmente, temos abundância graças ao que vamos semeando e produzindo no nosso quintal, em Santarém.

No final do Verão chegam, quase sempre, melão e meloas à minha cozinha. Quando vejo que não são grande coisa, em termos de sabor para comer ao natural, acabo por os colocar nas saladas ou fazer doces. Um dos últimos que fiz, foi com meloa. E fica tão bom!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Marmelada com aguardente velha


Todos os anos faço marmelada. Adoro! Tenho a sorte de ter vários marmeleiros no quintal em Santarém e por isso, assim que começam a ficar no ponto, começo logo a pensar em dar-lhes destino.

Este ano decidi juntar à marmelada aguardente velha. Sigo a receita tradicional, só que lhe juntei o toque caprichoso da aguardente. Cá em casa, comida à fatia, sabe tão bem!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Doce de tomate com baunilha


O Verão é a altura do ano em que faço mais doces e compotas. E um dos meus doces preferidos é o de tomate. O tomate é um produto que nos chegou com os Descobrimentos. E como se cozinhava então sem este produto maravilhoso?

O tomate é nativo da região andina da América do Sul. Evidências genéticas demonstram que tem origem no Peru. Foram os conquistadores espanhóis que o trouxeram para a Europa e chamaram-lhe tomate. Esta designação resulta da palavra asteca tómatl, que significava “frutos roliços”, pois o tomate propriamente dito, era xitomatl. Ao contrário de outros alimentos vindos do novo mundo, o tomate, tal como a batata, foi encarado com desconfiança pelos europeus e remetido, durante décadas a planta ornamental. Em Inglaterra, fazia parte dos jardins reais. Só as classes mais pobres ou em alturas de escassez é que se recorria ao seu consumo. Os italianos chamaram-lhe pomo d'oro ou manzana dourada, o que poderá talvez querer dizer que o primeiro tomate que chegou à Europa seria de cor amarela. De Itália chegou a França, onde foi apelidado de pomme d'amour. Foram os italianos a incluir pela primeira vez o tomate num livro de receitas.

O tomate caracteriza a cozinha portuguesa. Tantos e tão bons são os pratos que levam tomate. Como se costuma dizer, em tempo de tomate não há más cozinheiras.

O tomate chega-nos na sua plenitude de sabor e doçura em Agosto. E este ano decidi aproveitar a produção da horta, em Santarém, e fazer doce de tomate. A receita que publico, hoje, foi com baunilha.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Doce de melão com pêra


O doce faz parte da vida. Há dias ou momentos em que uma coisinha doce nos anima o corpo e espevita a alma. Bolos e biscoitos fazem parte dos lanches, almoços e até pequenos-almoços, cá de casa, dependendo dos dias. Com peso e medida, claro! Cá em casa, gostamos também de servir doces ou compotas, caseiros, feitos com a fruta da horta, para acompanhar alguns dos momentos do nosso dia.

Adoro uma fatia de pão torrado barrada com doce. É uma maneira reconfortante de começar o dia! E se for com uma camada de queijo creme, é tão bom! Os doces e compotas podem também ser servidos com uma tábua de queijos. A verdade é quando se gosta de algo, há sempre motivos para o saborearmos. Com o intuito de aproveitar a abundância de fruta que trago do quintal, este ano acho que bati o recorde de doces e compotas feitos, em casa, nesta altura do ano. A receita que vos trago, hoje, junta melão e pêra. Fica tão bom!