Mostrar mensagens com a etiqueta panquecas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta panquecas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Tábua para um brunch de domingo

O brunch é um conceito que junta o pequeno-almoço e o almoço na mesma refeição e é, normalmente, servido no final da manhã ou no início da tarde. Por ser muito prático, torna-se uma excelente sugestão para quando queremos fazer uma refeição, em família, aos domingos.

Os domingos são dias em que, normalmente, abrandamos o ritmo, em que a família muitas vezes acorda tarde, em que nem sempre temos disponibilidade emocional para ir para a cozinha. Nestes dias, fazer uma tábua para um brunch pode ser uma excelente ideia, pois podemos juntar preparações que combinam com um almoço leve e ao mesmo tempo com um pequeno-almoço prático, mas sem perder a sofisticação.

A sugestão que partilho convosco exige poucas preparações. Basta fazerem panquecas e cozerem ovos, que podem até preparar de véspera, se preferirem. Depois vejam o que têm no frigorífico e despensa. Arranjem uma tábua com o formato e o tamanho que gostarem e que permita colocar variedade de ingredientes de modo a criar a ideia de fartura. Coloquem os ingredientes na tábua de forma apelativa e levem para a mesa. A família vai adorar!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Panquecas para o pequeno-almoço

Variar o pequeno-almoço, cá em casa, já se tornou regra. Adoramos começar o dia com comida diferente e, de preferência, colorida.

Houve uma altura, em que a primeira refeição, do dia, era feita sempre da mesma maneira mas, desde que decidi mudar a minha alimentação, que procuro fazer pequenos-almoços diferentes.

De uma maneira geral, para o pequeno-almoço, gosto de ter pão, ovos cozidos e frescos, por vezes, faço omelete ou ovos estrelados. Tento ter também abacate, queijos, manteiga de amendoim, muesli ou granola, compotas e misturas de sementes. Uma vez por outra, tento variar, fazendo waffles e panquecas.

Um destes dias, para um pequeno-almoço de domingo, decidi fazer panquecas. Partilho, hoje, convosco a receita. Espero que gostem!

quinta-feira, 21 de março de 2019

Panquecas de espelta e abóbora


Adoro variar o que vamos comendo ao pequeno-almoço. Nesta altura do ano, procuro para a primeira refeição do dia, opções que reconfortem. Gosto de colocar na mesa café, chá ou leite dourado quente. Umas vezes faço papas de aveia, outras, faço panquecas.

Quando faço panquecas, normalmente faço em doses extra e congelo. Depois durante a semana consigo ter panquecas feitas, prontas a servir, sem grande esforço. Uma das últimas que fiz, e que partilhei, logo, no Instagram do Cinco Quartos de Laranja, foi a receita de panquecas de espelta e abóbora.

Como faço, muitas vezes, abóbora assada nas minhas pré-preparações para as refeições da semana, este é um dos destinos que lhe dou.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Panquecas de aveia com abóbora assada


O que está dentro de um abraço?

« [O] abraço é um gesto tão grande e profundo que entra na categoria do inexplicável » [José Tolentino Mendonça, Elogio da Sede, p.25]. Há quanto tempo não recebemos um abraço? Daqueles que nos fazem lembrar o conforto, o carinho recebido da nossa mãe ou do nosso pai, durante a infância. Um abraço apertado, que nos faz sentir desejados, amados, preciosos. Um abraço que nos faz sentir vivos e que afasta a dor.

Quando me encontro com as minhas sobrinhas, de 8 e 11 anos, digo-lhes que o nosso cumprimento é, sempre, com um beijinho e um abraçinho! Elas riem-se e acham piada porque até rima. Mas o contacto de um abraço é precioso. É uma forma de criarmos laços.

Todos sabemos que há vários tipos de abraços. Uns dados a correr, outros dados com amor, outros dados para festejar ou felicitar. Os abraços são trocas de energia que, por força das emoções, também ajudam a sarar feridas da alma, ajudam-nos a olhar para a vida com mais alegria, matam a sede de afecto. Aquecem-nos.

Virginia Satir diz que « Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver. Precisamos de oito abraços por dia para nos manter. Precisamos de doze abraços por dia para crescer. »

E deixo-vos, hoje, um abraço, forte e apertado, juntamente com umas deliciosas panquecas de aveia a que juntei abóbora assada. Não se esqueçam, todos os dias são dias bons para darmos e recebermos abraços!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Panquecas de trigo sarraceno com beterraba


Gosto de tomar o pequeno-almoço e de preferência, todos os dias, com algo diferente. Gosto que haja variedade. Tomar o pequeno-almoço é uma forma de nos enchermos de energia para começar bem o dia.

Sabem que procuro fazer uma alimentação variada e equilibrada. Tento incluir muitos legumes nas minhas refeições, inclusive ao pequeno-almoço.

Uma das coisas, que me ajudou a conseguir incluir mais legumes nos meus pratos, foi fazer pré-preparações. No início da semana, asso, por exemplo, batata-doce, abóbora e beterraba e depois vou usando.

Um destes dias, como tinha beterraba assada decidi incluí-la numa receita de panquecas. E, cá em casa, adorámos. Podemos tentar comer mais legumes. E não o temos que fazer de forma aborrecida ou por castigo. Há tantas maneiras deliciosas de incluirmos legumes nas nossas refeições, mesmo ao pequeno-almoço.

Relembro que no dia 23 de Fevereiro de 2019 regresso ao Porto para mais um workshop Pequenos-almoços rápidos, práticos, saudáveis onde iremos preparar muita coisa boa para começarem a variar a primeira refeição do dia. Inscrições em: work@sott.pt

terça-feira, 26 de julho de 2016

Panquecas de banana


O Verão faz-se sentir nesta altura do ano com dias quentes que só nos fazem desejar umas férias à beira-mar. Mas para quem como eu, passa estes dias em casa, deixo-vos uma sugestão deliciosa para um pequeno-almoço especial para saborear com a família. Panquecas de banana, quem gosta?

Estas panquecas podem ser acompanhadas com um sumo de laranja com manga e banana ou um batido de morango com iogurte grego. Experimentem!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Panquecas de batata-doce e leite de coco


No passado sábado rumei até à Sertã. Fui participar na Maratona de Leitura organizada pela Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes. Achei esta iniciativa tão interessante. Durante vinte e quatro horas leu-se ininterruptamente. Para a minha participação escolhi ler os cinco contos do meu livro Cozinha para Dias Felizes.

Nesta visita à Sertã, foi um privilégio ouvir o escritor Mário Zambujal, autor de um livro que gosto muito, Crónica dos Bons Malandros e que recomendo vivamente. Muito divertido. Depois da leitura, seguiu-se o meu showcooking que teve lugar ao ar livre, num quiosque de leitura. Este convívio e contacto com o público é sempre tão especial para mim!


A receita que escolhi preparar na Sertã foi a salada de quinoa vermelha e batata-doce, que resulta muito bem nestas ocasiões. Ao preparar os ingredientes cozi mais batata do que a necessária. No domingo de manhã ao abrir o frigorífico para escolher o pequeno-almoço apercebo-me que tenho a batata-doce já cozida e que usada numas panquecas deveria resultar muito bem. Se bem o pensei, mais rapidamente o fiz.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Panquecas de aveia com iogurte


Durante a semana sinto sempre que ando de um lado para o outro sem tempo. Parece-me que o tempo voa enquanto o diabo esfrega um olho. Entre preparar-me, sair de casa, apanhar transportes, estar a horas nos locais combinados, voltar para casa, apanhar transportes, em alguns dias passar pelo supermercado para comprar aquele ou aqueles ingredientes que faltam para o jantar, chego a casa e parece que não fiz nada. Ao fim-de-semana gosto de contrariar esta sensação de não ter tempo. E começo logo pelo pequeno-almoço.

Na cozinha ligo o rádio e sintonizo-o numa estação que tenha música. Gosto de ouvir música enquanto cozinho! Bato os ovos com farinha e leite, junto mais alguns ingredientes que tenha disponíveis para as panquecas do pequeno-almoço. Só faço panquecas nestes momentos em que sinto ter tempo. Preparo um sumo. Corto umas fatias de fruta, toranjas e morangos, junto uma mão cheia de framboesas e mirtilos. Misturo tudo numa taça.

Ponho a mesa, enquanto o Ricardo se prepara. Recebo-o com um sorriso. Gosto destes momentos em que nos sentamos com tempo para conversarmos sobre a nossa semana, dos assuntos pedentes e o que é mais urgente resolver. Gosto também de lhe falar das coisas que gostava de fazer agora que o bom tempo está a chegar. Digo-lhe que me apetece ir à praia ao final do dia, de passear junto ao mar, de comermos caracóis numa esplanada, falo-lhe também dos filmes giros que sei que vão estrear no cinema. Ele fala-me dos seus jogos de futebol, da música que foi ouvindo durante a semana, da situação política da Grécia, dos problemas do Euro e das crónicas que eu tenho que ler de alguns dos seus autores de referência. Os jornais semanais em papel passaram para o tablet. Mas nestes momentos de pequenos-almoços com tempo, fazemos um esforço para os colocarmos de lado. Nem respondemos às mensagens que o telemóvel nos sinaliza que vão chegando. Há alturas em que precisamos de parar e olhar para a vida sem pressas, com tempo para falar, para rir e saborear as coisas boas que podemos usufruir de forma tão fácil. E para isso, nada melhor do que começar um pequeno-almoço de fim-de-semana com um prato de panquecas.

terça-feira, 24 de março de 2015

Panquecas de quinoa com água-mel


Nunca tive o hábito de tomar o pequeno-almoço na cama. Gosto de me levantar, preparar e sentar-me à mesa para desfrutar do momento. Durante a semana, com os horários apertados nem sempre é fácil preparar algo que considero especial para começar o dia. Mas ao fim-de-semana sem o peso dos horários, a situação é diferente e, uma vez por outra, gosto de preparar um miminho especial para o Ricardo e para mim. No passado fim-de-semana houve direito a panquecas.

Desde que visitei os Estados Unidos que adoro panquecas grandes, fofas. São as minhas preferidas. Foi dessas que preparei para saborearmos numa manhã sem pressas, com sumo de laranja e café, num pequeno-almoço que se tornou especial. Hoje deixo-vos a receita.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Panquecas com sementes de papoila


Quando tenho mais tempo procuro fazer algo especial para o pequeno-almoço. Gosto de colocar a mesa, de cortar o pão fresco, de fazer sumo de laranja, de dispor as compotas em pequenas taças, de fazer bolinhas de manteiga para servir. De arranjar uma taça com frutas, uvas, morangos e abacaxi. Nestas alturas, o Ricardo pede ovos quentes e eu sempre que posso faço panquecas.

Para quem gosta de fazer de vez em quando um pequeno-almoço diferente, hoje deixo-vos uma receita de panquecas com sementes de papoila que desenvolvi para a edição de Junho de 2013 da revista Saber Viver.

Ingredientes:
300 g de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
65 g de manteiga sem sal derretida
60 g de açúcar amarelo
3 dl de leite
3 ovos
Raspa de 1 limão
2 colheres de sopa de sumo de limão
Uma pitada de sal
20 g de sementes de papoila
Manteiga para untar a frigideira
Maple syrup para servir
Morangos frescos


1. Numa taça colocar a farinha, fermento, açúcar, raspa e sumo de limão, e uma pitada de sal.

2. Bater os ovos com a manteiga derretida e o leite. Juntar ao preparado anterior e bater muito bem com uma vara de arames.

3. Adicionar as sementes de papoila.

4. Deitar um pouco de manteiga numa frigideira, de preferência anti-aderente, e levar ao lume a aquecer. Assim que esteja quente, deitar a massa com a ajuda de uma concha ou colher na frigideira. Rodar a massa de modo a que cubra o fundo. Passado um minuto voltar a panqueca. Deixar cozer do outro lado e retirar para um prato. Fazer a mesma operação até esgotar a massa.

5. Servir as panquecas com maple syrup e morangos frescos cortados ao meio.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Panquecas de ricotta e mirtilos

O ano passado assisti na Feira do Livro de Lisboa a uma palestra sobre alimentação mediterrânica. Falou-se dos benefícios do azeite, da banha, da sopa, do vinho tinto e da importância de se praticar uma alimentação cuidada e variada.

Uma das coisas referidas foi os pequenos-almoços. Variamos o que comemos ao almoço e ao jantar, mas temos tendência para fazer os pequenos-almoços sempre ou quase sempre iguais. Identifiquei-me perfeitamente com esta opinião.

Durante a semana o meu pequeno-almoço é sempre o mesmo. Leite, pão com manteiga e café. A grande variação reside no pão. Umas vezes é fresco, outras é torrado.

Houve uma altura em que ainda tentei introduzir os cereais, o iogurte, o que não deu frutos, pois passado pouco tempo ficava cheia de fome. Apesar de não variar no menu, não saio de casa em jejum. Mesmo que esteja atrasada tento sempre comer alguma coisa ou então, levar para ir comendo pelo caminho.

Durante a semana é impensável fazer um pequeno-almoço para comer a dois, por isso sobra o fim-de-semana. Fiz estas panquecas para o pequeno almoço de domingo, que acompanhei com maple syrup de mirtilos.


Ingredientes:
250 g de queijo ricotta
175 ml de leite
4 ovos
100 g de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
4 colheres de sopa de açúcar amarelo
125 g de mirtilos
sal
margarina para a frigideira
maple syrup

1. Colocar o queijo (escorri o soro), o leite e as gemas num recipiente. Adicionar uma pitada de sal e bater com a ajuda de uma vara de arames.

2. De seguida adicionar a farinha com o fermento e o açúcar. Bater bem.

3. Bater as claras em castelo bem firme (antes de começar a bater, costumo colocar uma pitada de sal) .

4. Envolver cuidadosamente as claras batidas no preparado anterior.

5. Por fim, adicionar os mirtilos.

6. Aquecer um pedaçinho de margarina numa frigideira antiaderente e adicionar uma pequena quantidade de massa. Cozinhar a panqueca de um lado e outro. Repetir a operação até a massa terminar.

7. Servir as panquecas com maple syrup.

Estas panquecas também ficam muito bem como sobremesa, basta servir com o maple syrup e uma bola de gelado.

Por cá, o maple syrup encontra-se à venda no supermercado do El Corte Inglés.

P.S. Receita publicada na revista BBC Good Food de Setembro de 2006.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Panquecas à Americana

Quando estive em Nova Iorque, no último Verão, procurámos um local tipicamente americano para tomar o pequeno-almoço. Daqueles que costumamos ver nos filmes. Com os bancos corridos e as empregadas a servir café.

A primeira vez que entrei no Olympic, na 8ª Avenida, fiquei durante uns segundos espantada. Era um restaurante - diner tal e qual como tinha imaginado pela minha cultura cinematográfica. O balcão central com os bancos de pé alto e as mesas com os bancos corridos. É curioso como a cultura cinematográfica nos influencia, molda o nosso imaginário, especialmente a dos filmes americanos.

A imagem da jovem bonita, elegante, de cabelo apanhado e que toma notas do pedido, foi deitada por terra. Ali os empregados eram maioritariamente homens, de origem hispânica. Lembro-me apenas de uma mulher. Chamavam-lhe Maria. Pequena, de corpo robusto e muito desembaraçada. Era notório o respeito que lhe tinham.

O meu primeiro pequeno-almoço na big apple foi panquecas com syrup, café e sumo de laranja. Engraçado, pensava que o syrup era muito mais doce, quase um parente do mel. Talvez pela cor e pela aparência, mas enganei-me.
Na bagagem trouxe uma embalagem de syrup para usar quando fizesse panquecas. Ficou guardada até há bem pouco tempo. Em conversa com a minha colega Sandra Marques sobre panquecas e receitas, ela falou-me de uma receita que adorava. Acabou por me trazer a revista Saberes & Sabores de Novembro de 2003, com uma receita de panquecas à americana. Que já experimentei e voltei a repetir.

Ingredientes:
300 g de farinha
1 colher de sobremesa de fermento em pó
3 colheres de sopa de açúcar
sal
2 ovos
2 dl de leite
60 g de vaqueiro culinesse

1. Misturar a farinha com o fermento, o açúcar e uma pitada de sal numa tigela. Abir um buraco ao centro.

2. Desfazer os ovos com um garfo e misturar-lhes o leite e a vaqueiro culinesse.

3. Deitar o preparado no meio da mistura de farinha e mexer com uma vara de arames até obter uma massa lisa.

4. Deitar um pouco de margarina numa frigideira, de preferência anti-aderente, e levar ao lume a aquecer. Assim que esteja quente, deitar a massa com a ajuda de uma concha ou colher na frigideira.

5. Rodar a massa de modo a que cubra o fundo. Passado um minuto voltar a panqueca. Deixar cozer do outro lado e retirar para um prato. Fazer a mesma operação até esgotar a massa.

Em relação a esta receita acabo sempre por juntar mais leite (a olho), pois a massa fica um pouco grossa. Não uso a vaqueiro culinesse. Uso margarina, mas levo-a a derreter num recipiente ao microondas. Uso-a depois de a deixar arrefecer.

Ontem, dividi a massa em três partes. Numa juntei sementes de papoila, ideia que roubei aqui e noutra juntei meia maçã reineta ralada, pois quando falei com a minha amiga Sofia ela referiu-me que costuma fazer com maçã, e a outra parte fiz apenas com a massa sem mais nada. Servi as panquecas com o syrup e doces variados.

As panquecas constituíram um pequeno-almoço saudosista, a lembrar férias. Talvez devido ao feriado ou, quem sabe, já a pensar nas próximas.