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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Sopa de couve-flor com lentilhas vermelhas


Penso que deveríamos comer, de forma regular, sopa, às refeições. Criem este hábito e até podem fazer da sopa uma refeição. Quantas vezes ao jantar, cá em casa, tendo sopa tudo parece mais fácil, principalmente quando não temos muito tempo para estar na cozinha. Uma sopa e uma salada. Uma sopa e uns wraps. Uma sopa e umas tostas. São opções rápidas para almoços e jantares apressados.

Costumo fazer uma boa panela de sopa. Guardo no frigorífico a quantidade que sei que vamos consumir e congelo o que sobrar em doses. Comam sopa pela vossa saúde. É uma forma de fazermos uma alimentação equilibrada, com ingredientes reais, autênticos.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Medalhões de pescada em papelote com cuscuz de couve-flor


A alimentação, ou melhor, uma alimentação saudável, é cada vez mais, uma preocupação para muitas famílias. Cá em casa, procuro incluir sopa no início das refeições, intercalar pratos de carne e de peixe e colocar na mesa, a acompanhar as refeições, muitos legumes.

O peixe é ingrediente que procuro ter, sempre, em casa. Quando se chega a casa tarde e queremos colocar na mesa uma refeição rápida, este é um ingrediente que nos ajuda a preparar pratos equilibrados. Uma das coisas que gosto de ter, é medalhões de pescada. São muito versáteis e cozinham-se num instante.

Quando a Pescanova me desafiou a preparar uma receita com os seus medalhões de pescada do Cabo, decidi partilhar, convosco, uma receita que é muito apreciada, cá em casa. Os medalhões de pescada cozinhados em papelote ficam suculentos e deliciosos!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Caril de bacalhau com camarão e couve-flor


Cá em casa, tentamos variar a nossa alimentação. Felizmente, hoje em dia, temos uma grande variedade de produtos à nossa disposição, numa ida às compras. Podemos assim, fazer pratos diferentes com muita regularidade.

Se há pratos tradicionais que fazemos, quando juntamos a família, porque sabemos que todos gostam e é mais fácil, no dia-a-dia, ou para uma refeição com amigos, adoro fazer coisas diferentes. Há, já algum tempo, que queria experimentar fazer um caril de bacalhau. Um destes dias, para um almoço demorado, com tempo para rir e conversar à mesa, foi esta a escolha. E ficou tão bom!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Caril de couve-flor com grão-de-bico e espinafres


Há coisas que são sagradas e que não se alteram enquanto as conseguirmos manter. Uma dessas coisas, é o almoço de domingo de Páscoa, em família. Passamos a maior parte do ano de um lado para o outro, mas neste dia sabe tão bem, reunirmo-nos à volta da mesa e conversar. Falar das coisas da vida. Desabafar. Rir. E claro, comer!

Esta é uma altura de excessos à mesa. Começa-se pelos aperitivos, depois as entradinhas, o borrego assado com batatas, os doces da época e por fim, amêndoas e ovinhos de chocolate. Isto sem falar da garrafa de licor que temos que provar e do cálice do vinho do Porto para ajudar à digestão. A Páscoa é uma época maravilhosa!

De regresso a casa e ao equilíbrio à mesa, deixo-vos um caril vegetariano, delicioso. É bom termos, de vez em quando, refeições sem carne e sem peixe, mas com muitos legumes.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Cuscuz de couve-flor com queijo feta e amêndoa


Cá em casa, procuramos fazer uma alimentação variada mas em que os legumes são, muitas vezes, a base para vários pratos ou acompanhamentos. Hoje em dia, fala-se muito em alimentação, alimentação saudável, super alimentos, mas para mim, a base de uma alimentação equilibrada está no consumo de legumes. Muitos de preferência!

A comida é sempre uma questão de sabor e é fundamental que nos saiba bem. Por vezes, temos que aprender a confeccionar os legumes de forma diferente do que estamos habituados. Cá em casa, gostamos muito de couve-flor. Se for cozida, resulta bem para acompanhar uma carne com o respectivo molho ou um caril de peixe, por exemplo. Mas a verdade, é que nos cansamos em termos de sabor da couve-flor quando é só cozida em água e sal. Por isso usamo-la, muitas vezes, assada no forno com azeite, alho, açafrão da Índia e por vezes sementes de cominhos. Come-se até sem vontade. Fica muito saborosa!

Quando se tenta fazer uma alimentação com muitos legumes acabamos por procurar maneiras diferentes de os cozinhar. A minha máxima, em termos de alimentação saudável, é variar. Não comermos sempre a mesma coisa e nem da mesma maneira. É importante abrirmos o nosso palato a novas aventuras em termos de sabor e textura. Aprende-se a gostar. O palato educa-se desde que nascemos. A couve-flor é um legume muito versátil e trago-vos, hoje, uma receita em que ela faz toda a diferença no prato.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Sopa de couve-flor com cenoura e arroz


Cresci com sopa regularmente às refeições. Um hábito que ainda hoje a minha mãe tem. Cá em casa, há sempre sopa. Para uma emergência ou para os dias em que não há tempo, tenho sopa congelada. 

A sopa é, por um lado, uma forma de comermos mais legumes. Quem não gosta de sopa alega que hoje em dia temos muitas e variadas formas de comermos legumes. Formas essas até mais interessantes do que a sopa, como por exemplo, legumes assados ou grelhados. Mas para mim, sopa é sopa. É um prato de conforto. É uma forma de começarmos a refeição e disciplinarmos o apetite.

As sopas são pratos de confecção simples, apresentam um elevado valor nutricional e fazem bem à nossa saúde. A grande maioria das sopas tem uma boa quantidade de água. Água essa carregada de nutrientes vindos dos hortícolas e das leguminosas usados. Em regra geral são pouco calóricas, ricas em vitaminas e sais minerais. Só encontro bons motivos para iniciarmos as refeições com um prato de sopa para toda a família.E vocês?

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Sopa de couve-flor assada com cherovia


Os dias mais frescos de Outono trazem a vontade de colocar na mesa comidas mais quentes e reconfortantes. Nesta altura do ano gosto de preparar refeições de tacho ou então assados demorados no forno. Mas o que não pode faltar mesmo é um bom prato de sopa. Quente, cheia de legumes ajuda a repor todas as energias gastas durante um dia de trabalho. A última que preparei foi para dar destino a umas cherovias, também conhecidas como pastinacas, que comprei um destes dias no mercado. Cá em casa, adorámos.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Caldo-verde de couve-flor para comer e emagrecer


Há coisas de que sinto muito grata. Uma delas é o facto de os meus pais terem um quintal onde ao longo do ano vão cultivando tudo o que o ritmo das estações permite. Nesta altura, produzem grelos, laranjas, limões, tangerinas, nabiças e folhas tenras de couve galega. No fim-de-semana passado quando os visitei, uma das coisas que fiz à tarde, com o meu pai, foi preparar a couve para o caldo verde. Há uns anos atrás, comprámos uma máquina para cortar a couve como via as senhoras na praça fazerem e já há algum tempo que não era utilizada.

Este ano decidi que quero aproveitar mais e melhor esta couve que comparativamente, tem mais cálcio que o leite. É rica em vitamina C e em betacaroteno. A couve galega possui alguns compostos que ajudam na prevenção de doenças cancerígenas, assim como os brócolos e as couves-de-Bruxelas. Por isso são muitos e bons motivos para não desperdiçarmos esta couve.

Deixo-vos, hoje, uma versão menos calórica do caldo-verde tradicional, para ajudar a quem quer manter a linha.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sopa de couve-flor com abóbora e harissa para comer e emagrecer


As sopas são pratos recorrentes cá em casa, ora como entrada ou mesmo como prato principal. Faço-as de preferência com muitos legumes e em dias em que quero restabelecer o equilíbrio de alguns excessos cometidos, preparo-as sem batata e sem cenoura.

Deixo-vos, hoje, esta deliciosa sopa de couve-flor com abóbora e harissa, que fica ligeiramente picante e que pode ser uma excelente sugestão para quem quer comer e emagrecer.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Tamboril envolto em presunto com legumes Primavera


Cozinhar pode ser um grande teste, principalmente quando o fazemos em público. Um teste para nós, para as nossas capacidades e até para a nossa confiança. Mas o desafio pode ser muito mais elevado, quando nos são impostas regras que temos que seguir e um objectivo final a atingir. E foi isso que senti em Paris, que tinha um enorme desafio. Foi-nos proposto a realização de uma receita em que o empratamento final deveria ficar igual ou o mais idêntico possível ao que estava na imagem que acompanhava a receita, do chef Stéphane Pitre. A fotografia da receita que iria confeccionar, era esta:

( Foto de Philippe Martineau )

Parece-vos fácil? Confesso, que assim que olhei para a imagem, pensei: - E agora? Esta receita tem um empratamento de restaurante com estrelas Michelin! Será que sou capaz!? Assim que nos foi dada indicação para começar, respirei fundo. Li a receita em francês e comecei. Ao longo da confecção tive, obviamente algumas dúvidas a que o chef prontamente me respondia.

Foi com um enorme orgulho que vi o chef Stéphane dar indicação para o meu prato seguir para a zona de fotografia, sem que a food stylist corrigisse o empratamento. Ufa, pensei, eu. Afinal, fui capaz. Fiquei tão contente. É uma sensação tão boa conseguirmos atingir os objectivos propostos, numa situação que envolveu alguma pressão, pois o desafio realizado era em estilo de concurso de televisão, com tempo para a realização das tarefas e à volta uma equipa de profissionais, com um realizador, um maquilhador e várias câmaras a filmar o que fazíamos. O que acham? Não me saí muito mal, pois não?

Deixo-vos a receita. Há alguém que queira experimentar fazer em casa?

segunda-feira, 17 de março de 2014

Salada de frango e couve-flor assada para um piquenique


Março começou, finalmente, a brindar-nos com dias de sol bonitos. No fim-de-semana, preparei um cesto com frutas, gelatinas, bolos e sumos. O Ricardo e eu partimos para o parque mais próximo da nossa casa e fizemos um piquenique. Havia várias famílias a passear. Ao pé de nós, a aproveitar as mesas e o sol de final de tarde, um grupo de pessoas jogava às cartas. Esta tarde soube mesmo bem. Aproveitámos o bom tempo de uma forma especial. Sem dúvida, que temos que repetir.

Hoje deixo-vos uma salada de frango com grão e couve-flor para um piquenique a pensar nos dias bonitos de sol, que preparei para a edição de Junho de 2013 da revista Saber Viver.

Ingredientes para 4 pessoas:
600 g de couve-flor
2 dentes de alho
500 g de grão cozido
1/2 frango assado de churrasco
200 g de tomate cereja
1 raminho de salsa picada
1,5 dl de azeite
1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto
1 colher de sopa de mostarda em grão à antiga
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Levar a assar, num tabuleiro os floretes de couve-flor, com os dentes de alho esborrachados e 1 dl de azeite, em forno pré-aquecido a 200ºC durante 35 minutos.

2. Numa taça misturar o grão cozido, o frango desfiado, limpo de peles e ossos, o tomate cereja cortado ao meio, a couve-flor assada já fria e a salsa picada.

3. Misturar 0,5 dl de azeite com o vinagre, a mostarda, sal e pimenta a gosto. Emulsionar muito bem a misturar.

4. Regar a salada com o molho, mexer e servir.


A couve-flor assada fica crocante e deliciosa. Esta é uma salada rica e saborosa.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sopa de couve-flor e coentros, para comer e emagrecer


Para mim, ontem, foi um dia especial. A Catarina Beato do blogue Dias de uma Princesa, lançou o seu segundo livro e endereçou-me um convite que me deixou muito feliz. O lançamento de um livro é sempre uma ocasião muito especial, e estar ao lado da autora a apresentar a sua obra, foi para mim, um motivo de orgulho. Apresento aqui o texto que preparei para ontem:

Há coisas importantes na nossa vida. Enumeramos facilmente que gostávamos de comprar um carro, ir de férias, mudar de casa. Mas uma dessas coisas mesmo importantes e que nem sempre valorizamos é a comida. O modo como nos relacionamos com ela determina muitos aspectos da nossa vida e principalmente o nosso bem-estar, a nossa motivação para fazermos aquilo que gostamos. Quando nos sentimos bem com nós mesmas, somos invencíveis. Tudo é possível.

A Catarina e eu temos a comida entre nós. Conhecemo-nos num jantar, e a empatia foi tão grande que parece que nos conhecíamos há muito tempo. Fez-me o convite para a apresentação também num almoço! Percebi que é uma mulher apaixonada pela família, pelos filhos, pela mãe que é o seu porto de abrigo e pelo pai, que nunca esquece. Uma das coisas que me marcou foi a sua força, a sua motivação em querer, mais do que emagrecer, queria comer melhor. Achei muito curiosa esta preocupação. A azáfama dos nossos dias, levam-nos a querer alimentar-nos e esquecemos da importância que é comer.

Em relação ao seu livro, Dieta das Princesas, que está super amoroso, com uma capa linda, e escrito de forma intimista, com a qual facilmente nos identificamos. É um livro, ou melhor, um diário de um percurso pessoal que levou a autora numa viagem não só para emagrecer mas para viver com qualidade, para se sentir bem com o seu corpo, para mudar os seus hábitos alimentares no sentido de comer melhor e consequentemente, ser feliz. Desejo partilhado com tantas mulheres.

A comida é muitas vezes uma forma de compensação, um refúgio, para acalmar um vazio, a ansiedade. Merecemos todos os quadrados de chocolate do mundo, os gelados, as fatias generosas de bolos que possamos imaginar. Todas nós sabemos o que isso é. Sabe tão bem!

Perante tudo o que efectivamente merecemos há uma altura em que o nosso corpo se ressente, "zanga-se connosco", como a Catarina refere. E há que agir no sentido de mudar. Dieta das Princesas é um guia que nos mostra que é possível mudar.

O caminho que a autora nos propõe é em primeiro lugar pessoal. Perceber que compensações procuramos na comida e o que estamos dispostos a fazer, que objectivos queremos atingir para nos sentirmos bem com o nosso corpo e aumentar a nossa auto-estima. Depois disto, a partir daqui, é seguir viagem.

Dieta das Princesas está organizado por semanas. Para cada semana existe sempre uma sugestão de ementa. Para além das ementas, o livro tem também receitas, fáceis de seguir. Sugestões muito práticas. As receitas ajudam imenso quem está a começar uma mudança na sua alimentação e muitas vezes não sabe o que fazer. Para além disso o livro ajuda também e apresenta um exemplo da primeira lista de compras.

O livro está cheio de dicas, práticas e fáceis que ajudam a atingir os objectivos. Uma das dicas que adorei, foi um pequeno conselho, registarmos ao final de cada dia o melhor desse dia, as coisas boas a que nos devemos agarrar para continuar. E criamos uma wish list, uma lista de desejos para nos premiarmos pelas metas alcançadas. Tem também testemunhos e explicações técnicas sobre os diferentes assuntos, nomeadamente a importância do exercício físico. Aconselha-nos também a rever o nosso guarda-roupa com a ajuda de uma consultora de moda. Confesso que adorei esta ideia. Este caminho que a Catarina traça é importante. Não é só fazermos dieta ou exercício, é importante envolver no processo quem nos ajude a conseguir os objectivos.

Este é um livro para todas as princesas que queiram ou que gostem de cuidar de si.

Mesmo que a vida se resolva sozinha, às vezes temos que lhe dar um empurrãozinho. A Catarina, sem saber foi uma inspiração para mim. Foi o empurrão que precisava. A força de vontade, a energia, o cuidado que teve em querer cuidar mais de si, do seu corpo levou-me também a perceber que estava na altura de embarcar numa viagem. Também eu me quero sentir mais feliz comigo. O equipamento para as corridas já está quase completo. Só me faltam os ténis!

Espero que este livro, seja para todas as mulheres um motor de motivação para cuidarem mais de si, melhorarem a sua alimentação e serem (ainda) mais felizes!


E como hoje se falou de dieta, deixo-vos uma sugestão para quando se quer emagrecer sem esforço. Introduzir no início das refeições, numa primeira fase, sopa sem batata, cenoura ou até abóbora.

Ingredientes:
750 g de couve-flor
380 g de alho-francês sem rama
2 cebolas
2 dentes de alho
1 dl de azeite
40 g de coentros
Água q.b.
Sal e pimenta-preta


1. Colocar numa panela, a couve-flor cortada, o alho-francês às rodelas, as cebolas e os dentes de alho picados grosseiramente. Temperar com sal e pimenta-preta a gosto. Regar com água até cobrir os legumes e levar ao lume.

2. Quando os legumes estiverem cozidos, adicionar o azeite e o ramo de coentros. Triturar com a varinha mágica. Se necessário retificar os temperos. Servir quente.


Esta receita é inspirada numa sopa clássica francesa de batata e alho-francês.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Salada de couve-flor com salmão e as minhas leituras


Todos os anos gosto de olhar para trás e fazer um balanço. Todos os anos percorro as folhas da minha agenda cheia de pequenas notas, que não passam de registos do que fiz, do que gostaria de fazer ou ideias que quero colocar em prática. Ter uma agenda transformou-se numa necessidade. Todos os anos em Dezembro, procuro comprar uma que preencha alguns dos meus requisitos. Apesar de ter também um calendário no telemóvel, a agenda em papel tem um valor especial. Nunca entro num novo ano sem ter uma agenda, pronta a ser escrita. É quase como uma superstição.

Ao folhear a minha agenda de 2013, encontro um resumo breve do que foi a minha vida neste ano. Desde jantares com amigos, os aniversários da família, listas de coisas que quero fazer, desde obrigações até às que me dão prazer, encontro frases soltas, poemas que li e registei, encontro listas de tarefas, listas de livros que quero ler ou que li, listas de filmes, as séries de cozinha que não quero perder, até aos meus compromissos profissionais ou actividades ligadas ao Cinco Quartos de Laranja. E como Dezembro está quase a chegar ao fim, a agenda de 2014, já cá está em casa.

Os últimos dias do ano são, sempre para mim, dias de balanço. Gosto de rever o que fiz. Gosto de perceber se consegui fazer com que os meus dias fossem felizes e preenchidos com as coisas que me dão prazer. E à semelhança de outros anos, começo também por fazer o balanço dos livros de gastronomia que li ou que chegaram à minha cozinha neste ano.


As minhas leituras gastronómicas de 2013 foram (por ordem de leitura):

- Cozinhar com Jamie - um livro sobre técnicas de cozinha, desde molhos, massas, passando pelo peixe, carne até às sobremesas.

- Cozinhar com Identidade de Fausto Airoldi - um livro de receitas numa viagem pelos sabores portugueses;

- Tratado do Petisco de Virgílio Nogueiro Gomes - um livro indispensável a quem se interessa por gastronomia e história da alimentação portuguesa;

- Alimentos ao Sabor da História e Os Mistérios do Abade de Priscos de Fortunato da Câmara. Cada vez mais acho interessante viajar pela história dos alimentos ou das receitas;

- Small Plates & Sweet Treats de Aran Goyoaga. Adoro o blogue Cannelle e Vanille e assim que vi que tinha publicado um livro, não resisti. As fotografias são lindas e as receitas, simplesmente inspiradoras. Gostei de descobrir que a autora trabalhou durante uns tempos em Cascais;

- Da Horta para a Mesa de Cláudia Villax - um livro cheio de dicas para quem quer ter uma horta. Para além dos vários conselhos sobre o que plantar e que cuidados se devem ter, desde a preparação dos solos, como evitar algumas pragas até receitas que se podem fazer para dar destino ao que se produz. Aconselho vivamente a experimentarem os morangos com açúcar de hortelã-pimenta, são tão bons. O açúcar com o sabor da hortelã eleva os morangos para um patamar de sabor surpreendente;

- The Sprouted Kitchen de Sara Forte - mais um livro de uma blogger. Gosto de algumas das combinações menos usais que esta autora coloca nos seus pratos de cozinha, principalmente vegetariana.

Para além dos livros de receitas e de gastronomia, adoro ler romances em que a comida é um elemento importante. Em 2013, a gastronomia em livros de ficção passou por A Rainha dos Gelados de Anthony Capella. Um romance à volta da história da preparação de gelados, com reis, rainhas e muitas traições.

Li ainda Comer e Amar em Paris que não é um livro de ficção, mas uma história verídica deliciosa de uma americana que se apaixona e casa com um francês. O livro trata da adaptação da autora ao estilo de vida francês. As idas ao mercado são deliciosas e o modo como vai descobrindo a cozinha francesa, despertou-me ainda mais a vontade de conhecer Paris.

Os livros fazem parte da minha vida. Não me imagino sem livros por perto ou sem andar a ler um livro, às vezes até mais do que um. Escolhidos para ler em 2014, de cozinha, tenho cá em casa:

- Sabores do Ar e do Fogo de Fátima Moura - uma viagem pelos sabores do fumeiro português;

- A História da Invenção na Cozinha de Bee Wilson - livro que nos fala sobre a evolução de muitos dos utensílios de cozinha;

- The Smitten Kitchen Cookbook de Deb Perelman - confesso que gosto de comprar livros de bloggers;

- What Katie Ate de Katie Quinn Davies - um livro lindo, lindo. Para além das receitas, as fotos deixam-nos a sonhar;

- Franny's - Simple, Seasonal, Italian de Andrew Feinberg, Francine Stephens e Melissa Clark - um livro de cozinha italiana do restaurante Franny's em Brooklyn. Vou buscar muitas das minhas inspirações à cozinha italiana. O gosto pelas flores de curgete, por exemplo, vem das minhas viagens a este país;

- Secrets of the Best Chefs de Adam Roberts. O autor do blogue Amateur Gourmet cozinha com vários chefs e amigos, revelando truques e dicas;

- The Kinfolk Table de Nathan Williams - um livro com receitas, de pessoas de várias partes do mundo (chefs, bloggers, etc.);

- A Year in My Kitchen de Skye Gyngell - um livro que acompanha o ritmo das estações com várias receitas.


É curioso ver que há cada vez mais bloggers a publicaram livros de comida. Penso que é um bom sinal. E enquanto o ano novo não chega, por cá estamos rendidos às sopas e às saladas, para equilibramos os excessos cometidos no Natal e para nos prepararmos para os que vamos cometer na passagem de ano.

Salada de couve-flor e salmão grelhado

Ingredientes:
400 g de couve-flor
330 g de couve-flor romanesca
4 postas do lombo de salmão
200 g de bulgur
1 dl de azeite
1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Cortar as couves em floretes. Cozer os floretes em água a ferver temperada com sal. Depois de a couve cozida, retirar da água e reservar.

2. Cozer o bulgur no caldo onde se cozeu a couve. Depois de cozido, escorrer e colocar o bulgur numa taça.

3. Juntar os floretes de couve ao bulgur.

4. Grelhar os lombos de salmão, temperados com sal e pimenta.

5. Numa taça emulsionar o azeite com o vinagre, sal e pimenta-preta a gosto.

6. Regar a salada de bulgur com o molho. Mexer. Se necessário retificar o sal e a pimenta.

7. Servir a salada com o salmão grelhado.


A todos, votos de boas leituras em 2014!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Legumes assados no forno para um dia de Outono


Com a temperatura a descer, o tempo começa a pedir por comida feita no forno. Hoje, apresento uma sugestão de acompanhamento que, por exemplo, vai muito bem com carne estufada, filetes de peixe panados e tranches de peixe na frigideira. Pode até mesmo constituir uma refeição leve ao jantar. É relativamente rápido de preparar e ajuda a reconfortar a alma nestes dias um pouco mais cinzentões. Fiz esta receita para a edição de Janeiro de 2013 da revista Saber Viver.


Ingredientes:
500 g de abóbora
2 cherovias
180 g de floretes de couve-flor
1 curgete
1 chuchu
180 g de tomate cherry
10 g de salsa picada
5 g de tomilho fresco picado
1 dl de azeite
0,5 dl de vinagre balsâmico
Sal q.b.


1. Pré-aquecer o forno a 180ºC.

2. Num tabuleiro colocar os legumes cortados aos cubos, com excepção do tomate que deverá ser colocado inteiro.

3. Polvilhar os legumes com a salsa e o tomilho. Temperar com sal e regar com o azeite e o vinagre. Mexer.

4. Levar ao forno a assar durante 60 minutos. A meio da assadura, mexer os legumes.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Couve-flor com molho de iogurte e sementes de girassol


Sabe bem sair da rotina. Sabe bem de vez em quando procurar fazer acompanhamentos diferentes. Hoje deixo-vos uma maneira diferente de servir couve-flor cozida. Desenvolvi esta receita para a edição de Junho de 2013 da revista Saber Viver integrada num artigo sobre sementes.

Ingredientes:
700 g de couve-flor
80 g de sementes de girassol
1 colher de sopa de caril
125 g de iogurte natural
0,5 dl de azeite


1. Cozer a couve-flor, cortada em floretes, em água temperada com sal. Depois de cozida, escorrer e reservar.

2. Tostar numa frigideira as sementes de girassol. Adicionar o azeite e o caril. Mexer muito bem.

3. Numa taça misturar o iogurte com 1/3 das sementes de girassol.

4. Dispor a couve-flor cozida num prato de servir. Regar com o molho de iogurte e por fim com as restantes sementes de girassol com caril.


Neste prato, adoro o sabor das sementes com o caril. Crocantes, cheias de aromas quentes a lembrarem paragens exóticas. Experimentem.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Creme de couve-flor com alho-francês e queijo ralado


No fim-de-semana que estive no Porto aproveitei o domingo de manhã para passear pelos jardins do Palácio de Cristal. Foi a primeira vez que ali estive e soube tão bem. O dia estava solarengo e os raios de sol intensificavam o tom prateado do Douro.

As árvores, os tons dourados e avermelhados das folhas, o som da água a correr, a luz reflectida nos lagos deu-me uma enorme sensação de tranquilidade e paz. Permitiu-me respirar. Fez-me sentir bem.


No regresso a casa, depois de uma viagem procuro sempre o conforto de uma sopa. Desta vez escolhi ligar o forno e assar a couve-flor e alho-francês.


Ingredientes:
400g de couve-flor
200g de alho-francês sem rama
1 cebola
3 dentes de alho
1 colher de sopa de folhas frescas de tomilho
1dl de azeite
sal q.b.
1L de água quente
30g de queijo parmesão ralado ou outro a gosto
1 colher de chá de pimenta-de-caiena


1. Pré-aquecer o forno a 200ºC.

2. Colocar, num tabuleiro de forno, a couve e o alho-francês cortados. Juntar a cebola cortada em meias luas, o alho laminado e as folhas de tomilho.

3. Temperar com sal a gosto. Regar com o azeite e mexer.

4. Levar ao forno a assar durante 35 minutos. A meio mexer os legumes.

5. Depois de assados colocar os legumes no liquidificador. Acrescentar a água e triturar.

6. Servir o creme polvilhado com queijo ralado e uma pitada de pimenta de caiena.


O Outono traz-nos o desejo do conforto de um prato de sopa a fumegar.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sopa de couve-flor com queijo de Nisa e o começo do novo ano


O novo ano chegou aparentemente com asas. Voa. Apesar de ter festejado a sua chegada com amigos cá em casa, sinto que de repente o tempo começou a passar como se os ponteiros do relógio tivessem simplesmente saído do controlo de um mecanismo inexorável a qualquer domínio. É impossível controlar o tempo, todos o sabemos. Mas o mais curioso, é quando sentimos que o estamos a deixar escapar quase sem dar conta.

O novo ano chegou e ainda não fiz a minha lista de resoluções. À medida que os dias passam sinto que me tenho que apressar a decidir, a agir, a fazer. Apesar de ainda não ter uma lista, como costumo fazer, quero continuar em 2012 a trabalhar novas receitas, a fazer experiências, a descobrir novos sabores, a preocupar-me com a apresentação das minhas publicações, a partilhar e a escrever. Gostaria que fosse um ano de projetos, muitos projetos e alguns sonhos concretizados. Gostaria de continuar a ler, a ler muito. De voltar à universidade. Continuar apaixonada pela vida e pelas coisas boas que me rodeiam. Continuar a sentir o carinho de todos os que me visitam. De todos os que me leem. De todos vocês, que a cada publicação comentam sempre com palavras de incentivo. Nem imaginam a força e o estímulo que as vossas visitas e comentários me transmitem. Muitos são os dias que se tornam felizes, coloridos, por aquilo que vocês, leitores, fãs, visitantes, amigos, me transmitem. Fazem-me sorrir, acreditar que sou capaz e que devo continuar. Eu já vos agradeci por tudo o que me têm dado ao longo destes cinco anos de blogue? Obrigada. Muito obrigada.

Espero que 2012 continue a ser um ano de partilhas e de conhecimentos. De novas amizades e contactos. Espero que seja um ano em sejamos felizes, rico em coisas boas.

Se, por um lado, ainda não parei para pensar e assentar os meus objetivos para este novo ano, por outro lado, a minha cozinha já começou com os tachos e as panelas a tocar em sinfonia, mas ainda sem o ritmo e som habituais. A primeira receita de 2012 foi uma sopa de couve-flor assada com alho-francês, servida com queijo de Nisa.


Ingredientes:
1 couve-flor pequena (aprox. 600g)
250g de alho-francês sem rama cortado em rodelas
1dl de azeite
1 cebola
1,2L de água quente
sal e pimenta
queijo de Nisa
pimenta caiena
azeite para servir


1. Colocar a couve-flor cortada juntamente com o alho-francês num tabuleiro de forno. Regar com metade do azeite. Levar a assar durante 40 minutos em forno pré-aquecido a 200ºC.

2. Colocar o restante azeite numa panela. Juntar a cebola cortada em meias-luas e deixar refogar até a cebola quebrar.

3. Juntar os legumes assados à cebola. Juntar a água quente. Temperar com sal e pimenta a gosto. Com a ajuda da varinha mágica, triturar.

4. Servir a sopa com lascas de queijo de Nisa, polvilhada com uma pitada de pimenta caiena e um fio de azeite.


E vocês, já fizeram as vossas resoluções para 2012? O que gostariam de fazer neste novo ano? Que experiências? Que sonhos? Eu, gosto sempre de ler as vossas ideias e sugestões.

Bom ano de 2012!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sopa de couve-flor e abóbora assadas com coentros


Comecei, ontem ao final da tarde, a ler o livro Fisiologia do Gosto de Brillat-Savarin. Uma das coisas que achei logo curiosa na obra foram alguns dos seus aforismos:

- Os animais pastam, o homem come. Só o homem de espírito sabe comer;

- Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és;

- A mesa é o único lugar onde nunca nos entediamos durante a primeira hora;

- A descoberta de um novo manjar causa mais felicidade ao género humano do que a descoberta de uma estrela;

- Uma sobremesa sem queijo é como uma bela mulher a quem falta um olho;

- Entreter um convidado é encarregar-se da sua felicidade durante todo o tempo que passar sob o nosso teto.


Comer, como sabemos, não é só uma forma de satisfazermos as nossas necessidades enquanto seres vivos. Comer para o Homem, envolve muitos outros fatores. O saber comer. O saber apreciar. O saber escolher. Envolve prazer, felicidade. Envolve o paladar e o gosto. A comida caracteriza-nos por um lado, enquanto membros de uma cultura e por outro, revela os nossos hábitos, a nossa relação com os alimentos.

O que dirá, a comida que faço, de mim, dos meus hábitos, da minha maneira de viver e de estar? Uma das coisas que procuro é que nunca falte na minha cozinha legumes. Por isso, hoje deixo-vos uma sopa de legumes assados que resultou muito bem.


Ingredientes:
500g de couve-flor
550g de abóbora cortada em cubos
3 dentes de alho
1 cebola cortada em meias luas
pimenta e sal q.b.
1dl de azeite
1 ramo de coentros
1,4L de água quente ou caldo de legumes
1 colher de chá mal cheia de gengibre em pó
1/2 colher de chá de cominhos em pó


1. Aquecer o forno a 200ºC.

2. Colocar num tabuleiro de forno a abóbora, a couve-flor cortada, o alho e a cebola. Temperar com sal e pimenta a gosto. Regar com o azeite e levar ao forno durante 45 minutos. Sensivelmente a meio do tempo, mexer os legumes.

3. Colocar numa panela um ramo de coentros picados. Juntar os legumes assados, reservando uns floretes cortados de couve-flor para servir, e 1 dl de água a ferver. Triturar a mistura.

4. Adicionar a restante água e mexer a sopa. Temperar com o gengibre e os cominhos. Se necessário retificar o sal.

5. Servir a sopa com uma fatia de couve-flor assada.


Esta sopa tem um delicioso aroma a coentros e ligeiro toque das especiarias, o que a torna excelente, para além de ficar muito cremosa. Uma delícia, portanto!


P.S.: A partir de hoje, é possível seguir o Cinco Quartos de Laranja no Google+.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Um casamento, uma receita ...


Num dos fins-de-semana de Setembro assisti ao casamento da minha prima Sofia. O casamento realizou-se na bonita Igreja da Graça, em Santarém.


Estes eventos são a melhor forma de encontrar toda a família. Fico tão contente nestas alturas. Há familiares que vejo tão poucas vezes que quando nos encontramos fartamo-nos de falar, contar novidades, falar da vida, rir e perceber que não estamos mais novos. Eu e o Ricardo criámos uma pequena tradição, nestas alturas procuramos tirar fotografias de grupo com a família, com as tias, os primos, eu e o meu irmão, etc. Depois no Natal acabamos por surpreender a família com umas prendas diferentes e que toda a gente adora.

O copo de água foi no restaurante o Malho, de cozinha típica ribatejana. Começou, na esplanada junto ao jardim do restaurante, com rissóis de camarão, croquetes de vitela, pão com chouriço, morcelas assadas, peixinhos da horta, pataniscas de peixe, pães variados e melão com presunto. Tudo bem servido e confecionado. Os peixinhos da horta, as pataniscas, as morcelas assadas com pão fresco e o melão com presunto fizeram as minhas delícias. Depois das entradas e de muitas fotografias, fomos convidados a entrar para a sala de jantar.

As mesas da sala de jantar estavam muito bonitas, cada uma com um nome alusivo à cidade de Santarém e decoradas com arranjos florais em que dominavam os girassóis. Os girassóis são as flores mais "felizes". Simbolicamente significam fama, sucesso, sorte e muita felicidade. Nada melhor para começar uma nova etapa da vida.

O jantar começou com um creme de legumes a que se seguiu um prato de filetes de corvina gratinados com camarão e boi com vinho tinto servido com arroz e couve-flor. Para sobremesa foi servido um gelado de natas com geleia de cerejas.


A comida estava muito boa. Gostei tanto do prato de carne que uns dias a seguir quis logo experimentar e adaptei a receita. Ficou maravilhosa.

Carne de vaca estufada com tomilho e especiarias


Ingredientes:
1,200 kg de carne de vaca cortada
1 dl de azeite
0,5 dl de água
1,5 dl de vinho tinto
sal e pimenta preta de moinho q.b.
1 colher de chá de pimenta da Jamaica
1 raminho de tomilho
3 cravinhos
2 folhas de louro
5 cebolas pequenas
1 cenoura cortada às rodelas


1. Colocar todos os ingredientes num tacho. Tapar e levar ao lume. Deixar cozinhar em lume brando durante uma hora.


Servir a carne com couve-flor cozida. A carne fica muito tenra e saborosa. Nem o molho resistiu a uma fatia de pão fresco.

Depois do jantar seguiram-se as sobremesas com vários tipos de doces e frutas e queijos vários. Eu não resisti aos queijos, às frutas e à sericaia com as deliciosas Ameixas de Elvas. No final, os noivos cortaram o bolo da noiva que foi servido com um copo de champanhe.


O bolo era maravilhoso, húmido, com um toque de sumo de laranja e recheado com morangos frescos envolvidos em natas batidas. No final, ainda caí na tentação de provar umas saladinhas frias, mariscos e umas deliciosas ostras frescas com limão.


Aos noivos, Sofia e Tiago, votos de muitas felicidades!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

4 por 6: Sopa de batata com salsa e ovo e salada de legumes com cuscuz e queijo feta

Regressei ontem ao final da tarde a Lisboa, depois de dez dias em Itália. Mas antes de partir preparei a minha participação para o projecto 4 por 6.


Desta vez como proposta de uma refeição económica apresento para entrada uma Sopa de batata com salsa e ovo e para prato principal Salada de legumes com cuscuz e queijo feta.


Sopa de batata com salsa e ovo

Ingredientes:
6 batatas médias
2 cebolas
3 dentes de alho
1, 250 ml de água
sal
pimenta de moinho
3 colheres de sopa de azeite
1 raminho de salsa
2 ovos cozidos picados

1. Descascar as cebolas e as batatas. Lavar e cortar em pedaços para dentro de uma panela. Adicionar os dentes de alho também descascados.

2. Temperar com sal e adicionar a água.

3. Levar ao lume até os legumes estarem cozidos. Triturar os legumes com a varinha mágica.

4. Levar novamente ao lume e adicionar o azeite e pimenta a gosto. Assim que levantar fervura retirar do lume e adicionar a salsa picada.

5. Servir a sopa com ovo picado.




O ovo e a salsa picada são ingredientes indispensáveis nesta sopa, fazem toda a diferença em termos de sabor. Fica uma delícia.


Salada de legumes com cuscuz e queijo feta

Ingredientes:
300 g de couve flor cozida
1 cenoura cozida
1 tomate
50 g de azeitonas pretas às rodelas
queijo feta
alface
120 g de cuscuz
1 colher de café de açafrão das índias
sal
pimenta
azeite

1. Colocar a couve-flor em raminhos e a cenoura cortada em pedaços numa taça.

2. Adicionar o tomate cortado em cubos, as azeitonas e queijo feta em cubos.

3. Colocar os cuscuz numa taça. Adicionar uma colher de sopa de azeite e o açafrão. Regar com água quente e mexer bem.

4. Adicionar os cuscuz à salada.

5. Por fim, juntar a alface. Temperar com sal, pimenta de moinho e azeite.



Vamos então às contas:

Como dica de poupança aconselho a reutilizar ingredientes que tenham sobrado de alguma refeição ou seja, fazer aproveitamento de sobras ou dos chamados restos.

A couve-flor e a cenoura que usei na salada de cuscuz foram sobras de um almoço em família. Os legumes cozidos ou são comidos na altura ou depois se são reaquecidos perdem a piada. Cá em casa já ninguém quer comer uma taça de legumes cozidos que tenha passado pelo frigorífico.

Estes legumes eu usei-os numa salada mas poderia ter escolhido outras alternativas, como por exemplo esta ou até mesmo uma sopa.