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sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Tarte de maçã

Adoro o aroma perfumado de um bolo de maçã. Há qualquer coisa de mágico que nos desperta os sentidos e convida a sentar à mesa, sempre que há uma sobremesa de maçã.

Há dois tipos de pessoas, as que adoram tudo o que leva maçã e, as outras que apreciam maçã, mas não perdem a cabeça por este fruto. Eu perteço ao primeiro grupo. Adoro maçãs, seja para comer à dentada, cortadas e mergulhadas em manteiga de amendoim, em pães, em doces, assadas ou em sobremesas. A maçã é um fruto versátil e maravilhoso.

Este ano decidi dar destino, de forma mais consistente, às maçãs que temos no pomar no Ribatejo e, uma das coisas boas que fiz, foi esta tarte. Espero que gostem!

sexta-feira, 24 de março de 2023

Tarte de amêndoa caramelizada

A Páscoa quere-se doce. Com amêndoas e ovos de chocolate, com folares perfumados e, muitas outras coisas boas.

Um, dos doces, que costumava fazer, nesta altura do ano, para partilhar com a família, era a tarte de amêndoa. Adoro! A massa com a cobertura crocante, ligieramente caramelizada, resulta tão bem.

Este ano, para a mesa de Páscoa, deixo-vos a receita da tarte de amêndoa caramelizada.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Tarte de salmão fumado com curgete

Agosto é mês de férias para muitas famílias. Nesta altura do ano, procuramos, tantas vezes, receitas para levar. Levar para a praia ou, para comer com a família num piquenique. Aproveitar o bom tempo e comer ao ar livre, sabe tão bem!

A convite da Parmalat, deixo-vos uma receita deliciosa e muito prática, uma tarte de salmão fumado com curgete. As natas Parmalat fazem parte dos ingredientes que costumo ter sempre na minha despensa. Para esta tarte, escolhi a Nata Culinária Levíssima, com 10% de gordura mas que conserva toda a cremosidade e enriquece o sabor dos nossos pratos. Espero que gostem!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Tartelettes de camarão com alho-francês e caril


Maio traz-nos os dias de sol bonitos que convidam a aproveitar o bom tempo fora de casa. Gosto destes dias assim cheios de luz. Dão-me energia e convidam a refeições mais leves.

Uma das coisas que gosto de preparar é tartes, sejam grandes ou pequenas. São óptimas servidas mornas ou mesmo frias, com uma salada, para um lanche ou refeição, resultam sempre bem. E foi isso que decidi confeccionar quando a Parmalat me desafiou a criar uma receita com as suas natas com caril. A nata com caril chegou ao mercado recentemente e traz o sabor característico da conhecida mistura de especiarias indiana. Cá em casa ficámos fãs.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

25 receitas de tartes doces e salgadas


Gosto imenso de tartes sejam salgadas ou doces. As tartes doces resultam muito bem para usar fruta da época ou para preparar e levar para uma festa. Adoro servir uma fatia de tarte como sobremesa com uma bola gelado num dia de festa. É sempre um sucesso!

As tartes salgadas, permitem usar uma grande variedade de ingredientes e são muito práticas. Quantas vezes não preparei uma tarte ou quiche para uma refeição em casa e no dia seguinte levei para o trabalho. Comem-se muito bem tanto mornas como frias e por isso podem ser preparadas de véspera. Há dias em que dá tanto jeito ter uma tarte pronta à nossa espera no frigorífico.

Para quem gostar de tartes encontra aqui uma selecção muito interessante:
- Quiche de alho-francês com salmão e espinafres;
- Quiche de cenoura e atum;
- Quiche de curgete;
- Quiche de favas e curgete;
- Tarte de bacalhau com azeitonas;
- Tarte de bacalhau com queijo;
- Tarte de cebola caramelizada com queijo de cabra;
- Tarte de cenoura;
- Tarte de chocolate com framboesas;
- Tarte de coco da Tété;
- Tarte de coco e leite condensado;
- Tarte de cogumelos com queijo Roquefort;
- Tarte de cogumelos frescos;
- Tarte de curgete com camarão e tomate seco;
- Tarte de curgetes em flor com tomate e requeijão;
- Tarte de espinafres com tomate cereja;
- Tarte de maçã;
- Tarte de salmão com queijo ricotta;
- Tarte de tomate cereja com azeitonas e queijo mozzarella;
- Tarte de tomate e curgete com queijo Camembert;
- Tarte rústica de damascos;
- Tarte tatin de banana;
- Tarte tatin de marmelos;
- Tarte tatin de maçã;
- Tartelettes de farinha de grão com alho-francês e cogumelos.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Tarte de cebola caramelizada com queijo de cabra


As combinações doce e salgado nem sempre me conquistam. Mas como em tudo há sempre excepções à regra. Gosto imenso de juntar doce e salgado quando uso queijos. Adoro queijo brie panado com compota de frutos vermelhos uma entrada para uma refeição em família ou com amigos que surpreende, tostas com queijo e compota de cebola roxa com tâmaras é algo que se aproxima do divino de tão bom que é ou então para uma festa de Verão estes vol-au-vent com queijo creme e doce de figo, resultam num contraste de doce e salgado muito guloso.

Um outra combinação que adorei, misturando doce e salgado, foi esta tarte de cebola caramelizada com queijo de cabra, que preparei para a revista Comer de Março/Abril de 2015. É irresistível! Querem provar?

Relembro, que hoje às 18h30 vou estar no Museu do Vinho, em Alcobaça, no Festival Books & Movies para um showcooking.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Tarte de chocolate com framboesas


No Dia dos Namorados gosto sempre de preparar um miminho especial. Há nove anos quando este blogue começou, uma das primeiras receitas que coloquei foi alusiva a este dia. Umas maçãs recheadas com queijo. Ficaram tão boas!

Cá por casa este dia comemorou-se à volta da mesa e à noite, sentados no sofá viajámos com Woody Allen por uma das cidades que mais gostámos de visitar, Roma. Mas o Dia dos Namorados, pode ser quando quisermos. Há sempre forma de encontrar motivos para comemorar, por isso, hoje deixo-vos esta tarte de chocolate para partilhar com quem mais amam.



terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Tarte de cogumelos com queijo Roquefort para o Ano Novo


2013 foi o ano em que mais me dediquei a desenvolver receitas para marcas. O desenvolvimento de receitas tem sido um verdadeiro desafio e que me obriga a pensar, a investigar, a usar a imaginação e a criatividade. Depois de tudo isso, a cozinha transforma-se num verdadeiro laboratório de experiências, cheiros e muitas coisas boas. Para mim, desenvolver receitas é um desafio. É dar vida a um produto, materializando-o numa ideia saborosa que todos podem experimentar.

As minhas inspirações resultam de livros, revistas, blogues de comida, viagens e receitas de família. Programas de cozinha na televisão e workshops ou cursos são também elementos importantes que me ajudam a melhorar e a criar ou recriar receitas. Às vezes neste processo, até uma fotografia de um prato me pode levar a fazer uma receita.

Este ano desenvolvi receitas para as Batatas de França, para os supermercados biológicos Brio, para a Calvé, para as Conservas Nero, para o Continente, para a Milaneza, para a Terrius e continuei com a minha colaboração mensal, na secção de alimentação, na revista Saber Viver.

Outra das marcas com a qual trabalhei nos últimos seis meses foi a Président. E hoje, deixo-vos mais uma receita que desenvolvi para a rubrica Momentos Président avec Plaisir, uma deliciosa tarte de cogumelos com queijo Roquefort para servir à mesa no primeiro dia do Ano Novo:


Ingredientes para o recheio:
300 g de cogumelos Portobello
100 g de queijo Roquefort Président
30 ml de azeite
1 cebola pequena
3 dentes de alho
1 colher de chá de tomilho seco
4 ovos
2 dl de natas
Sal e pimenta-preta q.b.

1. Levar ao lume uma frigideira com o azeite, os dentes de alho e a cebola picada. Deixar frigir um pouco.

2. Adicionar os cogumelos cortados às fatias. Polvilhar com o tomilho e temperar com sal e pimenta preta a gosto. Mexer. Deixar cozinhar os cogumelos durante um a dois minutos, sem nunca deixar que comecem a deitar água.

3. Retirar do lume e deixar arrefecer um pouco.

4. Colocar os cogumelos na tarteira forrada com a massa. Por cima, dispor o queijo Roquefort desfeito com a ponta dos dedos.

5. Bater os ovos com as natas. Temperar com um pouco de sal e pimenta preta a gosto.

6. Regar os cogumelos com a mistura de ovos.

7. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 30 minutos.

Ingredientes para a massa:
200 g de farinha
70 g de manteiga sem sal fria
0,5 dl de água fria
Sal e pimenta-preta q.b.

1. Trabalhar, com a ponta dos dedos, a manteiga com a farinha, sal e pimenta a gosto.

2. Juntar a água e misturar tudo muito bem.

3. Formar uma bola com a massa, envolver com película aderente e levar ao frigorífico por 20 minutos.

4. Estender a massa numa superfície polvilhada com farinha e forrar uma forma de tarte, com fundo amovível de 26 cm.

5. Picar o fundo da tarte com um garfo.


Esta tarte de cogumelos e queijo Roquefort fica cheia de sabor. Faz lembrar um passeio, em boa companhia, numa floresta num dia de Outono com os raios de sol a espreitarem pela folhagem das árvores e em que os pés vão deixando marcas num tapete de verde que cobre os caminhos por onde se passa.

A todos até para o ano. Votos de um ano de 2014 cheio de dias felizes à volta da mesa!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Tartes de mascarpone e nectarinas


Há dias em que apetece algo doce, reconfortante. Que nos compense a alma, pelo cansaço dos dias, pelas emoções sentidas, pelo desgaste das horas. E para satisfazer esses desejos de um miminho especial, deixo-vos a receita de tartes de mascarpone e nectarinas, que preparei para a edição de Agosto de 2013 da revista Saber Viver.


Ingredientes:
280g de massa fina congelada
150 g de mascarpone
175 g de leite condensado
1 pacote de natas
3 ovos
300 g de nectarinas
Canela para polvilhar q.b.


1. Numa taça bater os ovos com o mascarpone, leite condensado e as natas.

2. Distribuir a massa por formas de pequenas tartes, deixando o papel vegetal que vem com cada rodela de massa.

3. Rechear as tartes com o preparado anterior.

4. Cortar as nectarinas em fatias e distribuir pelas tartes.

5. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 18 minutos.

6. Servir as tartes frias polvilhadas com um pouco de canela em pó.


Estas tartes ficam deliciosas. As nectarinas podem ser substituídas por outra fruta a gosto e/ou da época. Experimentem!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Mini tartes de morango


Os últimos dias têm sido preenchidos, mas mesmo assim, tento sempre arranjar tempo para algumas coisas que gosto de fazer. No fim-de-semana, para além de dar um bom avanço no romance de Jane Austen, Emma, fui também ao cinema. Escolhi ir ver o documentário Abelhas e Homens, de Markus Imhoof. Impressionou-me o produtor americano que anda de plantação em plantação, na altura da floração com cerca de quatro mil enxames, que transporta em camiões, para que as abelhas polinizem as flores. Em contraste, na China, há uma região onde não existem abelhas e a polinização é feita à mão pelo homem. Uma região sem abelhas, nunca pensei que fosse possível! O filme aponta algumas causas para o problema da morte das abelhas e mostra-nos como a natureza também consegue reagir, falando-nos como se comportam as abelhas africanas - espécie não domesticada - às pragas e aos pesticidas. Uma espécie de "super abelhas".

No final da semana passada tive a possibilidade de participar num workshop de café promovido pela Associação Industrial e Comercial do Café (AICC). Para mim, foi uma verdadeira viagem pelo mundo destes grãos tão aromáticos, que fazem parte do meu dia-a-dia. Aqui tive a possibilidade de aprender imensas coisas. Desde a história do aparecimento do café, até ao desenvolvimento e comercialização deste produto. Foi-nos explicado como é plantado, colhido e tratado (via seca ou via húmida). Existem mais de sessenta espécies de café no entanto, apenas duas têm valor comercial.

Este foi um workshop prático, que decorreu no espaço da Academia do Café, em que aprendemos as características do arábica e do robusta, para depois os podermos identificar já torrados num recipiente onde estavam todos misturados. Eu não sei bem porquê, mas só encontrava grãos de robusta! O arábica tem um grão de forma mais alongada, de cor verde, é cultivado entre os novecentos e os dois mil metros de altitude, com pouca cafeína mas de acidez acentuada. O robusta, tem um grão de forma arredondada, cor castanha, cultivado a partir dos duzentos metros de altitude, com bastante cafeína e baixa acidez. O robusta tem um sabor forte, enquanto o arábica tem um aroma intenso e um sabor suave.

Depois de percebermos as diferenças, fizemos exercícios para identificar os diferentes sabores, doce, amargo, ácido e salgado. Assim em prova cega, tive algumas dificuldades em identificar o ácido, curiosamente. Um outro exercício, que achei também curioso, foi cheiramos diferentes fragrâncias, de pão, baunilha, etc., tínhamos que as identificar e fazer a correspondência com o café arábica ou com o robusta. Bem, um pouco difícil, mas muito divertido. Aprendemos vários aspectos práticos sobre o café, por exemplo, para ser considerado um expresso tem que ter pelo menos sete gramas de café e que as melhores chávenas para um expresso são as com forma de U. Finalizámos o nosso workshop a fazer e a decorar um capuccino.

Desta iniciativa trouxe a ideia de que nós, consumidores e apreciadores de café, deveríamos estar mais informados. Tanta coisa foi falada sobre as características de um bom café, os cuidados que por exemplo as pastelarias devem ter com as suas máquinas, entre muitas outras informações. Quem gostar de café, tem todo o interesse em informar-se junto da AICC, pelas inscrições para novos workshops e cursos. E nada melhor do que a seguir a uma sobremesa, tomar um café. Eu adoro. Por isso hoje deixo-vos uma sugestão doce, que apresentei na edição de Agosto de 2013 da revista Saber Viver.


Ingredientes:
280g de massa fina congelada
500 g de morangos
2 colheres de chá de hortelã seca
80 g de açúcar
Açúcar em pó para polvilhar
Hortelã fresca para decorar


1. Forrar dois tabuleiros de forno com papel vegetal.

2. Dispor nos tabuleiros as rodelas de massa.

3. Numa taça misturar os morangos cortados em quatro, a hortelã e o açúcar. Mexer.

4. Distribuir os morangos pelas rodelas de massa. Dobrar as pontas da massa e uni-las de modo a formar uma pequena caixa.

5. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 10 minutos.

6. Servir as tartes polvilhadas com açúcar em pó e decoradas com folhas de hortelã frescas.


Já estou a beber o meu café. E vocês?

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tarte de salmão com queijo ricotta


Há meses que terminam de forma feliz e Setembro foi um desses meses. No último fim-de-semana estive na Biblioteca Municipal de Algés a apresentar o Cozinha para Dias Felizes a que se seguiu a preparação de uma receita. A revista Saber Viver, com a qual colaboro, associou-se ao evento e ofereceu a todos os que assistiram um exemplar da edição de Setembro de 2013 onde apresento onze receitas.

Na minha apresentação comecei por explicar a origem do Cinco Quartos de Laranja, o que caracteriza a minha cozinha e as receitas que faço, a ligação à literatura. Aqui falei de Joanne Harris (Cinco Quartos de Laranja, Chocolate, Vinho Mágico e Sapatos de Rebuçado), Anthony Capella (Receitas de Amor, Os Vários Sabores da Vida e Rainha dos Gelados), Julie Powell (Julie & Julia e Cleaving), Richard C. Morais (A Viagem dos Cem Passos), Marsha Mehran (Café Babilónia) entre outras obras de ficção que me inspiram a falar de comida e das coisas boas da vida.

As minhas inspirações passam pela cozinha portuguesa, visitas a restaurantes, conversas com amigos e família, visitas regulares a blogues, sites de comida, livros, muitas revistas e viagens. Inevitavelmente falámos de Itália, dos seus mercados e da boa comida. Ao falar do Cozinha para Dias Felizes expliquei que não quis só fazer um livro de receitas. Quis que fosse também um livro de histórias, fossem elas de ficção e aqui chamei a atenção para as páginas a imitar ardósia, ou reais, as que acompanham cada uma das receitas. É um livro que reflecte o meu gosto pela cozinha, as diferentes influências que vou sentindo, a minha necessidade de experimentar novos ingredientes, e principalmente, que procuro dar sempre um toque especial a tudo o que cozinho.


Falei também da evolução da minha relação com a cozinha. Aqui expliquei que ter começado a colaborar com a Saber Viver, das receitas produzidas mensalmente que tem sido um desafio à minha criatividade e tem-me ajudado a ganhar confiança, a aprender e a sentir que consigo ir mais longe. Actualmente, desenvolvo também receitas para marcas, o que é para mim muito importante, encaro sempre este trabalho como um teste à minha criatividade e confesso que me dá imenso gozo quando tenho um produto e a seguir tenho que lhe dar vida através de uma ideia, que se materializa numa receita. Há alturas em que não é tão fácil como parece, acreditem. Mas quando se faz por gosto, não cansa! Já diz o ditado. Comecei há sensivelmente um ano a fazer demonstrações de cozinha em público. Ambas as coisas têm sido grandes desafios.

Ao preparar a receita da salada de quinoa vermelha com batata-doce, fui dando algumas dicas. Por exemplo, a quinoa suscita sempre muita curiosidade e dou indicações sobre onde se pode comprar e como se pode cozinhar. Para além destas indicações sobre ingredientes que utilizo na salada, acabo por falar também de utensílios que considero fundamentais e que me ajudam na cozinha. Nesta tarde de sábado, na Biblioteca Municipal de Algés, foi muito bom conhecer alguns rostos de leitoras e leitores que me acompanham regularmente e fizeram questão de estarem presentes. Ficou a promessa de voltar.

Hoje a conversa já vai longa. Deixo-vos uma ideia útil e saborosa, que desenvolvi para a edição de Maio de 2013 da revista Saber Viver, em como aproveitar sobras de salmão grelhado e preparar um almoço para, por exemplo, levar na marmita para o trabalho:


Tarte de salmão com queijo ricotta

Ingredientes:
2 lombos de salmão grelhados
6 ovos
0,5 dl de leite
250 g de queijo ricotta
1 colher de sopa de ervas finas
35 g de pimento vermelho
180 g de curgete
1 embalagem de massa quebrada fresca
45 g de queijo da Ilha de São Jorge ralado
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Numa taça bater os ovos com o leite, o queijo ricotta, as ervas, o pimento cortado em cubinhos, sal e pimenta preta a gosto.

2. Adicionar o salmão desfiado e as curgetes cortadas em cubos.

3. Colocar o preparado numa forma de tarte forrada com a massa quebrada.

4. Polvilhar a tarte com o queijo ralado.

5. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 45 minutos.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Tarte de tomate e curgete com queijo Camembert


O Verão chegou ao fim. O Outono, que no início, dá sinais de timidez, deixando o sol brilhar, acaba por pouco a pouco fazer notar a sua chegada. Gosto da mudança de estações. A mudança implica renovação. E o renovar é sempre seguido de perto de balanços, de avaliações, de querer fazer e descobrir coisas novas. E o que quero eu para este Outono? Principalmente, quero continuar a sorrir perante o magnífico mistério da vida. Quero continuar a sonhar que consigo fazer coisas, muitas coisas. Quero ajudar sempre que sei que alguém precisa de mim. Sentir-me útil.

Se com o Outono penso em aproveitar o melhor que posso os marmelos, as castanhas, as romãs, os dióspiros, com o Verão rendo-me ao encanto da doçura do tomate e do verde das curgetes, que nos chegam em abundância. E enquanto, o Outono nos brinda com a sua timidez, em que o vento e a chuva discutem pormenores com o céu e as nuvens, e enquanto as folhas das árvores não caem, deixo-vos uma receita de forno, ainda com sabor a Verão, para a rubrica Momentos Président avec Plaisir.


Ingredientes:
1 queijo Camembert Président
5 ovos
1 dl de leite
1 colher de chá de orégãos secos
2 tomates
1 curgete
2 folhas de massa brick
1 colher de chá de manteiga
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Estender a massa brick e pincelar as folhas com a manteiga derretida. Colocar a massa numa forma de tarte.

2. Bater os ovos com o leite, sal e pimenta-preta a gosto.

3. Cortar o tomate e a curgete às rodelas.

4. Dispor as rodelas de tomate e curgete alternadamente na forma de tarde.

5. Regar com a mistura de ovos.

6. Cortar o queijo Camembert e dispor as fatias em cima da tarte.

7. Polvilhar com orégãos secos.

8. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 25 minutos.


Servir com uma generosa salada de verdes.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Tarte de espinafres com tomate cereja


Para uma festa com a família e ou amigos, uma das coisas que gosto de fazer é uma tarte. A tarte pode ser servida quente ou fria. É excelente como entrada, basta acompanhar com uma salada de verdes e um molho vinagrete de mostarda, por exemplo, e já está. Simples, rápido e saboroso. Para a receita da tarte de hoje usei o queijo Président Rondelé Nature, em substituição das natas. O resultado final foi uma tarte muito mais cremosa e macia.


Ingredientes:
1 embalagem de massa folhada
200g (2 embalagens) de queijo Président Rondelé Nature
1 cebola
2 dentes de alho
0,5 dl de azeite
170 g de folhas de espinafres
4 ovos
1 dl de leite
15 g de salsa
150 g de tomate cereja
sal e pimenta-preta q.b.


1. Refogar a cebola e os dentes de alho picados no azeite.

2. Adicionar as folhas de espinafre, cortadas grosseiramente, e saltear.

3. Numa taça bater os ovos, com o queijo, leite, sal e pimenta preta a gosto.

4. Adicionar os espinafres salteados e a salsa picada. Mexer.

5. Colocar a massa folhada numa tarteira seguindo as indicações da embalagem.

6. Verter o preparado de espinafres para a tarteira e dispor o tomate cereja.

7. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 40 minutos.


O tomate cereja usado inteiro é uma verdadeira surpresa de sabor a cada pedaço que se come. Partilhei esta tarte com a família e todos adoraram. Curiosamente, notaram a diferença dada pelo queijo. Experimentem.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Tarte rústica de damascos


A Primavera é a rainha da abundância e das coisas boas. Esta altura do ano é tão rica em frutas e legumes que me apetece fazer coisas diferentes todos os dias. Na minha última ida às compras aos supermercados biológicos Brio, já vi à venda beldroegas frescas e viçosas, mesmo a pedir um delicioso destino, mas desta vez rendi-me aos damascos perfumados do Algarve. Tão bons!

Ingredientes para a massa:
200 g de farinha de trigo sem fermento
100 g de farinha de grão
125 g de manteiga sem sal
35 g de açúcar
3 colheres de sopa de buttermilk
2 colheres de sopa de água fria
uma pitada de sal

Ingredientes para o recheio:
500 g de damascos
1 colher de chá de canela
1 colher de sopa de amido de milho
2 colheres de sopa bem cheias de açúcar + 1 colher para polvilhar
1/2 colher de sopa de folhas de tomilho-limão frescas
água para pincelar


1. Colocar as farinhas, o sal e a manteiga numa taça. Trabalhar a manteiga com as farinhas até formar uma areia grossa.

2. Juntar o buttermilk e a água. Envolver bem. Formar um bola com a massa e enrolá-la em película aderente.

3. Levar ao frigorífico durante pelo menos 30 minutos.

4. Lavar e cortar os alperces em fatias. Polvilhá-los com a canela, açúcar, farinha e o tomilho. Misturar bem.

5. Estender a massa em cima de uma folha de papel vegetal, polvilhada com um pouco de farinha.

6. Colocar a folha de papel vegetal com a massa estendida em cima de um tabuleiro de forno.

7. No centro da massa dispor a mistura de damascos.

8. Dobrar as pontas da massa no sentido do centro, de modo a tapar parte do recheio.

9. Pincelar a massa com água e polvilhar com uma colher de sopa de açúcar.

10. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 30 minutos.


Eu gosto de sentir o travo ligeiramente ácido dos damascos. Mas para quem não aprecia, aconselho a pincelar a tarte, assim que sair do forno, com uma colher de sopa bem cheia de mel. Os damascos podem ser substituídos por outra fruta a gosto, pêssegos, nectarinas, peras, figos. Ou até uma mistura de frutas.

Boa semana!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Tartelettes de farinha de grão com alho-francês e cogumelos


Em Abril a Primavera instala-se de vez, apesar de o Inverno deixar ainda rasgos fortes de vento e pingas de chuva. Neste mês, os dias são azuis e as flores sorriem nos canteiros a quem passa. Que espetáculo bonito é ver avenidas, em Lisboa, com árvores cheias de flores.

Abril sabe a Liberdade e traz a vontade de fazer coisas, de renovar objectivos e vontades. E se ainda não fiz a mudança das roupas de Inverno para a meia estação, na cozinha a vontade de fazer pratos coloridos e apetitosos sobrepõe-se a todas as vontades.

Na minha última ida às compras aos supermercados biológicos Brio não resisti ao queijo quark fresco e às farinhas. Trouxe de espelta e de grão. Esta última foi para mim, uma verdadeira novidade.

Ingredientes para a massa:
150 g de farinha de grão
50 g de farinha de espelta
100 g de farinha de trigo tipo 1050
130 g de manteiga sem sal
30 g de tomate seco
80 ml de água fria
sal e pimenta preta q.b.


1. Trabalhar as farinhas com a manteiga, sal e pimenta preta.

2. Adicionar o tomate seco triturado. Regar com a água e trabalhar a massa.

3. Formar uma bola e envolver a massa em película aderente. Levar ao frigorífico durante 20 minutos.

4. Estender a massa numa superfície polvilhada com farinha.

5. Forrar 8 formas de tartelettes com a massa.

6. Picar o fundo da massa com um garfo.

7. Encher as formas com feijão seco e levar ao forno pré-aquecido a 190ºC durante 20 minutos.


Ingredientes para o recheio:
220 g de cogumelos brancos
80 g de alho-francês sem rama
4 ovos médios
1 queijo quark fresco de 200g
2 dl de leite
40 g de queijo pecorino ralado
1 colher de chá de alecrim fresco picado
1 pitada de noz moscada
sal e pimenta preta q.b.


1. Limpar e cortar os cogumelos em fatias finas.

2. Cortar o alho-francês às rodelas.

3. Numa taçar misturar os ovos com o leite, o queijo quark e metade do queijo pecorino. Adicionar os cogumelos e o alho-francês. Temperar com a noz moscada, o alecrim , sal e pimenta a gosto.

4. Rechear as tartelettes com esta mistura. Polvilhar com o restante queijo ralado.

5. Levar ao forno pré-aquecido, a 190ºC, durante 20 a 25 minutos.


Servir as tartelettes com salada de verdes. A massa destas tartelettes fica crocante e cheia de sabor. O tomate seco triturado e a mistura de farinhas ajuda a fazer a diferença. Eu optei por fazer pequenas tartes, mas podem optar por colocar a massa numa tarteira maior.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Tarte de bacalhau com azeitonas


Há dias em que gosto de levar almoço para o trabalho e faço-o sempre que posso. Confesso que procuro levar coisas muito práticas, que nem precisem de ir ao microondas. Para quem como eu gosta de comer e depois ainda aproveitar a hora de almoço para passear um pouco ou fazer alguma coisa especial para si, aqui fica a sugestão de uma tarte de bacalhau com azeitonas que resulta igualmente bem, quente ou fria.

Esta receita foi feita para a revista Saber Viver de Dezembro de 2012.

Ingredientes para o recheio:
1 posta de bacalhau demolhado
70 g de pimento vermelho
1 cebola
2 dentes de alho
80 g de azeitonas pretas às rodelas
200 g de queijo creme
20 g de alcaparras
25 g de salsa picada
1,5 dl de leite
4 ovos
sal e pimenta preta q.b.
50 g de queijo Gruyère ralado para polvilhar


1. Limpar o bacalhau de peles e espinhas. Desfiá-lo.

2. Cortar o pimento vermelho em pequenos cubos. Descascar e picar a cebola.

3. Numa taça misturar o bacalhau, o pimento, a cebola picada, os alhos espremidos, as azeitonas, o queijo creme, as alcaparras, a salsa, o leite e os ovos. Temperar com sal e pimenta a gosto. Mexer muito bem.

4. Forrar uma tarteira (de aproximadamente 30cm de diâmetro) com a massa. Com um garfo picar o fundo da massa.

5. Rechear a massa com o preparado anterior. Polvilhar com o queijo ralado.

6. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 40 minutos.


Ingredientes para a massa:
275 g de farinha sem fermento
160 g de manteiga sem sal
1 pitada de sal
1 ovo
30 ml de água


1. Colocar a farinha, o sal e a manteiga numa taça. Trabalhar a mistura com os dedos até fazer uma areia grossa.

2. Adicionar o ovo e a água. Envolver muito bem.

3. Formar uma bola com a massa. Envolvê-la com película aderente e levar ao frigorífico durante 30 minutos.


Gosto muito do sabor dos legumes com o bacalhau. Para mim, as azeitonas e as alcaparras dão um toque muito especial a esta tarte.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Tarte de amêndoa e leite condensado


Esta Páscoa as sobremesas que escolhi fazer todas levaram amêndoa. Outra particularidade, é que saíram também todas da revista Saberes & Sabores de Abril de 2004. Comprar revistas e livros de cozinha é um hábito que tenho e que adquire contornos muito regulares. Não há mês que não compre várias revistas. Nos livros, e dado o preço, já sou um pouco mais comedida.

Nos últimos anos tenho cada vez mais comprado revistas em inglês, adoro a BBC GoodFood, a Olive, a Fabulous Food e uma vez por outra, a revista do Jamie Oliver. Em língua francesa, opto pela Saveurs. Em relação às revistas portuguesas, a primeira que comprei foi a Teleculinária, de que ainda guardo alguns exemplares, bem velhinhos. Depois seguiu-se Os Segredos de Cozinha, uma revista em formato A5. Tenho também alguns exemplares da Mulher Moderna na Cozinha, e muitos da Saberes & Sabores, que é uma revista que de vez em quando ainda compro. Nos últimos tempos, também gosto de ver o trabalho realizado pelas revistas das grandes cadeias de supermercados nacionais.

Com tantas revistas, estrangeiras e nacionais, uma vez por outra, selecciono umas quantas, um dos critérios é por exemplo o mês e folheio-as à procura de receitas que posso confeccionar. Nesta Páscoa foi o que fiz.


Ingredientes:
200g de bolacha tipo digestiva
60g de manteiga sem sal
100g de amêndoa pelada e finamente ralada
1 lata de leite condensado
4 ovos
2dl de natas


1. Ligar o forno a 200ºC.

2. Triturar grosseiramente as bolachas. Misturar as bolachas trituradas com a manteiga.

3. Forrar o fundo de uma forma de tarte com fundo removível, com a mistura de bolachas e manteiga. Com os dedos pressionar bem o fundo.

4. Bater a amêndoa ralada com o leite condensado. Juntar os ovos um a um, batendo sempre. Por fim, adicionar as natas e bater.

5. Deitar este preparado na base de bolacha. Levar ao forno durante 30 minutos.


Esta tarte fica mesmo muito boa!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tarte de courgettes em flor com tomate e requeijão


Num dos sábados de céu azul, bonito, que passei em Santarém tive a oportunidade de ir apanhar courgettes. Encontrei desde as muito grandes, umas verdadeiras abóboras de casca verde escuro, até às pequeninhas, tenras e doces, ainda com a flor na ponta.

Eu adoro courgettes, cozinho-as de variadas maneiras, mas curiosamente ainda nunca as tinha utilizado com flor. Ao vê-las ali à minha disposição, não resisti e apanhei umas quantas. As flores são muito sensíveis, por isso, no dia seguinte procurei logo cozinhá-las. A escolha recaiu numa tarte com tomate e requeijão.


Ingredientes:

Massa:
280g de farinha
90g de manteiga
0,5dl de água

1. Misturar a farinha com a manteiga. De seguida adicionar a água e amassar.

2. Com a ajuda de um rolo, estender a massa.

3. Forrar uma forma de tarte com a massa. Picar o fundo com um garfo.

Recheio:
90g de courgette ralada
2 dentes de alho picados
30g de tomate seco em azeite picado
5 ovos
1 requeijão
1 dl de leite
sal e pimenta q.b.
1 raminho de salsa e coentros picados
2 tomates maduros pequenos
8 mini-courgettes com flor
1 fio de azeite
70g de queijo mozzarella ralado


1. Colocar numa taça a courgette ralada, os dentes de alho picados, o tomate seco, os ovos, o requeijão ligeiramente desfeito com a mão e o leite. Com a ajuda de uma vara de arames misturar os ingredientes muito bem. Temperar com sal e pimenta e juntar as ervas picadas.

2. Colocar parte do preparado anterior na forma de tarte. Adicionar o tomate cortado. Colocar o restante recheio. Dispor em cima do recheio as mini-courgettes com flor. Polvilhar com o queijo ralado.

3. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 40 minutos.


A massa das tartes feita por nós fica muito melhor e esta receita é tão simples que se torna muito prática.

Esta tarte fica uma delícia tanto servida morna como fria. A courgette fica crocante. As flores deram um sabor aveludado e um ligeiro toque adocicado à tarte. Para o ano tenho que experimentar usar apenas as flores.

[ Published in English as Zucchini blossoms, tomato and requeijão cheese tart ]

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Tarte de tomate cereja com azeitonas e queijo mozzarella


A semana "tomática" continua. Hoje escolhi uma tarte, cuja receita vi na revista Saveurs de Junho de 2011, que me pareceu uma excelente opção para encaminhar algum do tomate cereja que também me chegou no sábado. É caso para dizer: Viva a época do tomate!


Ingredientes:

Massa
100g de azeitonas sem caroço
280g de farinha sem fermento
90g margarina ou manteiga
5cl de água

Recheio
500g de tomate cereja
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de açúcar
1 colher de sopa de folhas de alecrim
120g de queijo mozarella
sal e pimenta


1. Picar as azeitonas.

2. Colocar a farinha numa taça. Adicionar a margarina e as azeitonas. Envolver muito bem. Adicionar a água e formar uma bola com a massa.

3. Com a ajuda de um rolo estender a massa.

4. Forrar uma tarteira com a massa. Picar a massa com um garfo.

5. Cortar o tomate cereja ao meio. Colocar o tomate em cima da massa. Temperar com sal, pimenta, açúcar e as folhas de alecrim.

6. Dispor o queijo cortado em pedaços por cima do tomate. Regar com o azeite e levar a assar em forno pré-aquecido a 210ºC.


Utilizei queijo mozzarella em vez da sugestão da receita original, que indicava queijo Valençay. Esta tarte fica uma delícia. Adorei a massa com as azeitonas e o sabor do tomate com o alecrim. Uma receita simples, mas deliciosa. Uma excelente opção para uma refeição ligeira num dia de férias e claro, uma forma saborosa de comer tomate.

[ Published in English as Cherry tomato with olives and mozzarella cheese tart ]

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Camembert recheado para um jantar de amigos


Na passada sexta-feira organizei um jantar com uns amigos, o Nuno, que já conhecem de jantares cá em casa, das suas pizas de sucesso e do prato de xacuti, a Graciete e a Susana, que conheci, ambas, nessa noite. A Susana começou a interessar-se pela gastronomia recentemente e fiquei muito contente em saber que o Cinco Quartos de Laranja é dos blogues que visita regularmente.


Começámos o nosso jantar com umas pequenas entradas: azeitonas recheadas com anchovas, azeitonas pretas curadas pela minha mãe, amendoins torrados com mel e sal, favas fritas e queijo camembert recheado com frutos secos. Na mesa não faltou um cestinho com pão de cerveja e nozes, feito pelo Ricardo na máquina do pão.


A receita do camembert recheado encontrei-a na revista Food and Travel de Agosto/Setembro de 2008.


Camembert recheado
1 queijo camembert (com uma consistência por igual)
1 figo seco cortado em pedaços
2 alperces secos cortados
1 colher de chá de folha de aipo cortada

1. Cortar o queijo ao meio.

2. Misturar os restantes ingredientes e colocar numa das metades do queijo. Colocar a outra metade por cima, pressionar e levar ao frigorífico até servir.

Eu usei um queijo que tinha no frigorífico e ao cortar uma das metades não ficou com o queijo por igual, refiro isto, porque também vos poderá acontecer. No entanto, o resultado final em nada foi prejudicado. A entrada ficou óptima e digo-vos, não sobrou nada. Não há melhor elogio a uma cozinheira! ;)

Para acompanhar a nossa refeição o Nuno brindou-nos com duas garrafas de vinho Lambrusco italiano, uma Donelli rosato amabile e uma Cavicchioli frizzante rosso.

Como prato principal servi um risotto de caril vermelho com cogumelos shiitake e camarões que estava muito bom, com uma grande mistura de sabores mas que combinaram de forma equilibrada.


Para sobremesa a Susana brindou-nos com um magnífico bolo de chocolate.


E eu fiz o bolo de chocolate do blogue Three Fat Ladies que provei num encontro de Natal das participantes do projecto 4 por 6, em Almeirim. Como gostei tanto, não resisti a experimentar. O bolo fica intenso, húmido, excelente para quem adora chocolate.


Para sobremesa servi também uma tarte tatin de maçã acompanhada com gelado de baunilha.


Tarte tatin de maçã
1 embalagem de massa folha fresca
120 g de açúcar mascavado claro
70 g de margarina ou manteiga
6 a 7 maçãs
sumo de 1 limão
canela

1. Descascar as maçãs. À medida que são descascadas, ir regando com sumo de limão para não oxidarem.

2. Colocar numa forma redonda o açúcar e a margarina. Levar ao lume. Assim que a manteiga estiver derretida, mexer e deixar envolver os ingredientes mexendo durante um a dois minutos. Adicionar as metades de maçã. Polvilhar com canela a gosto. Colocá-las primeiro com as metades cortadas para baixo e depois virá-las.

3. Assim que as maçãs estiverem macias, colocar a massa folhada. Picar a massa com um garfo.

4. Levar ao forno pré-aquecido a 200º C cerca de 20 minutos ou até a massa folhada estar douradinha. Assim que sair do forno, desenformar, de modo a que a massa folhada fique na base do prato de servir e as maçãs no topo.

5. Servir a tarte com bolas de gelado de baunilha.


Esta tarte faz-se tão bem e é muito rápida. Assim que desenformarem a tarte, poderão polvilhá-la com nozes picadas. A tarte fica mais bonita feita no dia em que é servida e de preferência ainda morninha. Assim contrasta muito bem com o gelado.

A acompanhar as sobremesas, O Ricardo serviu um vinho branco Outono de Santar colheita tardia 2005.

O jantar prolongou-se noite dentro. Quando a conversa é boa, nem se dá pelo tempo passar.