Sexta-feira 13 reveste-se de receios e superstições. Ao contrário do número 12, 13 é ímpar, irregular e sinal de infortúnio. Jesus Cristo foi crucificado numa sexta-feira. Ao longo dos anos foram vários os acontecimentos dramáticos que tiveram lugar a uma sexta-feira 13.
Curiosamente, ontem, durante um almoço demorado, uma parte da conversa versou sobre as superstições. Havia quem tivesse medo de andar de avião e sempre viajava seguia o conselho de uma pessoa amiga, verificava a carteira para confirmar se os cartões não se encontravam ao contrário e se a revista que normalmente está disponível, não estaria de pernas para o ar. Tudo tem que estar certinho.
Na família, de outra das convivas, nunca se sentam 13 à mesa. Diz-se que se isso acontecer, o mais velho da mesa morre. Esta crença talvez venha da mitologia nórdica. Conta a lenda que um dia «houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses.»
Lembro-me que quando andava no secundário, sempre que tinha teste fazia questão de entrar na sala com o pé direito. Apesar de não ser (muito) supersticiosa, acho uma certa piada a estas crenças populares que nos acompanham. Quem é que nunca fez figas perante um situação? Nem imaginam a cara que eu fiz, quando numa visita de estudo, já enquanto professora, parti o espelho da casa de banho onde tínhamos ficado alojados. Não se aproveitou nada. Lembrei-me logo que dá 7 anos de azar!
Com azar ou sem azar. Com mais ou menos superstições, espero que esta sexta-feira 13 seja bem docinha para todos vós. Por isso, deixo-vos uma compota de morango com vinagre balsâmico que fica uma maravilha!
Há, por aí, superstições que queiram partilhar?
