Este fim-de-semana voltei à terra. Sabe bem dizer que se tem uma terra. Ter uma terra, envolve cuidar. Cuidar das árvores, das plantas, das flores e, até, dos animais que decidiram transformar aquele espaço, num pedaço da sua casa. Ter uma terra envolve a possibilidade de usufrir de momentos ao ar livre, de abrir a janela e ver ao longe os campos a transformarem-se. De sair de casa para ir ver a horta, ver se as sementes que lancei à terra já começam a brotar. Pequenas coisas que me deixam com o entusiasmo de uma criança ao entrar numa loja de doces.
É curioso perceber, como na azáfama dos dias, nos esquecemos que é importante estar em comunhão com a natureza. Ver as plantas crescerem, espreitar as abelhas que recolhem o néctar das flores do alecrim, ouvir os passarinhos cantarem numa alegria estridente. É curioso perceber que a simplicidade de provar o primeiro morango da época, apanhar as primeiras favas das faveiras que vimos crescer e que se revelam tenras e doces. Colher um limão que teve tempo de amadurecer para usar num prato que estamos a preparar é deveras especial, único e, até, transformador.
Deixo-vos, hoje, a receita de uma perna de peru com limão. Com o limão da horta!
É curioso perceber, como na azáfama dos dias, nos esquecemos que é importante estar em comunhão com a natureza. Ver as plantas crescerem, espreitar as abelhas que recolhem o néctar das flores do alecrim, ouvir os passarinhos cantarem numa alegria estridente. É curioso perceber que a simplicidade de provar o primeiro morango da época, apanhar as primeiras favas das faveiras que vimos crescer e que se revelam tenras e doces. Colher um limão que teve tempo de amadurecer para usar num prato que estamos a preparar é deveras especial, único e, até, transformador.
Deixo-vos, hoje, a receita de uma perna de peru com limão. Com o limão da horta!


