quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Salada de massa com camarão e mexilhão


A magia do verão faz-se de sol e mar. Faz-se de tempo. De roupas frescas. De gelados e de sorrisos à volta da mesa. Gosto dos dias grandes de verão, cheios de luz, que nos permitem desfrutar de tudo o que nos rodeia de forma tão especial.

O verão tem magia. Deixa-nos andar com roupas leves e de chinelos nos pés. Leva-nos até à praia. Senta-nos nas esplanadas junto ao mar a ver o pôr-do-sol. Leva-nos a reunir a família e os amigos à volta da mesa. Gosto tanto das comidas de verão. Das sopas frias, dos pratos de marisco - tantas vezes se come amêijoas, camarão ou mexilhão - para petiscar ou em jeito de refeição, do peixe grelhado na brasa, das saladas, frescas e cheias de cor.

Para celebrar a magia do verão, deixo-vos, hoje, uma salada com sabor a mar desenvolvida para a rubrica Pescanova.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Doce de tomate com maçã e canela


Tenho tão boas recordações de fazer doce de tomate, nos dias quentes do mês de Agosto, com a minha mãe. Não sei se é por isso ou não, mas o doce de tomate é sem dúvida um dos meus preferidos.

O tomate é um ingrediente que adoro. Faz parte da nossa cozinha de Norte a Sul do país e sou defensora de termos um Dia Nacional do Tomate, ou não fosse Portugal, o terceiro maior produtor do mundo deste versátil fruto.

Este ano, temos na horta muito tomate, principalmente tomate coração-de-boi. Para lhe dar destino já fiz molho de tomate e agora decidi começar a usá-lo nos doces e compotas, que adoro fazer nesta altura do ano. A receita de hoje junta tomate, maçã e canela. Um combinação deliciosa.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Batido de ameixa com framboesas e sementes de chia


O mês de Agosto é um mês de abundância em termos de fruta. Como temos, na zona de Santarém, um quintal com árvores de fruto, chega a esta altura e temos fartura de fruta boa que queremos aproveitar da melhor forma. É uma maneira de dignificar o que a natureza nos oferece.

Um dos destinos que costumo dar à abundância de fruta, é fazer doces e compotas. Este ano não foi excepção. Mas, este ano, decidi fazer uma outra coisa. Começar todos os meus dias do mês de Agosto com um batido. Um batido com fruta da época, fresca que trago do quintal. Depois a essa fruta acrescento outros ingredientes que ajudam a tornar o batido mais saboroso.

Quem acompanha as stories do Cinco Quartos de Laranja no Instagram deve, por certo, ter visto alguns dos batidos feitos. Confesso tem sido um exercício de criatividade fabuloso. Quando comecei, pensei: - será que vou conseguir? Mas a verdade, é que cá em casa temos tido um batido diferente todos os dias. Fresquinho sabe tão bem!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Workshop Vamos Fazer Pão? em Lisboa


No próximo dia 10 de Setembro de 2017, Domingo, quem quer vir fazer pão? Das 14h às 18h, na escola de cake design IstoFaz-se, em Lisboa, terá lugar o workshop Vamos Fazer Pão?. Este é um workshop para quem quer começar a fazer pão em casa ou para quem já faz mas quer melhorar as suas técnicas.

O workshop divide-se em duas partes, uma parte teórica onde iremos falar sobre os diversos métodos de fazer pão - método directo e método indirecto (pré-fermentos e massa-mãe). Serão abordados também os diferentes elementos que constituem o pão: farinhas, sal, água e fermento, assim como as técnicas de amassar, levedar, enrolar a massa para pães de diferentes formatos e indicações sobre as melhores formas de cozer pão em casa como se fosse na padaria.

Este workshop procura mostrar como se pode fazer bom pão em casa, usando diferentes técnicas. No final, depois do pão cozido, juntamo-nos à volta da mesa e degustamos tudo o que foi preparado, em jeito de festa. Vamos Fazer Pão?

EUR 45 Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640   IstoFaz-se
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Vamos fazer pão: Pão com quinoa e papaia


Fazer pão com massa-mãe é algo que preenche o nosso imaginário. Faz-nos lembrar o tempo em que as nossas avós amassavam e faziam pão. É um processo que nos traz memórias e nos faz pensar no sabor bom do pão de outrora.

Com a chegada do fermento industrial, o processo de fazer pão com massas-mãe foi sendo abandonado. É um processo demorado, exige alguma organização e na verdade, o fermento industrial revelou-se muito prático e eficaz.

É possível fazermos pão em casa com massas-mãe. O importante é começar e depois vai-se apurando as técnicas e o conhecimento sobre as massas. A receita que vos trago, hoje, é um pão delicioso feito com uma mistura de farinhas e papaia desidratada. Vamos fazer pão?


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Creme de lentilhas com abóbora


A comida, para mim, é sempre sinónimo de bem estar e felicidade. É uma maneira de nos sentirmos bem e de sermos felizes. A comida é sempre muito mais do que energia, tem emoções associadas.

Podemos comer de maneira a que o que ingerirmos nos deixe confortados, bem-dispostos, prontos para enfrentar, com motivação, os desafios do dia-a-dia. A comida é um dos caminhos que temos para sermos felizes. Gosto de comer bolos, chocolate, queijos, enchidos, gelados e muitas outras coisas que me deixam feliz. Mas gosto também de comer de forma equilibrada. Gosto de variar o que se come cá em casa. Preocupamo-nos cada vez mais com a nossa saúde. Podemos ser felizes a comer tudo o que queremos desde que consigamos encontrar o nosso equilíbrio.

E cá em casa, há quase sempre sopa às refeições. A sopa é um prato que ajuda a saciar, é uma forma de ingerirmos água e legumes.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Cuscuz de couve-flor com queijo feta e amêndoa


Cá em casa, procuramos fazer uma alimentação variada mas em que os legumes são, muitas vezes, a base para vários pratos ou acompanhamentos. Hoje em dia, fala-se muito em alimentação, alimentação saudável, super alimentos, mas para mim, a base de uma alimentação equilibrada está no consumo de legumes. Muitos de preferência!

A comida é sempre uma questão de sabor e é fundamental que nos saiba bem. Por vezes, temos que aprender a confeccionar os legumes de forma diferente do que estamos habituados. Cá em casa, gostamos muito de couve-flor. Se for cozida, resulta bem para acompanhar uma carne com o respectivo molho ou um caril de peixe, por exemplo. Mas a verdade, é que nos cansamos em termos de sabor da couve-flor quando é só cozida em água e sal. Por isso usamo-la, muitas vezes, assada no forno com azeite, alho, açafrão da Índia e por vezes sementes de cominhos. Come-se até sem vontade. Fica muito saborosa!

Quando se tenta fazer uma alimentação com muitos legumes acabamos por procurar maneiras diferentes de os cozinhar. A minha máxima, em termos de alimentação saudável, é variar. Não comermos sempre a mesma coisa e nem da mesma maneira. É importante abrirmos o nosso palato a novas aventuras em termos de sabor e textura. Aprende-se a gostar. O palato educa-se desde que nascemos. A couve-flor é um legume muito versátil e trago-vos, hoje, uma receita em que ela faz toda a diferença no prato.