Como faço as minhas compras? Que valores orientam as minhas idas às compras? Compro sempre biológico? Só de produtores locais? Ou procuro um equilíbrio entre a idealidade e a realidade?
A minha filosofia é muito simples, procuro comprar os melhores ingredientes, sempre que posso. Hoje em dia, já encontramos uma grande variedade de produtos biológicos nos supermercados, há cada vez mais preocupação em sabermos a origem do que comemos. Mas as escolhas, para além de pessoais são sempre também económicas e políticas.
Se pudesse, gostava de comer sempre legumes e frutas biológicas. Adorava que o peixe que coloco na minha mesa fosse sempre selvagem, de mar. Que a carne fosse de animais felizes criados ao ar livre com pasto. Mas a verdade, é que não consigo. O orçamento, nem sempre o permite. Por isso, procuro um equilíbrio entre o que gostaria e o que efectivamente posso. Felizmente tenho a sorte de a minha família ter uma pequena horta. Em casa, procuro ter vasos com ervas aromáticas e as compras que faço, são umas vezes mais económicas do que outras.
Uma das minhas estratégias, tendo em conta as questões económicas é, quando compro salmão opto pelo salmão inteiro. Peço na peixaria para o filetarem e ainda trago a cabeça e a espinha. Em casa, corto os filetes em tranches e congelo em doses. A cabeça e a espinha, cozo e retiro-lhe toda a carne que consigo. E digo-vos, que cá em casa, por vezes, dá para fazer um brás de salmão com o que aproveito.
O salmão é um peixe muito versátil, com poucas espinhas e que se cozinha rapidamente. É daqueles ingredientes que gosto de ter em casa, no congelador. Uma das últimas receitas que fiz foi salmão assado no forno, marinado com mostarda e mel. Que bom que ficou!
A minha filosofia é muito simples, procuro comprar os melhores ingredientes, sempre que posso. Hoje em dia, já encontramos uma grande variedade de produtos biológicos nos supermercados, há cada vez mais preocupação em sabermos a origem do que comemos. Mas as escolhas, para além de pessoais são sempre também económicas e políticas.
Se pudesse, gostava de comer sempre legumes e frutas biológicas. Adorava que o peixe que coloco na minha mesa fosse sempre selvagem, de mar. Que a carne fosse de animais felizes criados ao ar livre com pasto. Mas a verdade, é que não consigo. O orçamento, nem sempre o permite. Por isso, procuro um equilíbrio entre o que gostaria e o que efectivamente posso. Felizmente tenho a sorte de a minha família ter uma pequena horta. Em casa, procuro ter vasos com ervas aromáticas e as compras que faço, são umas vezes mais económicas do que outras.
Uma das minhas estratégias, tendo em conta as questões económicas é, quando compro salmão opto pelo salmão inteiro. Peço na peixaria para o filetarem e ainda trago a cabeça e a espinha. Em casa, corto os filetes em tranches e congelo em doses. A cabeça e a espinha, cozo e retiro-lhe toda a carne que consigo. E digo-vos, que cá em casa, por vezes, dá para fazer um brás de salmão com o que aproveito.
O salmão é um peixe muito versátil, com poucas espinhas e que se cozinha rapidamente. É daqueles ingredientes que gosto de ter em casa, no congelador. Uma das últimas receitas que fiz foi salmão assado no forno, marinado com mostarda e mel. Que bom que ficou!









