O mote para muitas refeições, cá em casa, continua a ser, receitas descomplicadas. Durante a semana, uso as pré-preparações para fazer os almoços e ou os jantares, de forma rápida. Aos fins-de-semana, principalmente quando não ando de um lado para o outro, gosto de fazer uma refeição com petiscos.
Um destes dias, para um jantar de domingo, preparei miolo de camarão, na air fryer, com alho e salsa. Que petisco bom! Experimentem.
Há várias maneiras de fazermos massada de peixe. Aqui, no Cinco Quartos de Laranja, tenho uma massada que fiz, há uns bons anos, e que é de comer e pedir por mais. Mas há uns tempos, quando num inquérito, a receita escolhida para preparar em direto, num domingo de manhã, foi massada de peixe, resolvi fazer uma outra receita, porque tem uma técnica que acho interessante.
Nas receitas de massada, de uma maneira geral, colocamos de uma só vez, a água ou caldo para cozer a massa. Nesta receita, que partilho convosco, o caldo vai-se acrescentando aos poucos, à medida que a massa coze. Desta forma, não necessitamos de acrescentar farinha para que o molho da massada fique com a consistência que tanto gostamos. Experimentem!
Para as refeições da semana, gosto de pré-preparar pratos que me permitam versatilidade, ou seja, que me possibilitem servi-los, mais do que uma vez, de forma diferente. Um destes dias, mostrei-vos uma das minhas pré-preparações para as refeições da semana e, um dos pratos que me pediram muito para partilhar, foi o da pescada estufada com camarão. Uma receita muito prática e deliciosa.
Cá em casa, este prato foi servido, num dia, com arroz branco cozido, noutro dia, com puré e, noutro ainda, com uma bolonhesa de lentilhas, no forno. Deixo-vos, hoje, a receita. Espero que gostem e que se inspirem!
No passado dia 23 de Março, estive no programa da TVI dedicado à Primavera e a receita que preparei foi a dos famosos rolinhos Primavera. No programa, fiz uns rolinhos com camarão e outros com flores comestíveis. Ficaram muito apelativos e coloridos. Entretanto, fui recebendo mensagens com pedidos para partilhar a receita no Cinco Quartos de Laranja. Nesse sentido, podem ver no Instagram do blogue, o directo que fiz a mostrar-vos como fazer a receita, para além, de muitas dicas sobre os produtos a usar, o corte dos legumes, entre muitas outras coisas. Partilho, hoje, convosco a receita escrita.
Estes rolinhos podem ser feitos para uma refeição descontraída, em família, para fazer com os mais pequenos ou, para um jantar que se queira rápido.
Os ingredientes que usei para o recheio dos rolinhos são uma sugestão. Podem sempre substituir o camarão por carne, sobras de frango, por exemplo, ou até tofu. Os legumes a usar devem ser aqueles que vocês gostarem, podem usar mais ou menos variedades. É importante servir os rolinhos com um molho. Optei pelo de manteiga de amendoim, que é simplesmente maravilhoso! Espero que gostem.
« Durante muito tempo o homem poder-se-ia ter contentado em alimentar-se de papas e massas cozidas, mas, diz o ditado italiano, como era inteligente, o homem, inventou o pão, e para além disso, como era um artista, criou o macarrão », diz-nos Alain Ducasse, no seu livro De A a Z Um Dicionário Amoroso da Cozinha Francesa.
Adoro pratos de massa. Adoro o conforto que me trazem. Adoro a felicidade que me fazem sentir.
Numa ida ao supermercado encontramos uma enorme variedade de massas secas, que podemos usar em receitas rápidas ou mais elaboradas, dependendo da nossa disponibilidade. Cá em casa, os pratos de massa são sempre sedutores e muito bem recebidos, assim, que chegam à mesa. Partilho, hoje, convosco uma deliciosa receita de massa para confeccionarem para a família. Fica tão bom!
Uma das sopas mais famosas da cozinha tailandesa e, talvez do mundo, é a sopa de cogumelos com camarão ou tom yum. É uma sopa onde sobressaem os sabores da erva príncipe, da galanga e das folhas de lima kaffir, juntamente com o toque ligeiramente picante das malaguetas e da frescura do sumo de lima. É uma sopa com uma complexidade de sabores que nos leva a viajar.
Em Dezembro, tive a possibilidade de provar esta sopa nos restaurantes tailandeses que conheci no âmbito de um projecto dinamizado pela embaixada da Tailândia, em Portugal. Os restaurantes que visitei foram o Sala Thai, o Siam Square e o InterThai. Em todos eles, adorei esta sopa. Um caldo tão perfumado e saboroso que fiquei com vontade de o reproduzir, cá em casa.
Existem duas versões principais da sopa tom yum. Uma é feita com leite evaporado, deixando o caldo aveludado e mais escuro e, a outra, é a de um caldo claro. E, é esta última, a versão que vou partilhar convosco.
Existem três ingredientes que tornam o sabor desta sopa tão característico e são, os talos de erva-príncipe, a galanga e as folhas de lima kaffir. Estes ingredientes encontram-se à venda nas lojas de produtos asiáticos, na zona dos congelados e em alguns supermercados. Servem para aromatizar o caldo e ao preparar a sopa, podem ser retirados. Na versão que fiz, só deixei as malaguetas, porque, cá em casa, somos fãs de picante.
A sopa tom yum pode ser feita com camarão, misturas de mariscos ou, até, com frango. Espero que gostem da versão que partilho convosco!
No passado fim-de-semana quando fui às compras e, ao ver as amêijoas e o tamboril, decidi que os ia juntar no mesmo prato. O resultado final foi um delicioso arroz.
Há pratos que fazem sempre sucesso, cá em casa. O arroz de peixe é um deles. Adoramos! É tão reconfortante. É uma forma de ter os sabores do mar à mesa. Espero que gostem deste arroz de tamboril com amêijoas e camarão.
A chegada de um novo ano é, sempre, motivo de festa. A mudança traz, em si, a esperança de dias melhores, de novas oportunidades, de recomeços. É tempo de olharmos para 2020 e fazermos os nossos balanços. É tempo de olharmos para 2021 e pensarmos em tudo aquilo que queremos fazer e/ou mudar na nossa vida.
Acreditarmos em nós enquanto motores de mudança é um dos primeiros passos para conseguirmos aquilo que queremos ou que sonhamos. Antes de escrevermos as nossas resoluções para o novo ano que chega, vamos festejar. A festa faz-se à volta da mesa com alegria, sorrisos e muitos petiscos.
Para recebermos 2021 em grande, deixo-vos uma deliciosa receita de camarão de Moçambique da Pescanova feito no forno com uma mistura de alho e coentros. Uma saborosa maneira de dizer adeus a 2020 e, de começar 2021.
Verão é sinónimo de comidas deliciosas e coloridas. Cá em casa, a escolha para as refeições destes dias quentes, são as saladas. Frescas, saciantes e cheias de sabor. Adoramos!
Comum a muitas comidas, cá em casa, nesta altura do ano, é o peixe e o marisco. Partilho, hoje, convosco uma salada muito prática, com sabor do mar. Espero que gostem. Bom apetite!
Cruzei-me há uns anos atrás com o arroz Vénus, numa loja em Lisboa, onde tinha ido comprar arroz basmati tufado para uma receita que andava a preparar. Um arroz com uma cor linda e um nome inspirador, não me deixaram indiferente. Acabei por trazê-lo para casa. Na altura, não fazia ideia da origem deste tipo de arroz.
O arroz Vénus é um arroz italiano. Resulta do cruzamento de um arroz típico do Vale do Pó e de uma variedade de arroz negro asiático, conhecido como o arroz proibido.
O nome Vénus é uma alusão à deusa romana do amor. O nome foi escolhido em virtude de o arroz negro ter sido durante muitos anos considerado um poderoso afrodisíaco. Uma das características deste arroz é o seu aroma, intenso, a fazer lembrar o pão acabado de fazer. É um arroz integral, que para além de uma cor bonita, é rico em antioxidantes.
Para cozer este arroz é aconselhável demolhar previamente. Uma curiosidade, a água fica negra, mas o arroz não perde a coloração.
Os dias quentes de Verão pedem comidas frescas e, de preferência, coloridas. Cá por casa, as saladas têm sido o prato, mais vezes, escolhido. Para dar destino ao arroz Vénus que tinha cozido, decidi fazer uma deliciosa salada.
A curgete é um dos legumes que adoro. É muito versátil. Pode ser consumida crua ou cozinhada. Podemos usá-la em mil e uma receitas. Gosto de a usar grelhada, de a misturar na sopa ou, até, ralar para juntar a uns ovos mexidos. Cá em casa, há tantas vezes, curgete cortada em forma de esparguete, pronta a usar.
Quando a Pescanova me desafiou a preparar uma receita com o miolo de camarão gigante, pensei logo numa receita que faço, muitas vezes, cá em casa e nos meus workshops. É uma receita muito prática, de um tacho só e, que se prepara, num abrir e fechar de olhos. Espero que gostem!
« Ano novo, Vida nova! », lá diz o ditado popular. Penso que é mesmo este o sentimento que devemos ter em relação à chegada de um novo ano.
Inspirar e encher o coração de felicidade. Pensar que cada novo ano nos abre novas possibilidades, que podemos mudar e fazer melhor, que podemos aprender e fazer coisas novas, que podemos viajar, ler, que podemos construir pontes e criar novas amizades. Cada novo ano que chega são mais 365 dias para acreditarmos que somos capazes.
E para recebermos a chegada do novo ano, deixo-vos uma receita de camarão no forno com alho e coentros que preparei para a rubrica Pescanova. Uma receita de festa, muito prática e que por certo convida a juntar os amigos, à volta da mesa, e brindar às coisas boas que 2020 nos vai trazer.
O Outono pede comida de conforto. Nos dias de chuva e frios, um prato de comida a fumegar é, verdadeiramente, reconfortante. Nesta altura do ano, privilegio os assados no forno, as sopas ou a chamada comida de tacho.
Depois de um dia de trabalho, termos na mesa um prato que nos aquece o corpo e alma, sabe mesmo bem. Quando a Parmalat me desafiou a preparar uma receita com a sua nata com caril, decidi fazer um prato delicioso, perfumado e que, por certo, fará muitos sorrisos à mesa. É daqueles pratos que toda a gente gosta, em que juntamos os sabores do mar com os sabores da terra e que nos permite viajar por paragens distantes, a cada garfada.
Há receitas que são sempre tão práticas e que se fazem nas mais diversas alturas, seja para uma festa, seja para uma refeição rápida ou para levar para o trabalho. Por vezes, servem até para darmos destino a algumas sobras.
Uma das receitas que resulta bem para as mais variadas ocasiões são as quiches. Sabem bem mornas ou frias. Nos dias em que queremos fazer uma refeição rápida, podem ser um excelente acompanhamento para, por exemplo, uma sopa. Tornam-se uma deliciosa refeição servidas com uma generosa salada mista. São óptimas para petiscar a meio da tarde. Uma fatia de quiche sabe sempre tão bem!
Quando a Parmalat me desafiou a preparar uma receita com a sua Nata com Sabores do Mar, decidi fazer uma quiche. Aproveitei umas sobras de camarão cozido que tinha, juntei-lhe uns espargos e o resultado foi uma tarte, deliciosa, que nos faz viajar pelos sabores do mar.
Associo sempre os pratos de caril à Índia, país que nunca visitei, mas que me desperta a imaginação, apesar de saber que esta mistura de especiarias faz também parte de outras cozinhas, como por exemplo, a tailandesa.
Os pratos de caril, com os seus sabores fortes, exóticos, permitem-nos viajar. Quando como um caril penso no cheiro a mangas maduras, a viagens em elefantes. Penso em dias de calor intenso, penso nas séries inglesas que via em miúda e cuja acção se passava na Índia, como A Jóia da Coroa.
Penso em mercados com bancas de frutas exóticas, ervas secas e muitas especiarias. Penso no livro A Viagem dos Cem Passos. Quando como um caril, penso que há pratos que têm a capacidade de nos transportar para paragens longínquas e de nos fazer sonhar.
O bacalhau é um peixe que nós portugueses adoramos. Cá em casa, não é excepção. Confesso que gosto de ter sempre bacalhau demolhado, no congelador, pronto a usar. É um dos peixes mais versáteis que temos à nossa disposição.
No final do mês de Abril, estive no supermercado do El Corte Inglés a confeccionar receitas com o bacalhau do Atlântico da Pescanova. Um dos pratos, que preparei, foi um arroz de bacalhau com camarão. Ficou um prato rico e cheio de sabor. Deixo-vos, hoje, a receita.
Comer de forma equilibrada e irmos variando a nossa alimentação são, alguns, dos meus lemas quando preparo as refeições, cá de casa. Procuro ter sempre no frigorífico legumes e na despensa alguns ingredientes que considero básicos como leguminosas, massas, entre outros.
O congelador é, também, para mim, um grande aliado na organização das refeições. Procuro ter sempre produtos congelados que me ajudem a preparar as refeições, num abrir e fechar de olhos. Gosto de ter ervilhas, bacalhau demolhado, medalhões de pescada e miolo de camarão.
Por isso, quando a Pescanova me desafiou a preparar uma receita com o seu miolo de camarão gigante, decidi partilhar convosco uma receita que faço muitas vezes. O resultado é um prato delicioso, colorido e que se prepara de forma rápida.
Depois dos dias de festa, dos excessos à volta da mesa, vem a vontade de fazer refeições mais leves. A escolha recai normalmente sobre as sopas e as saladas. Ou então, pratos de peixe grelhado. Pelo menos, é o que tem apetecido, cá por casa, nos últimos dias. Fazer uma espécie de desintoxição, no sentido de retomarmos o equilíbrio, dos excessos, das gorduras, dos doces, dos chocolates, dos licores ... que nos dias de festa, sabem sempre tão bem.
Nesta altura do ano, procuramos também dar destino a algumas das sobras dos dias de festa. Congela-se, sempre, muita coisa. Não sei se o fazem, mas podemos congelar as fatias douradas, o Bolo-rei, as sobras do peru e do bacalhau. Congelamos umas quantas sobras enquanto vamos tentando dar destino a outras.
Para aproveitar as sobras de camarão cozido, destes dias de festa, decidi fazer uma salada. Soube-nos tão bem!
Contam-se os dias para a festa da passagem de ano. A chegada de um novo ano significa a possibilidade de novas oportunidades, de mudanças, de sonhos e novos objectivos para concretizar.
Deixar o ano velho e abrir os braços, cheios de esperança, ao que de novo chega, é motivo de festa. É mais uma oportunidade para juntarmos os amigos e a família, à volta da mesa. Nesta altura procuramos ideias de petiscos para servir juntamente com as tábuas de queijos ou de enchidos, com o pão fresco e o vinho.
Por isso, deixo-vos, hoje, uma receita que resulta muito bem para servir nestes momentos de festa, camarão de Moçambique enrolado em bacon no forno e que fica ligeiramente picante. Preparei esta receita para a rubrica Pescanova. De certo que vai brilhar na vossa mesa na passagem de ano!
Os pratos simples, práticos e cheios de sabor, são tantas vezes os preferidos, cá em casa. Pratos que reconfortam e que se preparam, num abrir e fechar de olhos. Confesso que para o dia-a-dia é o que procuro fazer.
Quando a Parmalat me desafiou a preparar uma receita com a sua nova nata com sabores do mar, lembrei-me de uma receita que, não faço há anos, e que quando andava na faculdade, adorava. Na altura aprendi a fazer um arroz de lulas com tomate e natas. Simples e muito prático. Ficava um prato tão guloso.
Inspirada por essas minhas memórias, decidi fazer, um destes dias, para o almoço uma massinha com tomate, camarão e a que juntei a nata com sabores do mar Parmalat. Gosto de fazer pratos em que, depois de chegarem à mesa, rapidamente se vê o fundo ao tacho, como foi o caso deste!