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quinta-feira, 5 de março de 2020

Papas de aveia com batata-doce no forno


Um dos ingredientes que passou a constar, de forma regular, nas minhas receitas, desde que decidi mudar a minha alimentação e incluir mais vegetais, é a batata-doce. Desde que me lembro, que adoro batata-doce.

Uso-a em muitas receitas, sejam doces ou salgadas. Incluo-a tantas vezes nos meus pequenos-almoços. Quem vai acompanhando o Instagram do Cinco Quartos de Laranja já deve ter visto muitos dos meus pequenos-almoços, em que a estrela é a deliciosa batata-doce, de polpa laranja.

Nesta altura do ano, escolho para iniciar o dia, papas de aveia. Faço, muitas das vezes, as de tacho mas para guardar e comer no dia seguinte ou, até para levar para os lanches, prefiro as de forno.

A consistência das papas de aveia de forno faz lembrar a dos bolos. Cá em casa adoramos!

segunda-feira, 4 de março de 2019

Panquecas de aveia com abóbora assada


O que está dentro de um abraço?

« [O] abraço é um gesto tão grande e profundo que entra na categoria do inexplicável » [José Tolentino Mendonça, Elogio da Sede, p.25]. Há quanto tempo não recebemos um abraço? Daqueles que nos fazem lembrar o conforto, o carinho recebido da nossa mãe ou do nosso pai, durante a infância. Um abraço apertado, que nos faz sentir desejados, amados, preciosos. Um abraço que nos faz sentir vivos e que afasta a dor.

Quando me encontro com as minhas sobrinhas, de 8 e 11 anos, digo-lhes que o nosso cumprimento é, sempre, com um beijinho e um abraçinho! Elas riem-se e acham piada porque até rima. Mas o contacto de um abraço é precioso. É uma forma de criarmos laços.

Todos sabemos que há vários tipos de abraços. Uns dados a correr, outros dados com amor, outros dados para festejar ou felicitar. Os abraços são trocas de energia que, por força das emoções, também ajudam a sarar feridas da alma, ajudam-nos a olhar para a vida com mais alegria, matam a sede de afecto. Aquecem-nos.

Virginia Satir diz que « Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Precisamos de oito abraços por dia para nos manter. Precisamos de doze abraços por dia para crescer. »

E deixo-vos, hoje, um abraço, forte e apertado, juntamente com umas deliciosas panquecas de aveia a que juntei abóbora assada. Não se esqueçam, todos os dias são dias bons para darmos e recebermos abraços!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Waffles de espelta e batata-doce


O pequeno-almoço é uma das refeições a que dou muita importância. Gosto de começar o dia, a variar, o que como. Penso que conseguimos fazer, para a nossa primeira refeição do dia, propostas diferentes, fáceis e saudáveis desde que decidamos que queremos mudar a nossa alimentação. Adoro pão com manteiga e uma chávena de leite quente com chocolate ou café. Este foi o meu pequeno-almoço, durante anos. Pão com manteiga e uma bebida quente é comida de conforto, principalmente agora, no Inverno. Fiz sempre o mesmo pequeno-almoço, durante anos, porque achava que fazer sempre o mesmo era mais fácil, rápido e não me ocupava muito tempo.

Ao longo dos anos, percebi que o segredo para uma alimentação saudável é o equilíbrio e irmos variando o que se come. Tomando este princípio como um pilar, em termos de alimentação, decidi que tinha que variar as minhas refeições, começando pelo pequeno-almoço. Como sabem, agora estou na fase que para além de variarmos o que comemos, devemos também tentar incluir muitos legumes nos nossos pratos, começando pela primeira refeição do dia.

Variar o que se come, ao pequeno-almoço, exige um bocadinho de organização e muita disponibilidade para mudar. Se fizerem algumas pré-preparações, por exemplo ao domingo, e cozerem ovos, assarem batata-doce, entre outras coisas, vão ver que variar o que se come ao pequeno-almoço é um exercício delicioso. Deixo-vos, hoje, a receita de umas waffles com espelta e batata-doce. Uma sugestão para pensarem em variar os vossos pequenos-almoços.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Manteiga ou pasta de avelã com canela


Na cozinha, como na vida, há hábitos que se adquirem e que ficam. Desde que decidi fazer manteigas de frutos secos, cá em casa, que nunca mais se acabaram. Agora, há sempre um frasco no frigorífico. Para usar em gelados rápidos, em sobremesas ou para barrar no pão, como se de uma guloseima se tratasse, estas manteigas são mesmo maravilhosas.

Comecei por fazer manteiga de amendoim, que adoro e que tento ter sempre, em casa. Mas como gosto daquela que tem pedaços, ultimamente tenho comprado. A seguir fiz manteiga de amêndoa e digo-vos, adorei! Foi como que uma revelação. O que é que eu andei a perder! Entretanto fiz de nozes, de caju e deixo-vos, agora, a receita de manteiga ou pasta de avelã. Nesta receita coloquei um pouco de açúcar de coco, porque senti necessidade de equilibrar o sabor. Espero que gostem.

Uso as manteigas ou pastas de frutos secos em batidos, nos pequenos-almoços - que podem ir acompanhando diariamente na página de Instagram do Cinco Quartos de Laranja - em waffles ou panquecas, para barrar em torradas, em tostas de arroz, ou para comer com fruta fresca. Há dias, em que corto uma banana para uma taça e junto-lhe uma colher de chá de manteiga de frutos secos e vou ao céu. Tão bom! Adoro.