sexta-feira, 21 de março de 2014

Risoto de camarão com queijo da Beira Baixa numa tarde de filmagens


A televisão é uma caixa mágica que me seduz e fascina imenso. Acho que ganho outra vida, outra energia quando sei que vou cozinhar com uma câmara a filmar. E na quarta-feira à tarde tive mais uma dessas experiências, que me entusiasmam, mas que ao mesmo tempo me fazem sentir uma enorme responsabilidade. A minha cozinha encheu-se de uma azáfama muito diferente do habitual. Dois cameramen, um realizador e uma apresentadora de televisão, a Ana Sofia Martins, que foi um prazer conhecer.


O desafio consistia em confeccionar uma receita do Chef Online para um programa de televisão a passar no próximo mês de Abril. A receita que escolhi foi um risotto de gambas com queijo da Beira-Baixa do chef Alexandre Ferreira. Escolhi esta receita porque achei curioso o uso de dois queijos portugueses e o método de confeccão ser um pouco diferente daquele que costumo fazer. Por isso, nada melhor do que experimentar e ver como ficava.


Risoto de camarão com queijo da Beira Baixa

Ingredientes para 4 pessoas:
300 g de arroz arbório
700 g de camarão
1 cebola
1 dl de azeite
1,5 dl de vinho branco
25 g de queijo de Castelo Branco DOP
25 g de queijo de Idanha-a-Nova
850 ml de caldo de camarão quente
1 colher de sobremesa de manteiga sem sal
10 g de coentros frescos picados
Sal q.b.


1. Levar ao lume a cebola picada com o azeite. Deixar refogar até a cebola quebrar.

2. Adicionar o vinho branco. Assim que levantar fervura, juntar o arroz e mexer.

3. Ir acrescentando o caldo de camarão quente, aos poucos, à medida que o arroz vai pedindo. Temperar com sal.

4. A quatro minutos de retirar o arroz, adicionar os camarões cortados e os queijos. Mexer e se necessário retificar o sal.

5. Servir o risoto com os coentros picados.


Bom apetite!

terça-feira, 18 de março de 2014

À descoberta da nova carta do restaurante Flor de Lis


Se gosto de cozinhar em casa, de passar horas a pensar em receitas, de experimentar ingredientes novos, gosto também muito de ir jantar fora. Por um lado, gosto de conhecer restaurantes, o trabalho dos chefs e de procurar inspirações. Por outro, adoro preparar-me. Escolher uma roupa mais especial, usar sapatos de salto alto, passar rímel e blush. Jantar fora é sinónimo de ocasião especial. Eu pelo menos gosto de a viver assim.

Numa destas sextas-feiras à noite fui, a convite da SANA Hotels, com o Ricardo jantar ao restaurante Flor de Lis, para conhecer a nova carta. Já tinha tido a possibilidade de ali desfrutar de um interessante almoço, no Verão passado. Estava curiosa com o ambiente ao jantar e com o que o chef Patrick Lefeuvre nos iria servir. Cheguei à hora combinada. A música ambiente, os ramos de flores em cima das mesas e as velas, acendidas logo que nos sentámos, davam ao restaurante um ar romântico e acolhedor. Gosto dos espaços que nos fazem sentir bem desde os primeiros momentos.

O Flor de Lis é um restaurante onde a carta acompanha o ritmo das estações. Por isso, nos pratos servidos, foi possível saborear elementos do Inverno misturados com outros a lembrar já os dias bonitos da aguardada Primavera.

Enquanto escolhíamos os vinhos, com a preciosa ajuda do Carlos Janeiro, que nos acompanhou neste jantar, fomo-nos deliciando com as manteigas e os diferentes tipos de pão. Se há combinação que nunca me canso de provar é esta. Adoro manteigas e de pão. De entre as três manteigas servidas, manteiga com sal, de piña colada e asiática, adorei o sabor fresco da mistura de coco e ananás. Em termos de pão, entre a variedade apresentada, sempre que posso escolho o de azeitonas e rendo-me aos encantos do de tomate seco. A primeira entrada servida, foi um pequeno entretém de boca, um carpaccio de novilho com vinagreta de nozes e a segunda, espuma de batata e trufa com entremeada, pleurotus e um chip de batata vitelote, a dar textura a esta entrada feliz. As entradas foram acompanhadas por um vinho branco que me traz sempre recordações de muitos bons momentos passados à mesa, um colheita tardia da Herdade dos Grous de 2010, com uma doçura especial e aromas de pêssego e mel, que nos deixam a sonhar por mais.


Assim que chegou o prato com a entrada, os nossos olhos sorriram. Foie gras caramelizado com recheio de enguia, ananás confitado com especiarias, tártaro de pato fumado e folhas de ouro e bronze. Um prato com uma apresentação muito apelativa. Gostei do caramelizado do foie gras, crocante. O ananás, revelou-se um elemento fresco que criou um agradável contraste de sabores com o foie gras.


O prato de peixe foi peixe-galo com lagostins salteados. A acompanhar um minestrone de legumes e jus de lagostins. O prato parecia obra de um artista. As pinceladas de verde do creme de espinafres dão a ideia de movimento. O prato foi servido com um condimento preparado com azeitonas, pimentos e azeite. O molho de lagostins do minestrone com cenoura, curgete e batata vitelote - crocantes, estava cheio de sabor, que quase apetecia comer à colher, como se de uma sopa se tratasse. O peixe-galo foi acompanhado por um vinho branco Quinta da Lagoalva Talhao I de 2012.


Para limpar o palato e preparar as nossas papilas gustativas para o prato de carne, saboreámos um sorbet de tangerina com espuma de lima.

O prato de carne, terrine de leitão crocante, cromesqui de tupinambo e legumes biológicos. Um prato muito apelativo. Apenas dois pequenos reparos, a crosta da carne de leitão ganharia se estivesse um pouco mais crocante e a folha de couve lombarda fosse estaladiça de maneira a desfazer-se na boca. O vinho servido com a carne foi um tinto do Douro, Vallado de 2011.


A pré-sobremesa foi gelado de chocolate com creme inglês, servido com paus de framboesa e frutos secos. A que se seguiu, creme de queijo, lima e morangos salteados em mel e manjericão.


Jantar fora é uma experiência e tudo contribui para que seja boa ou menos boa, para além da comida, que é sempre o factor chave, existem outros aspectos que complementam, desde a decoração da sala e das mesas, a música ambiente e claro, as pessoas que nos recebem e nos acompanham na refeição. No Flor de Lis, mais uma vez senti que o serviço era de cinco estrelas. Quando janto fora procuro restaurantes que se interessem pela qualidade e origem dos seus produtos. Que procurem trabalhar os pratos de forma inovadora e que surpreendam. O Flor de Lis pela mão do chef Patrick Lefeuvre, está nesse caminho.



Outros olhares sobre este jantar:
- A nova carta de Patrick Lefeuvre no EPIC SANA Lisboa por Raul Lufinha;
- A Primavera / Verão no Restaurante Flor-de-Lis do EPIC SANA Lisboa Hotel por Carlos Janeiro.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Salada de frango e couve-flor assada para um piquenique


Março começou, finalmente, a brindar-nos com dias de sol bonitos. No fim-de-semana, preparei um cesto com frutas, gelatinas, bolos e sumos. O Ricardo e eu partimos para o parque mais próximo da nossa casa e fizemos um piquenique. Havia várias famílias a passear. Ao pé de nós, a aproveitar as mesas e o sol de final de tarde, um grupo de pessoas jogava às cartas. Esta tarde soube mesmo bem. Aproveitámos o bom tempo de uma forma especial. Sem dúvida, que temos que repetir.

Hoje deixo-vos uma salada de frango com grão e couve-flor para um piquenique a pensar nos dias bonitos de sol, que preparei para a edição de Junho de 2013 da revista Saber Viver.

Ingredientes para 4 pessoas:
600 g de couve-flor
2 dentes de alho
500 g de grão cozido
1/2 frango assado de churrasco
200 g de tomate cereja
1 raminho de salsa picada
1,5 dl de azeite
1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto
1 colher de sopa de mostarda em grão à antiga
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Levar a assar, num tabuleiro os floretes de couve-flor, com os dentes de alho esborrachados e 1 dl de azeite, em forno pré-aquecido a 200ºC durante 35 minutos.

2. Numa taça misturar o grão cozido, o frango desfiado, limpo de peles e ossos, o tomate cereja cortado ao meio, a couve-flor assada já fria e a salsa picada.

3. Misturar 0,5 dl de azeite com o vinagre, a mostarda, sal e pimenta a gosto. Emulsionar muito bem a misturar.

4. Regar a salada com o molho, mexer e servir.


A couve-flor assada fica crocante e deliciosa. Esta é uma salada rica e saborosa.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Como fazer açorda alentejana e migas gatas


Tenho um especial carinho pela cozinha alentejana. Nascida e criada no Ribatejo, confesso que olho com profunda admiração e curiosidade para a cozinha do além Tejo. O uso das ervas - poejo, coentros e hortelã da ribeira - tornam a simplicidade de alguns pratos numa refeição memorável. E quando digo simplicidade, refiro-me apenas aos ingredientes utilizados como o pão, azeite e alhos. Uma trilogia de sabores que foi passando de geração em geração para nosso grande prazer gastronómico. E como então, juntar o pão, o azeite e os alhos num prato memorável?

Os alentejanos fazem-no, principalmente, na açorda e nas migas. E para perceber como são feitos estes pratos, ontem, fui até à BTL para assistir à demonstração culinária, Degustação do Caminho das Oliveiras Milenares, do chef Narciso Peraltinha do restaurante Feitiço da Moura do hotel rural Horta da Moura, em Monsaraz.

O hotel rural tem no seu espaço oliveiras milenares e tradição na produção de azeite. Por isso, uma das primeiras degustações que o chef nos proporcionou foi uma prova de azeite com flor-de-sal e folhas de alecrim. Tão curioso o modo como a flor-de-sal ajuda o azeite a abrir os sabores. No final de boca, um ligeiro aroma perfumado a alecrim, convida-nos a voltar a molhar generosamente o pão no azeite. Nestas situações já me rendi, não digo que não às vontades do meu palato.

Enquanto provávamos o azeite, o chef colocou ao lume dois tachos. Um com leite e uma posta de bacalhau e outro com água, uma posta de bacalhau, dois dentes de alho com camisa, um ramo de coentros, poejo e um gole de azeite. Tirou a côdea a umas fatias de pão alentejano e cortou-o posteriormente em cubos. O primeiro prato que confeccionou foi a açorda. A açorda alentejana consiste num caldo aromático e rico em sabores. Para a açorda começou por preparar o piso. Numa taça colocou quatro dentes de alho, umas folhas de poejo, uma tira de pimento verde cortado, um ramo de coentros e sal grosso. De seguida esmagou a mistura com a ajuda de um pilão. Adicionou um ovo que desfez com um garfo. Regou a mistura com a água quente de cozer o bacalhau e mexeu. Serviu a açorda com fatias de pão alentejano, de preferência do dia anterior. Pode-se guarnecer a açorda com um ovo escalfado ou até bacalhau.


De seguida ensinou-nos a preparar migas de poejo e coentros e migas gatas. As migas de bacalhau no Alentejo designam-se por "gatas". Para as migas colocou numa frigideira dois dentes de alho picados, dois dentes de alho esmagados e poejo. Deixou refogar um pouco e adicionou um ramo de coentros picados e o pão cortado em cubos. Mexeu, de modo a que o pão absorvesse um pouco do azeite. Acrescentou a água de cozer o bacalhau e desfez com uma colher de pau o pão. Depois, colocou o lume no mínimo e moldou as migas. Deixou secar, virando-as de vez em quando para irem ganhando uma crosta deliciosa.

Para as migas gatas levou uma frigideira ao lume com alhos, coentros, uma tira fina de pimento verde, poejos e hortelã da ribeira, tudo picado. Adicionou azeite e levou ao lume a frigir um pouco. De seguida adicionou o bacalhau cozido em leite, previamente lascado. Com uma colher de pau desfez um pouco o bacalhau. Refrescou o preparado com uns borrifos de vinho branco e adicionou fatias de pão, com a côdea, cortadas em cubos. Voltou a adicionar mais um pouco de azeite e regou com o leite resultante da cozedura do bacalhau. Temperou com sal e adicionou um ovo, mexeu. Deixou as migas secarem um pouco e serviu.

Para mim, ainda tenho tanto para descobrir na nossa cozinha regional. O chef Narciso Peraltinha vai repetir esta demonstração no dia 14 de Março, sexta-feira, às 11h no espaço do hotel rural Horta da Moura na BTL, em Lisboa. Se quiserem, façam-lhe uma visita e provem estas iguarias da cozinha alentejana.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Sopa de chuchu com alho-francês para comer e emagrecer


Não é preciso estar de dieta para de vez em quando pararmos e reflectirmos sobre a nossa alimentação. Recentemente li o livro A enzima prodigiosa do Dr. Hiromi Shinya que me deixou a pensar em muitos dos meus hábitos alimentares e daqueles que me rodeiam. No livro, este médico de origem japonesa fala-nos das conclusões que foi tirando ao longo de quarenta anos da sua prática médica a observar doentes com cancro, do cólon e estômago, nos Estados Unidos e Japão.

Um dos primeiros conselhos que nos dá é que tenhamos uma vida feliz, a fazer aquilo que gostamos. Rirmos, amarmos, partilharmos. Olharmos para as pequenas coisas, vivermos com entusiasmo e alegria. Uma vida feliz é o caminho para se ter saúde. A seguir explica-nos como os nossos hábitos alimentares e de vida nos conduzem a uma vida saudável ou não. Desmonta alguns mitos relacionados com o consumo de iogurte e de chá verde.

A qualidade da água e dos alimentos que ingerimos determinam a nossa saúde, por isso recomenda que se reduza o consumo de carne, que se aumente o consumo de alimentos frescos, com muitas enzimas, que se reduza o consumo de álcool, café e de medicamentos. Para este médico a refeição ideal é composta por 85% de plantas e 15% de animais.

Chama a atenção para a importância de mastigar os alimentos muito bem. «A mastigação estimula a segregação de saliva. As enzimas digestivas presentes na saliva, misturadas com a comida, melhoram a digestão (...)». Mastigar bem é um bom truque para quem quer emagrecer. O autor fala-nos ainda do leite, da margarina, do tipo de peixe que devemos escolher, das gramíneas e das leguminosas. Mas para tirarem as vossas conclusões, o melhor é lerem a obra.

Depois de ler o livro questionei-me sobre o que determina os nossos hábitos alimentares. O que aprendemos em termos de alimentação em casa com os nossos pais? E o que nos leva a querer fazer mudanças efectivas na nossa alimentação? Quando é que decidimos procurar informação sobre os alimentos que ingerimos? Quando estamos doentes ou queremos perder peso? Quando chegamos aos quarenta?! Se já fazia uma alimentação com muitos vegetais, depois de ler o livro, fiquei com vontade de fazer ainda mais. Como diz o ditado, somos o que comemos! A alimentação que fazemos reflecte-se na nossa saúde. Só podemos fazer escolhas quando estamos informados. Como em tudo, o bom senso deve prevalecer.

Deixo-vos, hoje, mais uma deliciosa sugestão inserida na rubrica Para Comer e Emagrecer, cheia de legumes:

Sopa de chuchu com alho-francês e curgete crocante

Ingredientes para seis pessoas:
3 chuchus
2 cebolas
2 cabeças de nabo
1 alho-francês grande sem rama
1,2 l de água
0,8 dl de azeite
2 hastes de tomilho
1 curgete
Sal e pimenta-preta q.b.


1. Descascar e cortar em pedaços os chuchus, as cebolas e as cabeças de nabo. Cortar em rodelas o alho-francês.

2. Colocar os legumes cortados numa panela. Temperar com sal e pimenta-preta a gosto. Regar com a água e levar ao lume.

3. Quando os legumes estiverem cozidos, desligar o lume. Adicionar 0,5dl de azeite e triturar com a ajuda de uma varinha mágica.

4. Levar 30ml de azeite numa frigideira ao lume. Adicionar a curgete cortada em pequenos cubos e o tomilho. Temperar com sal e pimenta-preta a gosto. Assim que a curgete estiver macia, mas crocante, retirar.

5. Servir a sopa coma curgete salteada e um pouco do seu azeite.

Sejam felizes!


Outras receitas Para Comer e Emagrecer:
- Beringela e tomate com bacalhau;
- Creme de couve lombarda;
- Sopa de couve-flor e coentros.

terça-feira, 11 de março de 2014

Salada de bacalhau com tomate


Com a chegada dos dias bonitos começam também a apetecer pratos coloridos. Saladas cheias de legumes sabem muito bem. Assim que a chegada da Primavera se aproxima, gosto ainda mais de ir aos mercados. As bancas enchem-se de cores bonitas. E apetece-me trazer ainda mais frutas e legumes para as refeições da semana.

A receita que hoje vos apresento, foi desenvolvida para a edição de Outubro de 2013 da revista Saber Viver inserida numa rubrica sobre aproveitamentos, neste caso, sobre o que fazer com sobras de bacalhau cozido com grão e brócolos.


Ingredientes para 4 pessoas:
1 posta de bacalhau do lombo cozida **
2 ovos cozidos **
85 g de mistura de cebola picada com salsa **
350 g de tomate
30 g de croûtons
1 dl de azeite
1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto
Sal e pimenta-preta q.b.

** - Aproveitamentos da receita inicial


1. Cortar o tomate e limpar o bacalhau de peles e espinhas.

2. Numa taça colocar o tomate cortado, o bacalhau lascado, os ovos cortados em quatro, a mistura de cebola e salsa.

3. Temperar com sal e pimenta preta a gosto. Regar com o azeite e o vinagre. Mexer.

4. Servir a salada com os croûtons.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Carpaccio de morango e chocolate branco


Os dias bonitos de sol, mesmo que o frio se faça sentir, são sempre dias inspiradores para mim. Sabe muito bem começar uma nova semana com bom tempo. E para vos inspirar, deixo-vos uma sobremesa doce com morangos que desenvolvi para a edição de Julho de 2013 da revista Saber Viver. Servida fresca, faz-nos lembrar dias felizes de Primavera.

Carpaccio de Morango


Ingredientes para 4 pessoas:
250 g de morangos
2 colheres de sopa de açúcar em pó
3 colheres de sopa de vinagre balsâmico cremoso
20 g de chocolate branco em raspas
Hortelã para decorar


1. Cortar os morangos em fatias finas com uma mandolina.

2. Polvilhar as fatias de morango com o açúcar em pó, de seguida regar com o vinagre balsâmico cremoso e por fim, as raspas de chocolate.

3. Servir decorado com hortelã.