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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Hambúrguer de frango com farinheira e maionese de ervas


Quando fui ao jantar que assinalou a 2ª edição da Rota dos Hambúrgueres promovida pela Hellmann's fiquei cheia de vontade de fazer este prato cá em casa. Como vos referi, esta iniciativa está a decorrer até dia 31 de Julho de 2016, em Lisboa e no Porto. Vejam a lista de restaurantes aderentes e aproveitem. As opções são muito variadas.

O facto de podermos ir aos restaurantes comer hambúrgueres originais, com combinações especiais, é por vezes, uma forma de inspiração para os fazermos em casa também. E foi o que me aconteceu. Ao provar o de frango, do chef José Bengaló, fiquei com vontade de também eu o experimentar fazer cá em casa. Juntei farinheira à carne de frango e o resultado foi uma refeição que nos deixou ainda com mais vontade de experimentar novas combinações. Fazer hambúrgueres em casa é tão fácil e todos adoram!

Quem costuma fazer hambúrgueres? Fazem mais de carne ou de peixe? E a maionese, simples ou com temperos?

quarta-feira, 30 de março de 2016

Perna de borrego recheada com farinheira e espinafres


O borrego é uma carne que cá em casa gostamos muito. Adoramos costeletas de borrego grelhadas ou na frigideira, borrego com ervilhas, estufado e até em sopa.

Para estes dias de Páscoa, para uma refeição cá em casa, decidi assar um pedaço de perna de borrego que tinha no congelador à espera de destino.

Uma das coisas que há muito queria experimentar fazer era desossar uma perna de borrego. A de porco faço já há vários anos com relativa facilidade mas a de borrego era um desafio. Quando tirei a carne do congelador pensei, é desta. E assim foi.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Peitos de frango recheados com farinheira e arroz de espinafres


O Cinco Quartos de Laranja comemorou 10 anos no dia 13 de Fevereiro de 2016. Um dos eventos realizados para celebrar esta data, foi uma experiência culinária em jeito de jantar oferecida aos leitores do blogue no espaço Samsung Chef's Experience no Mercado da Ribeira, em Lisboa.

Para prato principal escolhi confeccionar, com os participantes, peito de frango recheado com farinheira servido com um cremoso arroz de espinafres, que fica maravilhoso. Adoro o sabor da carne de frango com os aromas fortes, cheios de personalidade da farinheira. Um prato que fez sorrisos de satisfação durante o jantar.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Risoto de farinheira e agrião


Assim que o Outono nos bate à porta, chega também a vontade de pratos reconfortantes. Que nos ajudem a superar os dias cinzentos, com chuva que nos fazem chegar a casa com os pés molhados e algumas varetas do guarda-chuva partidas. Pratos que nos façam sorrir de satisfação e esquecer que, em dias de chuva, não se passeia por Lisboa.

Hoje deixo-vos o conforto apaladado de um risoto que desenvolvi para a revista Comer de Julho/Agosto de 2014.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Pastéis de legumes com farinheira e salada de tupinambo


Uma das coisas que gosto de fazer e que me deixa muito entusiasmada é ir às compras e depois vir para casa cozinhar. A partir dos produtos que comprar pensar em receitas e confeccionar uma refeição é sempre um grande desafio. Para mim, é um verdadeiro exercício de imaginação e criatividade. E é sobre esta experiência que nasce hoje aqui, no Cinco Quartos de Laranja, uma nova rubrica intitulada Receitas biológicas Brio.

Os supermercados biológicos Brio convidaram-me a visitar semanalmente as suas lojas e durante os próximos meses apresentar as receitas que vou fazendo com os seus produtos.

Uma das coisas que gosto quando visito o Brio é a possibilidade de encontrar produtos de diferentes tipos, que não se encontram tão facilmente noutro tipo de supermercados. Aqui encontramos batatas, cenouras, espargos, favas, beterrabas, mas encontramos também acelgas, ruibarbo, cherovias e tupinambo. Para quem gosta de encontrar e experimentar novos produtos, como eu, aconselho vivamente uma visita.

Por outro lado, tudo tem sabor e cheiro. As maçãs são perfumadas e doces. Deliciosas. A carne, é de animais criados com cuidado e com espaço. Sabe-se quem foi o produtor, e isso para mim é muito importante. Sabermos quem criou o que vamos comer, liga-nos. E isso faz toda a diferença.

Pastéis de legumes com farinheira

Ingredientes:
1 cebola
200 g de alho-francês sem rama
120 g de acelgas ou espinafres
1 farinheira de porco preto biológica
2 embalagens de massa quebrada
1 ovo
0,5 dl de azeite biológico
sal e pimenta preta q.b.


1. Colocar o azeite numa frigideira e levar ao lume com a cebola picada. Quando a cebola tiver transparente, adicionar o alho-francês cortado em rodelas finas.

2. Retirar a pele da farinheira e adicionar ao preparado.

3. Cortar as acelgas e os seus caules e juntar também à mistura.

4. Temperar com sal e pimenta preta a gosto.

5. Estender a massa quebrada. Com um cortador circular (diâmetro aprox. 9 cm) cortar a massa.

6. Em metade das rodelas de massa colocar a mistura de farinheira e legumes.

7. Com um pincel mergulhado em água pincelar a massa em toda a volta.

8. Colocar a outra rodela de massa por cima e com um garfo pressionar os lados de modo a que os pastéis fiquem bem fechados.

9. Com o mesmo garfo picar os pastéis por cima.

10. Pincelar os pastéis com o ovo batido.

11. Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC, num tabuleiro forrado com papel vegetal, durante 20 minutos.

12. Servir com salada.


Salada de tupinambo com cenoura e folhas verdes

Ingredientes:
120 g de tupinambo
3 cenouras
mistura de folhas verdes
10 folhas de hortelã
1 colher de sopa de sumo de limão
3 colheres de sopa de azeite biológico
sal q.b.

1. Descascar o tupinambo e as cenouras.

2. Com ajuda de uma mandolina cortar os legumes em fatias finas.

3. Numa taça juntar os legumes cortados, as folhas verdes e a hortelã.

4. Regar com o sumo de limão, o azeite e sal a gosto. Mexer.


Os pastéis de legumes com farinheira resultam muito bem. Os que sobraram do almoço desapareceram sem deixar rasto, no lanche a meio da tarde. Foi a primeira vez que usei tupinambo numa salada em cru e cá em casa adorámos. Fica crocante. Delicioso. Experimentem.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Arroz de grelos com farinheira


A Primavera é uma das estações mais bonitas do ano. É sem dúvida a estação das flores. Para onde quer que olhemos, nesta altura do ano, encontramos os campos cheios de malmequeres, bem-me-queres e papoilas. E no que toca à comida, é a época em que temos à nossa disposição grelos, sejam de couve ou de nabiças, cá em casa adoramos.

A mãos com um molho de grelos tenros e viçosos que trouxe de Santarém, um dos destinos que lhes coube em sorte foi um delicioso arroz com farinheira.


Ingredientes:
350g de arroz carolino
1dl de azeite
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 farinheira
1,1L de água quente
250g de grelos
sal e pimenta preta de moinho


1. Retirar a pele à farinheira e cortá-la em pedaços pequenos ou desfazê-la grosseiramente com um garfo.

2. Refogar a cebola e o alho no azeite.

3. Acrescentar a água, o arroz e a farinheira. Temperar com sal e pimenta.

4. Depois de deixar ferver o arroz cinco minutos, acrescentar os grelos cortados. Assim que o arroz estiver cozido, retirar do lume e servir.

Os grelos são uma excelente companhia para a farinheira. Juntos transformaram este arroz num prato delicioso, que, obrigatoriamente se repete.

Outras receitas com grelos:
- Arroz de enchidos com grelos de couve;
- Arroz de grelos com camarão e feijão encarnado;
- Arroz integral com grelos;
- Bacalhau confitado com migas de broa e grelos;
- Bacalhau salteado com grelos;
- Cabrito assado no forno com grelos;
- Risotto de bacalhau com grelos;
- Sopa de bacalhau com grelos e ovos;
- Sopa de feijão branco, grelos e morcela;
- Sopa de feijão frade com grelos.

Bons cozinhados!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Ovos mexidos com farinheira e vinho do Porto


Eu adoro farinheira. Algo que é feito de uma forma tão simples, no fundo é juntar farinha, gordura de porco e temperos. Fica tão delicioso! Encontramos de norte a sul do país uma grande variedade de enchidos. Cada região tem a sua tradição e o modo de confeccionar vai variando um pouco de zona para zona.

Eu tenho a sorte de a minha mãe, uma vez por outra, ter a paciência, o conhecimento e as condições para fazer alguns enchidos. Bem, que já lhe pedi para tentar fazer alheiras, mas ainda não a consegui convencer! Ver se fazemos as duas. Do seu reportório constam as farinheiras, como já disse, chouriços de carne e de sangue e as mais deliciosas morcelas de arroz do mundo.

A farinheira que utilizei nestes ovos mexidos foi feita por ela. E foi das melhores que já fez e das que já comi.


Ingredientes:
6 ovos
1 farinheira
3 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de água
2 colheres de sopa de vinho do Porto
sal e pimenta preta de moinho
salsa picada para servir


1. Tirar a pele à farinheira e cortar em pedacinhos.

2. Colocar a manteiga numa frigideira. Assim que derreter juntar a farinheira e mexer.

3. Bater os ovos com a água, o sal e a pimenta.

4. Juntar os ovos à farinheira e envolver. Regar com o vinho do Porto, mexer e deixar acabar de cozinhar. Não deixar secar muito.

5. Servir polvilhado com salsa picada.


A farinheira faz toda a diferença. Pode transformar os ovos mexidos numa entrada deliciosa que não nos apetece deixar de comer ou então, fica a notar-se que a farinheira não enriqueceu os ovos e que é mesmo o segredo desta entrada.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Peitos de frango recheados com farinheira, nabiças e nozes


O domingo é o dia em que sinto que tenho tempo para descansar da rotina do dia-a-dia, e das visitas à família. A cidade pára da sua azáfama diária e como diz António Gedeão, "aos domingos as árvores crescem na cidade e os pássaros, julgando-se no campo, desfazem-se a cantar empoleirados nelas".

Aos domingos gosto de acordar com tempo, ler a meu belo prazer, olhar o mundo pela janela da sala, ver a calma das pessoas a andar, ouvir música e ir para a cozinha descansada. Sem pressas. Com tempo para cozinhar. Com tempo para apreciar o que faço, ter ideias, experimentar novas combinações, novos sabores.

O domingo é o dia em que gosto de me sentar à mesa com tempo. Fazer uma refeição demorada. Ter tempo para apreciar. Desligar a televisão. Conversar e rir.

O domingo é o dia em que gosto de ter tempo.

No passado domingo, para o almoço fiz estes peitos de frango recheados. Comprei um frango do campo e retirei-lhe os peitos. As pernas ficaram para outra refeição e com a carcaça fiz um caldo que usei no arroz de açafrão. Fazer isto, a pensar que tenho todo o tempo do mundo, só mesmo ao domingo.


Ingredientes:
2 peitos de frango
1 farinheira (125g)
150g de nabiças
15g de nozes picadas grosseiramente
2 colheres de sopa de pão ralado
1 colher de sopa de ervas picadas frescas (alecrim e tomilho)
1 colher de chá de manteiga
sal e pimenta


1. Cozer as nabiças em água.

2. Depois de cozidas escorrer muito bem e picar grosseiramente.

3. Pré-aquecer o forno a 200ºC.

4. Colocar a farinheira sem pele numa frigideira anti aderente. Levar ao lume e esmagar com a ajuda de um garfo. Adicionar as nabiças picadas e envolver muito bem. Juntar as nozes picadas.

5. Abrir os peitos de frango ao meio. Temperar com sal e pimenta.

6. Rechear os peitos de frango com a pasta de farinheira. Fechá-los com três ou quatro palitos. Colocar os peitos de frango num tabuleiro de forno.

7. Misturar as ervas picadas com o pão ralado. Polvilhar os peitos de frango com esta mistura.

8. Colocar umas nozes de manteiga por cima dos peitos de frango e levar ao forno durante 20 a 25 minutos.


Servi os peitos de frango recheados com arroz de açafrão.


Arroz de Açafrão

Ingredientes
1 chávena de arroz carolino
3 chávenas de caldo de galinha
1 colher de chá de açafrão das Índias (2g)
sal


1. Cozer o arroz carolino no caldo de galinha, com o açafrão das índias e uma pitada de sal, em lume brando durante aproximadamente 20 minutos.


Os peitos de frango recheados com farinheira combinaram muito bem com o arroz de açafrão. Foi uma refeição deliciosa para um domingo com tempo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Courgette recheada com farinheira e tomate


Setembro continua quente. Parece que finalmente temos os dias de calor que Agosto não trouxe. Agora que as férias terminaram, com estes dias assim, o que apetece realmente é uma ida à praia. Mesmo com calor, por cá o forno continua a funcionar. A sugestão de hoje são uma deliciosas courgettes no forno recheadas com farinheira e tomate. Uma delícia.


Ingredientes:
5 courgettes pequenas
1 farinheira de porco Ibérico
0,5dl de azeite
2 chalotas picada
2 tomates grandes maduros
2 ovos
umas folhas de segurelha ou um raminho de salsa picada
sal e pimenta
2 colheres de sopa de pão ralado
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado


1. Cortar as courgettes ao meio. Com a ajuda de uma faca ou de uma colher Paris retirar o interior das courgettes.

2. Picar a polpa das courgettes.

3. Colocar o azeite numa frigideira com as chalotas picadas. Adicionar a courgette picada. Mexer e deixar cozinhar um pouco.

4. Juntar o tomate picado, previamente limpo de peles e sementes. Deixar cozinhar um pouco.

5. Retirar a pele à farinheira e cortá-la em rodelas. Juntá-la ao preparado anterior e mexer. Temperar com sal e pimenta a gosto.

6. Adicionar os ovos, previamente mexidos e as folhas de segurelha ou a salsa picada.

7. Rechear as courgettes com o preparado anterior.

8. Numa taça misturar o queijo e o pão ralado. Polvilhar as courgettes recheadas com esta mistura.

9. Colocar as courgettes num tabuleiro e levar ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 30 minutos.


Bom apetite!

[ Published in English as Roasted zucchini stuffed with farinheira and tomato ]

sexta-feira, 26 de março de 2010

Pizas ao domicílio no dia do Pai

No dia do Pai, o projecto Pizas ao Domicílio teve mais uma sessão, desta vez foi em casa dos sogros, com a Tia Dulce, os cunhados Hugo e Cristina e, a priminha Mariana.

A sessão começou com a confusão habitual. Uma mesa cheia. Ora se estende a massa, ora quem é que tem o queijo, onde está o molho de tomate! Cinco pessoas numa cozinha todos envolvidos numa tarefa, é obra.

A primeira piza a ir para o forno foi a da Cristina, que optou por um ingrediente que gosta muito. Na base da piza colocou molho de tomate, depois beringela cortadas às rodelas e por fim queijo mozzarella. Foi a primeira a ir para o forno e consequentemente a primeira a ir para a mesa. Ao servir a Cristina optou por colocar rúcula selvagem.

A segunda piza foi da nossa prima Mariana que teve deste modo uma auspiciosa estreia a fazer pizas. Estendeu a massa, decidiu os ingredientes e a sua disposição. Revelou-se muito à vontade na cozinha. Na escolha dos ingredientes, teve um critério engraçado: "Eu só escolho coisas que sei que gosto".

Começou por colocar molho de tomate, de seguida cogumelos, tomate cereja, ananás de conserva, camarões, bacon às tirinhas, fiambre, azeitonas verdes, queijo mozzarella ralado e queijo parmesão. Quando chegou à mesa foi um sucesso. Muito saborosa.

A terceira piza a sair do forno, foi a piza do sogro Joaquim. Na sua piza colocou molho de tomate, chouriço picante, mortadela com azeitonas verdes, ameixas secas, kiwi cortado às rodelas, queijo da ilha em tirinhas, camarão, tomate cereja, azeitonas verdes, queijo mozzarella ralado e queijo parmesão. Um sucesso. Foi considerada a piza mais saborosa, mas também não poderia ser de outra forma. Ai de quem se atrevesse a fazer uma piza melhor! :)

A quarta piza a ser provada, foi a do Hugo. Na sua piza não usou molho de tomate. Colocou camarões, cogumelos frescos laminados, tomate cereja, bacon às tirinhas, frango desfiado, ananás, rodelas de banana e queijo mozzarella ralado. Chegou à mesa decorada com folhas de rúcula.

Depois de todas as pizas servidas, seguiu-se um sistema de voto em que teríamos que classificar as pizas de 1 a 3 em termos de sabor e de apresentação. De destacar a participação efusiva do meu sogro, cunhado e prima Mariana nesta fase! Apesar do sistema de contagem de votos ter sido "duvidoso" ;), com várias tentativas de favorecimento próprio, o que é certo é que esta piza foi eleita a mais bem apresentada.

A última piza a chegar à mesa foi a minha e a do Ricardo. Não usei molho de tomate. Coloquei na base da piza queijo mozzarella ralado, cogumelos frescos, fatias de beringela, farinheira, queijo camembert, queijo mozzarella ralado e queijo parmesão. Antes de servir coloquei chalota cortada fininha e folhas de rúcula. Desta vez, achei que a minha piza não saiu especial. Faltou-lhe sabores contrastantes.

Foi uma noite muito divertida, uma maneira diferente de reunir a família e comemorar o dia do Pai.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pizas à sexta ...

Nos últimos tempos, o jantar de sexta-feira tem sido pizas. A rotina é mais ou menos a mesma. O Ricardo faz a massa na máquina do pão. Eu antes de regressar a casa do trabalho compro algum ingrediente que possamos usar.

Nesta sexta-feira de pizas resolvi confeccioná-las sem molho de tomate. A primeira piza a ir para o forno foi a de farinheira com brócolos e tomate seco.

Para esta piza refoguei em azeite uma cebola e dois dentes de alho picados. Assim que a cebola quebrou adicionei tomate seco em azeite, cortado em pedaços. Mexi. De seguida adicionei uma farinheira cortada em pedaços e sem pele. Por fim, adicionei brócolos cozidos e esmagados grosseiramente. O Ricardo finalizou esta piza com azeitonas verdes sem caroço cortadas ao meio.

A seguir seguiu-se a piza com beterraba, cogumelos e queijos.

Polvilhei a base da piza com queijo mozzarella ralado. De seguida coloquei rodelas de uma chalota, cortadas fininhas. Distribui pela base as meias rodelas de beterraba, cogumelos frescos laminados e queijo chévre. Por fim, adicionei queijo ricotta e polvilhei com queijo mozzarella ralado. Assim que saiu do forno polvilhei com orégãos secos. Uma delícia.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

4 por 6: Creme de batata e alho-francês e Arroz de farinheira e couve

Hoje para o menu do 4 por 6 apresento um creme de batata e alho-francês e para prato principal um arroz de farinheira com couve lombarda.

A receita do creme foi inspirada na «Potage Parmentier» de Julia Child. Há uns tempos atrás li o livro Julie e Julia. No primeiro capítulo o modo como Julie fala desta sopa despertou-me a curiosidade: «primeiro descascam-se duas batatas cortam-se em bocados. Cortam-se alguns alhos-franceses, lavam-se bem para lhes tirar a terra - os alhos-franceses são pequenos aspiradores de lama. Atiram-se estes dois ingredientes para dentro de uma panela, juntamente com água e sal. Deixa-se cozer em lume brando durante quarenta e cinco minutos, mais ou menos, e depois, das duas uma: ou se «esmagam os vegetais na sopa com um garfo» ou passam-se num passevite (...) Depois de esmagados os ingredientes, basta misturar duas boas porções de manteiga e está feita. JC diz para polvilhar com salsa, mas não é necessário. Já fica suficientemente bonita assim e tem um cheiro maravilhoso, o que não deixa de ser estranho quando se pensa nisso. Aquilo não leva mais nada, a não ser alhos-franceses, batatas, manteiga, água, pimenta e sal.»

A simplicidade desta sopa agradou-me e resolvi confeccioná-la, mas à minha maneira.


Creme de batata e alho-francês

Ingredientes:
4 batatas
3 alhos-franceses (apenas a parte branca)
1 cebola
água
sal
azeite

1. Descascar as batatas e a cebola. Cortar em pedaços.

2. Lavar muito bem o alho francês. Cortar me pedaços.

3. Colocar os legumes numa panela. Tapar de água e temperar com sal a gosto. Levar ao lume a cozer.

4. Depois dos legumes cozidos, triturá-los com a ajuda da varinha mágica. Regar com um fio de azeite e deixar levantar fervura.


Como é sugerido, podem servir a sopa polvilhada de salsa ou coentros picados.

Arroz de farinheira e couve

A primeira vez que fiz arroz de farinheira, gostei. Quando vi a receita de risotto de farinheira e couve, promovido pela Caçarola na revista Blue Cooking nº 35 de Janeiro deste ano, marquei-a logo na minha lista de receitas a confeccionar.

As receitas são indicações, pontos de partida e como tal não segui a receita original passo a passo. Assim tem muito mais piada!

Fiz algumas alterações: - usei arroz carolino, acrescentei a cenoura, usei azeite em vez de manteiga, usei o caldo de escaldar a couve em vez de caldo de legumes e suprimi o queijo parmesão.


Ingredientes:
6 folhas de couve lombarda escaldadas
2 cebolas
2 dentes de alho
0,5 dl de azeite
1 dl de vinho branco
1 cenoura
1 farinheira cozida
320 g de arroz
1,2 L (aprox.) de água de escaldar as folhas de couve

1. Picar as cebolas e os dentes de alho para um tacho. Adicionar o azeite e levar ao lume, deixar refogar até a cebola estar quebrada. Adicionar a cenoura cortada em pequenos cubos.

2. Adicionar o arroz e mexer. De seguida adicionar o vinho branco e mexer também, sempre em lume brando.

3. Ir adicionando a pouco e pouco a água de escaldar a couve. A água deve estar quente.

4. Minutos antes de o arroz estar pronto, adicionar a couve cortada em pedaços e a farinheira sem pele, desfeita.

Este arroz fica muito bom. A couve dá-lhe textura.

Vamos então às contas:

A partir de hoje encontram à venda o nº 17 da revista Gingko com uma reportagem sobre o projecto 4 por 6, como já referi neste post.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Piza ao almoço entre amigos

No sábado passado fomos almoçar a casa dos meus amigos Gilda e Luís. Os planos iniciais eram eles virem cá a casa numa quinta-feira e jantarmos piza, mas devido aos horários de trabalho não foi possível e marcou-se logo o almoço de sábado. A Gilda também convidou os nossos amigos Nuno e Sandra.

Assim que chegámos a Gilda já tinha o molho de tomate para a piza feito. Em vez de polpa de tomate, usou tomates pelados de conserva. Nós levámos a massa para a base, feita na máquina do pão.

Enquanto fazíamos as pizas diga-se que fomos sempre petiscando. Enquanto as pizas estavam no forno, começámos o nosso almoço com linguiça, chouriço e farinheira assados, a acompanhar fatias de broa de milho. Também tivemos pimentos padron assados, paparis e caju que o Nuno trouxe vindos de Goa.

Vamos então ao relato das nossas invenções à volta da piza:

Eu fiz uma piza de mexilhões em escabeche, previamente escorridos, camarões e queijo mozzarella ralado.



Depois de sair do forno, servi a piza com folhas de rúcula e fatias de courgette ligeiramente grelhadas com um fio de azeite.

O Ricardo na sua piza colocou rodelas de farinheira, azeitonas recheadas com pimento, tomate cereja, cogumelos frescos, pimentos padron e queijo.




O Luís usou para a sua piza linguiça, chouriço picante, azeitonas recheadas com pimento, tomate cereja, cogumelos frescos, pimento vermelho assado e quejo mozzarella ralado.





O Nuno e a Gilda fizeram uma piza a meias. O Nuno colocou na sua metade de piza chouriço que veio de Goa , achar, caju, cogumelos e queijo mozzarella.





A Gilda na sua metade colocou folhas de manjericão fresco, tomate cereja, azeitonas pretas, pesto, pimentos padron e queijo mozzarella ralado.





Para sobremesa a Gilda serviu um semi-frio de frutos silvestres que estava uma delícia, o que nos obrigou a repetir.


Eu levei uma mousse de chocolate.

As pizas que mais sucesso fizeram foram a do Luís e da dupla Gilda & Nuno, pelos menos tendo em conta o que sobrou.