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quinta-feira, 11 de junho de 2015

A minha primeira ida à Feira do Livro de Lisboa 2015


No passado sábado, dia 30 de Maio de 2015, estive na Feira do Livro de Lisboa para uma sessão de autógrafos dos meus livros Cozinha para Dias Felizes e Delicioso Piquenique, a que se seguiu a preparação de uma receita. Sempre gostei de ir à Feira do Livro. Lembro-me que uma vez, há já uns bons anos, estive mais de uma hora numa fila para conseguir um autógrafo do escritor Luís Sepúlveda no exemplar de O Velho Que Lia Romances de Amor, que estava a ler na altura. Gosto da feira pelo contacto com os autores, pelos descontos a que encontramos alguns livros e pelo espaço, que é tão convidativo a um passeio com a família ou com os amigos. A edição deste ano desta iniciativa está a ser publicitada como a maior dos últimos anos. Confesso-vos que uma das coisas que gosto de fazer na feira é comer uma fartura. Adoro!

A receita que escolhi para apresentar no meu showcooking na Feira do Livro, no stand da editora Marcador, foi uma salada de batata-doce com quinoa vermelha. Uma salada fresca que combinou com o dia quente que se fez sentir. Eu gosto muito desta salada e quando vi os sorrisos nos rostos de quem assistiu e teve a possibilidade de provar, fiquei mesmo muito contente.


Obrigada a todos os que fizeram questão de estar presente ou que passaram para me cumprimentar. Nem imaginam como me enchem o coração.

No próximo sábado, dia 13 de Junho às 18h, volto à Feira do Livro para uma demonstração no espaço de showcookings. Para além de preparar receitas dos meus livros, irei dar dicas e alguns truques que costumo usar na cozinha. No final terão a oportunidade de provar o que irei confeccionar. Conto com a vossa presença!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A cozinhar na Feira do Livro de Lisboa 2014


Este ano voltei à Feira do Livro de Lisboa para dois showcookings, um na terça-feira, dia 10 e outro no dia 15 de Junho de 2014, ao final da tarde. Em ambos, preparei duas receitas do meu livro Cozinha para Dias Felizes, um batido de banana com framboesas e morangos (pág. 242) que fresquinho soube muito bem. Confeccionei também uma salada de beterraba com massa cuscus e queijo (pág. 163). Uma salada colorida, óptima para levar para a praia ou um piquenique.


Gostei muito do contacto com as pessoas e principalmente dos leitores que fizeram questão de me ir cumprimentar, mesmo com o calor abrasador que se fazia sentir. Muito obrigada a todos por tornarem estes momentos muito especiais.


E especial é também este mês de Julho que irá trazer uma grande novidade!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Showcookings na Feira do Livro de Lisboa 2014


Queridos leitores,

este ano volto à Feira do Livro de Lisboa para dois showcookings no stand (A45) da editora Marcador. Vou lá estar terça-feira, dia 10 de Junho 2014 às 17h e no domingo, dia 15 de Junho 2014 às 17h.

Em ambas as demonstrações vou preparar receitas do meu livro, Cozinha para Dias Felizes, que vai ser Livro do Dia na terça-feira e portanto poderá ser adquirido por um preço ainda mais atraente (40% de desconto!).

Estes momentos transformam-se em ocasiões sempre especiais, permitem-nos conversar à volta da comida e trocar ideias. E se quiserem aproveitar, podem levar o Cozinha para Dias Felizes autografado.

Conto convosco? Vemo-nos lá?

terça-feira, 11 de junho de 2013

A cozinhar na Feira do Livro de Lisboa


No passado domingo, dia 9 de Junho à tarde, voltei à Feira do Livro de Lisboa. Dentro de mim transportava o mesmo entusiasmo e alegria de quem vai fazer algo de que se gosta muito pela primeira vez.

Senti-me muito feliz ao ter este segundo convite para voltar à Feira do Livro e tentei aproveitá-lo da melhor forma possível. As coisas boas da vida devem ser aproveitadas como se fossem únicas, é isso que as torna verdadeiramente especiais. Nunca nos banhamos duas vezes na mesma água de um rio, já dizia Heráclito. Tudo está em mudança, por isso cada momento é sempre especial e diferente.

Desta vez, voltei a apresentar duas receitas do meu livro Cozinha para Dias Felizes, o delicioso e aromático bolo de tangerina e coco (pág. 188) e a já conhecida salada de batata-doce com quinoa-vermelha (pág. 171), que faz sorrisos de satisfação a quem a tem provado.


O contacto com os leitores e com o público é sempre muito gratificante. Adoro conversar sobre a minha paixão pela comida, o valor e a importância da escolha dos ingredientes, das receitas, que são apenas pontos de partida e do modo como a comida nos traz momentos felizes.

Foi muito bom estar rodeada de alguns leitores, de amigos e de muita gente simpática que descobriu na Feira do Livro de Lisboa o meu trabalho e o Cozinha para Dias Felizes.

Muito obrigada a todos.

sábado, 8 de junho de 2013

Novo showcooking na Feira do Livro de Lisboa


Queridos leitores,

amanhã, domingo dia 9 de Junho de 2013, das 16h30 às 18h30, vou estar novamente na Feira do Livro de Lisboa, no stand da Marcador (A63) a apresentar duas receitas do meu livro Cozinha Para Dias Felizes.

Espero que o sol brilhe e que possamos passar, juntos, uma tarde bem disposta e divertida. Conto convosco. Apareçam! Adorava ver-vos lá. Um beijinho e até amanhã.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Cozinha para Dias Felizes na Feira do Livro de Lisboa


Todos os anos faço questão de visitar a Feira do Livro de Lisboa, de procurar as novidades, de não perder os livros do dia e de pedir autógrafos. Lembro-me de há uns bons anos atrás de ter estado numa longa fila para ter um autógrafo do conhecido escritor Luís Sepúlveda, que curiosamente ontem também lá estava a assinar a sua mais recente obra. Foi graças a este escritor que me apaixonei pela região da Patagónia, Terra do Fogo, pelo deserto de Atacama e pela beleza de alguns países da América do Sul. Na altura tinha acabado de ler as suas obras, O velho que lia romances de amor, Patagónia Express e Mundo do Fim do Mundo e estava apaixonada pelas suas palavras. Foi bom vê-lo ali novamente.

Mas desta vez a minha ida à Feira foi como autora do Cozinha para Dias Felizes e penso que devem imaginar a minha alegria. Eu ir à Feira do Livro de Lisboa por causa de um livro, que afinal é o meu. É assim uma alegria imensa. Já tinha estado na Feira, numa palestra como blogger, por isso esta participação, para mim, foi mesmo muito especial.

E mais especial ainda foi o carinho que senti de todas as pessoas que fizeram questão de aparecer, de me ir cumprimentar e de provar as coisas boas que preparei. Tenho efectivamente os melhores leitores do mundo. Também foi bom para mim, dar a conhecer o meu trabalho a muita gente que ainda não conhecia e que acabei no final a assinar exemplares do meu livro.


Agradeço a todos os leitores e visitantes da Feira do Livro de Lisboa que fizeram questão de assistir à preparação das minhas duas receitas do Cozinha para Dias Felizes, batido de banana com framboesas e morangos (pág. 242) e salada de de batata-doce com quinoa-vermelha (pág. 171), agradeço o apoio caloroso da minha família que faz sempre questão de estar presente nestes momentos, agradeço a todos os meus amigos que me acompanharam em mais esta deliciosa aventura. Um agradecimento especial à editora Marcador pelo convite e ao conhecido gastrónomo, Virgílio Nogueiro Gomes, que fez questão de estar também presente.

No próximo domingo, dia 9 de Junho de 2013, volto novamente à Feira do Livro, das 16h30 às 18h30 vou estar a confeccionar mais receitas do meu livro, no stand da Marcador (A63).

Encontramo-nos lá?

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Showcooking na Feira do Livro de Lisboa


Queridos leitores,

no próximo domingo, dia 2 de Junho de 2013, das 15h às 17h, vou estar na Feira do Livro de Lisboa, no stand da Marcador (A63) a apresentar duas receitas do meu livro Cozinha Para Dias Felizes.

Estar na Feira do Livro é algo muito especial para mim. Faço questão de todos os anos visitá-la, de ir lá com amigos, de comer uma fartura e claro, comprar algumas obras que gostaria de ter e que deixo para adquirir nesta altura. Nem vos digo quantos títulos tenho este ano na minha lista. Acho que há alguém cá em casa que se vai assustar! ;)

Espero que o sol brilhe no domingo e que possamos passar, juntos, uma tarde bem disposta e divertida. Conto convosco.

Apareçam! Adorava ver-vos lá. Um beijinho e até domingo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A falar de comida na Feira do Livro de Lisboa


Na passada sexta-feira, tal como anunciei aqui, estive na Feira do Livro de Lisboa, a convite de Nuno Seabra Lopes e moderador da conversa, a falar de comida. Na mesa, duas outras ilustres convidadas e com obras publicadas na área, Margarida Pereira-Muller e Paulina Mata. Já conhecia alguns dos seus trabalhos, mas estar ali na mesa ao seu lado, foi um prazer e, no início, com algum nervosismo até. Coisas de principiante nestas andanças! ;)

A conversa andou à volta da sazonalidade dos ingredientes, da importância de falarmos de comida em família, de colocarmos as crianças a ajudar em pequenas tarefas, pois quando se participa as coisas têm outro sabor. A cozinha da mãe acaba por ser a cozinha dos afectos, das sensações, da memória que nos acompanha. Falámos também de algumas mudanças. Hoje encontramos uma grande variedade de produtos durante o ano todo. De certa forma perde-se o encanto de comer determinada fruta, por exemplo, apenas em certa altura do ano. Por outro lado, encontramos muitos mais produtos que há alguns anos atrás. As courgettes, as beringelas, os chuchus, mais recentemente as acelgas, o romanesco, a pastinaga, as ervas aromáticas em vasinhos, apareceram regularmente nas secções de frutas e legumes há para aí dez ou quinze anos, talvez.

Houve uma altura em que encontrava receitas de ruibarbo em blogues ingleses e americanos com muita frequência e só há cerca de dois ou três anos é que comecei a encontrar à venda por cá. Só ainda não consegui encontrar laranjas sanguíneas! Se temos mais variedade de produtos, consequentemente a nossa maneira de cozinhar modifica-se. E aqui os blogues, na minha opinião, têm tido um papel muito importante.

Os blogues de comida, a grande maioria, é feita por pessoas sem formação na área, o que facilita o aumentar a proximidade entre o autor e o consumidor/leitor. Os blogues permitem ainda uma grande interação e partilha. O sistema de comentários é uma excelente ferramenta para os leitores tirarem dúvidas ou até darem o seu feedback de como resultou a receita ou até se foram feitas alterações ou não. Outro aspecto que é possível observar nos blogues é a republicação de receitas e o consequente enriquecimento destas, por exemplo, eu faço uma receita e depois outra pessoa acrescenta um ingrediente ou faz num bolo uma cobertura de que não me tinha lembrado. Isto já acontecia com os outros meios ditos tradicionais, mas agora o fenómeno é mais rápido e mais visível. As publicações cruzadas é outro aspecto que os blogues trouxeram através de pequenos desafios ou de concursos. Por exemplo, quando o Cinco Quartos de Laranja fez 5 anos, lançou um desafio que se intitulava Cinco anos, Cinco ingredientes, em que pedia às pessoas receitas com apenas cinco ingredientes.

Os blogues de comida são uma excelente ferramenta de divulgação da gastronomia. Chamam a atenção para ingredientes e maneiras de confecção, relatam experiências, explicam conceitos, indicam autores, fazem referências para outros blogues, traduzem receitas e arriscam combinações inovadoras. Dão a conhecer produtos. Ajudam a criar hábitos e a mudar o modo como nos relacionamos com a comida. Dado as características dos próprios blogues, estes permitem que se estabeleçam relações de confiança e empatia entre quem lê o blogue e quem o escreve. Por exemplo, eu já recebi comentários a dizer-me que vão fazer aquela receita porque as receitas da Laranjinha lhe saem sempre bem ou vão arriscar usar determinado ingrediente porque eu o aconselho! Isto acontece no Cinco Quartos de Laranja e em todos os outros blogues de comida.

Os blogues permitem uma consulta rápida das receitas e que os leitores escolham os seus favoritos. A escolha é feita pela proximidade. Escolhe-se o blogue com que nos identificamos. Há centenas de blogues de comida em Portugal e cada um tem o seu estilo. Se gosto do blogue X ou Y, quando quero procurar uma receita é a esses que vou em primeiro lugar. Sobre blogues de comida/gastronomia muito ainda há para dizer. O assunto começa a ser agora discutido e a ter alguma atenção dos meios de comunicação, o que é muito bom.


E os livros? Os livros de receitas ainda são a referência ou não? E o YouTube?

Na minha geração, penso que os livros ainda são a referência por isso há programas de televisão que se transformam em livros, há blogues que fazem livros. Muitos dos grandes blogues de comida ingleses, americanos e franceses têm livros publicados ou artigos em revistas. O livro funciona ainda como um factor de credibilização. Ter um blogue é uma coisa, mas ter um livro publicado é outra. O patamar de referência e de estatuto é diferente. Se os livros continuarão a ser a referência para as próximas gerações ainda é uma coisa para ver. As alterações tecnológicas são tantas que o mais certo é o conceito de livro se transformar. Possivelmente com o Kindle (ou outro leitor de livros digitais), tal como foi referido na conversa, o conceito livro já se está a alterar.

Quando penso procurar uma receita normalmente não recorro ao YouTube. Faço-o quando quero ver como se faz uma determinada técnica, pois tem a vantagem de conseguir mostrar passo a passo e de forma visual a execução de uma receita, o que muitas das vezes é mais difícil colocar por escrito. Quando se escreve uma receita, há certos pormenores e passos que ficam esquecidos por parecerem tão evidentes e aí o YouTube poderá ser mais esclarecedor.

É bom falar de comida, especialmente com pessoas que têm cartas dadas na área. É bom saber que os blogues começam a ter espaços nestas conversas. Esperemos que haja mais!

Um muito obrigada ao Nuno Seabra Lopes por esta oportunidade.


P.S.: Desde quinta-feira ao final do dia que o Blogger.com, o serviço que aloja este blogue, tem tido alguns problemas. No caso do Cinco Quartos de Laranja ainda não estão repostos todos os comentários.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Conversa sobre livros de gastronomia e culinária na Feira do Livro

Na sexta-feira, dia 1 de Maio, fui assistir a uma palestra sobre livros de cozinha na Feira do Livro de Lisboa. Os intervenientes foram Chakall, Margarida Pereira-Muller e Maria Proença.
Chakall foi quem iniciou a conversa. Começou por falar dos livros de cozinha que o influenciaram. Referiu Cozinha Confidencial, The River Cafe Cook Book Green e disse também que gostava de livros de cozinha temáticos, por exemplo de limões, etc. Para além disso falou da importância que Maria de Lourdes Modesto tem para a culinária portuguesa comparável a Simone Ortega em Espanha e, a Petrona Gandulfo na Argentina.
Margarida Muller começou por falar da sua relação com a cozinha. Desde pequena que se relaciona com este mundo. Recordou as aulas de iniciação à cozinha incluídas no plano de estudos escolar no Instituto de Odivelas que frequentou. O livro de Pantagruel, um livro alemão sobre cozinha e organização doméstica e Doze meses de Cozinha foram os livros que apresentou como as obras que a influenciaram na cozinha. Referiu ainda As receitas da Serafina, Licor Beirão, entre outras obras que escreveu.
Maria Proença começou por referir que quando era miúda não tinha grandes livros de cozinha em casa. Mostrou um livro de receitas que foi compilando quando tinha 11 ou 12 anos. As receitas eram basicamente os ensinamentos da sua mãe e as receitas de bolos de uma amiga da família. Lembra-se de nessa altura lhe dizerem que se estivesse maré alta o bolo não crescia, o que fez com que ela espreitasse muitas vezes pela janela para ver como estava a maré.

De seguida apresentou um outro livro de receitas escritas mais elaborado, agora já organizado por assuntos, de seguida outro com recortes de revistas e de produtos. Referiu que normalmente esta recolha de receitas era feita nas famílias menos abastadas que faziam uma cozinha baseada nos recursos locais.

No seguimento da sua relação com a cozinha apresentou-nos a revista dos anos 40/50, Cabaz das Compras e falou da importância que as receitas apresentadas em folhetos promocionais de diversas marcas, como por exemplo a Maizena, Royal, entre outras, tiveram na época em que surgiram. Referiu também a revista Marie Claire, cuja circulação não estava proibida durante o Estado Novo, e apresentava uma secção de culinária muito cuidada e com excelentes fotografias, a Grande enciclopédia da Cozinha de Maria de Lourdes Modesto que recebeu como presente de casamento e que na sua opinião foi um livro de viragem, pois mostrava que a cozinha ultrapassa a receita, era na altura um livro inovador pois integrava imagens e textos de literatura, Isalita - Doces e Cozinhados, João da Mata e deste chef falou particularmente de uma sopa de pão à portuguesa que nos aconselhou a experimentar. Apresentou ainda como obras importantes, a História da Alimentação, A Cozinha de Mercado de Bocuse e do livro O doce nunca amargou de Emanuel Ribeiro. Falou-nos também da associação Idades dos Sabores que ajudou a construir e do trabalho que esta associação tem vindo a realizar.

Para além de livros, falou-se dos prémios Gourmand, das diferenças entre a cozinha alemã e portuguesa, da cozinha optimista/pessimista, da cozinha de poucos recursos e da cozinha divina.

Concluiu-se que a cozinha é um fenómeno social complexo. Tudo passa pelo modo como cozinhamos ou nos relacionamos com a cozinha. Seja o clima, a geografia, a cultura, as tradições, as interdições, etc.