Próximos Eventos
Pinhel 18 de Novembro de 2017
Sábado:
17h15 - 18h00      Showcooking Beira Interior – Vinhos & Sabores
 
Domingo:
14h30 - 15h15      Showcooking Beira Interior - Vinhos & Sabores
 
Lisboa 25 de Novembro de 2017
Sábado:
10h00 - 13h00      Workshop Doces e Receitas para a Mesa de Natal
Inscrições: escola@istofaz-se.pt   218 078 640 IstoFaz-se
Porto 2 de Dezembro de 2017
Sábado:
10h30 - 13h30      Workshop Doces de Natal
 
 
15h30 - 18h30      Workshop Receitas para Ofertas Natalícias

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Vamos fazer pão: Pão com batata-doce roxa


Todas as semanas se faz pão cá por casa. E a grande magia de fazermos pão, é que o podemos fazer ao nosso belo gosto. Temos a liberdade de juntarmos farinhas, de escolhermos sementes, especiarias ou legumes. Os nossos pães são sempre especiais e únicos.

Um dos últimos pães que fiz, cá em casa, foi com batata-doce roxa, que tem uma cor linda e faz um pão que surpreende toda a gente. Já imaginaram um pão roxo? Fica lindo! E não precisamos de corantes. A batata-doce roxa deixa-o com uma cor mesmo fabulosa.

Um pão que tem tempo para levedar sem pressas, é sempre, um pão cheio de sabor. Este, pensei fazê-lo, num dia, e coze-lo, no outro. Mas, como não tive tempo, acabou por fermentar dois dias no frigorífico. O resultado foi um pão fabuloso. Vamos fazer pão?


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Barras de aveia com frutos secos


Falo poucas vezes em lanches e snacks aqui no Cinco Quartos de Laranja. Lembro-me de há uns anos vos ter apresentado sugestões para os lanches dos mais novos. Depois tenho sugestões de sandes, sumos e batidos.

Mas há alturas em que dá jeito ter algo prático para saborear, daquelas coisas que se colocam na mala e que se podem comer em todo o lado, a qualquer altura. Quando saio em trabalho, costumo levar sempre uma caixa com alguns frutos secos, para ir comendo ou então, umas barras de cereais. As barras podem ser feitas em casa e são óptimas. Para além disso, são um excelente reforço de energia quando fazemos caminhadas ou vamos ao ginásio. Cá em casa, às vezes até acompanham o café a meio da tarde!

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Perna de borrego no tacho


A comida une-nos. Preparar um prato e partilhá-lo é uma forma de amor. Uma forma de cuidarmos dos outros. A comida é uma forma de construirmos memórias. Por isso, defendo tantas vezes que se cozinhe com a ajuda das crianças. Ao cozinharmos com elas, passamos-lhe um conjunto de valores sobre a vida e sobre o modo como nos alimentamos.

A alimentação é muito mais importante do que umas calças bonitas, um vestido elegante ou o verniz da moda. Ou melhor, antes de tudo isso, a nossa preocupação deveria ser para a mesa. Aquilo que comemos reflecte o modo como queremos viver. E quando pensamos em alimentação deveríamos pensar que é fundamental variarmos o que comemos. Para mim, este é o grande princípio para uma alimentação saudável. Comer sopa, comer legumes, comer pão, comer peixe, comer carne. Mas variar.

Deixo-vos, hoje, a receita de uma carne, borrego - que tanto adoro - feita no forno e assada lentamente. Fica tão boa! Uma sugestão para irem variando a vossa alimentação.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Salmão com crosta de ervas e parmesão


Cá em casa, tento variar a nossa alimentação. Muitos legumes, sopas, pratos de carne e de peixe. E se vario a carne entre frango, peru, porco, borrego, vaca e coelho, tento fazer o mesmo no peixe. Apesar de ter a sorte de o meu pai gostar de ir à pesca e de nos presentear com algum do peixe que traz do alto mar, a verdade, é que de vez em quando, compro também peixe para as refeições da semana. Um peixe que acho muito versátil e que se prepara, num abrir e fechar de olhos, é o salmão. Um destes dias, numa ida às compras decidi trazer salmão.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Adeus Outubro, bem-vindo Novembro


O tempo é uma forma de privilegiarmos a vida. O tempo parece que não tem fim, apesar de o contarmos em dias, horas, minutos e segundos. Se não nos atrevermos a viver intensamente chegamos ao fim e não resta nada. Ou resta muito pouco.

A idade traz-nos sabedoria. E com ela, em vez de uma vida apressada, vem a vontade de viver de uma forma mais gratificante, sem nos preocuparmos com o que outros pensam, se gostam ou não gostam, se aceitam ou criticam. Com a idade, vem a tranquilidade de sermos nós mesmos. Com rugas. Com cabelos brancos, mas sempre com sonhos no brilho dos nossos olhos. A capacidade de sonhar ajuda-nos a viver. A andar para a frente. A fazermos coisas que nos dêem prazer ou que nos façam sentir mais felizes.

Todos os meses, procuro aproveitar o tempo, esta dádiva maravilhosa. Entre as tarefas da vida do dia-a-dia, procuro encontrar caminhos que me façam sorrir e que me deixem o coração satisfeito. Olho muitas vezes para o céu e agradeço as coisas boas que tenho tido a sorte de conquistar, mesmo que às vezes nem tudo corra da melhor forma ou da maneira que eu gostaria.


Gosto de ir à Terra. Visitar as hortas. Ver a natureza crescer. É um privilégio vermos alguns dos nossos alimentos ganharem vida. E depois, podermos trazer para a nossa mesa um molho de nabiças, umas folhas de couve, abóboras, um ramo de hortelã, feijão-verde colhido pelas nossas mãos ou estrelar um ovo das galinhas a que demos milho. Estas pequenas coisas, são tão simples, mas ao mesmo tempo, tão preciosas e boas!


É, talvez, pela minha proximidade à terra, que hoje procure fazer pão. O pão é um alimento básico da nossa alimentação. Pão é vida, é força, é um alimento que faz parte das nossas mesas desde tempos ancestrais. E fazer pão em casa, é tão gratificante! Todas as semanas, faço pão para comermos ao longo da semana. Umas vezes misturo farinhas, outras, junto sementes, outras, acrescento legumes. Adoro pão com legumes.

Adoro ler. Uma das estratégias que encontrei para ler mais, foi escolher uma obra para ler em cada um dos meses do ano. Em Outubro, escolhi a obra O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas de José Tolentino Mendonça. Um livro delicioso que nos faz pensar na vida, na morte, nas coisas que importam ou não. Cada texto é uma breve reflexão. No meu exemplar, em quase todas as páginas há sublinhados. Este é um livro que nos toca o coração e a alma.

Em Outubro. aceitei mais um desafio. Dinamizar um curso de bases de cozinha. Foi uma experiência fantástica. Um grupo de participantes muito interessado e atento. No final, fiquei com o coração cheio. Cozinhei, também, pela primeira vez em Campolide, num showcooking, que decorreu junto ao quiosque da praça desta freguesia lisboeta.

A vida faz-se de aprendizagens e é sempre bom ouvir quem sabe mais do que nós. Nesse sentido, fui assistir ao Congresso da Estrella Damm que reuniu alguns dos melhores chefs da Península Ibérica. Das apresentações, confesso que fiquei muito curiosa com uma sobremesa de nabo, feita sem açúcar do chef Alexandre Silva do premiado restaurante Loco. Estive também no restaurante Segundo Muelle num workshop dedicado ao ceviche, um prato peruano, feito com peixe cru marinado num ácido, normalmente, sumo de lima. Depois do workshop seguiu-se um jantar onde pudemos provar alguns dos pratos servidos na casa. Recomendo vivamente provarem o quinoto, ou melhor, o risotto de quinoa. É tão, mas tão bom!

Em Outubro, a minha cozinha não parou. Aproveitei as abóboras da estação para assar, fazer pão e usar em sopas. Procurei dar um destino doce aos marmelos do quintal. Este ano, voltei a fazer marmelada, assei marmelos no forno com especiarias e também os cozi em calda de açúcar aromatizada. Adoro marmelos!


Outubro, foi também tempo de avaliações. Estive, como um dos elementos do júri do concurso nacional A Mesa dos Portugueses. Este é um concurso que privilegia a cozinha de casa. E há tantas pessoas a cozinharem tão bem! A minha participação tem sido uma experiência muito gratificante, pelas pessoas com quem me cruzei e por tudo o que tive a possibilidade de aprender. No próximo ano, concorram. Vão adorar a experiência!


Outubro trouxe-nos dias mais frescos, mas de céu azul que nos ajudaram a sonhar com as coisas boas da vida. Que Novembro nos traga a felicidade das pequenas coisas e a possibilidade de sorrirmos das nossas conquistas a cada dia que passa. Bem-vindo, Novembro!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Vamos fazer pão: Pão de fermentação longa com castanhas e chocolate


A magia de fazermos pão em casa prende-se com as múltiplas combinações que podemos fazer. Confesso que me divirto a fazer pães diferentes! Daqueles que dificilmente encontraríamos à venda. O pão que partilho, hoje, convosco, tem dois ingredientes muito especiais: castanhas e chocolate. Gostam da combinação? Vamos fazer pão?


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Workshop Receitas para ofertas Natalícias, no Porto


Vamos preparar o Natal? No próximo dia 2 de Dezembro de 2017, das 15h30 às 18h30, vamos ter, no Porto, um workshop dedicado a presentes de Natal, comestíveis, feitos em casa. Os presentes feitos em casa, são sempre muito especiais. São presentes que vêm do coração, sempre pensados e confeccionados com muito carinho.

O workshop é dividido em duas partes. Na primeira, iremos falar de embalagens, recipientes, etiquetas, entre outras dicas que ajudam a tornar os presentes feitos em casa ainda mais especiais. Irei mostrar também presentes que se fazem num piscar de olhos, como ameixas em vinho do Porto ou misturas já prontas a usar colocadas em frascos bonitos. Na segunda parte do workshop, vamos para a cozinha preparar receitas muito práticas, desde licores, bolachas, biscoitos, geleias, entre muitas outras ideias deliciosas, que de certo, vão agradar a todos os que receberem estes deliciosos presentes.

Este workshop é para todos os que gostam de fazer presentes personalizados e especiais. Quem quer vir fazer parte da magia do Natal?

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

Workshop Doces de Natal, no Porto


No sábado, dia 2 de Dezembro de 2017, volto ao Porto. Das 10h30 às 13h30, vou realizar o workshop Doces de Natal. O Natal é uma das épocas mais bonitas do ano. É tempo de juntar a família, de agradecer e de mimar aqueles de quem mais gostamos. E da mesa de festa faz parte também os doces. Os doces de Natal, são sempre tão especiais! Há sobremesas que só preparo nesta época do ano.

Neste workshop iremos preparar uma fantástica coroa de Natal, recheada com frutos secos e frutas cristalizadas, pão-de-ló tipo de Margaride que é uma verdadeira delícia, sonhos, sericaia, um leite-creme com maçã muito especial, arroz-doce e farófias feitas no forno que são uma verdadeira tentação e são tão práticas de confeccionar.

No final do workshop, juntamo-nos à volta da mesa e degustamos tudo o que foi confeccionado. Quem me faz companhia?

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Abóbora assada recheada com quinoa e queijo feta


O Outono traz-nos a abundância de abóboras. Felizmente que hoje em dia, numa ida às compras ao mercado, encontramos uma interessante variedade de abóboras. Em casa dos meus pais, a abóbora era usada apenas na sopa ou então, para fazer doces ou compotas. Muitas vezes servia também para engordar os bacorinhos.

Uso muitas vezes abóbora na sopa. Mas gosto imenso de a assar. O assado ajuda a torná-la mais doce, com um toque ligeiramente caramelizado que é simplesmente delicioso. Ontem, para o almoço, como tinha cá em casa umas abóboras, conhecidas como abóbora manteiga, prontas a usar, decidi assá-las no forno e recheá-las. Ficaram tão boas!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Marmelada com aguardente velha


Todos os anos faço marmelada. Adoro! Tenho a sorte de ter vários marmeleiros no quintal em Santarém e por isso, assim que começam a ficar no ponto, começo logo a pensar em dar-lhes destino.

Este ano decidi juntar à marmelada aguardente velha. Sigo a receita tradicional, só que lhe juntei o toque caprichoso da aguardente. Cá em casa, comida à fatia, sabe tão bem!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Workshop Presentes de Natal feitos em Casa em Lisboa


As ruas enchem-se de luzes a piscar. Montamos a árvore de Natal e o presépio com todas as respectivas figuras em volta do Menino Jesus, em palhas deitado. Adoro esta época do ano. É para mim, uma das mais bonitas por tudo o que significa.

O Natal é uma época de partilha. É a altura do ano que devemos parar de toda a azáfama do dia-a-dia e agradecer. Agradecer pela vida. Agradecer pelas pessoas boas que nos rodeiam. Agradecer por todas as oportunidades, por tudo de bom que nos tem acontecido. E os presentes não têm que ser um stress, não têm que nos tirar a alegria de viver esta época em pleno, com todo o entusiasmo. Os presentes podem transformar-se em lembranças pensadas e feitas para oferecer àqueles que nos são queridos. Há lembranças tão especiais, às vezes, basta dar-nos uma ou outra ideia para fazermos um cabaz lindo. Um frasco com biscoitos, uma garrafa de azeite ou de licor dentro de um cesto ou caixa bonita e temos um presente único. Especial!

Eu adoro fazer presentes de comer para oferecer. Bolachas, bolos, biscoitos, granola, curds, entre muitas outras deliciosas opções. E é isto que vamos fazer no dia 10 de Dezembro de 2017, das 10h às 13h, na escola de cake design IstoFaz-se, em Lisboa. Vamos ter um workshop dedicado a presentes de Natal feitos em casa, daqueles especiais, pensados e feitos com muito carinho.

Este workshop é dividido em duas partes. Na primeira iremos falar de etiquetas, frascos, e de embrulhos bonitos para colocarmos os nossos presentes. Levo sempre várias ideias, já feitas, para mostrar e demonstrar como depois podem repetir em casa, como bolos ou chocolate quente no frasco. Na segunda parte do workshop, vamos preparar os nossos presentes e decorá-los como se fosse para oferecer.

No final, reunimo-nos à volta da mesa para degustar tudo o que foi confeccionado e brindar com um delicioso licor de chocolate com ginjinha.

Quem me faz companhia?

EUR 40 Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640   IstoFaz-se
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

Workshop Doces e Receitas para a mesa de Natal em Lisboa


Já se começam a contar os dias para a chegada do Natal. Esta é, para mim, uma das épocas mais bonitas do ano por aquilo que representa. Natal é tempo de partilha, de amor, de convivermos com aqueles que nos são mais queridos. E a festa de Natal faz-se também à mesa. A pensar nas coisas boas que podemos preparar para surpreender a família, nesta época tão especial, no dia 25 de Novembro de 2017, das 10h às 13h, vamos ter na escola de cake design IstoFaz-se, em Lisboa, um workshop dedicado a doces e receitas para a mesa de Natal.

Neste workshop vamos preparar um menu com entradas, pratos principais e sobremesas. Vamos confeccionar para as entradas, camarão panado com sementes de sésamo servido com uma maionese de pimentão-doce fumado e um creme de ervilhas fabuloso com um toque crocante que vai deliciar toda a família.

Nos pratos principais vamos confitar lombos de bacalhau no forno com ervas aromáticas e especiarias. O bacalhau será servido com um apetitoso puré de batata-doce que vos vai surpreender. Fica tão bom! O peru é uma das carnes mais servidas nesta altura do ano. Mas para quem não quer assar um peru inteiro, neste workshop apresento-vos uma receita alternativa que vão adorar. Vamos preparar um rolo de peru recheado com alheira, maçã e espinafres que assado no forno fica simplesmente divinal. O peru enrolado é servido com batatas novas cozidas e legumes frescos salteados.

E em dias de festas as sobremesas não podem faltar. Vamos preparar para a nossa mesa de Natal arroz-doce com canela e cardamomo, farófias feitas no forno, e depois de muitos pedidos feitos no workshop de sábado passado, vamos preparar também, um leite-creme que é simplesmente de outro mundo!

Depois dos pratos confeccionados, juntamo-nos à volta da mesa, brindamos e degustamos tudo o que foi preparado. Quem me faz companhia?

EUR 45 Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640   IstoFaz-se
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Podemos comer pão? A opinião dos especialistas


O pão é um alimento fabuloso, feito apenas com farinha, água, sal e fermento. Parece impossível mas é com esta simplicidade de ingredientes que se faz pão com miolo guloso e uma crosta estaladiça e apetitosa. O pão é um alimento ancestral que faz parte da nossa alimentação há milhares de anos. O pão alimenta, sacia, reconforta. Traz alegria numa mesa. Pão é nutrição, é vida, é partilha.

Toda a gente pode fazer pão em casa. Nos últimos anos devido à facilidade em adquirir este alimento acabou por cair em desuso o hábito de o fazer em casa. Agora, devido ao incremento do pão artesanal feito com fermento natural, a curiosidade por este produto é cada vez maior. No entanto, nos últimos anos, o pão tornou-se também um alimento proibido ou quase renegado em muitas dietas ou regimes alimentares. Isto também associado ao facto de a oferta de pão ser muitas vezes de baixa qualidade, com farinhas fracas e recorrendo a muito fermento. Criou-se a ideia que comer pão engorda.

Defensora do consumo de pão de boa qualidade, com mistura de farinhas, e de preferência feito em casa, resolvi perguntar a alguns especialistas em alimentação a sua opinião sobre o consumo de pão. Podemos comer pão? Ao comermos pão estamos a contribuir para que a nossa alimentação seja saudável e equilibrada? Numa ida às compras, qual o pão que devemos comprar? Estas foram as questões que coloquei a três nutricionistas, Ana Ribeiro, Diogo Massano e Helena Real, a quem desde já agradeço a disponibilidade. O que dizem, então, os especialistas?


Ana Ribeiro, nutricionista:

« O pão não é o mau da fita. O pão sendo uma fonte de fibra e hidratos de carbono complexos pode e deve fazer parte de um plano alimentar saudável e equilibrado. É importante ter atenção às quantidades ingeridas, em exagero tudo faz mal. No momento da compra ou quando fazemos pão em casa devemos preferir pães de farinhas integrais, o fermento usado deve ser natural. Também devemos ter em conta o teor de sal, e evitar a adição de gorduras e açúcar. Celíacos e intolerantes ao glúten devem ter atenção a esse factor e escolher em conformidade. »


Diogo Massano, nutricionista:
(Humannexus e Gémeos Academia)

- Devemos comer pão?
Sim! O pão é uma excelente fonte de hidratos de carbono, que são a nossa principal fonte de energia para o corpo, e uma boa fonte de proteína (8-10% de proteína vegetal), fibra e vitaminas B. É um alimento adequado para todas as idades e só deverá ser evitado por pessoas que sintam a sensação de barriga inchada após a sua ingestão, tenham graves intolerâncias alimentares aos cereais constituintes (normalmente o trigo), como na doença celíaca, e/ou aos fermentos (normalmente utilizados no fabrico de pão).

- Podemos comer pão e ter uma alimentação saudável e equilibrada?
Sim, podemos mas deverá ser feito com moderação, até porque o pão é um dos pilares da dieta mediterrânica. O pão não engorda. Ou melhor, o pão por, obviamente, ter calorias poderá engordar tal como a restante comida com calorias semelhantes, se comer em demasia. Ou seja, coma pão moderadamente e sem muita gordura adicionada. 1 pão por dia é mais do que suficiente!

- Ao comprarmos pão, o que é que devemos ter em conta?
Neste momento o que não faltam são pães de todas as maneiras e feitios, com uma diversidade grande de sabores e cereais para todos os gostos. No acto de comprar o seu pão, existem aspectos que deveremos valorizar, tais como os ingredientes e a respectiva declaração nutricional. Deverá optar por pães com menor teor de trigo (é um cereal mais refinado, com maior teor de açúcares simples e que poderá provocar alguma distensão abdominal) e com maiores teores em cereais como o centeio ou a aveia (são cereais com maior teor de fibra e, consequentemente, dão-lhe mais saciedade). Deverá igualmente ter atenção à quantidade de sal. Apesar de a quantidade de sal no pão ter sido reduzida, nos últimos anos, as pessoas com hipertensão deverão optar por pão com baixo teor em sódio.


Helena Real, nutricionista:
( Secretária-Geral da Associação Portuguesa de Nutrição )

- Devemos comer pão?
O pão é um alimento bastante interessante sob o ponto de vista nutricional, pois é um importante fornecedor de hidratos de carbono e fibras, sobretudo, neste último caso, quando o pão é feito com cereais integrais. As versões integrais de pão contribuem para uma maior saciedade comparativamente com o pão produzido com farinhas refinadas, como o pão branco, por causa do maior aporte de fibra. Além disso, a fibra apresenta ainda muitas outras vantagens, nomeadamente a nível da saúde intestinal, o que reforça as vantagens dos pães integrais.O pão deverá, assim, ser incluído diariamente, ao pequeno-almoço e/ou aos lanches. Pela sua versatilidade pode ainda ser um componente da refeição principal em substituição da massa, batata, arroz ou outros cereais, por exemplo, em açordas.Apresenta ainda a vantagem de ser potencialmente mais equilibrado que as bolachas, muitas vezes incluídas nos lanches, pelo que deverá funcionar sempre como uma primeira escolha.

- Podemos comer pão e ter uma alimentação saudável e equilibrada?
O consumo de pão faz parte das recomendações da Roda da Alimentação Mediterrânica – guia alimentar português – visto ser um alimento integrante do grupo dos cereais e tubérculos. Sendo este guia a principal orientação para a alimentação dos portugueses para que seja mais equilibrada, completa e variada poderemos assumir que o pão deverá ser considerado neste contexto. Obviamente será importante que as recomendações relativas às quantidades a consumir diariamente sejam seguidas, apelando-se, desta forma, a um consumo consciente e moderado como com qualquer outro alimento. Será ainda imprescindível conciliar o consumo de pão com recheios equilibrados, como por exemplo frutos oleaginosos (por exemplo nozes), queijo ou hortícolas, evitando opções que sejam ricas em açúcar ou gordura.

- Ao comprarmos pão, o que é que devemos ter em conta?
Será importante preferir-se pães mais escuros, o que representa que serão produzidos com cereais integrais ou mistura de cereais, o que melhora a sua qualidade nutricional. Opções com frutos oleaginosos (por exemplo,. nozes ou amêndoas), sementes oleaginosas (p.e. girassol ou sésamo) ou ervas aromáticas podem apresentar uma composição nutricional mais rica, o que pode representar uma escolha mais acertada. Por outro lado, opções que integrem outros ingredientes como açúcar, mel ou óleo tornam a composição nutricional do pão mais desequilibrada, pelo que devem ser evitados. Outro aspeto importante a ter em consideração no pão é o sal adicionado. Atualmente é possível ter acesso a este tipo de informação, questionando o comerciante ou consultando o rótulo, quando o mesmo está presente, escolhendo as versões que tiverem menos sal.
Por último, na escolha do pão é importante verificar a sua aparência, devendo apresentar um aspeto fresco, sem manchas nem humidade. Para saber mais podem consultar o guia Pão à Lupa, da Associação Portuguesa de Nutrição.



Receitas de pão com mistura de farinhas:
- Pão com aveia;
- Pão de mistura;
- Pão de mistura com massa-mãe e fermentação longa;
- Pão de mistura com massa-mãe e sementes de sésamo;
- Pão de trigo e aveia;
- Pão sem amassar;
- Pão sem amassar para donas de casa atarefadas.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dica #04: Secar louro


Um dos primeiros verbos que se aprende quando começamos a cozinhar é o verbo refogar. Refogar a cebola em azeite, juntar o alho e uma folha de louro. Quantas receitas não começam assim? O louro é um daqueles ingredientes que procuro ter sempre em casa. Como tenho a sorte de termos um loureiro no quintal em Santarém, acabo por trazer louro para secar cá em Lisboa e depois ir usando.

O louro pode ser usado fresco, assim que se apanha da árvore, no entanto, o seu aroma é mais intenso e agradável quando seco. Segundo a mitologia grega, o loureiro nasceu em consequência de um amor não correspondido. Apolo atingido por uma seta de Eros apaixona-se pela ninfa Dafne. Esta por sua vez é atingida por uma flecha de chumbo, o que a leva a rejeitar o amor de Apolo. Cansada de fugir das investidas amorosas, pede ajuda ao pai, Peneu, que a transforma num loureiro. Apolo, decide então fazer com as folhas uma coroa de louros, e é assim que passa a ser representado. A mitologia tem o dom de nos trazer poesia à vida, mas a verdade é que o louro é amado há muito nas nossas cozinhas!

Como secar o louro?
Começo por lavar muito bem as folhas do louro para retirar o pó e alguma outra impureza. Passo-as, uma a uma, por água e à medida que faço esta tarefa, vou colocando-as num escorredor. Aqui, aproveito para descartar alguma folha que esteja seca ou que revele imperfeições.

De seguida, coloco as folhas de louro num tabuleiro, sem as sobrepor. Tapo com um pano ou papel de cozinha e guardo em local abrigado, longe da luz solar durante três ou quatro dias. Se for no Inverno ou se o tempo estiver húmido, poderá ter que ser durante mais tempo, uma a duas semanas. Aqui convém voltar as folhas para sequem melhor. Antes de as guardar, verifico sempre se estão bem secas.

Em seguida, guardo o louro dentro de um frasco. Depois, é só ir usando nos cozinhados.

O facto de o louro ser seco à sombra, ou seja, protegido da luz, permite que as suas folhas mantenham a cor verde.

O louro seco pode ser usado em muitos pratos que comecem com um refogado. Pode servir para condimentar sopas, caldos, pratos de peixe e de carne, molhos, como por exemplo o conhecido béchamel. É óptimo para aromatizar azeite ou até para dar sabor a algumas sobremesas. É ingrediente fundamental no bouquet garni. E umas espetadas em pau de loureiro ou com louro entre as tranches de carne ou de peixe? Que maravilha! Eliana Liotta, no livro A revolução Smart Food, recomenda o uso de uma folha de louro durante a cozedura das leguminosas para evitar o inchaço da barriga.

Costumam secar louro em casa?



Receitas com louro:
- Arroz de polvo malandrinho;
- Bacalhau confitado com batatas-assadas e grelos cozidos;
- Caril de borrego com grão-de-bico;
- Marmelos em calda com especiarias no forno;
- Sopa de tomate com feijão branco e nabiças.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Medalhões de pescada com tomate e chouriço no tacho


Com o regresso ao trabalho e com as rotinas do dia-a-dia, sabe bem termos duas ou três receitas de peixe para prepararmos rapidamente uma refeição para toda a família. Um dos ingredientes que procuro ter sempre no meu congelador é medalhões de pescada. São muito práticos. Cozinham-se num abrir e fechar de olhos. É peixe, com a vantagem de não ter espinhas, o que para a criançada, é perfeito.

Um dos pratos que faço, com alguma regularidade, é medalhões de pescada no tacho. Ora faço de uma forma muito simples, apenas com coentros, ora lhe junto tomate, pimentos coloridos e umas rodelinhas de chouriço. Ficam tão bons! Preparei esta saborosa receita para a rubrica Pescanova.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

O workshop Receitas de Verão foi assim


Em Junho teve lugar, cá em Lisboa, o workshop Receitas de Verão, onde preparámos pratos frescos a pensar nos dias quentes que se avizinhavam e algumas sobremesas, muito práticas, para servir em copinhos. O Verão é a altura do ano em que nos apetece saladas e outras comidas que se preparem, de preferência, num abrir e fechar de olhos.

Neste workshop confeccionamos croquetes de alheira com sementes de sésamo que ficam simplesmente divinos, salada de cuscuz com frango - esta é uma salada muito prática para levar para a praia ou servir num jantar em família numa noite quente. Preparámos também uma salada com mistura de quinoas, quinoa vermelha e branca, uma deliciosa salada de bacalhau com pimentão-doce fumado, entre outras deliciosas sugestões. Na salada de bacalhau expliquei a importância de tirarmos a pele ao tomate. Dei também mais uma ou duas dicas que tornam esta salada tão simples mas ao mesmo tempo tão irresistível. Nos doces, preparámos curd de limão para uma sobremesa com mousse de chocolate branco e confeccionámos também um cheesecake com molho de morango, que nos soube tão bem. As sobremesas de Verão querem-se bem fresquinhas!


Os workshops são sempre uma forma de aprender. Nos meus workshops toda a gente cozinha. Há sempre uma parte teórica com explicação das receitas, indicação das técnicas de confecção e apresentação de alguns ingredientes. Neste workshop Receitas de Verão, as explicações incidiram também sobre a quinoa, os diferentes tipos e como a podemos confeccionar, dado que foi um ingrediente que suscitou muita curiosidade aos participantes. Cozinhar em grupo é uma verdadeira festa.


No próximo dia 4 de Novembro de 2017, volto a ter um workshop em Lisboa, desta vez dedicado a risotos. Vamos confeccionar vários risotos e iremos falar de caldos, um dos ingredientes que ajudam a tornar este prato italiano tão especial. Iremos falar também das variedades de arroz que podemos usar, de queijos, de ervas entre muitas dicas preciosas para quem quer aprender a fazer ou melhorar a sua técnica de fazer este tão apreciado prato. Vamos Fazer Risoto?

Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640   IstoFaz-se
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Leite-creme com laranja e canela


A comida feita em família ajuda-nos a construir memórias. Quem não se recorda do bolo de laranja húmido feito em casa da avó que nos sabia a dias de sol, o arroz-doce de uma tia, o leite-creme, ou as compotas que fazíamos em criança com as nossas mães? Os sabores da memórias são preciosos, ficam para a vida. O hábito de cozinharmos em família é tão importante. E foi este, o desafio que a Electrolux me lançou para o mês de Novembro, escrever um texto sobre refeições em família e preparar uma receita usando uma das suas inovadoras placas de indução. O texto podem lê-lo na edição destes mês da revista Activa.

Depois de um dia de trabalho, cozinhar para a família é um acto de amor, uma forma de cuidar daqueles de quem gostamos. E se conseguirmos envolver a família na preparação das refeições, melhor ainda. Toda a gente ajuda. Todos acabam por sentir que participam num momento importante da família, que é fazer, em casa, uma refeição em conjunto, onde se reforçam valores, partilham-se experiências e se fala da vida.

Mas se preparar as refeições pode ser divertido, para a limpeza da cozinha já não se encontram tantas mãos voluntariosas. As placas de indução são uma mais valia numa cozinha. Limpam-se num abrir e fechar de olhos, não precisamos de esfregar bicos ou grelhas. As da Electrolux apresentam outras vantagens, como por exemplo, possibilitarem deslizar os recipientes sem mexer nos botões, passando da potência máxima para lume-brando e vice-versa.

A Electrolux, em parceria com a revista Activa, estão a promover um passatempo onde podem ganhar vários prémios. Participem! Tornem a vida mais deliciosa.

A receita que partilho convosco, hoje, é um leite creme de que guardo muito boas memórias das refeições em família.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Dica #03: Congelar as claras de ovo


Uma das sobremesas muito apreciadas, cá em casa, é leite creme. Uso as gemas e o que se faz com as claras? Quando posso, uso-as num pudim Molotov, acrescento-as aos ovos de um bacalhau à Brás, a uma omelete ou faço um bolo. Mas a verdade é que nem sempre podemos, ou temos tempo, para dar destino às claras que nos sobram dos nossos cozinhados. O que fazer, então? O destino de muitas claras, cá em casa, é o congelador.

Como congelar as claras de ovo?

Colocar uma clara de ovo em cada um dos compartimentos de uma cuvete de gelo de silicone. Congelar. Depois transferir os cubos para um saco. Colocar uma etiqueta no saco com a data de congelação.

A vantagem deste método é que sabemos que cada cubo corresponde a uma clara. Resulta muito bem para ovos médios. Este método é muito mais prático do que se congelarmos as claras em sacos. Caso o façam e não saibam quantas claras têm no saco, lembrem-se que um ovo médio pesa 50g e que o peso de uma clara é 30g.

Recomendo o uso de cuvetes em silicone pois são flexíveis e permitem retirar os cubos com facilidade, ao contrário das de plástico. Já me aconteceu não os conseguir retirar.

Congeladas, podem ser consumidas no prazo de um ano.

Quando quisermos usar as claras, colocamo-las no frigorífico a descongelar. Se for para bater, é aconselhável, depois retirá-las 30 minutos antes, para que fiquem à temperatura ambiente. Senão, é usá-las descongeladas nos nossos preparados como fazemos normalmente.

Costumam congelar claras?


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Musse de queijo quark com dióspiro


De que é feita a felicidade? Será composta daqueles momentos em que a alegria nos faz bater o coração? Será que é feita da mesma matéria que as estrelas? Uma pessoa feliz, é uma pessoa que brilha, mesmo que à sua volta haja apenas escuridão.

Qual a matéria que origina as gargalhadas? Será a mesma que nos impele a sonhar? E quando sorrimos, o que nos conta o coração? Será que nos quer dizer que a vida vale a pena todos os dias? Sabemos que há pessoas que estão sempre a sorrir, mesmo que o lado esquerdo do peito se entristeça com a força aparente das palavras dos outros. Rir, rir de tudo ... é sempre o melhor remédio para a alma e para a vida.

Porque existimos? Trazemos connosco o destino traçado? Ou somos nós que fazemos da nossa vida uma dádiva que vale cada segundo? Há coisas que nos acontecem e que não dependem de nós. Há coisas que queremos e não conseguimos. O importante é perceber sempre qual o caminho a seguir, mesmo que às vezes à nossa frente a visibilidade seja toldada por um intenso nevoeiro.

De que é feito o silêncio? O que nos diz o brilho das estrelas? Como se guardam as memórias? Guardam-se em caixinhas feitas de momentos bons e sorrisos à mistura. Como aquele momento em que partilhamos uma sobremesa, num dia bonito, com as pessoas de quem mais gostamos.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Marmelos em calda com especiarias no forno


Adoro marmelos. Deve ser a fruta que mais uso assim que chega o Outono. Faço todos os anos marmelada. E depois adoro assar marmelos no forno. Gosto do toque ácido que caracteriza esta deliciosa fruta. Este ano decidi começar a cozinhá-los usando uma calda de açúcar e muitas especiarias. Cá em casa estamos fãs!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O workshop Vamos Fazer Pão? de Setembro, no Porto, foi assim


Farinha, sal, água e fermento e a magia de fazer pão começa a tomar forma. Todos podemos fazer pão em casa. Podemos fazer pão usando diferentes métodos, e é isso que explico nos meus workshops. Podemos amassar na máquina de fazer pão ou usando uma batedeira, mas nos workshops Vamos Fazer Pão?, toda a gente coloca as mãos na massa! Amassamos. O contacto com a massa é fundamental para percebermos as diferentes consistências. Deixamos a levedar. Conversamos. Enrolamos os nossos pães. Rimos muito. Tiram-se dúvidas. Partilham-se conhecimentos. E só depois, é que as nossas massas vão para forno. É aqui que parte da magia ganha forma através de uma crosta estaladiça e de um miolo cheio de olhinhos. Fazer pão é simplesmente maravilhoso!


Em Setembro, voltei ao Porto para mais um workshop, onde numa tarde bem divertida, fizemos diferentes tipos de pão. Numas massas, usámos pré-fermentos ou massas-mãe, como o poolish e a biga, noutros, usámos legumes assados, noutros ainda, juntámos figos e nozes. Fizemos pão de trigo, pães tigre e uns deliciosos rolos de canela que são sempre um verdadeiro sucesso. No final, juntámo-nos à volta da mesa e degustámos tudo o que foi confeccionado. É possível fazermos bom pão em casa!


No próximo sábado, 28 de Outubro de 2017, iremos ter mais dois workshops Vamos Fazer Pão? no Porto. Quem me faz companhia? Ainda há vagas para o horário das 10h00 às 13h30.

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Vamos fazer pão: Pão sem amassar para donas de casa atarefadas


Fazer pão em casa pode tornar-se um hábito delicioso. No dia 28 de Outubro de 2017, rumo até ao Porto para dois workshops Vamos Fazer Pão?. O horário da tarde já esgotou, mas podem ainda inscrever-se no de manhã que irá decorrer das 10h00 às 13h30. As inscrições são através do eMail sott@work.pt. Não percam esta oportunidade e venham fazer pão.

Podemos fazer pão de diferentes maneiras. Tentei dar uma ideia geral de como fazer pão em casa no texto que escrevi para o Boa Cama Boa Mesa do Expresso. Trago-vos, hoje, mais uma maneira de fazer pão. Daquelas que não é preciso amassar, mas em que precisamos apenas de dar tempo à massa para levedar e desenvolver sabor. Parece-vos prático este método? Vamos fazer pão?

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Dica #02: Descascar gengibre


O gengibre é um ingrediente que tenho normalmente sempre em casa, seja em pó ou fresco. Dependendo da receita, uso um ou outro. No dia-a-dia, para as infusões, águas aromatizadas ou sumos, uso sempre o gengibre fresco. E como é que podemos descascar o gengibre fresco? Como tem muitas irregularidades qual o melhor método para o fazer?

Podemos descascar gengibre usando:

a) Uma faca. A desvantagem é que temos um maior desperdício e temos que ter cuidado para não nos cortarmos;

b) Um pedaço de lixa. Friccionamos o pedaço de gengibre com a lixa e a pele começa a sair;

c) A ponta de uma colher de chá ou de sobremesa. Como a pele é muito delicada, sai logo muito bem. Este é o método mais seguro e que permite menor desperdício, do que se usarmos uma faca ou um descascador de legumes. A colher revela-se também muito prática para contornar e pelar as irregularidades.


Da próxima vez que tiverem que descascar gengibre, não se esqueçam, usem a ponta de uma colher. Fácil! E muito prático.



Como costumam descascar o gengibre? Mais alguma sugestão de como o podemos fazer?

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Goraz no forno com pimentos


Assim que chegam os dias mais frios, cá por casa, começam logo a surgir na nossa mesa pratos de forno. Adoro o conforto da comida de forno. Para além de nos ajudar a aquecer o corpo e a alma, são sempre muito práticos.

Um destes dias, para o almoço, preparei um goraz assado com batatas e uma mistura de pimentos coloridos. Soube-nos tão bem!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Workshop Vamos Fazer Risoto? em Lisboa


No próximo dia 4 de Novembro de 2017, sábado, quem quer vir fazer risotos? Das 10h às 13h, na escola de cake design IstoFaz-se, em Lisboa, terá lugar o workshop Vamos Fazer Risoto?. Este é um workshop para quem quer aprender ou melhorar a técnica de fazer risoto.

O risoto é uma técnica de fazer arroz e neste workshop vamos aprender a fazer diferentes tipos de risoto. Vamos também falar de técnicas, de caldos que nos irão ajudar a tornar o sabor deste prato simplesmente inesquecível, de ervas, de queijos, de especiarias que se podem usar, dos diferentes tipos de arroz indicados para fazer este tão apreciado prato italiano. Durante a manhã vamos preparar vários risotos, um deles doce, para ser servido como sobremesa.

No final, juntamo-nos à volta da mesa e degustamos tudo o que foi preparado, em jeito de festa. Vamos Fazer Risoto?

EUR 40 Inscrições e mais informações:
escola@istofaz-se.pt   218 078 640   IstoFaz-se
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

domingo, 15 de outubro de 2017

Frango assado no forno com legumes


Os dias frescos de Outono pedem o conforto dos pratos de forno. Adoro os aromas e os sabores de uma carne ou de um peixe assado no forno, com legumes frescos da estação. Os assados de forno são pratos muito práticos e que me remetem para muitos almoços de Domingo com a família. Sempre que posso, cá em casa, há pratos de forno para muitas das nossas refeições.

Nos assados, o forno que usamos pode fazer toda a diferença. Por isso, aceitei o desafio que a Electrolux me lançou para escrever um texto para a revista Activa de Outubro de 2017 e desenvolver uma receita para o seu forno CombiSteam, um forno com diferentes níveis de vapor, que nos permite também controlar a temperatura dos alimentos através de uma sonda e com funções de auto limpeza, o que acho maravilhoso. Tudo o que nos facilite a vida na cozinha, é sempre muito bem-vindo. A receita que escolhi preparar foi um delicioso frango inteiro assado com muitos legumes. Gostam?

A Electrolux, em parceria com a revista Activa, estão a promover um passatempo onde podem ganhar vários prémios. Participem! Tornem a vida mais deliciosa.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Vamos fazer pão: Pão de batata-doce roxa e abóbora


Quanto mais ocupados andamos, maior é a sensação que o tempo passa muito depressa. Já estamos a meio de Outubro e ainda tenho tanta coisa para fazer mas, acreditam, que por cá, já se começa a pensar - imaginem só! - no Natal, nos presentes, nas etiquetas, e nos embrulhos?! Adoro fazer embrulhos bonitos, com papéis, fitas e outros elementos que tornam os presentes em ofertas muito especiais. Os embrulhos revelam também o carinho que colocamos naquilo que oferecemos. Aproveito muitas coisas, como caixas, frascos, sacos, fitas, mas quando as uso nos meus embrulhos tento dar-lhes um toque que demonstre o meu carinho por quem as vai receber. Para mim, só assim é que faz sentido. Às vezes basta um presente pensado com carinho, embrulhado com amor, do que coisas colocadas dentro de um saco que não revelam respeito por quem as recebe. Esta semana numa ida às compras não resisti a um novo carimbo, a dois furadores e a umas fitas coloridas. Desejosa para começar os meus trabalhos de Natal!

Aproveitando ainda o tema dos presentes, eu sou daquelas pessoas que gosta de receber comida! Confesso. Fico feliz quando recebo azeite, especiarias, uma taça com marmelada, um saco com frutos secos, uma cesta com frutas frescas, queijos ou um pãozinho saboroso e especial. Já pensaram que oferecer um pão pode ser um presente diferente. Coloquem-no numa cesta. Com um pano, uma faca, e um queijo ou outro elemento que possa acompanhar bem o pão. Se quiserem tornar o presente ainda mais especial juntem-lhe uma garrafa de vinho e dois copos de pé alto. Este era um presente que por certo me traria momentos felizes e a vocês? A receita do pão partilho-a, hoje, convosco. Vamos fazer pão?

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Dica #01: Congelar a casca de limão


A ideia para partilhar dicas de cozinha nasceu quando colaborei com o programa da RTP1, A Praça. Depois das minhas participações no programa, comecei, desafiada por uma das assistentes de produção, a filmar pequenas ideias que ajudem todas as pessoas que cozinham. Coisas simples, práticas, que acabam por nos ajudar no dia-a-dia. A ideia ficou cá dentro a germinar. E no passado mês de Setembro decidi pô-la em prática, criando uma nova rubrica, na página de Cinco Quartos de Laranja no Instagram. As reacções foram muito positivas e acedendo aos vários pedidos, decidi começar a colocar as dicas aqui no blogue, de maneira a que todos as possam consultar.

A primeira dica, é como congelar a casca de limão. Eu adoro limões. É daqueles ingredientes que tenho sempre cá em casa. De manhã, adquiri o hábito de beber água morna com sumo de limão. E o que fazer à casca? Custa-me tanto o desperdício! Como podemos conservar a casca do limão para usarmos mais tarde nas nossas receitas?

A casca de limão pode ser congelada:
- Podemos retirá-la em tiras com a ajuda de um bom descascador, de maneira a que se aproveite apenas o vidrado sem a parte branca, que é normalmente amarga;

ou

- Podemos congelá-la já ralada.

Congelar em tiras ou ralada, depende do uso que depois lhe queremos dar. A minha sugestão é que tenham dois sacos no congelador, um com tiras de casca de limão e outro com raspa de limão. Não ocupa espaço. E depois é muito prático quando queremos usar.

Ao congelarmos a casca do limão estamos a aproveitar. É uma forma de poupar e de dizer não ao desperdício. Esta dica aplica-se também a outros citrinos, como a laranja, a lima, a tangerina, etc.



A casca e a raspa de limão têm imensos usos. Desde bolos, compotas, caldas de açúcar, bebidas, saladas, pratos de carne e de peixe. O sabor fresco do limão é, muitas vezes, uma mais valia nos nossos cozinhados!

Receitas com casca de limão:
- Aletria doce com sabor a baunilha;
- Doce de melão e canela;
- Leite creme da Beira Alta;
- Limonada;
- Marmelos em calda de limão e baunilha.

Receitas com raspa de limão:
- Biscoitos de limão com aveia;
- Filetes de pescada panados com arroz de grelos e feijão manteiga;
- Frango assado no forno com tomilho;
- Musse de limão;
- Queijo feta forno com tomilho.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Mais um workshop Vamos Fazer Pão? no Porto


No próximo dia 28 de Outubro de 2017, sábado, quem quer vir fazer pão? Das 15h30 às 19h00, no WORK espaço criativo, no Porto, terá lugar o workshop Vamos Fazer Pão?. Este é um workshop para quem quer começar a fazer pão em casa ou para quem já faz mas quer melhorar as suas técnicas.

O workshop divide-se em duas partes, uma parte teórica onde iremos falar sobre os diversos métodos de fazer pão - método directo e método indirecto (pré-fermentos e massa-mãe). Serão abordados também os diferentes elementos que constituem o pão: farinhas, sal, água e fermento, assim como as técnicas de amassar, levedar, enrolar a massa para pães de diferentes formatos e indicações sobre as melhores formas de cozer pão em casa como se fosse na padaria. Entre os diferentes tipos de pão iremos também fazer pão doce. Prontos para colocar as mãos na massa?

Este workshop procura mostrar como se pode fazer bom pão em casa, usando diferentes técnicas. No final, depois do pão cozido, juntamo-nos à volta da mesa e degustamos tudo o que foi preparado, em jeito de festa. Vamos Fazer Pão?

Inscrições e mais informações:
work@sott.pt   WORK espaço criativo
( Realização do workshop sujeito a nº mínimo de participantes )

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Marmelos em calda de baunilha e limão


Adoro marmelos. Aguardo sempre com grande entusiasmo a chegada dos marmelos que temos no quintal em Santarém. É uma das minhas frutas preferidas de Outono a par com os dióspiros e as castanhas. Desde que me lembro, que em casa dos meus pais se faziam marmelos assados no forno como se fossem maçãs. E depois morninhos, eram comidos como se de uma guloseima doce se tratasse.

Num destes dias quentes de Outono, resolvi fazer para sobremesa, marmelos cozidos numa calda de açúcar aromatizada com limão e baunilha. Depois de arrefecerem e irem ao frio, são óptimos para acompanhar uma fatia de bolo ou uma tentadora bola de gelado. E comidos, assim mesmo só com a calda, são tão, mas tão bons!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Setembro, sabe a mar e a saudade ...


Setembro chegou ao fim e deixa-nos um misto de saudade e nostalgia. Saudade dos dias grandes de Verão, das caminhadas junto ao mar, das sardinhas assadas com pimentos. Saudades da abundância de fruta no quintal. Dos pêssegos, dos figos, das ameixas ...


Em Setembro, voltámos a fazer pão. Dois workshops, um em Lisboa e outro no Porto. Fazer pão é uma prática ancestral, que hoje em dia, aos poucos, começamos a retomar em nossas casas. Um pão feito por nós é único e especial. Podemos escolher as farinhas. Juntar-lhes sementes, legumes ou especiarias. Ao fazermos pão em casa sabemos o que colocamos na mesa. Podemos gerir a quantidade de fermento. Fazer pão é uma experiência muito gratificante. No dia 28 de Outubro, volto ao Porto para mais um workshop Vamos Fazer Pão?. Inscrições através do eMail: work@sott.pt


Um dos momentos especiais de Setembro, foi a apresentação do concurso A Mesa dos Portugueses. Um concurso que valoriza a cozinha portuguesa, as nossas tradições e do qual muito me orgulho de, este ano, fazer parte do júri ao lado de grandes nomes da cozinha portuguesa como o chef Orlando Esteves, a apresentadora dos Segredos da Tia Cátia, a conhecida Cátia Goarmon, e o chef ribatejano, Rodrigo Castelo, responsável do restaurante Taberna ao Balcão, e que tanto tem impulsionado a cozinha escalabitana.


O livro escolhido para Setembro foi O Livreiro de Paris. Um livro cheio de livros e em que o protagonista tem uma farmácia literária num barco, numa das margens do Sena. Não consigo imaginar a minha vida sem livros.

Estive na inauguração do novo restaurante da chef Justa Nobre, na Ajuda, o À Justa. Um espaço muito acolhedor onde é possível saborear alguns dos conhecidos pratos de uma das melhores chefs portuguesas.

Neste jantar, tive a doce companhia de uma das minhas referências do mundo da cozinha, Maria de Lourdes Modesto. Uma honra poder conversar com uma das maiores impulsionadoras da cozinha tradicional portuguesa.

Uma das séries que tenho acompanhado é Vitória, uma série que nos mostra o reinado da rainha Vitória desde a sua chegada ao trono, em Inglaterra. Por isso, foi com imensa curiosidade que aceitei o convite para ir à estreia do filme Vitória & Abdul, que nos mostra como nasceu a amizade entre a rainha e um súbdito indiano.

Em Setembro, recebemos o Outono com um delicioso workshop que decorreu com o patrocínio da Pescanova e que podem ver aqui alguns dos momentos que passámos. Estes workshops são sempre momentos felizes.

Em Setembro, cozinhei com produtos que tive o privilégio de colher da minha horta. Olhei muitas vezes para o céu azul e pensei em coisas boas. Sonhar não custa nada e até nos ajuda a tentarmos ser todos os dias mais felizes. Estive junto daqueles que estão sempre ao meu lado, que me aconselham e ajudam.

Setembro, é sempre, um mês de recomeços e este ano decidi começar um novo projecto. Dicas semanais de cozinha. Pequenas coisas que ajudam e facilitam a vida na cozinha. Podem ir acompanhando na página do Instagram e do Facebook do Cinco Quartos de Laranja.


Setembro foi um mês doce, perfumado, feliz. Que Outubro nos traga dias de luz, com novos caminhos e desafios.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Workshop Receitas para o Outono com Pescanova


No passado sábado, dia 23 de Setembro de 2017, decorreu n' A Loja dos Cozinheiros em Algés, o workshop Receitas para o Outono. Quando se juntam pessoas que gostam de cozinhar com os bons produtos Pescanova, o resultado é delicioso. E foi assim, em jeito de festa, que recebemos o Outono à mesa neste evento tão especial.

Preparámos tiras de pota panadas com maionese de alho e manjericão, uma entrada que faz as delícias de quem a prova, e cuja receita encontram no meu livro O Livro de Petiscos da Isabel. É tão, mas tão bom! O facto de as tiras de pota Pescanova nos chegarem prontas a panar e em ponto de sal, é uma ajuda fantástica na preparação deste prato. É só cortar, temperar e fritar. Num abrir e fechar de olhos, temos esta entrada na mesa.


Uma salada que adoro e que costumo fazer imensas vezes é a salada de bacalhau com grão a que junto tomate, azeitonas e um toque de pimentão-doce fumado. Esta salada foi uma das nossas entradas. Nesta salada usámos os Lombos de Bacalhau do Atlântico Pescanova que foi cozido em água temperada com alho, louro e azeite. O bacalhau usado fez mesmo toda a diferença.

O Outono pede o conforto dos pratos quentes de forno. Por isso, neste workshop prepáramos um bacalhau gratinado com miolo de camarão no forno, com batata-palha, cenoura e alho-francês. Este é daqueles pratos para fazer quando juntamos a família à volta da mesa. É um prato rico que toda a gente adora e quase sempre, não sobra nada.

Preparámos ainda filetes de pescada no forno com amêndoa. Temperados com sumo e raspa de limão, alho, colorau e salsa. Foram ao forno com, natas, pão ralado e amêndoa laminada. Ficam tão saborosos. Uma maneira diferente de fazer filetes para toda a família. Para acompanhamento deste prato preparámos legumes estufados, que resultam sempre muito bem.


A cataplana de polvo foi outro dos pratos que foi confeccionado. O polvo foi cozido, cortado em pedaços e colocado numa cataplana com um refogado de cebola, tomate e pimentos a que se juntou batatas cortadas às rodelas e um bom ramo de salsa. Cozinhar na cataplana tem a vantagem de a podermos levar à mesa.

Outro prato que preparámos foi uma feijoada de chocos, feijão manteiga, cenoura e umas rodelas de chouriço. Um prato que nos aqueceu o corpo e a alma.

Os workshops são sempre vividos com muita alegria. Todos os participantes cozinham, trocamos ideias, falamos dos produtos que usamos, partilhamos dicas, e no final, saímos com a sensação que aprendemos todos uns com os outros. Isto é mesmo muito especial. Obrigada a todos os participantes e à Pescanova por esta experiência.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Vamos fazer pão: Pãezinhos com cenoura e salsa


Perguntam-me muitas vezes o que me levou a começar a fazer pão em casa. A resposta que costumo dar, é que cresci a ver a minha mãe a fazer pão todas as semanas para a família. Havia sempre pão caseiro em casa. Comecei a valorizar ainda mais este privilégio, de termos o nosso próprio pão, quando vim viver para Lisboa.

Em Lisboa, percebi que não poderia fazer pão como a minha mãe faz. Eu tenho um fogão de casa, com limitações de temperatura, e a minha mãe tem um forno a lenha. E foi este um dos meus motivos para querer fazer pão em casa. Como é que eu, que não tenho um forno a lenha ou um forno profissional, posso fazer bom pão em casa? O meu caminho para fazer pão iniciou-se com esta questão.

Ao tentar fazer pão em casa, acabei por perceber que podemos fazer pão de diferentes maneiras. E são essas formas diferentes de fazer pão que tenho tentado partilhar convosco e que ensino nos meus workshops. Podemos fazer muito bom pão em casa. É só tomar a decisão e colocar as mãos na massa. Vamos fazer pão?