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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Esparguete à Carbonara


Há pratos que se fazem num abrir e fechar de olhos. São maravilhosos para quando queremos fazer uma refeição reconfortante e cheia de sabor. Quando a Primor me desafiou a criar uma receita com bacon, lembrei-me de partilhar uma das receitas preferidas de massa cá de casa, esparguete à Carbonara, um prato de origem italiana. Fica tão bom!

Cá em Portugal, existem muitas adaptações da receita original. Umas com cogumelos, outras com camarão, e quase sempre incluindo natas, como por exemplo esta, do conhecido chef Henrique Sá Pessoa, apesar de não ser um dos ingredientes da receita original.

É uma receita simples e ao mesmo tempo cheia de sabor. Perfeita para quando não se tem muito tempo. A qualidade dos produtos usados fazem mesmo toda a diferença neste prato. O bacon extra Primor, foi pelo quinto ano consecutivo, distinguido com o selo Escolha do Consumidor na sua categoria, destacando-se pelo sabor, qualidade, textura e apresentação. Quem gosta de esparguete à Carbonara? Deixo-vos mais uma versão.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Salada Caprese com vinagre balsâmico cremoso


Adoro tomate, principalmente nesta altura do ano quando nos começa a chegar cheio de sabor. Um destes dias, quando fui às compras, trouxe tomate de diferentes variedades. Acreditam que nos dias seguintes houve tomate em todas as refeições?! Como gostamos e como tentamos aproveitar as frutas e os legumes na sua época, esta aparente imposição tornou-se num verdadeiro prazer para o nosso palato.

Uma salada de tomate que para mim, é sinónimo de Verão, é a salada Caprese. Adoro! A sua simplicidade de confecção traduz-se numa surpreendente combinação de sabores. Das vezes que estive em Itália, fiz, muitas vezes, questão de a pedir nos sítios por onde ia passando. Uma que me ficou na memória, foi saboreada em Assis, num dia bonito de sol, num pequeno restaurante com esplanada. Feita com bom tomate transforma-se num prato cheio de sabor. A versão que vos deixo, hoje, é com uma combinação colorida de tomate e vinagre balsâmico cremoso.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Il Mercato, o novo projecto do chef Tanka Sapkota


Depois do restaurante Come Prima com pizas e massas na zona de Santos, e da pizaria Forno D'Oro com produtos italianos e portugueses na Artillharia 1, em Lisboa, eis que o chef Tanka Sapkota abre um novo espaço, Il Mercato no Páteo Bagatela, também em Lisboa. O chef Tanka, nascido no Nepal, estudou na Alemanha e em Itália, é um apaixonado pela comida italiana e traz para os seus restaurantes os melhores produtos italianos com o intuito de oferecer a quem o visita a autenticidade da cozinha do país das massas, da mozzarella e do parmesão.

O restaurante Il Mercato abriu ao público no início do mês de Janeiro deste ano e tive a possibilidade de ir jantar no dia da inauguração à imprensa. Assim que entrei no restaurante deparei-me com o espaço de mercearia, com sacos de diferentes tipos de arroz para risoto, polenta, milho, azeites, presuntos e outros enchidos pendurados, massas frescas feitas com ovos biológicos, azeitonas em jarros, queijos, legumes frescos entre muitos outros produtos, colocados como se de um autêntico mercado italiano se tratasse.


A apresentação do espaço começou com uma prova de mozzarella de búfala fresca que o restaurante recebe duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras, vinda de Salerno por avião. Esta mozzarella é a autêntica e o chef cortou-a à nossa frente para vermos o seu interior ligeiramente esponjoso. Quando se coloca na boca dá-se uma explosão de sabor ao leite fresco. Serve-se mesmo assim, sem mais temperos. Aqui é também possível degustar o Parmigiano Reggiano Vacche Rosse, entre outros famosos queijos. Na secção de charcutaria, destaca-se o Culatello di Zibello DOP, a bresaola, a mortadela de Bolonha IGP com pistácios, o prosciutto cotto affumicato, o lardo, entre tantas outras iguarias que nos fazem crescer água na boca. Agora é possível ir a um restaurante e comprar muitos dos bons produtos italianos para degustar em casa.

O Il Mercato possui uma garrafeira com mais de cinquenta referências de vinhos italianos. Além da grappa, prosecco e licores. A decoração do espaço esteve a cargo de Cristina Santos Silva e entre os elementos que se destacam estão uma grande mesa comunitária e um candeeiro elegante, grandioso, a que não resistimos contemplar. Foi nesta mesa que tive o privilégio de jantar.


O jantar começou com um saquinho de focaccia para molhar no azeite. Tão bom. De seguida foram servidos espargos verdes com presunto San Daniele e ravioli de abóbora com trufa preta. Que maravilha estes ravioli. A simplicidade esconde o sabor magnífico, inesquecível deste prato.


Curve rigate al ragu foi o prato que se seguiu. Suculento. Delicioso!


Carne de vitela com gnocchi alla romana. A carne tenra, suculenta transforma este prato numa verdadeira guloseima.


E por fim, a sobremesa servida foi tiramsù. Fresco, húmido. Adoro. Que boa forma de terminar um jantar delicioso que nos transportou para um dos primeiros países que visitei.

Para quem gosta dos verdadeiros sabores da cozinha italiana, Il Mercato é um restaurante a visitar.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Vamos preparar o Natal: Biscotti com alperces secos, nozes e chocolate branco


Numa das minhas viagens por Itália, num dos dias que parámos em Siena, ao almoço para sobremesa escolhi cantucci com vinho santo. O cantucci ou biscotti é um biscoito duro, seco que é cozido duas vezes e ao comer, é molhado no vinho. O vinho santo é um vinho da região da Toscana que é feito com uvas quase secas. Os biscoitos são enriquecidos com frutos secos o que os torna irresistíveis!

Estes biscoitos podem ser um presente muito especial para oferecerem no Natal, pois aguentam-se muito tempo. Podem colocá-los num frasco com um laçarote bonito, num saco alusivo à época, numa caixa de papel ou numa lata, com motivos coloridos. Hoje em dia já se encontram recipientes tão giros para os presentes feitos em casa. Podem completar o presente com um vinho colheita tardia ou com um moscatel, de preferência já com alguns anos. Os presentes feitos em casa podem ser muito especiais!

terça-feira, 14 de junho de 2016

Salada Caprese


No fim-de-semana que estive no Street Food Festival no Estoril cruzei-me com o chef Augusto Gemelli que estava a promover um dos produtos ícones de Itália, a mozzarella de búfala. A seguir aos meus showcookings, tanto no sábado como no domingo, o local escolhido para petiscar foi o do chef Gemelli, a Mozza & Co, onde se podia provar alguns dos produtos que está actualmente a promover, como a burrata, a mozzarella e a mozzarella fumada. Fiquei encantada. Cremosas. Com um sabor incrível! No último dia do festival, não resisti e trouxe para casa, várias mozzarelas. Com a fumada fiz uma salada com sabor a Verão.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Molho de tomate com manjericão e um prato de massa


O ano passado por esta altura andava numa viagem por Itália, com início em Roma e que terminou num passeio pelo Lago Como, perto de Milão. Uma das coisas que os italianos valorizam para além da pasta é o molho. E assim com uma variedade enorme de diferentes tipos de massa, fazem pratos cheios de sabor, com molho de tomate e queijo que nos deixam a sonhar por mais. E foi com um misto de saudosismo que decidi nesta semana dedicada ao tomate fazer um prato a lembrar as férias de Verão do ano passado.

Molho de tomate com manjericão

Ingredientes:
2Kg de tomate
1 cebola grande
2 dentes de alho
1dl de azeite
1 folha de louro
2 talos de aipo
1 cenoura
20 folhas de manjericão
sal e pimenta preta de moinho q.b.


1. Escaldar o tomate e limpá-lo de peles e sementes. Picar a polpa.

2. Num tacho, refogar em azeite a cebola cortada em meias luas e o alho esborrachado e depois picado, até a cebola quebrar, mexendo de vez em quando.

3. Acrescentar o tomate, o louro, os talos aipo de aipo cortados em quatro, a cenoura cortada em quatro e as folhas de manjericão. Temperar com sal e pimenta a gosto. Deixar cozinhar até a cenoura estar cozida.

4. Retirar a cenoura, o louro e o aipo. Triturar a mistura com um passe-vite.

5. Levar o molho novamente ao lume brando e deixar apurar durante 20 minutos.

6. Colocar num frasco esterilizado com capacidade de 750ml e guardar no frigorífico.


Depois de ter o molho feito faz-se um prato de pasta em menos de 10 minutos. Para isso basta cozer a massa, usei 250g de spaghettoni fresco que cozeu em 8 minutos em água a ferver temperada com sal. Depois aqueci várias colheradas de molho de tomate a que juntei uma mão cheia de folhas frescas de manjericão. Coloquei o molho por cima da massa, envolvi. Por fim, polvilhei com queijo Grana Padano ralado e foi comer até não haver nada. Tão bom! Num bom prato de massa, o molho faz toda a diferença.


Cá em casa, o molho de tomate consome-se em três ou quatro pratos de massa. Por isso, acabo por não o guardar em pequenos recipientes com mais ou menos uma dose para dois e congelar.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A história de um Tiramisù


A história deste Tiramisù começou com uma lista de desejos para 2011. No início do ano, achei que deveria experimentar fazer esta sobremesa. Tiramisù, que significa "que te faz levantar", é uma sobremesa que adoro e houve alturas em que nos restaurantes italianos era a minha preferida.

No dia em que publiquei a minha lista recebi por eMail uma oferta generosa e que me deixou encantada. Uma leitora, Ana Maciel, decidiu ajudar-me a concretizar o meu desejo, para isso, oferecia-me uma das bolachas com que é feito o Tiramisù, as pavesini, e uma receita da sua cunhada que vive em Itália para eu experimentar. Que mais poderia eu desejar?!

Ingredientes:
3 ovos
4 colheres de sopa de açúcar
250 g de mascarpone
2,5 dl de café frio
1/2 cálice de rum
200 g de pavesini ou savoiardi
Cacau em pó q.b.


1. Separar as gemas das claras.

2. Bater as gemas com o açúcar até ficar uma mistura amarela clara e bastante espessa.

3. Adicionar o mascarpone ao preparado anterior e mexer bem até o creme ficar homogéneo. Juntar as claras batidas em castelo.

4. Misturar o rum com o café num prato fundo. Embeber os pavesini com cuidado para não se partirem. Forrar com eles o fundo de um pyrex baixo. Por cima da primeira camada de pavesini colocar metade do preparado de mascarpone.

5. Embeber o resto dos pavesini e colocá-los por cima do creme. Deitar o resto do creme por cima desta nova camada de pavesini. Alisar a superfície.

6. Tapar o pyrex e levar ao frigorífico durantes umas horas ou de um dia para o outro.

7. Antes de servir, polvilhar a superfície com cacau em pó.


A história deste Tiramisù levou-me a um encontro com a Ana, que passou por um almoço e muita conversa. Tanta foi a nossa empatia, que estivemos quase duas horas a falar sobre comida, blogues, restaurantes e sem dar pelo tempo passar.

Ana, obrigada por esta história de Tiramisù!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Carne de vaca com tomate, vinho e ervilhas

Da minha última viagem a Itália trouxe um livro intitulado Step by Step How To Cook Italian. Um livro muito interessante sobre a cozinha italiana. Para além de receitas, apresenta vários dos produtos típicos da cozinha italiana, desde as ervas, queijos, enchidos, pasta, etc. As receitas estão documentadas com várias imagens para ajudar a entender o processo de confecção.

Deste livro houve uma receita que me deixou logo com água na boca. A receita mostra uma carne de vitela com um molho espesso e umas batatinhas novas a pedir que as comam. Como tinha cá em casa ervilhas frescas e batatas novas achei que estava na altura de experimentar a receita que me deixou a salivar.

Cortei 700 g de carne de vaca em cubos e temperei com sal. Misturei quatro colheres de sopa de farinha com um pouco de pimenta acabada de moer e as folhinhas de três hastes de tomilho Passei a carne na farinha. De seguida, coloquei 1 dl de azeite num tacho e levei ao lume. Assim que aqueceu, adicionei a carne e deixei fritar. Depois da carne frita, retirei-a do tacho e coloquei-a num recipiente de forno com tampa.

No tacho onde fritei a carne, adicionei uma cebola picada e com a colher de pau mexi de modo a limpar os sedimentos que ficaram presos. De seguida juntei 1,5 dl de vinho tinto, três tomates pequenos limpos de peles e sementes, três dentes de alho picados, um cubo de caldo de carne, 1 dl de polpa de tomate e 2 dl de água. Deixei cozinhar uns minutos em lume brando.

Reguei a carne com o molho de tomate e vinho tinto. Tampei a caçarola e levei ao forno. Entretanto descasquei um saco com ervilhas frescas que rendeu uns trezentos gramas. Abri o forno e juntei as ervilhas à carne. Deixei mais um pouco no forno e servi com batatas novas cozidas com a pele.

A carne ficou muito boa. Correspondeu às minhas expectativas, apesar de ter feito algumas alterações à receita original, e serviu de almoço num destes domingos em que fiquei em casa.

sábado, 9 de maio de 2009

Piza com salame italiano

Na bagagem da minha viagem a Itália trouxe alguns produtos para a minha cozinha e gáudio dos nossos paladares.


Um desses produtos foi um salame, produto tradicional da salsicharia italiana. Em Itália existem diferentes tipos de salame. Encontramos,por exemplo, o Felino, tradicional da região de Parma, o Finocchia temperado com uma mistura de especiarias e sementes de funcho, o Napolitano semelhante ao pepperoni mas com menos gordura, o Soppressata, tradicional da região da Calábria e o Cacciatora ou salamino, que são pequenos salames. Ao longo das próximas semanas procurarei apresentar-vos receitas com alguns dos produtos que trouxe.


Como às quintas-feiras é dia de piza, nesse mesmo dia para o jantar fizemos piza!

A massa foi feita seguindo a receita já tradicional na máquina do pão e o molho de tomate sofreu umas ligeiras modificações. No refogado adicionei uma malagueta e depois foi triturado com a ajuda da varinha mágica.

Na minha piza coloquei molho de tomate, um queijo mozzarella fresco em rodelas, uma courgette pequena cortada em pedaços na longitudinal, fatias de salame, azeitonas pretas às rodelas e queijo emmental ralado.

Servi a piza com folhas de rúcula e queijo parmigiano reggiano cortado em fatias finas.

O Ricardo colocou uma beringela fatiada, 1/2 courgette, queijo mozzarella fresco, fatias de salame, azeitonas verdes com recheio de anchovas cortadas ao meio e queijo emmental.


Por fim, decorou com folhas de rúcula.

Mais uma jantar de pizas para a nossa colecção!

sábado, 21 de março de 2009

Piza à Joe King

Na passada quinta-feira foi dia de piza e como convidados recebemos os meus sogros. Os meus sogros são como pais para mim. Damos-nos todos muito bem e não passa uma semana em que não estejamos pelo menos uma vez juntos.

Como na quinta-feira foi também Dia do Pai, acho que não haveria melhor data para os convidarmos a vir cá a casa colocar as mãos na massa.

A massa e o molho de tomate para as pizas foram feitos da maneira habitual já aqui apresentada. As pizas, cada um fez a sua, como já é da praxe.


A minha sogra colocou na sua piza uma camada de fatias finas de presunto, tomates cereja cortados ao meio, espargos brancos de conserva e azeitonas verdes sem caroço, por fim polvilhou com queijo mozzarella ralado.

A piza foi servida com rúcula selvagem e foi considerada a mais bem apresentada.

Eu coloquei na cobertura um queijo mozzarella fresco cortado às rodelas, bacon cortado em cubos, tiras de presunto, pimento vermelho e pimento verde cortados em tiras, azeitonas pretas às rodelas e azeitonas verdes sem caroço inteiras e quatro quadradinhos de queijo roquefort. Por fim, polvilhei com queijo mozzarella ralado e óregãos secos.

Servi a piza com folhas de manjericão frescas.

Agora os rapazes:

O Ricardo desta vez, mesmo assim, foi mais comedido nas suas pizas 3D. Usou queijo feta, azeitonas pretas, polpa de tomate, salpicão, queijo ricotta, queijo roquefort, queijo mozzarella ralado, meias rodelas de tomate e brócolos.

Mas a revelação da noite foi o meu sogro Joaquim. Surpreendeu-nos a todos, primeiro com o seu à vontade a trabalhar a massa e depois a colocar a cobertura na piza.

Será que andou a treinar durante a semana? - verbalizámos nós em jeito de brincadeira, mas a perceber que tinhamos ali especialista. Mas o melhor ainda estava para vir, a cobertura da piza.


Na sua piza colocou chouriço picante e linguiça às rodelas, gomos de tomate, tomate cereja, tiras de pimento verde, azeitonas pretas às rodelas, azeitonas verdes sem caroço, queijo ricotta, ananás, rabanetes às rodelas e queijo mozzarella ralado.

A sua piza foi considerada a melhor, a mais saborosa de todas e a primeira a acabar. O chouriço picante deu-lhe uma graça que a distinguiu de todas as outras. Quem sabe, sabe.

Durante o jantar decidimos que a sua piza seria designada Piza à Joe King.

O jantar foi acompanhado de um vinho tinto Marquês de Borba de 2006 e para sobremesa fiz uma tarte de maçã em massa folhada.

Uma experiência em família, sem dúvida, a repetir.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Quinta-feira é dia de piza

Desde que recebi, no Natal, uma máquina de fazer pão que ando deliciada e tenho feito massa para piza nela. Na minha opinião resulta muito bem. Na quinta-feira passada fiz piza e hoje vou voltar a ter piza para o jantar. A quinta-feira está-se a tornar, cá em casa, o dia de piza.

O molho de tomate que fiz não tem nada que saber. Um tacho com um pouco de azeite, 1 cebola picada e dois dentes de alho também picados. Deixei refogar um pouco, depois adicionei o concentrado de tomate, uma colher de sobremesa de açúcar, temperei com sal e orégãos.

Para a massa segui as indicações do livrinho de receitas que acompanha a máquina. Coloquei 400 ml de água na cuba, de seguida juntei o azeite (2,5 colheres de sopa), uma pitada de sal, 800 g de farinha e 40 g de fermento fresco. Liguei e a máquina e 1h25 depois tinha a massa pronta.

Dividi a massa para duas bases de piza, como não sabia muito bem, depois de cozida a base ficou muito alta, mas o entuasiasmo à volta da piza fez-nos esquecer esse pequeno grande pormenor. Eu fiquei responsável por uma base e o Ricardo por outra.

Na minha massa coloquei o molho de tomate e de seguida adicionei um queijo ricotta e queijo mozzarella fresco cortado às rodelas. Distribui rodelas de tomate e polvilhei com queijo parmesão ralado.

Quando saiu do forno adicionei folhas frescas de manjericão cortadas.

Encontrei a receita desta piza na revista Millericette - In Cucina, a que fiz pequenas alterações.

P.S. Para não suscitar dúvidas, neste post optei por escrever piza como é indicado pelo dicionário português.