Mostrar mensagens com a etiqueta batata-doce roxa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta batata-doce roxa. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Vamos fazer pão: Pão com batata-doce roxa


Todas as semanas se faz pão cá por casa. E a grande magia de fazermos pão, é que o podemos fazer ao nosso belo gosto. Temos a liberdade de juntarmos farinhas, de escolhermos sementes, especiarias ou legumes. Os nossos pães são sempre especiais e únicos.

Um dos últimos pães que fiz, cá em casa, foi com batata-doce roxa, que tem uma cor linda e faz um pão que surpreende toda a gente. Já imaginaram um pão roxo? Fica lindo! E não precisamos de corantes. A batata-doce roxa deixa-o com uma cor mesmo fabulosa.

Um pão que tem tempo para levedar sem pressas, é sempre, um pão cheio de sabor. Este, pensei fazê-lo, num dia, e coze-lo, no outro. Mas, como não tive tempo, acabou por fermentar dois dias no frigorífico. O resultado foi um pão fabuloso. Vamos fazer pão?


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Vamos fazer pão: Pão de batata-doce roxa e abóbora


Quanto mais ocupados andamos, maior é a sensação que o tempo passa muito depressa. Já estamos a meio de Outubro e ainda tenho tanta coisa para fazer mas, acreditam, que por cá, já se começa a pensar - imaginem só! - no Natal, nos presentes, nas etiquetas, e nos embrulhos?! Adoro fazer embrulhos bonitos, com papéis, fitas e outros elementos que tornam os presentes em ofertas muito especiais. Os embrulhos revelam também o carinho que colocamos naquilo que oferecemos. Aproveito muitas coisas, como caixas, frascos, sacos, fitas, mas quando as uso nos meus embrulhos tento dar-lhes um toque que demonstre o meu carinho por quem as vai receber. Para mim, só assim é que faz sentido. Às vezes basta um presente pensado com carinho, embrulhado com amor, do que coisas colocadas dentro de um saco que não revelam respeito por quem as recebe. Esta semana numa ida às compras não resisti a um novo carimbo, a dois furadores e a umas fitas coloridas. Desejosa para começar os meus trabalhos de Natal!

Aproveitando ainda o tema dos presentes, eu sou daquelas pessoas que gosta de receber comida! Confesso. Fico feliz quando recebo azeite, especiarias, uma taça com marmelada, um saco com frutos secos, uma cesta com frutas frescas, queijos ou um pãozinho saboroso e especial. Já pensaram que oferecer um pão pode ser um presente diferente. Coloquem-no numa cesta. Com um pano, uma faca, e um queijo ou outro elemento que possa acompanhar bem o pão. Se quiserem tornar o presente ainda mais especial juntem-lhe uma garrafa de vinho e dois copos de pé alto. Este era um presente que por certo me traria momentos felizes e a vocês? A receita do pão partilho-a, hoje, convosco. Vamos fazer pão?

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Hummus de batata-doce roxa assada


Os fins-de-semana têm a vantagem de podermos gerir o tempo à nossa maneira. Gosto dos fins-de-semana em que posso estar à mesa, sem pressas, rodeada de amigos e muitos petiscos bons. Um dos petiscos que preparei no sábado para acompanhar uma garrafa de vinho branco cá em casa, foi este hummus de batata-doce roxa assada. Ando encantada com esta variedade de batata-doce. Adoro a cor. É menos doce que a "nossa" batata-doce. Gosto de a usar em saladas, e recheadas também resultam muito bem. Mas hoje deixo-vos a receita do hummus.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Chips de batata-doce laranja e roxa com pimenta-preta


Adoro petiscar. Fazer receitas práticas e rápidas para acompanhar uma bebida antes da refeição ou então, para saborear durante o visionamento de um filme ao fim-de-semana, no sofá. Que saudades das matinés dos domingos à tarde na televisão, lembram-se?

Para quem, como eu, gosta de petiscar ao fim-de-semana, deixo-vos, hoje, uma sugestão rápida, crocante e muito viciante. Assim que se começa, é tão difícil  parar de comer estes chips! Experimentem.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Salada de batata-doce roxa com salmão fumado e espinafres


A felicidade é consequência do modo como vivemos. De como aproveitamos cada momento e as oportunidades que nos surgem. A felicidade é o resultado da maneira como deixamos que os outros façam parte da nossa vida. E os momentos felizes com os outros guardam-se para sempre.

O ano passado estive um fim-de-semana em Castro Marim, onde visitei uma queijaria e tive a oportunidade de ver a confecção de queijo fresco, que tanto adoro. Conheci o Andrew e o Rupert, fiquei alojada na Casa Rosada, que eles tratam e cuidam com muito carinho. Recebem hóspedes e têm um quintal cheio de plantas e ervas aromáticas, que convida a muitas refeições ao ar livre, principalmente, nestes dias de Primavera. Num dos dias, o grupo que participou nesta visita foi todo para a cozinha, depois de uma ida ao mercado, em Vila Real de Santo António, onde o peixe de olhos vivos parece acabado de sair do mar e as frutas e legumes nos relembram o sabor genuíno das coisas boas da terra.


A Casa Rosada tem uma das cozinhas mais bonitas em que tive a sorte de cozinhar. Num dos cantos, prateleiras cheias de livros de receitas olham para nós impacientes a pedirem que os abram. Todas as peças de cozinha expostas mostram sinais do tempo, revelam-nos que outrora tiveram vida. E se escutarmos bem, segredam-nos ao ouvido histórias de pessoas, de momentos, à medida que as olhamos.


Foi aqui, na preparação do jantar que descobri pela primeira vez a batata-doce roxa. Fiquei tão curiosa que pedi logo para a usar. No grupo estava também a Nicky e o Oliver do conhecido blogue Delicious Days. A Nicky escrevia na altura o seu quarto livro e deu-me uma preciosa ajuda a preparar a batata-doce. Cortámo-la às rodelas. Polvilhámos com sal, pimenta, tomilho fresco e dentes de alho esborrachados com a casca. Regámos com azeite e foram para o forno. Uma receita tão simples mas que agradou ao grupo todo, que fez questão de provar assim que chegou à mesa. Este jantar foi um convívio feliz, cheio de boas memórias que guardo de forma especial.

Numa das minhas idas às compras encontrei um destes dias batata-doce roxa e não resisti a trazê-la para a minha cozinha. A primeira receita que fiz foi a que preparámos naquele jantar no dia em que a descobri. A vida é assim, gostamos sempre de repetir as coisas que nos fizeram sentir bem, não é verdade?