terça-feira, 9 de junho de 2020

Sopa de quinoa com tomate e legumes


O que é que cozinho, mais vezes, cá em casa?

Esta é uma pergunta que me fazem muitas vezes e que me leva a reflectir sobre o tipo de alimentação que temos, cá em casa.

« Diz-me o que comes e dir-te-ei quem és! »

Procuro fazer uma alimentação variada, alternando pratos de peixe e de carne. Opto, muitas vezes, por fazer, durante a semana, uma ou outra refeição vegetariana. Há semanas, em que faço um pão, há outras em que amasso e cozo dois a três pães. O que cozinho está directamente relacionado com as dinâmicas da minha casa.

Mas o que sem dúvida faço mais vezes, cá em casa, são sopas. Seja Verão ou Inverno, procuro ter sempre sopa feita.

Partilho, hoje, convosco mais uma deliciosa sopa. Comer sopa só nos faz bem!

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Menu semanal #13


Variarmos o que cozinhamos, todas as semanas, é uma forma de cuidar daqueles de quem gostamos. Para vos inspirar, deixo-vos mais um menu semanal, com ideias práticas de receitas que podem ser facilmente reproduzidas, em casa. Nos menus semanais, procuro dar sugestões de pratos de carne e de peixe, sopas e algumas opções vegetarianas. Espero que gostem!

Ver também menu semanal #12.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Cheesecake rápido de morango


Os morangos podem ser consumidos de múltiplas maneiras. Macerados com açúcar e hortelã e depois servidos com umas colheradas generosas de natas batidas, mergulhados em chocolate negro, ou então, saboreados ao natural. De qualquer das formas, são sempre irresistíveis. Têm múltiplas aplicações na cozinha, desde saladas doces a salgadas, compotas, geleias, gelatinas, bolos, sumos, iogurtes, entre muitas outras.

O morangueiro é uma planta da família das rosáceas, onde se incluem as rosas, as peras, as maçãs e as cerejas. Começou a ser cultivado pelos romanos em 200 a.C. e era valorizado pelas suas propriedades terapêuticas. No séc. XIV, os franceses, transplantaram a variedade selvagem, Fragaria Vesca, para os seus jardins. A utilização desta planta revelou-se mais ornamental pelas suas bonitas flores do que como alimento, apesar de uma parte da produção ser para consumo. Em 1368, o rei Carlos V ordenou ao seu jardineiro Jean Dudoy que plantasse nos jardins reais do Louvre 1.200 morangueiros. A partir do início do séc. XVI as referências à produção do morango são mais comuns e os botânicos identificam diferentes espécies.

Os morangos que encontramos actualmente à venda (Fragaria x ananassa Duch) são descendentes de um cruzamento casual entre duas espécies americanas levadas para a região francesa de Brest. Uma das espécies foi a Fragaria Virginia, nativa da América do Norte, muito aromática mas com frutos pequenos. Foi trazida para a Europa em 1624. A outra espécie foi a Fragaria Chiloensis nativa do Chile, com frutos do tamanho de uma noz e chegou a França, em 1714, por Amédée-Francois Frézier, um espião ao serviço de Luís XIV. O respectivo cruzamento possibilitou a produção e difusão do morango. A par do aprimoramento do cultivo foram surgindo também inúmeras espécies.

Botanicamente o morango não é uma fruta mas um pseudofruto ou “falso fruto”. Nos morangos, os verdadeiros frutos são os aquênios, os pontinhos a que chamamos sementes e que cobrem a pele do morango. O fruto doce, carnudo e suculento que tanto apreciamos é na realidade o receptáculo dos frutos.

Esta semana no Instagram do Cinco Quartos de Laranja tenho vindo a partilhar receitas descomplicadas que se fazem num abrir e fechar de olhos, com morangos. Viram? Desde papas de aveia até águas aromatizadas e tostas, entre outras sugestões.

Os dias quentes pedem sobremesas frescas e práticas. Na passada segunda-feira no programa Praça da Alegria da RTP1 preparei um cheesecake rápido de morango. Cá em casa, pediram tanto que voltei a fazer a receita.

Caso precisem, podem alterar as quantidades da receita ao vosso gosto. Por exemplo, caso prefiram uma base maior, acrescentem mais bolacha. Caso queiram fazer um recheio que renda mais, basta aumentarem a quantidade de queijo e de iogurte seguindo a mesma proporção. E o mesmo se pode fazer com os morangos. Para um resultado mais doce, aumentem a quantidade de açúcar.

Esta é uma sobremesa rápida para fazer e degustar, logo de seguida. No entanto, a base pode ser feita de véspera ou, umas horas antes de preparar os morangos para servir.

Sabe tão bem terminar as refeições, nesta altura do ano, com uma sobremesa fresca! Espero que gostem.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Borrego guisado com batatas


Cozinhar todos os dias para a família exige criatividade e disponibilidade. Se por um lado, cozinhar é cuidar daqueles de quem gostamos, a verdade, é que as exigências do dia-a-dia, deixam-nos, tantas vezes, com pouco tempo para cozinhar.

Cá em casa, tento fazer algumas pré-preparações que me ajudam a preparar no momento as refeições. Passei a partilhar, todas as semanas, um menu semanal que espero que vos ajude e inspire.

Aos fins-de-semana, é quando procuro preparar refeições, por vezes, mais substanciais, confecionadas ou no forno ou no tacho. Um destes dias, para um dos nossos almoços, fiz uma receita tradicional que tanto gostamos, borrego guisado com batatas. Tão bom!

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Sopa de galinha com noodles de curgete


As sopas não são só para dias frios. As sopas, para mim, são para todos os dias! Um prato de sopa é muito reconfortante, é uma excelente maneira de iniciarmos uma refeição. As sopas ajudam-nos a ingerir mais água e acrescentam mais legumes à nossa alimentação.

Comer sopa só nos faz bem!

Quando falamos em sopa de galinha, a primeira que nos ocorre é a tradicional canja. Mas com a galinha e o seu caldo, podemos fazer tantas outras sopas. Partilho, hoje, uma dessas sopas feitas com galinha e que fica tão boa!

Não se esqueçam, na nossa alimentação é importante variarmos o que comemos, incluindo a sopa!

terça-feira, 2 de junho de 2020

Frango com amendoim e leite de coco


Uma das muitas coisas boas da globalização, é que nos permite ter acesso a produtos usados nas cozinhas de outras culturas. Permite-nos também viajar pelos sabores de outras geografias sem sairmos da nossa casa e, isso é, mesmo, muito especial.

Na semana passada, comemorou-se o Dia de África. Curiosamente, ainda não visitei nenhum país deste continente, mas conheço alguns dos ingredientes que ajudam a definir a cozinha africana. Num continente tão vasto e diferente, com tantas influências e cruzamentos, penso que é difícil definir o que é a cozinha africana. Concordam?

Para celebrar este dia, no programa A Praça da Alegria da RTP1, resolvi fazer um prato em que juntei alguns dos ingredientes usados em alguns países de África, como o óleo de palma, o amendoim, as especiarias, o cuscuz, o picante, o gengibre e o leite de coco. O resultado foi um prato tão saboroso e especial. Espero que gostem!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Menu semanal #12


De regresso ao trabalho, em casa, ou quase a partir de férias, em qualquer das situações, preparar as refeições da semana, para a família, continua a ser uma preocupação ou necessidade. Almoços, comida para levar para o trabalho, lanches e jantares, exigem organização e disponibilidade.

Para vos ajudar, deixo-vos mais umas deliciosas e práticas sugestões:

Ver também menu semanal #11.