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segunda-feira, 18 de março de 2019

Gratinado de massa com abóbora


Comer, de forma equilibrada, é o meu lema. Todos sabemos que devemos evitar o consumo de produtos processados, que deveríamos procurar reduzir o consumo de sal e de açúcares refinados. Cá em casa, gosto de ir intercalando pratos de carne e de peixe. Procuro ter sopa, regularmente, às refeições. De há uns tempos para cá, que decidi que temos que aumentar o consumo de legumes, e passei a incluí-los também nos pequenos-almoços. Para além disso, faço muitas vezes saladas, como acompanhamento ou prato principal.

Uma das formas, que encontrei para conseguir consumir mais legumes, foi fazer algumas pré-preparações. Escolho um dia, normalmente é à segunda-feira e asso abóbora, batata-doce, beringelas, beterrabas, por vezes faço um tabuleiro com uma mistura de legumes. Costumo também cozer brócolos e couve. Quando chego a casa tarde, ou de manhã para os pequenos-almoços, ter os legumes já pré-preparados, ajuda imenso e poupa-nos tempo, e como já estão prontos, é mais fácil incluí-los nas nossas refeições.

Um destes dias, para dar destino a um pedaço que tinha de abóbora assada, decidi fazer uma massa. Resultou num prato delicioso, sem carne e sem peixe. Pois, por vezes, também gostamos de fazer este tipo de refeições no sentido de procurarmos o nosso equilíbrio.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Sopa de abóbora com couve e quinoa


Começamos a contar os dias para a chegada da Primavera. Eu, pelo menos, sou assim. É uma das épocas do ano de que mais gosto. Fica tudo colorido. A vida renova-se. Os dias ficam mais bonitos.

O Inverno, também, tem o seu encanto e a piada está em tentarmos aproveitar o bom de cada estação. Olhar para a vida com uma atitude positiva, torna tudo mais fácil. Incluindo aqueles dias, em que chegamos a casa, com os pés frios e as varetas do guarda-chuva partidas!

Nesta altura do ano, apetecem as comidas quentes. Os pratos de forno, os estufados, as sopas a fumegar. Por exemplo, troco as saladas frias por legumes cozidos ou salteados e faço mesmo muitas sopas.

Uma das últimas que fiz, foi para dar destino a uma couve-coração de boi que tinha cortada, das minhas pré-preparações. A sopa faz-nos tão bem! É uma forma de comermos mais legumes, mas é, também, uma forma de nos reconfortarmos nos dias agrestes de Inverno.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Panquecas de aveia com abóbora assada


O que está dentro de um abraço?

« [O] abraço é um gesto tão grande e profundo que entra na categoria do inexplicável » [José Tolentino Mendonça, Elogio da Sede, p.25]. Há quanto tempo não recebemos um abraço? Daqueles que nos fazem lembrar o conforto, o carinho recebido da nossa mãe ou do nosso pai, durante a infância. Um abraço apertado, que nos faz sentir desejados, amados, preciosos. Um abraço que nos faz sentir vivos e que afasta a dor.

Quando me encontro com as minhas sobrinhas, de 8 e 11 anos, digo-lhes que o nosso cumprimento é, sempre, com um beijinho e um abraçinho! Elas riem-se e acham piada porque até rima. Mas o contacto de um abraço é precioso. É uma forma de criarmos laços.

Todos sabemos que há vários tipos de abraços. Uns dados a correr, outros dados com amor, outros dados para festejar ou felicitar. Os abraços são trocas de energia que, por força das emoções, também ajudam a sarar feridas da alma, ajudam-nos a olhar para a vida com mais alegria, matam a sede de afecto. Aquecem-nos.

Virginia Satir diz que « Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Precisamos de oito abraços por dia para nos manter. Precisamos de doze abraços por dia para crescer. »

E deixo-vos, hoje, um abraço, forte e apertado, juntamente com umas deliciosas panquecas de aveia a que juntei abóbora assada. Não se esqueçam, todos os dias são dias bons para darmos e recebermos abraços!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Sopa de abóbora assada com feijão branco e nabiças


Comer comida de verdade é um dos conceitos que me acompanha, em termos de alimentação. Com a oferta de mil e um produtos, nas prateleiras dos supermercados, a verdade é que acabámos por nos esquecer, aos poucos, que a comida de verdade é feita de ingredientes simples.

Em termos de alimentação, penso que devemos comer um pouco de tudo. Carne, peixe, pão, e muitos, muitos legumes. Se um dia, a uma refeição, sabemos que exagerámos, no dia seguinte, devemos tentar recuperar o nosso equilíbrio e para isso, nada melhor do que apostar em saladas ou em sopas.

As sopas podem ser servidas como entrada. Uma forma de controlarmos o nosso apetite. Ao comermos a sopa começamos a saciar a nossa fome e já não vamos perder a cabeça quando chegar à mesa o prato principal. A sopa pode constituir, por si só, uma refeição.

As sopas são feitas com ingredientes de verdade. Que vêm da terra. Que foram cultivados e cuidados. Se os comprarem nos mercados, até acabam por saber quem os cultivou, regou e os colocou à venda para nosso deleite. Esta relação com a comida transforma o seu sabor.

Para mim, uma dieta equilibrada deveria ser feita a partir daquilo que cozinhamos em casa, nas nossas cozinhas, sem alarmismos ou a tentar seguir aquilo que nos dizem que está na moda. Sabem que fazer uma sopa com ingredientes frescos, de verdade, não custa mesmo nada?! Costumam fazer sopa em casa? Todas as semanas?

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Queques de abóbora com pepitas de chocolate


As sextas-feiras são sempre dias que nos enchem de esperança. As sextas-feiras anunciam a chegada do fim-de-semana que, por norma, são dois dias que nos ajudam a quebrar a rotina. A abrandar. Trazem com eles a sensação de termos mais tempo para as nossas coisas, para dar atenção à família, para irmos às compras, para tomar café enquanto se lê o jornal.

Uma das coisas que gosto de fazer ao fim-de-semana é ir para a cozinha e preparar uma coisa doce. Uns biscoitos, um tabuleiro com bolachas, um bolo ... Há uns tempos, para partilhar com a família, numa tarde de Domingo com direito a lareira acessa, fiz uns deliciosos queques de abóbora a que juntei duas mãos cheias de pepitas de chocolate. Ficaram divinamente gulosos!

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Caril de peru com lentilhas e abóbora


No Verão tento fugir dos pratos de forno. Confesso que nem sempre consigo, porque adoro assados, para além de serem tão práticos. Mas ligar o forno, nesta altura do ano, significa que vou ter a casa ainda mais quente! Por isso, vou tentando encontrar alternativas.

Um destes dias, descongelei peito de peru. A primeira sugestão, em que pensei, foi em fazê-lo no forno. Assim que tive a ideia, arrependi-me logo. Estava tanto calor! E se fossem uns bifinhos grelhados ou na frigideira com limão e ervas frescas? Não! Estava-me a apetecer algo mais exótico e cheio de sabor. A solução foi fazer um caril. Resultou tão bem! Para acompanhar, fiz uma salada de alface e comemos tão bem!

terça-feira, 24 de abril de 2018

Caril de frango com espinafres e abóbora


Comer de tudo e de forma equilibrada, escolhendo produtos frescos, é o lema que cada vez mais adopto quando chega a hora de preparar as refeições, cá em casa. Para mim, este é o segredo de uma alimentação saudável.

Tento introduzir muitos legumes às refeições. Penso que não coloco pratos na mesa sem que haja legumes na preparação ou para acompanhar. Deveríamos comer, aproximadamente, entre 400 a 450g de legumes por dia, entre frescos e cozinhados. Nem é uma quantidade assim tão dramática. Se começarem sempre as refeições com uma sopa, é já uma grande ajuda. E depois, se colocarem sempre salada na mesa e terem legumes cozidos ou assados para acompanhar os pratos, assim vão ver que aumentam a quantidade de legumes às refeições sem grande esforço. Está na mesa tem que se comer. Os hábitos criam-se.

Um destes dias, para um almoço de fim-de-semana, fiz um frango de caril, mas juntei-lhe abóbora e espinafres. Cheio de legumes, ficou tão bom!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Biscoitos de aveia com avelã e abóbora


Adoro biscoitos. Para acompanhar um chá ou um café, nestes dias de frio, sabem tão bem! Gosto de ter biscoitos ou bolinhos secos em casa, guardados num frasco de vidro, para irmos comendo ou para quando recebemos amigos e não tenho uma sobremesa pronta para servir. Há dias, em que ter uns biscoitos feitos, dá tanto jeito.

Uma das coisas que faço regularmente, em casa, para me organizar em termos de refeições da semana é, por vezes, assar abóbora butternut inteira. Depois guardo no frigorífico e vou usando nas sopas, arrozes e purés que faça. E acabo também, por muitas vezes, a incluir nos doces que faço. Estar assada, pronta a usar, é mesmo muito prático. A receita de biscoitos que partilho hoje, convosco, leva uma mistura de farinhas, avelã e abóbora. Uma combinação bem deliciosa!

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Vamos fazer pão: Pão doce de abóbora


Gosto tanto de fazer pão. Adoro misturar farinhas, de alimentar o meu fermento natural e de pensar em combinações menos usais. Gosto tanto de ver a massa a crescer, cheia de força e de vida. E assim que o pão sai do forno, confesso que me contenho com muita dificuldade para não o cortar logo e ver como está o miolo.

Fazer pão é mesmo mágico! A proposta que partilho, hoje, convosco é a de um pão de abóbora doce. Um pão delicioso, perfeito para servir ao pequeno-almoço ou para um lanche. Vamos fazer pão?

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Biscoitos de abóbora e laranja


Ano Novo, vida nova! Gosto de começar todos os anos a escrever um conjunto de objectivos, metas, desejos de pequenas coisas que gostava de alcançar ou de realizar. Metas que apenas dependem de mim, da minha vontade para os conseguir concretizar. Resumem-se, normalmente, a uma lista de coisas que gostava de colocar em prática, ou que pretendo melhorar.

A verdade, é que começamos o ano novo cheios de boas intenções, vamos fazer isto e aquilo e mais umas tantas coisas. Mas, com o passar dos dias, acabamos por ver que afinal as nossas intenções se tornam um pouco irrealistas. O melhor, caso decidam escrever um conjunto de objectivos pessoais a realizar em 2018, é que não sejam demasiado ambiciosos. Foquem-se em pequenas coisas que depois consigam ir realizando.

Por exemplo, passar a tomar o pequeno-almoço em casa, fazer uma caminhada por semana, ler aquele livro que uma das nossas amigas há muito nos recomendou, escrever postais à família nas férias de Verão ... entre muitas outras coisas que dependem de cada um de nós.

Em 2018, espero conseguir:

1. Ler um autor português ou de língua portuguesa por mês. Para aumentar as minhas leituras, uma das estratégias que defini, foi escolher e ler um livro por mês. Este ano vou apostar nos autores de língua portuguesa. Têm sugestões?

2. Aprender mais sobre alimentos e alimentação para fazer cada vez mais escolhas conscientes e saudáveis.

3. Fazer uma lista de obras de cozinha, de referência a ter na minha biblioteca. Adoro livros. Compro todos os meses livros de cozinha, de alimentação e muitos romances. Mas às vezes, esqueço-me que há obras que continuam actuais e que são indispensáveis a todos os que querem saber mais sobre comida.

4. Começar a ouvir podcasts sobre comida. Aprende-se tanto a ouvir especialistas sobre temas que nos interessam.

5. Beber mais água. É um objectivo que comecei o ano passado e que preciso de continuar a melhorar este ano. Sou daquelas pessoas que me esqueço muitas vezes de beber água. Passei a andar sempre com uma pequena garrafa de água na mala e quando estou a trabalhar em frente ao computador, tento ter uma chávena de chá como companhia.

6. Fazer este ano um projecto 365 baseado em pequenas coisas que no dia-a-dia me ajudam a ser feliz. Chama-se 365 happy days, ou ser feliz todos os dias, e consiste em tirar uma foto por dia de coisas que me deixam feliz. Ficam todos desde já convidados a acompanhar-me no Instagram ou a fazer a mesma experiência.

7. Tomar, mais vezes, café numa das bonitas esplanadas de Lisboa. Sinto sempre uma necessidade imensa de viver a cidade. De olhar para o céu. De ver o Tejo. De passear pelas ruas da Baixa.

8. Continuar a fazer e a aprender mais sobre massas lêvedas. O pão tornou-se, para mim, uma verdadeira paixão. E quanto mais se aprende e mais se faz, mais queremos experimentar. O sabor do pão feito em casa é único!

9. Ir mais vezes à praia. O mar e o sol ajudam-nos a ser mais felizes.

10. Juntar a família e os amigos mais vezes cá em casa. São estes momentos que nos ajudam a construir memórias.

11. Partilhar convosco receitas feitas na slow cooker. Quando estive o ano passado em Paris, era a panela de que se falava. Um verdadeiro sucesso. Por cá, encontra-se facilmente à venda e a preços bastante razoáveis.

12. Abraçar mais vezes aqueles que me são queridos. A vida é tão frágil. O tempo passa de forma tão rápida. E aqueles que são os pilares da nossa vida merecem, todos os dias, o nosso carinho.

Os inícios do ano são sempre especiais e doces. Por isso, hoje, partilho convosco, uma receita deliciosa para acompanhar um café ou uma chávena de chá quente enquanto pensamos nas coisas boas da vida que queremos fazer.

A todos, votos de um ano de 2018 muito saboroso!

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Abóbora assada recheada com quinoa e queijo feta


O Outono traz-nos a abundância de abóboras. Felizmente que hoje em dia, numa ida às compras ao mercado, encontramos uma interessante variedade de abóboras. Em casa dos meus pais, a abóbora era usada apenas na sopa ou então, para fazer doces ou compotas. Muitas vezes servia também para engordar os bacorinhos.

Uso muitas vezes abóbora na sopa. Mas gosto imenso de a assar. O assado ajuda a torná-la mais doce, com um toque ligeiramente caramelizado que é simplesmente delicioso. Ontem, para o almoço, como tinha cá em casa umas abóboras, conhecidas como abóbora manteiga, prontas a usar, decidi assá-las no forno e recheá-las. Ficaram tão boas!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Vamos fazer pão: Pão de batata-doce roxa e abóbora


Quanto mais ocupados andamos, maior é a sensação que o tempo passa muito depressa. Já estamos a meio de Outubro e ainda tenho tanta coisa para fazer mas, acreditam, que por cá, já se começa a pensar - imaginem só! - no Natal, nos presentes, nas etiquetas, e nos embrulhos?! Adoro fazer embrulhos bonitos, com papéis, fitas e outros elementos que tornam os presentes em ofertas muito especiais. Os embrulhos revelam também o carinho que colocamos naquilo que oferecemos. Aproveito muitas coisas, como caixas, frascos, sacos, fitas, mas quando as uso nos meus embrulhos tento dar-lhes um toque que demonstre o meu carinho por quem as vai receber. Para mim, só assim é que faz sentido. Às vezes basta um presente pensado com carinho, embrulhado com amor, do que coisas colocadas dentro de um saco que não revelam respeito por quem as recebe. Esta semana numa ida às compras não resisti a um novo carimbo, a dois furadores e a umas fitas coloridas. Desejosa para começar os meus trabalhos de Natal!

Aproveitando ainda o tema dos presentes, eu sou daquelas pessoas que gosta de receber comida! Confesso. Fico feliz quando recebo azeite, especiarias, uma taça com marmelada, um saco com frutos secos, uma cesta com frutas frescas, queijos ou um pãozinho saboroso e especial. Já pensaram que oferecer um pão pode ser um presente diferente. Coloquem-no numa cesta. Com um pano, uma faca, e um queijo ou outro elemento que possa acompanhar bem o pão. Se quiserem tornar o presente ainda mais especial juntem-lhe uma garrafa de vinho e dois copos de pé alto. Este era um presente que por certo me traria momentos felizes e a vocês? A receita do pão partilho-a, hoje, convosco. Vamos fazer pão?

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Vamos fazer pão: Pão de abóbora com gengibre


Setembro é sempre um mês de recomeços. Com o regresso ao trabalho e à escola começamos a organizar as nossas rotinas, a pensar nos jantares e almoços da semana. A organizar as refeições a levar para o trabalho. Deixo-vos, hoje, na rubrica Vamos fazer pão, uma sugestão muito saborosa para fazerem as sandes dos vossos lanches: - Pão de abóbora com gengibre. Gostam desta combinação de ingredientes?

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Creme de lentilhas com abóbora


A comida, para mim, é sempre sinónimo de bem estar e felicidade. É uma maneira de nos sentirmos bem e de sermos felizes. A comida é sempre muito mais do que energia, tem emoções associadas.

Podemos comer de maneira a que o que ingerirmos nos deixe confortados, bem-dispostos, prontos para enfrentar, com motivação, os desafios do dia-a-dia. A comida é um dos caminhos que temos para sermos felizes. Gosto de comer bolos, chocolate, queijos, enchidos, gelados e muitas outras coisas que me deixam feliz. Mas gosto também de comer de forma equilibrada. Gosto de variar o que se come cá em casa. Preocupamo-nos cada vez mais com a nossa saúde. Podemos ser felizes a comer tudo o que queremos desde que consigamos encontrar o nosso equilíbrio.

E cá em casa, há quase sempre sopa às refeições. A sopa é um prato que ajuda a saciar, é uma forma de ingerirmos água e legumes.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Vamos fazer pão: Pão de abóbora assada


Gosto tanto de fazer pão em casa. Colocar a farinha numa taça. Juntar água, sal, fermento e amassar. Hoje em dia temos máquinas que amassam e que nos poupam trabalho, mas adoro colocar as mãos na massa e esticá-la, dobrá-la e voltar a esticá-la. Gosto deste ritual. Sinto uma ligação muito especial ao ritual de fazer pão.

Para fazermos pão em casa podemos usar dois métodos. O método directo que é juntar todos os elementos numa taça, amassar, levedar e vai para o forno ou então usar o chamado método indirecto.

O método indirecto consiste no uso dos pré-fermentos. Os pré-fermentos, tentado explicar de forma muito simples, são porções de massa que são deixadas a levedar e que depois se juntam à preparação final do pão. Como pré-fermento temos o poolish, que já expliquei aqui como se prepara. E temos também a biga. Este pré-fermento é muito usado pelos padeiros italianos e é essencial na preparação de algumas variedades de pão. A hidratação (quantidade de água) pode variar entre os 45% e os 60%. A fórmula que uso para preparar a biga é a seguinte:

100% de farinha
60% de água
1% de fermento

O uso de pré-fermentos torna o pão muito mais saboroso, com uma textura muito diferente daquela que se consegue pelo método directo. O uso dos pré-fermentos exige que se dê mais tempo às massas. Se repararem, não nos dá mais trabalho. É apenas uma questão de organização. Fazer pão em casa torna-se tão fácil assim. Quem aceita o desafio? Vamos Fazer Pão?


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Sopa de abóbora com pesto e tortellini


Todos os anos defino pequenos objectivos que vou tentando concretizar ao longo do ano. Os objectivos acabam por ser uma estratégia para fazer coisas de que gosto. Uma das metas que estabeleci para este ano foi tentar conseguir aumentar as minhas leituras, sejam elas de ficção - adoro ler romances - ou de comida em geral. Maio, para mim, foi um bom mês em termos de leituras. Se conseguir manter este ritmo, consigo ultrapassar o meu objectivo de ler pelo menos vinte e quatro livros por ano.

O livro escolhido para o mês de Maio foi Jane Eyre de Carlotte Bronte. Adorei o livro. Uma escrita deliciosa. Uma história que nos arrebata o coração, que nos prende da primeira à última página. Gostei tanto que já ponderei voltar a lê-lo.

Consegui terminar o livro de Fortunato da Câmara, Manual para se Tornar Um Verdadeiro Gourmet - o autor explica vários conceitos como o de umami, reflecte sobre o serviço de sala e sobre as cozinhas étnicas ou de fusão, fala sobre os vinhos, sobre as estrelas Michelin e questiona de forma crítica o papel que os blogues têm vindo a assumir. Um livro excelente para quem quer saber mais sobre o mundo da gastronomia.

Li também, de Francisco José Viegas, o livro de cozinha A Dieta Ideal. Comecei a acompanhar a escrita deste autor na revista Grande Reportagem. Adorava o modo como falava da cozinha, dos ingredientes e das receitas que ia partilhando com os leitores. Por isso, não podia perder este seu livro que faz uma viagem aos sabores tradicionais portugueses, as coisas boas da mesa. Apresenta receitas de pataniscas, de ovos, de migas, de sardinhas panadas ou como se diz pelo norte costeletas de sardinha, entre muitas outras sugestões que juntam memórias e vivências do autor à volta da mesa.

O último livro de Maio foi do conhecido chefe José Avillez, Combinações Improváveis. O livro é uma compilação de algumas das receitas do seu programa de televisão. Confesso que já tenho algumas marcadas para experimentar cá em casa.

E se Maio foi um mês de muitas leituras, foi também um mês de experiências à volta dos tachos e muitas comidas boas. Uma das receitas que fiz foi uma sopa de abóbora com pesto e tortellini, que ficou maravilhosa!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Guisado de frango com feijoca


De vez em quando gosto de dar a volta à minha arca frigorífica. No dia-a-dia vou congelando muitas coisas. Ter uns pais que têm uma horta ajuda a querer guardar muitos dos produtos que trago de Santarém. Ora é abóbora, tomate, curgete, chuchu ora uns talos de aipo que vejo que não vou usar, umas folhas de alho-francês, uns pés de salsa ou de outra erva aromática. Coloco em sacos, congelo e depois vou usando. Normalmente durante o ano faço várias vistorias à arca para ir gastando o que congelo. Uma das coisas que já tinha congelado há algum tempo era um saco com feijoca cozida. Adoro feijoca e acho que resulta muito bem em pratos para as refeições dos dias Outono. O destino desta que tinha guardada foi para um delicioso guisado com frango que o Ricardo e eu saboreámos num almoço de fim-de-semana. São servidos?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Sopa de abóbora assada com castanhas e queijo


Em Dezembro o Inverno chega com a força que o caracteriza, com rajadas de vento forte, dias em que o frio nos gela o corpo e a alma, e a inevitável chuva. Dezembro é tempo de ficar à lareira. De ouvir a chuva cair. De ir buscar ao guarda-roupa os sobretudos, os gorros e os cachecóis. Na cozinha, gosto de preparar pratos de forno, mais demorados em dias de folga. Para o dia-a-dia, nestes dias frios, em que o céu se transforma em cinza, gosto do conforto de um prato de sopa, que pode até servir de refeição. Na última que fiz juntei os sabores quentes das castanhas e a doçura da abóbora. Ficou tão boa!

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Rolinhos de massa filo com doce de abóbora e requeijão


Gosto das sextas-feiras! Gosto de começar a pensar no que irei fazer no fim-de-semana, gosto de poder começar logo a fazer planos. Há alturas, para mim, em que o fim-de-semana é de trabalho, mas há qualquer coisa nas sextas-feiras que nos deixam com outro entusiasmo, uma certa alegria. Mesmo que depois não seja nada como pensámos. A verdade é que temos a ilusão que esses dias são só para nós, que temos todo o tempo de mundo para nos dedicarmos às coisas que nos ajudem a fugir da rotina dos dias "normais" de trabalho. Esta sensação é tão boa! É por isso que gosto das sextas-feiras.

E uma das coisas que começo a pensar nas sextas-feiras é o doce que irei preparar num dos dias de fim-de-semana. Um doce que nos permita partilhar, que nesta altura do ano combine bem com uma chávena café quente, que tanto adoro. O último que preparei foi uns rolinhos de massa filo recheados com doce de abóbora e requeijão, uma combinação tradicional que nos faz sonhar como nos contos de fadas.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Sopa de abóbora assada com feijão e couve chinesa


O fim-de-semana que passou foi de viagens em trabalho. Rumei para a zona de Aveiro, passei pela Costa Nova do Prado com as suas típicas casas de riscas que adoro, fui até Tentúgal provar alguns doces conventuais e antes de regressar a casa, dei um pulinho a Coimbra. Nestes dias de viagens em que cometo alguns excessos bem docinhos, confesso que quando chego a casa procuro fazer ou ter já pronta uma boa sopa, rica, com legumes para mastigar. A deste fim-de-semana foi de abóbora assada com feijão e couve chinesa. Soube tão bem!