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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Vamos fazer pão: Trança de Páscoa


A Páscoa está a chegar. Por cá começam-se a ultimar algumas bolachinhas para oferecer. Já se compraram amêndoas e ovinhos de chocolate. O domingo é dia de almoço em família, em Santarém. Costumo passar sempre a Páscoa com os meus pais. O prato principal para o almoço é, segundo a tradição, carne. Ora de borrego. Ora de cabrito. Assado no forno ou cozinhado no tacho. Resulta sempre tão bem!

Os doces para a mesa de Páscoa sou eu quem os costuma fazer, de há uns anos para cá. Este ano, entre outras sobremesas, decidi fazer uma trança de Páscoa. Esta trança é um pão doce que resulta muito bem e que se inclui na rubrica Vamos fazer pão? Gostam?

sexta-feira, 11 de março de 2016

Broas de batata-doce com nozes


Já vos disse que adoro batata-doce? Assadas no forno, em puré, em guisados, sopas, resultam sempre muito bem. Para além de as usar em pratos salgados gosto também de as usar em bolos, biscoitos ou em broas.

A última receita que fiz de broas foi para a edição de Novembro/Dezembro de 2015 da revista Comer. Juntei-lhe nozes, especiarias e mel. Ficaram mesmo boas! Nestes dias de fim de Inverno sabem de forma maravilhosa com um chá ou um café a meio da tarde. Experimentem.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Broas de mel


O Natal está quase a chegar. Por cá já se contam os dias para reunir a família à volta da mesa, de fazer a lista de sobremesas a preparar, tanto para festa que faço em Lisboa, como com a da minha restante família em Santarém. Esta é uma das épocas mais bonitas do ano. Por um lado, adoro ver as ruas enfeitadas, cheias de luzes a piscar, por outro é tempo de olharmos com cuidado redobrado para os que nos são queridos. Ir às compras, pensar nos presentes para a família, para os amigos é algo que nos exige tempo.

Confesso que vivo estes dias antes da chegada do Natal com muito entusiasmo. Acho que o espírito do Natal é esta azáfama feliz de pensar nos que nos são queridos, escolher e decidir os presentes para oferecer, personalizar as etiquetas que acompanham os presentes. E para quem gosta de preparar presentes em casa para surpreender a família ou amigos, deixo-vos uma deliciosa receita de broas de mel que preparei no robot de cozinha da Moulinex, para a rubrica Cuisine Companion.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Broas de milho e trigo


Na zona de Santarém é tradição no dia de Todos-os-Santos as famílias terem broas para oferecem às crianças que pedem o pão por Deus ou para colocar na mesa para receber a família. Em minha casa, sempre se fizeram broas e eu adorava todo o ritual de amassar, tender, colocar as broas em tabuleiros, serem pinceladas com ovo batido e seguirem para o forno. O cheirinho das broas acabadas de cozer é divinal.

Este ano, por altura do dia de Todos-os-Santos, numa das minhas idas a Santarém, uma das vizinhas dos meus pais, a Maria Alice, deixou-me umas broas para eu provar. Gostei tanto que lhe pedi a receita e resolvi fazer cá em casa para partilhar com a família e amigos de Lisboa. Hoje, deixo-vos a receita.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Creme de castanhas com cogumelos


As castanhas e os cogumelos são sabores que marcam o Outono. Os cogumelos eram considerados um alimento divino para os faraós, foram também muito apreciados pelos Romanos, que os consideravam um boa fonte de energia para os soldados. Hoje em dia, conseguimos encontrá-los facilmente à venda.

A castanha é consumida pelo homem, desde a pré-história e o castanheiro ficou conhecido, ao longo dos tempos, como a "árvore-pão", principalmente em zonas onde o trigo não se dava e a base do pão era a farinha de castanha. Com a chegada da batata à Europa, a castanha perdeu grande parte do seu protagonismo. Mas, umas boas castanhas assadas, cozinhadas com carne ou em sopas, sabem sempre bem.

Nesta altura do ano procuro aproveitar este dois ingredientes da melhor forma possível. E por que não juntá-los? Castanhas e cogumelos resultam numa combinação muito interessante. E onde os junto mais vezes é em sopas. Esta que hoje vos deixo, fica com um sabor intenso e rico. Deliciosa.

Desenvolvi este delicioso creme de castanhas com cogumelos para a rubrica Cuisine Companion.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Quem aceita um chá quente de gengibre com especiarias?


No Inverno adoro beber chá quente. Há algo de reconfortante numa chávena de chá a fumegar, a meio de uma tarde chuvosa e fria. Ou então, depois de jantar. Sabe sempre tão bem.

Hoje deixo-vos um chá de gengibre com especiarias em cima da mesa que preparei para a edição de Janeiro de 2014 da revista Saber Viver. Aceitam?

Ingredientes:
1 l de água
10 g de gengibre fresco
1 estrela de anis
1 pau de canela
2 cardamomos
6 g de erva-doce em grão
Açúcar q.b.


1. Cortar o gengibre em fatias finas.

2. Colocar todos os ingredientes numa cafeteira e levar ao lume. Deixar ferver durante quatro minutos.

3. Deixar em infusão até a erva-doce assentar no fundo. Antes de servir, coar a mistura e juntar o açúcar a gosto. Mexer.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Que as estrelas brilhem de esperança e felicidade em 2013


Janeiro é o primeiro mês do ano e com ele vem a vontade de recomeçar. E todos os recomeços obrigam à reflexão, a gerir pensamentos, vontades e quereres. Obrigam a procurar palavras, a dar-lhes sentidos, a pronunciar muito bem os verbos acreditar, continuar e persistir. Este mês faz-nos olhar para o céu azul luminoso e pensar que sim, que é possível acrescentar poesia à nossa vida. Janeiro, traz-nos de novo vontades e desejos. Traz-nos, embrulhados nos dias frios, papéis de esperança e agasalhos de felicidade.

Janeiro é um mês de silêncios. Silêncios que se traduzem em ideias que por sua vez ganham vida em traços, pontos, linhas, tudo isto esboçado em palavras nos nossos moleskines. E quando escrevemos os silêncios que pululam nas nossas cabeças, nascem objectivos e desejos para o novo ano que começa em Janeiro.

Neste novo ano, quero continuar a olhar para as coisas de que gosto com paixão, como se tudo fosse um milagre que nos chega e pelo qual devemos dar graças. Quero olhar mais vezes à noite para o céu estrelado. Quero contemplar o mar, sentir o cheio da maresia e caminhar ao pôr-do-sol na areia molhada da praia. Correr atrás das gaivotas e rir. Rir, muito, muito.

Quero andar na cidade a pé. Olhar para os edifícios. Ver as pessoas de um lado para o outro. Parar para ver as montras. Sentar-me num banco de jardim. Subir da baixa até à Graça. Ver o Tejo. Respirar fundo numa das sete colinas, voltar à Feira da Ladra, percorrer pela manhã bem cedo, alguns dos mercados da cidade. Quero andar de bicicleta. Ver gente. Conhecer pessoas. Abrir horizontes.

Em 2013 quero continuar a viajar. Sonho com Paris. Oh, Paris! Ver o pôr-do-sol da Torre Eiffel, comer croissants, visitar o Louvre e caminhar nas ruas da cidade com uma baguete debaixo do braço e na mochila, queijos e uma garrafa de vinho para o jantar.

Ler e escrever ajudam-me a sonhar e a pensar no futuro. Em 2013 quero continuar a sonhar. Muito. Quero juntar palavras e desenhar histórias. Quero escrever postais e enviar cartas. Quero continuar a fotografar e a registar lembranças. Quero aprender. Quero melhorar.

Espero dar continuidade a alguns projectos e começar outros. Anseio por novas oportunidades e desafios. O blogue tem sido feito de várias etapas percorridas numa estrada que espero que me leve a muitos e bons desafios, como tem acontecido até agora.

Em 2013 quero aproveitar ainda mais o prazer de cozinhar. Espero juntar inspiração a novos ingredientes. Bater sonhos polvilhados com chocolate. Misturar frutas maduras a uma pitada de imaginação. Cozer, assar, fritar, guisar, sempre com o mesmo interesse com que escuto alguém fascinado pela vida.

Quero passear no campo e apanhar fruta fresca. Quero sentir os aromas doces de um pêssego maduro a despertar-me desejos de coisas gulosas. Comer um figo, doce, a pingar mel, num dia de sol debaixo de uma figueira. Ir às amoras, em Agosto, e continuar a dizer com o mesmo entusiasmo de criança, "se vais às amoras, digo ao teu pai que já namoras!".


Bolo de abóbora com especiarias

Ingredientes:
300 g de abóbora cozida e escorrida
275 g de açúcar amarelo
200 g de manteiga sem sal à temperatura ambiente
4 ovos
300 g de farinha com fermento
2 g de gengibre em pó
1 pitada de cravinho em pó
1 g de noz moscada
2 g de canela em pó
3 g de erva-doce em grão
uma pitada de sal
100 g de melaço de cana
açúcar em pó para polvilhar


1. Bater a manteiga com o açúcar com a batedeira. Adicionar os ovos, um a um.

2. Esmagar a abóbora com um garfo. Juntar a abóbora ao preparado com a manteiga. Bater.

3. Adicionar os restante ingredientes. Bater muito bem.

4. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC, numa forma forrada com papel vegetal, ligeiramente untado com manteiga, durante 35 minutos.

5. Desenformar depois de frio e servir polvilhado com açúcar em pó.


Espero que este bolo, perfumado pelo aroma misterioso das especiarias, ajude a tornar o ano de 2013 mais doce!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Bolinhos de amêndoa


Para os dias de festa da Páscoa fiz, para além das queijadas de amêndoa e da tarte de amêndoa e leite condensado, uns apetitosos bolinhos ... também de amêndoa! A receita veio da revista Saberes & Sabores de Abril de 2004.

Ingredientes:
250 g de farinha
1 saqueta de levedura seca/fermento de padeiro em pó (4,6 gramas)
100 g de amêndoa pelada e finamente ralada
150 g de açúcar fino
1 colher de sobremesa de erva doce
1 pitada de sal
1 ovo
0,5 dl de leite
80 g de manteiga sem sal


1. Misture a farinha com a amêndoa, o açúcar, a erva doce, uma pitada de sal e a levedura seca.

2. Mexer o ovo.

3. Derreter a manteiga com o leite.

4. Misturar o ovo com a manteiga derretida com o leite.

5. Abrir uma cavidade ao centro da mistura da farinha com a amêndoa e deitar aí a mistura de ovo, leite e manteiga. Amassar muito bem.

6. Tapar o recipiente e deixar repousar durante 3 horas.

7. Untar um tabuleiro com manteiga ou margarina.

8. Voltar a amassar a massa e moldar pequenos bolinhos.

9. Colocar os bolinhos no tabuleiro. Deixar repousar durante 30 minutos.

10. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 20 minutos.


Estes bolinhos são deliciosos. Comem-se uns a seguir aos outros sem qualquer esforço. A todos, votos de bom fim-de-semana.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Bolo de courgette e cenoura e o mistério das nozes pretas


Com o fim-de-semana à porta, hoje deixo-vos como sugestão um bolo de courgette com cenoura, mas desta vez feito com azeite.

Ingredientes:
400g de farinha com fermento
1 colher de chá de bicabornato de sódio
1 colher de sopa de canela
1/2 colher de chá de erva doce moída
6 ovos
350g de açúcar amarelo
2dl de azeite
100g de cenoura ralada
180g de courgette ralada com a casca
2 colheres de sopa de sementes papoila ou 50g de nozes picadas ou outro fruto seco a gosto


1. Numa taça misturar a farinha com o bicabornato, a canela, a erva doce, os ovos, o açúcar e o azeite. Mexer muito bem.

2. De seguida, adicionar a cenoura e a courgette raladas. Por fim, juntar as sementes de papoila ou outro fruto seco a gosto.

3. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC durante 50 a 60 minutos, numa forma (26 cm) untada com margarina ou manteiga. Verificar com um palito a cozedura do bolo antes de o tirar do forno.



O bolo fica grande, rende boas fatias, que acompanham muito bem um chá a meio da tarde. Fiz este bolo já duas vezes. A primeira vez, usei sementes de papoila e os convidados num almoço, em Santarém, em casa dos meus pais, adoraram as bolinhas pretas que estalam na boca. A segunda vez fiz com nozes. E aqui deu-se algo misterioso. Os químicos deverão ter uma explicação, mas eu, assim empiricamente não consigo dizer o que se poderá ter passado com os ingredientes do bolo. Só sei que quando cortei a primeira fatia apercebi-me que as nozes tinham mudado de cor. A película exterior ficou preta. O sabor do bolo não foi afectado e nem houve consequências posteriores. No entanto, fiquei intrigada. Terão as nozes reagido com o azeite? Com o bicarbonato de sódio? O que poderá ter acontecido para que as nozes tenham mudado de cor?

Bom fim-de-semana.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Broas de milho e mel


Ingredientes:
1 kg de farinha de milho
2 kg de farinha de trigo
1 chávena de chá de mel
2 kg de açúcar amarelo
50 g de erva doce
50 g de canela em pó
1 l de óleo
1 l de água
Fermento em pó (Royal)
Sal
Gema de ovo para pincelar

1. Colocar num tacho o óleo, a água, o sal, a canela, a erva doce e o mel. Levar ao lume até ferver.

2. Colocar num recipiente as farinhas, o açúcar e o fermento em pó. Misturar bem o açúcar com as farinhas.

3. Retirar o preparado do lume e deitar logo sobre a mistura das farinhas com o açúcar. Amassar muito bem.

4. Moldar as broas (acabei por fazer bolinhas, mas podem-se moldar de forma mais oval), pincelar com gema de ovo e levar, em tabuleiro revestido com papel vegetal, ao forno.


As quantidades desta receita dão para muitas broas, dado que são 3 kg de farinha, quem quiser experimentar poderá fazer meia receita. Quem gostar também pode adicionar, à massa, nozes picadas. Estas broas ficam muito perfumadas e são perigosamente deliciosas. Nunca se consegue comer apenas uma!